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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Info BLOCO.INICIATIVAS || Manifestação 25 de Abril || 15h Marquês de Pombal || LISBOA

www.esquerda.net

Camarada,

Passam 41 anos da Revolução de Abril. É tempo de celebrar a
vitória da democracia e da força de venceu a ditadura.




Dizem-nos que os cofres estão cheios e estão. Estão cheios 
de dívida, de desemprego, de precariedade, de emigração. 
Estão cheios da nossa vida roubada.

No 25 de abril saímos à rua sem saudosismos e com a 
vontade de voltar a desobedecer em nome da alternativas 
justas e solidárias.

O ponto de encontro do Bloco para o desfile é às 15h00 no 
circulo interior do Marquês do Pombal, do lado da Rua 
Braamcamp.

Participa nesta data comemorativa!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Ai Angola! | Convocatória a Professores e Alunos para Apoiarem a Candidatura de José Eduardo dos Santos


Ai que desgosto!


Ai que vergonha!


Este "post", com esta convocatória a uma escola - que deve ter sido dirigido a mais escolas -, faz-me voltar 50 anos atrás quando eu andava no Ensino Liceal, num Externato particular, e as directoras, mais professoras levavam todas das alunas para apoiarem o Salazar em determinadas acções e visitas, em que nos faziam gritar por ele...Não sei se o meu colégio recebia convocatória. Mas penso que deveria ser avisado da deslocação do ditador.
Nunca o meu pai soube disto! NUNCA! Ele teria ido à escola fazer uma reclamação e, possivelmente, seria denunciado e preso por isso.
Sempre, desde muito cedo, pelos meus 10 anos, me apercebi que não podia colocar a vida do meu pai em risco. Já me bastava ter o meu avô paterno como preso político... de vez em quando.
Também, confesso, não queria sair daquele Externato. Adorava a minha escola! Adorava as minhas professoras e eu era uma das meninas queridas, embora um pouco rebelde e muito brincalhona.
Mas nunca apreciei que me levassem a "celebrar" Salazar! NUNCA!
Em relação ao que é feito, agora, em Angola, é uma vergonha que tal aconteça numa altura em que a democracia já se devia impor.
Nem quero pensar que andei a criar um filho que tem duas nacionalidades, ambas de países democráticos, e, por falta de emprego aqui, terá que ir trabalhar para um país onde os direitos humanos nem por um canudo se avistam...
O meu coração dói pelos Angolanos e sofre por não me poder dar ao luxo de impedir que o meu filho parta.
Eu preferia dormir na rua, mas em democracia!
JOÃO 




Ai Angola!

Reprodução de um documento, disseminado através do Facebook, que justifica o maior eco possível. Testemunho tristemente exemplar do comportamento arbitrário do regime de Luanda. E afronta às longas décadas de luta de tantos angolanos pela democracia e pela independência do seu grande país.


segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Fotos do Dia | À Conquista de Trípoli e Festejar a Conquista de Trípoli | A Batalha pela Capital da Líbia e as Celebrações Civis

Nunca fui fã do ditador líbio Muammar Khadafi cujo regime totalitário dura há 42 anos. E nunca entendi a amizade e deferência que alguns líderes europeus democráticos tinham pelo líder do regime totalitário mais longo dos últimos tempos.
Mas este regime está-se a desmoronar depois de seis duros meses de guerra civil com rebeldes que lutam por uma nova liderança no país. Há festejos por todo o Mundo por parte de líbios que aguardam a libertação total do seu país do jugo da tirania de Khadafi.
Ontem, a rebelião, apoiada pela NATO, chegou ao centro simbólico do poder, a Praça Verde, na capital Trípoli. Contudo, Muammar Khadafi ainda não foi capturado e os rebeldes cercam a fortaleza de líder líbio na capital.
Que a libertação total venha depressa! Já! E que a democracia consiga ser instaurada definitivamente na Líbia!
Ficam estas "Fotos do Dia" de hoje do Publico.pt para vermos o princípio do fim da batalha final em Trípoli.
JOÃO

PUBLICO.PT - Fotos do Dia - 22/Agosto/2011


Festejar a conquista de Trípoli
Um homem empunha um cartaz com um cartoon do líder líbio, Muammar Khadafi, enjaulado. Milhares de pessoas saíram às ruas para celebrar a conquista de Trípoli, capital da Líbia, por parte das forças rebeldes. A batalha final decorre na cidade.

