| ||||||
Mostrar mensagens com a etiqueta EDP. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta EDP. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 29 de junho de 2012
A Comuna | EDP, SNS, Paraguai, Chipre | Brevemente A Comuna N.º 28
sábado, 16 de junho de 2012
Se Não Aconteceu... Podia Ter Acontecido | Na Edição de 15 de Junho de 2012 | «Barroso Quer Contadores da EDP a Martelar Eleições Gregas» | Na Rotativa: Algumas Frases Desta Edição
Podia Ter Acontecido!
Clica na imagem para a ampliares!
Algumas Frases desta Edição - 15 de Junho de 2012
- Rajoy diz que foi obrigado a pedir resgate devido ao estado calamitoso em que Sócrates deixou a Espanha
- Dinheiro sujo que entrava no Vaticano tornava-se dinheiro limpo depois de se confessar e rezar 10 Pai Nossos e 10 Avé Marias
- Ronaldo trata disfunção eréctil para conseguir comer a Holanda
- Teste descobre 3000 doenças no feto e Governo diz que se o feto já tem doenças tem de pagar taxa moderadora quando a mãe entrar num hospital
--------------------------------------------------------------
Clica sobre as imagens para as ampliares!
Mais uma "fabulástica" e surreal primeira página de "O Inimigo Público" com o seu humor satírico, arrasador, cáustico, corrosivo e sempre em cima do acontecimento, como é evidente pela imagem e legenda.
Triste época a nossa! Que a Alemanha se arrogue o direito de apelar aos "queridos gregos e gregas" que votem na direita...! Estou completamente indignada com a falta de ética entre os alemães e os povos dos restantes países da União Europeia!... A Grécia tem direito à sua identidade, livre escolha, independência política...
Podemos admitir que sejamos comandados por uma Alemanha que se sente a dona da Europa!
Ficam, uma vez mais, umas frases desta edição de "O Inimigo Público" da rubrica “Na Rotativa”, para te aguçar o apetite a lê-las, on-line ou em papel, com os respectivos textos que são sempre hilariantes.
JOÃO
Publicada por
M. João Baptista da Silva
à(s)
17:05
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Alemanha,
Apelo ao Voto,
Durão Barroso,
EDP,
Frase,
Grécia,
Na Rotativa,
O Inimigo Público,
Piada,
PUBLICO.PT
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Nunca Tive Este Medo do ESCURO | Mas Estou a Ter Medo da LUZ!...
Eu nunca tive medo do escuro; mas, agora, estou a ter medo da luz!...
Estou cheia de roupa, mas aquecimentos eu não acendo. Tenho medo da factura, claro.
Já era alto o seu valor. Agora nem quero ver como vai ser... Tenho conta certa. Só vou ajustar em Fevereiro. E nem sei que valor irei escolher! Acho que prefiro não lavar roupa, não usar máquinas para nada...
Ai que medo!
JOÃO
sábado, 21 de janeiro de 2012
Francisco Louçã vs Passos: "Já Não é Jobs For The Boys. É Joys For The Boys"
Tenho um orgulho imenso de ser representada pelos deputados do Bloco de Esquerda! E fico sempre muito feliz com as intervenções do coordenador do BE, Francisco Louçã, que tem sempre intervenções inteligentes, bem fundamentadas e brilhantes.
Ouve atentamente estas intervenções de Francisco Louçã... E compreenderás a gravidade da situação dos portugueses que são governados por estes incompetentes, astutos e mentirosos políticos que fazem parte do governo que nos (des)governa.
JOÃO
Francisco Louçã confrontou Passos Coelho com a nomeação de Eduardo Catroga para presidir ao Conselho Geral da EDP, depois de ter lá estado nomeado pelo Governo e faltado a metade das reuniões nos últimos dois anos. "Imagine que se lhe aplicava qualquer regra do trabalho. O que é que lhe aconteceria se fosse um trabalhador? Inadaptação? Despedimento? Ser-lhe-ia pago o ordenado?", questionou o deputado bloquista.
