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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Diário Económico: "Os Preços dos Transportes a Partir de Setembro" | Lisboa e Porto | Passe Normal e Passe Social+

Está, neste artigo do "Diário Económico", a tabela com os novos preços dos passes, mais o novo "passe social+", de Lisboa e Porto.
Com a criação do "Passe Social+" há um aumento substancial nos restantes passes, que deixaram de ser passe sociais. E estes aumentos não se ficam por aqui. Em janeiro de 2012 haverá novos aumentos consideráveis.
Deixo imagem da nova tabela de preços, que, para ser ampliada, deves clicar sobre ela.
JOÃO



Os preços dos transportes a partir de Setembro
Económico 29/08/11 17:25

O Governo criou uma nova tarifa social para os transportes públicos, que entrará em vigor a 1 de Setembro. Consulte aqui os preços.  

O Passe Social+ vai estar disponível "para todos os agregados familiares cujo rendimento médio mensal equivalente por sujeito passivo não ultrapasse o valor correspondente a 1,3 vezes o Indexante de Apoios Sociais (IAS)", segundo comunicado do Governo.

As bonificações para os utilizadores abrangidos por esta medida vão de 7,1 euros até aos 21,5 euros mensais.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Angolanos Ameaçam com Revoltas como no Egipto | Eduardo dos Santos no Poder Há 32 Anos!

Eduardo dos Santos está no poder há 32 anos! É inadmissível!
Esta situação noticiada pelo "ECONÓMICO" on-line, já era de esperar!
Mas vai correr mal... Muito mal!
Portugal devia estar solidário com os Angolanos que mereciam uma democracia a sério.
Eu era incapaz de viver numa Angola anti-democrática, onde os direitos humanos não estão salvaguardados!
JOÃO

Angolanos ameaçam com revoltas como no Egipto
Rita Paz
23/02/11 12:51

Os “ventos de mudança” podem estar a chegar também a Angola. Já há uma manifestação marcada para 7 de Março.

Depois das fortes contestações contra os governos dos presidentes da Tunísia, Egipto e Líbia, está a ser convocada através da internet, num email, intitulado "A Nova Revolução do Povo Angolano", uma manifestação de protesto contra o regime de Eduardo dos Santos, no poder desde 1979.

Com o pseudónimo de Agostinho Jonas Roberto Dos Santos, o autor anónimo desta convocação apela a "uma manifestação a nível nacional para exigir a saída do Presidente da República, dos seus ministros e companheiros corruptos".

O secretário-geral do MPLA, Julião Mateus Paulo, diz que "não se pode confundir o que se passa nos países do Maghreb com a realidade angolana" e já preveniu que se for o caso, o regime avançará com "medidas muito sérias" contra quem eventualmente venha a fazer uma manifestação, avança o jornal Le Fígaro.

Recorde-se que na semana passada a polícia nacional em Cabinda desfez uma manifestação de jovens que queriam saudar a independência do sul do Sudão. Antes foi interrompida outra manifestação protagonizada por ex-trabalhadores angolanos na antiga RDA. E no Huambo, um forte contingente policial inviabilizou uma manifestação convocada pela UNITA, na semana passada.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Cortes nos Apoios Sociais | Mais 72 Reformas Milionárias! | Justiça Social??!

Deixo dois artigos do Jornal Económico, deste mês, mas com realidades de Justiça Social diferentes.
Comparem as duas e vejam e egoísmo social que existe neste país.
Tudo isto exactamente no mês em que os preços dos bens essenciais sobem em flecha.
Transportes, água, luz e alimentação estão muito mais caros. E o pão, base da alimentação dos que nada têm, ainda não parou de aumentar... Pode subir até 50%!
JOÃO

Segurança Social
 Governo reforça cortes nos apoios sociais até final
 do ano
Cristina Oliveira da Silva | 02/08/2010

A nova lei que aperta a atribuição de apoios sociais entrou ontem em vigor. Mais de duas mil prestações vão ser revistas.