À conquista de Trípoli
A entrada dos rebeldes em Trípoli é feita com armas e alegria. Aqui vemos dois insurgentes em Qarqarsh, a caminho do centro da cidade, onde decorre ao mesmo tempo a batalha pela capital da Líbia e as celebrações civis.
Fotografia: Esam Al-Fetori/Reuters

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Se Tens Saudades Deste Ditador (...) Vai Ter Com Ele!...


Encontrei esta maravilha no Facebook!
Acho sensacional a mensagem!
JOÃO


Clica 2 vezes sobre a imagem para a aumentares e, assim, para que possas ler bem a mensagem sábia que ela contém!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Marisa Matias | "EUROPA DEVE ESTAR SOLIDÁRIA COM O POVO EGÍPCIO" | Vídeo

Comentários para quê?!

Marisa Matias é uma Eurodeputada de excelência do Bloco de Esquerda.

Fica o vídeo da sua intervenção na passada Quarta-Feira, no Parlamento Europeu.

JOÃO

Matias Marisa - Egipto: entre os ditadores e o povo
2011/02/02
beinternacionaleu | 2 de Fevereiro de 2011

"Europa deve estar solidária com o povo egípcio"

Quinta, 03 Fevereiro 2011 16:19

Marisa Matias lançou um apelo às instituições europeias no plenário do Parlamento Europeu, em Bruxelas, para que estejam solidárias com o povo egípcio e não permitam “que seja criada uma estratégia de medo que obrigue as pessoas a voltarem para casa”.

“Não é calma que devemos ter, é solidariedade com os milhões de cidadãos e cidadãs egípcios que no Cairo e em todo o país estão fartos de fome, fartos de repressão, fartos de desemprego”, sublinhou a eurodeputada portuguesa eleita pelo Bloco de Esquerda. E, acrescentou, “não raras vezes os líderes europeus souberam estar mais do lado dos negócios do que da democracia, mais do lado dos ditadores do que dos pobres”.

No debate em plenário dedicado às situações no Sul do Mediterrâneo, a Esquerda Unitária (GUE/NGL) salientou a falta de iniciativa da União Europeia perante os acontecimentos reflectida nos apelos "à calma" multiplicados pela Alta Comisária Catherine Ashton e também pelo presidente da Comissão, Durão Barroso, evitando condenar efectivamente os regimes autoritários.

"Sejamos firmes em relação a todas as violações dos direitos humanos", apelou a eurodeputada francesa Marie-Christine Vergiat. "A UNião Europeia perdeu muita credibilidade nos países da região" e "temos que ser humildes e estar atentos perante as necessidades reais dos povos".

Willy Meyer, eurodeputado espanhol, defendeu que a "União Europeia deve rever a sua política de vizinhança porque tem estado mais preocupada em assinar tratados de comércio livre do que com os direitos humanos". O problema, acrescentou, "é que a União Europeia não é capaz de apoiar povos nas ruas e os seus apelos através do mundo árabe; os povos já não suportam a autocracia, devemos apoiá-los e deixá-los usufruir das expectativas que lhe crámos com a nossa política de vizinhança.