Ouve atentamente estas intervenções de Francisco Louçã... E compreenderás a gravidade da situação dos portugueses que são governados por estes incompetentes, astutos e mentirosos políticos que fazem parte do governo que nos (des)governa.
JOÃO
Louçã vs. Passos:
"Já não é jobs for the boys, é joys for the boys"
Francisco Louçã confrontou Passos Coelho com a nomeação de Eduardo Catroga para presidir ao Conselho Geral da EDP, depois de ter lá estado nomeado pelo Governo e faltado a metade das reuniões nos últimos dois anos. "Imagine que se lhe aplicava qualquer regra do trabalho. O que é que lhe aconteceria se fosse um trabalhador? Inadaptação? Despedimento? Ser-lhe-ia pago o ordenado?", questionou o deputado bloquista.
Publicada por
M. João Baptista da Silva
à(s)
03:32
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
AR,
Conselho Geral,
Debate quinzenal,
EDP,
Eduardo Catroga,
Francisco Louçã,
Jobs for the boys,
Parlamento,
Passos Coelho
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Info Esquerda.Net | Dossier A fuga do PSI-20 para a Holanda | Outros Temas
| ||||||
Publicada por
M. João Baptista da Silva
à(s)
12:58
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Barack Obama,
EDP,
Fuga de Impostos,
Holanda,
Info Esquerda.Net,
Pingo Doce,
PSI-20,
TDT
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
A Comuna | A dívida, a tróika, os ricos e o assalto (...) à EDP.
segunda-feira, 28 de março de 2011
ESQUERDA.NET | "Um Abraço ao Tua" | Vídeo
Barragem do Tua fará com que a linha do comboio fique submersa, cobrindo este maravilhoso túnel, com a água acima da linha do comboio!...
"Um Abraço ao Tua" é um testemunho das opções erradas tomadas pelos governantes deste país que têm destruído o património cultural, histórico e natural do nosso país, neste caso, especialmente do Tua. Uma vergonha!
JOÃODezenas de cidadãos juntaram-se num Abraço de Solidariedade ao Tua, manifestando-se contra o corte da linha férrea e a barragem da EDP.
Publicada por
M. João Baptista da Silva
à(s)
22:29
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Barragem do Tua,
Barragens,
BE,
EDP,
Esquerda.Net,
Heitor Sousa,
Linha do Tua,
Linha ferrea,
Manifestação,
Solidariedade
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
PETIÇÃO da DECO | Electricidade sem Extras | Contra Extras na Conta da Electricidade, Assina a Petição!
"Electricidade sem Extras" é uma das exigências que todos devemos devender e fazer ao assinarmos a petição com esta designação e que foi hoje, pelas 7:00 horas desta manhã, colocada on-line pela DECO e que, por esta hora, já reune mais de 23 mil assinaturas.
O objectivo desta petição é pedir à Assembleia da República que obrigue o Governo alterar a legislação que está em vigor.
Assina tu também e espalha a palavra. Para aqueles que não podem e/ou não sabem aceder ao computador, oferece-te para o fazeres por eles, explicando esta iniciativa da DECO - que deve ser uma iniciativa acarinhada por todos os portugueses, em Portugal ou no estrangeiro. Se tiveres o consentimento de alguém, então pede os dados e preenche a petição por essa(s) pessoa(s).
Para acederes à Petição "Contra extras na electricidade, junte-se a nós", clica AQUI.
Electricidade: exigimos custos sem extras
Em 2011, a factura da electricidade irá pesar mais no orçamento dos consumidores. Face ao clima de crise e às fortes medidas de austeridade do Governo, qualquer acréscimo num serviço público essencial é difícil de suportar pelas famílias.
Em Outubro, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos propôs um aumento, em média, de 3,8 por cento. Na factura de electricidade, a parcela dos “Custos de Interesse Geral” resulta de opções políticas e medidas legislativas. O seu crescimento tem sido constante e exponencial. Prevê-se, em 2011, algo como 2,5 mil milhões de euros, um aumento de mais de 30% face a 2010. Trata-se de custos acrescidos, alguns sem relação directa com a produção e distribuição de energia eléctrica. É indispensável e urgente repensar a política de taxas e sobrecustos que recai nas nossas facturas. A DECO alerta há muito para a situação e exige medidas para uma adequada sustentabilidade do sector eléctrico e protecção dos interesses dos consumidores.