Os beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) arriscam-se a ter dois cortes na prestação até ao final do ano. Isto acontece porque, em Agosto, a Segurança Social está em condições de avançar imediatamente com o processo automático de recalcular as prestações sociais com base no peso que cada elemento tem no agregado familiar. Mas os restantes ajustes poderão ser feitos mais tarde.

A nova lei que aperta os critérios de atribuição destas ajudas sociais entrou ontem em vigor e harmoniza normas para todos os apoios não contributivos que dependem dos rendimentos dos beneficiários.

Uma vez que a base de dados da Segurança Social já dispõe de informação sobre a composição do agregado familiar, será possível ajustar desde logo as escalas de equivalência às prestações em curso, apurou o Diário Económico. E tendo em conta que a prestação de RSI difere consoante o tamanho do agregado, esta avaliação vai ditar imediatamente cortes no valor da prestação de famílias com dois adultos ou três ou mais crianças.

Se nesta fase, os beneficiários conseguirem manter o apoio, ainda correm o risco de ver o montante da ajuda ser alterado mais tarde, por altura da reavaliação extraordinária das prestações em curso, tendo já em conta o novo conceito de agregado familiar (mais abrangente e podendo incluir elementos que até aqui não eram contabilizados) e o conjunto mais alargado dos rendimentos a considerar (tanto do beneficiário como da família que com ele vive). Caso haja novos rendimentos, é de esperar outro corte na prestação ou até a sua eliminação. Em algumas situações, o alargamento do conceito de agregado (que chega ao 3º grau) também pode ditar subidas na prestação. As alterações aos apoios entram em vigor no mês seguinte ao da reavaliação.

Já quem recebe subsídio social de desemprego será afectado de forma diferente, uma vez que o valor da prestação é fixo. Por isso, o máximo que pode acontecer é que, na avaliação automática do peso de cada elemento da família, os beneficiários mantenham a prestação e percam esse direito no processo de reavaliação extraordinária. Já no que toca ao subsídio social de parentalidade em curso, as novas regras só se aplicam a futuras prestações.

A nova lei prevê que, na capitação dos rendimentos, apenas o beneficiário tenha uma ponderação de 1, enquanto os restantes adultos pesam 0,7 e os menores 0,5.

No caso do rendimento mínimo, os cortes deverão afectar a maior parte das famílias. A prestação corresponde à diferença entre o rendimento do agregado e um valor que depende do tamanho da família. Antes, para calcular a prestação, o primeiro e segundo adultos valiam 100% da pensão social (189,52 euros, tendo direito à diferença entre este valor e os seus rendimentos). Agora, o segundo já só equivale a 70% (132,66 euros). Da mesma forma, os dois primeiros filhos continuam a valer 50% da pensão social, mas a percentagem baixa de 60 para 50% a partir do terceiro.

A Segurança Social vai agora começar a enviar cartas aos mais de dois milhões de beneficiários de todos os apoios sociais, a pedir a actualização dos dados necessários - tanto quanto possível através da Segurança Social Directa, para não sobrecarregar os serviços. Com a nova lei, o Governo estima poupar 99 milhões de euros este ano e 199 milhões em 2011.

Até ao final do ano, o processo da reavaliação extraordinária dos apoios deverá estar concluído. O diploma prevê que os beneficiários de subsídio social de desemprego ou apoios como abono de família devam prestar provas de rendimentos de capitais e de apoios à habitação até final do ano. No caso do RSI, a prova deve ser feita até 30 dias antes da renovação anual.
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CGA
 Mais 72 reformas milionárias no último ano
Económico | 10/08/2010

As pensões acima dos 5 mil euros atribuídas pela CGA aumentaram mais de 20% até Agosto. Daniel Sanches é o campeão em 2010, com mais de 7 mil euros.

Desde Setembro do ano passado, a Caixa Geral de Aposentações (CGA) atribuiu 72 reformas acima dos 5 mil euros brutos. Trata-se de um aumento de 23% em termos homólogos, avança o jornal ‘i'.