O eurodeputado cipriota Takis Hadzigeorgiou, também do GUE/NGL, declarou solidariedade com a luta dos povos árabes mas chamou a atenção para o que entende ser a necessidade de "acompanhar de perto o impacto que o fundamentalismo eslâmico pode ter no Egipto e no Médio Oriente".

quarta-feira, 9 de junho de 2010

"Revisão Inaceitável da História" | Artigo de Opinião no Esquerda.Net

Já escrevi sobre este tema  no post:
"Revisionismo Inaceitável da História | Crianças Vestem Fardas da Mocidade para Reviver 100 anos de República | Uma Afronta à Democracia!!!"
Para veres todos os textos - o meu comentário e 3 textos fantásticos - sobre o assunto em título, clica AQUI.
JOÃO

"Revisão inaceitável da História"
Deputado bloquista critica comemoração da República em Aveiro que envolve desfile de crianças envergando a farda da extinta Mocidade Portuguesa e fazendo a saudação fascista.
Artigo | 8 Junho, 2010 - 19:57

O deputado Pedro Filipe Soares, do Bloco de Esquerda, criticou a evocação da Mocidade Portuguesa numa cerimónia comemorativa do Centenário da República, prevista para ocorrer em Aveiro, considerando-a “uma revisão inaceitável da História”.

O evento está previsto para esta quarta-feira em praças e ruas de Aveiro, e faz parte das comemorações do centenário da República em Portugal. Mais de 1200 crianças de quatro jardins-de-infância e cinco escolas do 1.º ciclo do município participam. Entre os grupos que representam instituições ou personalidades da República, algumas dezenas de crianças irão marchar com a farda da extinta Mocidade Portuguesa, organização de enquadramento da juventude que existia no regime fascista.

Segundo o Diário de Aveiro, Alcina Moura, professora e coordenadora do projecto de comemoração da efeméride argumenta que apenas um pai se manifestou contra a participação da filha com aquela idumentária (que inclui um cinto com a fivela em forma de “S”, de Salazar), mas afirma que foi um caso isolado entre os alunos e alunas de três turmas do quarto ano da escola do 1º ciclo das Barrocas escolhidas para tomar parte na parada envergando réplicas de fardas, a entoar o hino da Mocidade e de mão esticada (saudação fascista).

“Como se percebe pelas palavras do próprio director do agrupamento, o que está em causa, e cito, é um belo momento de revisão da História. Vão fazer um momento de apresentação de revisão da História portuguesa aos aveirenses e isso é algo que nos choca”, afirmou o deputado bloquista.

Soares recordou que naquele distrito “existiram muitas pessoas que lutaram contra o fascismo e contra o Estado Novo, algumas delas foram presas, outras torturadas”.

Para Pedro Filipe Soares, este processo de revisão, feito por aqueles que são acríticos da História, “é um processo completamente inaceitável”.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Revisionismo Inaceitável da História | Crianças Vestem Fardas da Mocidade para Reviver 100 anos de República | Uma Afronta à Democracia!!!

Só agora li esta notícia no Público.pt e fiquei tão incomodada, que parece que sinto falta de ar. Estou furiosa e indignada! Apetece-me ir para a rua, agora, gritar!!!
Há dias recebi um e-mail com um "pps" que estava feito só com livros escolares, material escolar, utensílios vários do meu tempo de criança e adolescente. Fiquei assim como estou agora! Não reencaminhei e eliminei imediatamente.
Aqueles símbolos do fascismo, da Mocidade Portuguesa, do Salazarismo, do Portugal anti-democrático, tiraram-me o ar, em vez de eu ter ficado feliz por estar a reviver o meu passado feliz de criança. E porquê?! Porque o meu passado feliz de criança só foi compensado pelo maravilhoso pai que tive e pela sua maneira de me compensar os tempos da ditadura. Aqueles símbolos não me fizeram felizes, mas lembraram-me os tempos em que a escola me obrigava a ir ver o Salazar passar para gritar por ele, me obrigava a ir ver o corpo morto do padre da paróquia a que a escola pertencia, e as actividades e fardamentos da Mocidade Portuguesa Feminina, a que era obrigada a pertencer, contrariamente à vontade dos meus pais.
Agora, lendo esta notícia que me trouxe aqui, vejo que o país endoideceu ou o saudosismo está a colocar em causa a nossa democracia.
A prepotência do Primeiro-Ministro vai ao ponto de tolerar uma situação como a que vai ocorrer em Aveiro?! A Ministra da Educação não sabe o que se passa?! Como é possível que um Director de Agrupamento de Escolas, neste caso o director do agrupamento de escolas de Aveiro, o "lunático" Carlos Magalhães, tenha tido a ousadia de programar tal evento?!!!
Como podemos tolerar que as escolas públicas obriguem as crianças a encarnar personagens do salazarismo, da época da PIDE e dos presos políticos, da zona mais negra da nossa história pós República, quando as pessoas eram torturadas e mortas por discordarem politicamente da governação, onde não havia liberdade nem para escolher o grupo de amigos, nem a quantidade de pessoas que esse grupo poderia ter, pois se fossemos vistos em grupos de mais de três já éramos incomodados pela polícia… Um tempo em que as escolas não eram mistas, em que não podiam estar rapazes nas imediações das escolas, públicas ou privadas…?!
Imaginem, agora, como reagiria o Mundo se as escolas na Alemanha resolvessem recrear um evento semelhante, saudosista, com a juventude vestida com os fardamentos da juventude hitleriana…?!!!
Voltámos ao Estado Novo?! É para isto que pagamos impostos para que os nosso filhos e netos andem a brincar à “mocidadecinha” portuguesa salazarista?!!!
JOÃO

