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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Info Esquerda.Net | Imposição de Limites ao Endividamento na Constituição “é um caminho errado”

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Imposição de limites ao endividamento na Constituição "é um caminho errado"

Boco considera a proposta de imposição de limites à dívida na Constituição "um preceito liberal que é contra as necessidades dos países". É também sinal de "um caminho cada vez menos democrático para a Europa", declarou o deputado do Bloco Pedro Filipe Soares.
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"Nouriel Roubini: "Karl Marx estava certo"
 O professor de Economia que há quatro anos previu a crise financeira global diz que uma das críticas ao capitalismo feitas por Marx está a provar-se verdadeira na actual crise financeira global. Por Joseph Lazzaro.
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Grécia, Irlanda e Portugal: porque é que os acordos com a Troika são odiosos?

Os acordos dos 3 países, que geram novas dívidas e impõem às populações medidas de austeridade sem precedentes, podem ser postos em causa com base no direito internacional. Por Renaud Vivien & Éric Toussaint.Ler mais.

Avaliação para os suspeitos do costume
Por Miguel Reis


Se a avaliação dos professores proposta por Nuno Crato é mais ligeira ou inexistente para uma grande parte dos docentes, a verdade é que insiste na penalização dos cada vez mais vulneráveis professores contratados.
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Quatro anos de prisão por apelarem à desordem no Facebook
A notícia não vem da Síria nem do Irão: são os tribunais ingleses que acabam de condenar dois jovens a quatro anos de prisão por criarem um evento e uma página no Facebook sobre os motins na sua área de residência, mesmo apesar de ninguém ter comparecido no local à hora marcada.
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"Mini-cimeira" não afasta receios sobre crise da zona euro

Num dia de más notícias sobre o desempenho das economias alemã e francesa no segundo trimestre, Angela Merkel e Nicolas Sarkozy defenderam um governo económico para a zona euro. E este último admitiu pela primeira vez a emissão de obrigações de dívida europeia, "mas só no fim do processo" de integração.
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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Miguel Portas | Europa Basicamente Congelada | Não há crescimento com um orçamento europeu congelado

Mais uma brilhante intervenção no Parlamento Europeu, do Eurodeputado Miguel Portas, eleito pelo Bloco de Esquerda, em que ele faz duras críticas sobre o congelamento do Orçamento Europeu no debate do relatório que aumenta apenas 5% o orçamento da União Europeia para o período de 2014 a 2020.
Miguel Portas disse, num tom muito indignado: "Não há crescimento com um orçamento europeu congelado". "Não é possível estabelecer prioridades para o crescimento e a criação de emprego com um orçamento europeu basicamente congelado”, afirmou, ainda, Miguel Portas em Estrasburgo.
Intervenção para não perderes!
JOÃO
Miguel Portas - Europa basicamente congelada
2011/06/08 


Carregado por em 8 de Jun de 2011

“Não é possível estabelecer prioridades para o crescimento e a criação de emprego com um orçamento europeu basicamente congelado”, afirmou Miguel Portas em Estrasburgo no debate do relatório que estipula em apenas cinco por cento o aumento do orçamento da União Europeia para o período de 2014 a 2020. Na mesma ocasião, o eurodeputado da Esquerda Unitária (GUE/NGL) desafiou a EU a aplicar uma taxa sobre as transacções financeiras “independentemente dos outros”.
O relatório sobre as perspectivas orçamentais da União Europeia para os sete anos a seguir a 2013 é o tema do momento na reunião plenária do Parlamento Europeu a decorrer em Estrasburgo. Miguel Portas salientou a “falta de ambição” desse documento ao estabelecer em apenas cinco por cento o aumento orçamental, o que significa “um orçamento basicamente congelado”.
O eurodeputado do Bloco de Esquerda sublinhou que “não é sustentável uma moeda sólida sem um orçamento europeu forte” e “a crise das dívidas soberanas prova que se tivéssemos hoje um orçamento forte não teria havido ataques especulativos às dívidas da Grécia ou de Portugal”.
Além de não ser possível, com um “orçamento basicamente congelado”, responder aos desafios de crescimento e de criação de emprego, Miguel Portas acrescentou que do mesmo modo não será possível “responder às novas obrigações dos tratados” e pensar que “a política de coesão chega quando a Europa regressa à divergência social no interior do seu território”.
Miguel Portas anunciou que o GUE/NGL votará favoravelmente a criação de uma taxa sobre as transacções financeiras mas, antevendo a divergência que poderá existir entre essa decisão e a prática efectiva, salientou que “ela só verá a luz do dia quando a Europa tiver a coragem de a aplicar independentemente dos outros”, isto é, se não ficar à espera que haja um acordo mundial sobre o assunto.