Para obter "uma maior moralização do sistema" na atribuição de reformas milionárias, o Governo fixou, a partir de 1 de Julho de 2007, um limite mensal, relativo a 12 Indexante de Apoios Sociais (IAS), para as pensões calculadas com base nos melhores dez dos últimos 15 anos, de 5.030,64 euros.

O ‘i' escreve que, apesar de o Governo garantir que o tecto de 5.030,64 euros já se aplica também aos funcionários públicos que se reformem através da CGA, este ano já se reformaram 51 trabalhadores com pensões acima deste patamar.

O ex-ministro da Administração Interna de Santana Lopes é o campeão das reformas milionárias este ano. Daniel Sanches vai reformar-se em Setembro da Procuradoria-Geral da República com uma pensão mensal de 7.316,45 euros, revela o jornal.

Daniel Sanches junta-se assim a outros antigos governantes com reformas douradas, como Eduardo Catroga (9.693 euros) e Correia de Campos (5.524 euros) e Luís Filipe Pereira (5.663 euros).

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Visita do Papa Bento XVI Custa-nos 37 Milhões por Dia...

Esta mensagem é dedicada ao anónimo que escreveu ontem um comentário no meu post: "Sinais de Fogo | Papa €uros | SIC - Não quero um Estado Lacaio da Igreja!"
É a resposta às suas questões, demagogias e mentiras.
JOÃO

Portugal
Visita de Bento XVI custa 37 milhões por dia
Miguel Costa Nunes
11/05/10 09:05

Carvalho da Silva, da CGTP, e António Saraiva, da CIP, concordam que o momento de crise não é o ideal para a visita do Papa.

Carvalho da Silva, da CGTP, e António Saraiva, da CIP, concordam que o momento de crise não é o ideal para a visita do Papa.

Portugal não está num momento propício para custos tão elevados como o da visita do Papa Bento XVI. António Saraiva, o novo presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), e Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP intersindical, convergem nessa opinião que avaliam mais de um ponto de vista empresarial, da produtividade e do trabalho do que no plano religioso ou social.~

"Portugal não se encontra num momento propício, e não se compadece, com este tipo de custos com absentismo extraordinário", diz António Saraiva. "Alimenta-se um certo porreirismo, em vez de se assumirem as coisas e de haver responsabilidade", acrescenta Carvalho da Silva.

O responsável pela confederação dos industriais portugueses reconhece haver "retornos eventuais no turismo ou na restauração", mas acredita profundamente que "não compensam os custos". "Só vejo desvantagens, de facto. Apesar de não estar de todo em causa a dimensão religiosa desta visita, claro", diz António Saraiva.

"As perdas por dia de paragem em Portugal estão quantificadas, segundo os últimos estudos, nos 37 milhões de euros. E verifica-se que Portugal tem excesso de tempos mortos com feriados históricos, religiosos, pontes, etc. Por isso, acho excessivo termos tais custos neste momento de crise, em que precisamos de aumentar a competitividade e em que o país não se compadece com quaisquer perdas", acrescenta o presidente da CIP.

Por seu lado, Carvalho da Silva tem uma visão mais politizada do assunto e classifica a disparidade de critérios que acredita existir nas decisões sobre a visita do Papa a Lisboa, Fátima e Porto entre hoje e sexta-feira como hipócrita. "O poder político e o poder económico têm dois pesos e duas medidas. Quando há problemas e os trabalhadores pedem coisas importantes e estruturantes relacionadas com o trabalho e a família o absentismo é muitas vezes criticado ou quantificado como custo elevado. Agora, neste caso, toda a gente tem uma atitude perfeitamente hipócrita e se cala como se nada fosse", diz o líder da CGTP.

Carvalho da Silva vai ainda mais longe, ao afirmar: "Quando se trata de fazer o pronunciamento do trabalho, estes valores são tratados como menores. Mas acho que deve haver princípios, porque se é natural que os católicos queiram receber bem o Papa e assinalar da melhor forma esta visita, também deve haver um equilíbrio nas posições".