Aveiro
Crianças vestem-se com fardas da Mocidade para reviver 100 anos de República
07.06.2010 - 17:41 Por Lusa

Mais de 1200 crianças do agrupamento de escolas de Aveiro vão participar, quarta-feira, num projecto escolar destinado a reviver os últimos cem anos da história portuguesa, iniciativa já contestada pelo Bloco de Esquerda.

A iniciativa prevê a participação de um grupo de crianças vestidas com roupas a simular as fardas da Mocidade Portuguesa, o que para o deputado bloquista Pedro Soares, consiste num “revisionismo inaceitável da História”.

O parlamentar sustenta que o projecto contou com “a oposição de alguns pais”, o que é desmentido pela organização.

“Apenas um pai manifestou que não gostaria de ver a sua filha vestida com aquela indumentária”, disse hoje a responsável pelo projecto, Joaquina Moura, durante a conferência de imprensa de apresentação do evento.

A docente, que garante que a polémica está completamente ultrapassada, assegurou que “nada neste projecto leva para ideias de fascismo”, adiantando que “as coisas são trabalhadas nas escolas com dignidade e muito sentido de responsabilidade”.

Joaquina Moura lamenta ainda que, até hoje, o deputado em causa não tenha falado com os responsáveis pelo projecto e considera que “a escola foi ofendida e até os pais dos outros alunos que colaboraram nesta iniciativa”.

O director do agrupamento de escolas de Aveiro, Carlos Magalhães, revelou que houve um pedido de informação por parte da Assembleia da República e que “não foi levantado nenhum problema”.

Adiantou que “o assunto está esclarecido”.

No passado mês de Maio, o deputado do Bloco de Esquerda Pedro Soares apresentou um requerimento na AR a questionar o Ministério da Educação sobre se tinha conhecimento desta iniciativa que, segundo sustentou, “obriga alunos menores de idade a serem atores num ato laudatório e acrítico de uma página negra da história de Portugal".

O evento, que vai decorrer quarta-feira em várias praças e ruas da cidade de Aveiro, está integrado nas comemorações do centenário da República em Portugal e envolve mais de 1200 crianças de quatro jardins-de-infância e cinco escolas do 1.º Ciclo do município.

“Vamos proporcionar não só aos alunos como à própria cidade de Aveiro um belo momento de revisão da nossa história recente”, disse o director, explicando que esta iniciativa “permitirá fazer um percurso da evolução da vida em Portugal desde a monarquia até à actualidade”.

O evento vai decorrer entre as 14h e as 17h horas, culminando com a actuação da banda da GNR, e com o Hino Nacional entoado por todas as crianças, bem como uma largada de pombos, no jardim do Rossio.

O trânsito estará cortado no próprio dia, durante alguns períodos, nas zonas da cidade que vão acolher esta iniciativa.

sábado, 24 de abril de 2010

Pós 25 de Abril 1974 - Libertação dos Presos Polícos em 1974

Nunca se esqueçam que, no tempo da ditadura, tivemos presos políticos!
Muitos morreram, muitos foram torturados e muitos foram exilados.
Hoje, apesar da crise, ninguém é preso por estar contra o poder!
Não nos devemos esquecer nem deixar de agradecer aos Capitães de Abril pelo maravilhoso 25 Abril de 1974.
Vejam a libertação de alguns dos presos políticos, após o 25 de Abril de 1974.
Uma conquista de Abril!
25 de Abril, SEMPRE!!!
JOÃO
Libertação dos Presos Polícos em 1974

O 25 de ABRIL de 1974 - Uma pequena viagem pela História para os mais jovens

25 de ABRIL de 1974
HORA DA LIBERDADE !




REVOLUÇÃO E TRANSIÇÃO
PARA A DEMOCRACIA

Se recuássemos uns anos anos até antes do 25 de Abril de 1974, não reconheceríamos Portugal.

Não havia Liberdade. Existia censura, a actividade política , associativa e sindical era quase nula e controlada pela polícia política, havia presos, a Constituição não garantia os direitos dos cidadãos, Portugal mantinha uma guerra colonial e encontrava-se praticamente isolado na comunidade internacional.
A informação e as formas de expressão cultural eram controladas, fazia-se uma censura prévia que abrangia a Imprensa, o Cinema, o Teatro, as Artes Plásticas, a Música e a Escrita. Não havia Liberdade!
A actividade política estava condicionada, não existiam eleições livres e a única organização política aceite era a União Nacional/Acção Nacional Popular. A oposição ao regime autoritário de Salazar e depois de Marcelo Caetano, era perseguida pela polícia política (PIDE/DGS) e tinha de agir clandestinidade ou refugiar-se exílio.
Os oposicionistas, sob a acusação de pensarem e agirem contra uma ideologia e prática do Estado Novo, eram presos em cadeias e centros espoeciais de detenção (Caxias, Aljube Tarrafal). Não havia Liberdade nem Democracia.
A Constituição não garantia o direito dos cidadãos à educação, à saúde, ao trabalho, à habitação. Não existia o direito de runião e de livre associação e as manifestações eram proibidas. Não havia Liberdade!
Portugal estava envolvido na guerra colonial em Angola, na Guiné e em Moçambique, o que gerou o protesto de milhares de Jovens e se transformou num dos temas dominantes da oposição ao regime, com especial realce para os estudantes universitários. Não havia Liberdade nem Paz.
Hoje é difícil imaginar como era Portugal antes do 25 de Abril de 1974.
Mas, se pensarmos que, por exemplo, as escolas tinham salas e recreios separados para rapazes e raparigas, que não se podia namorar na rua, nos parques, nos jardins, que muitos discos e livros estavam pribidos, que existiam nas Rádios lçistas de música que não podiam passar, que havia bens de consumo que não se podiam importar, que não se podia sair livremente do país, que a moiridade era aos 21 anos de idade, que sobre todos os rapazes de 18 anos pairava o espectro da guerra, será mais fácil compreender porque é que a MUDANÇA teve de acontecer e como é que Portugal se tornou diferente.
Por mais que hoje alguns não consigam entender o que era o antes 25 de Abril, e se queixem de falta de liberdade e democracia, nunca queriram voltar a esse tempo e não se esqueçam, todos os dias, por lutar pelos vossos direitos, não esquecendo, também, os vossos deverem de cidadania, de participação cívica, de fiscalização do Governo e, sobretudo, o direito à indignação!
As conquistas de Abril, têm que ser mantidas e cabe a cada um de nós fazer a sua parte, participando, activamente, na manutenção do espírito de Abril e não abandonando os sonhos que Abril nos deu.
25 de Abril
SEMPRE!

Fascismo
NUNCA
MAIS ...!

ESTE Abril, Esperanças Mil!...  VIVA o 25 de Abril !