Mas para António Saraiva, da CIP, há mesmo um excesso na tolerância de ponto concedida pelo Governo. "Se fosse o Dalai Lama a visitar Portugal e fizéssemos o mesmo tipo de recepção, a reacção das pessoas seria a mesma? A tolerância de ponto concedida pelo Governo é, deste ponto de vista, excessiva neste momento. Além disso, há um comportamento induzido que alastra a diversos sectores de actividade, porque as pessoas ficam com a noção de que a função pública não está a funcionar, que as finanças também não, etc., etc.". Gera-se a ideia de que "o país está parado, que as escolas não funcionam e que, por isso, os pais das crianças, mesmo no sector privado, também não trabalham porque não têm onde deixar os seus filhos", diz.

Carvalho da Silva, da CGTP, e António Saraiva, da CIP, concordam que o momento de crise não é o ideal para a visita do Papa.

Portugal não está num momento propício para custos tão elevados como o da visita do Papa Bento XVI. António Saraiva, o novo presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), e Carvalho da Silva, secretário-geral da CGTP intersindical, convergem nessa opinião que avaliam mais de um ponto de vista empresarial, da produtividade e do trabalho do que no plano religioso ou social.

"Portugal não se encontra num momento propício, e não se compadece, com este tipo de custos com absentismo extraordinário", diz António Saraiva. "Alimenta-se um certo porreirismo, em vez de se assumirem as coisas e de haver responsabilidade", acrescenta Carvalho da Silva.

O responsável pela confederação dos industriais portugueses reconhece haver "retornos eventuais no turismo ou na restauração", mas acredita profundamente que "não compensam os custos". "Só vejo desvantagens, de facto. Apesar de não estar de todo em causa a dimensão religiosa desta visita, claro", diz António Saraiva.

"As perdas por dia de paragem em Portugal estão quantificadas, segundo os últimos estudos, nos 37 milhões de euros. E verifica-se que Portugal tem excesso de tempos mortos com feriados históricos, religiosos, pontes, etc. Por isso, acho excessivo termos tais custos neste momento de crise, em que precisamos de aumentar a competitividade e em que o país não se compadece com quaisquer perdas", acrescenta o presidente da CIP.

Por seu lado, Carvalho da Silva tem uma visão mais politizada do assunto e classifica a disparidade de critérios que acredita existir nas decisões sobre a visita do Papa a Lisboa, Fátima e Porto entre hoje e sexta-feira como hipócrita. "O poder político e o poder económico têm dois pesos e duas medidas. Quando há problemas e os trabalhadores pedem coisas importantes e estruturantes relacionadas com o trabalho e a família o absentismo é muitas vezes criticado ou quantificado como custo elevado. Agora, neste caso, toda a gente tem uma atitude perfeitamente hipócrita e se cala como se nada fosse", diz o líder da CGTP.

Carvalho da Silva vai ainda mais longe, ao afirmar: "Quando se trata de fazer o pronunciamento do trabalho, estes valores são tratados como menores. Mas acho que deve haver princípios, porque se é natural que os católicos queiram receber bem o Papa e assinalar da melhor forma esta visita, também deve haver um equilíbrio nas posições".

Mas para António Saraiva, da CIP, há mesmo um excesso na tolerância de ponto concedida pelo Governo. "Se fosse o Dalai Lama a visitar Portugal e fizéssemos o mesmo tipo de recepção, a reacção das pessoas seria a mesma? A tolerância de ponto concedida pelo Governo é, deste ponto de vista, excessiva neste momento. Além disso, há um comportamento induzido que alastra a diversos sectores de actividade, porque as pessoas ficam com a noção de que a função pública não está a funcionar, que as finanças também não, etc., etc.". Gera-se a ideia de que "o país está parado, que as escolas não funcionam e que, por isso, os pais das crianças, mesmo no sector privado, também não trabalham porque não têm onde deixar os seus filhos", diz.

http://economico.sapo.pt/noticias/visita-de-bento-xi-custa-37-milhoes-por-dia_89213.html