Na factura dos consumidores, em 2010, 31% traduzem os custos de produção de energia e 27% o uso das redes que conduzem a electricidade até nossas casas. A componente mais pesada, os “Custos de Interesse Geral” (42%), inclui verbas, entre outras, como o fomento às renováveis, rendas aos municípios e a amortização do défice tarifário. Há ainda a acrescentar os Custos para a Manutenção do Equilíbrio Contratual e os Contratos de Aquisição de Energia.
Segundo a DECO, o Governo deveria aplicar medidas para restabelecer um equilíbrio mais justo na formação do preço a pagar por 6 milhões de consumidores. É possível, de forma progressiva, reduzir em várias áreas: energias renováveis, custos para a manutenção do equilíbrio contratual, renda dos municípios, contratos de aquisição de energia eléctrica, renda dos terrenos e garantia de potência, entre outros. A DECO simulou o impacto de uma diminuição de 10% nas rubricas dos custos de interesse geral e concluiu que, em vez de depararmos com a proposta de aumento para 2011, tal levaria a uma redução nos preços próxima de 5 por cento.
Se nada for feito, as más perspectivas serão agravadas, em 2012, com aumentos insuportáveis do ponto de vista social, muito provavelmente superiores a 10 por cento.
Contra extras na electricidade, junte-se à nossa causa e subscreva a petição.
25.11.2010
O objectivo desta petição é pedir à Assembleia da República que obrigue o Governo alterar a legislação que está em vigor.
Assina tu também e espalha a palavra. Para aqueles que não podem e/ou não sabem aceder ao computador, oferece-te para o fazeres por eles, explicando esta iniciativa da DECO - que deve ser uma iniciativa acarinhada por todos os portugueses, em Portugal ou no estrangeiro. Se tiveres o consentimento de alguém, então pede os dados e preenche a petição por essa(s) pessoa(s).
Para acederes à Petição "Contra extras na electricidade, junte-se a nós", clica AQUI.
JOÃO
Clica 2 vezes sobre a imagem para a aumentares!
Electricidade: exigimos custos sem extras
Em 2011, a factura da electricidade irá pesar mais no orçamento dos consumidores. Face ao clima de crise e às fortes medidas de austeridade do Governo, qualquer acréscimo num serviço público essencial é difícil de suportar pelas famílias.
Em Outubro, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos propôs um aumento, em média, de 3,8 por cento. Na factura de electricidade, a parcela dos “Custos de Interesse Geral” resulta de opções políticas e medidas legislativas. O seu crescimento tem sido constante e exponencial. Prevê-se, em 2011, algo como 2,5 mil milhões de euros, um aumento de mais de 30% face a 2010. Trata-se de custos acrescidos, alguns sem relação directa com a produção e distribuição de energia eléctrica. É indispensável e urgente repensar a política de taxas e sobrecustos que recai nas nossas facturas. A DECO alerta há muito para a situação e exige medidas para uma adequada sustentabilidade do sector eléctrico e protecção dos interesses dos consumidores.
Na factura dos consumidores, em 2010, 31% traduzem os custos de produção de energia e 27% o uso das redes que conduzem a electricidade até nossas casas. A componente mais pesada, os “Custos de Interesse Geral” (42%), inclui verbas, entre outras, como o fomento às renováveis, rendas aos municípios e a amortização do défice tarifário. Há ainda a acrescentar os Custos para a Manutenção do Equilíbrio Contratual e os Contratos de Aquisição de Energia.
Segundo a DECO, o Governo deveria aplicar medidas para restabelecer um equilíbrio mais justo na formação do preço a pagar por 6 milhões de consumidores. É possível, de forma progressiva, reduzir em várias áreas: energias renováveis, custos para a manutenção do equilíbrio contratual, renda dos municípios, contratos de aquisição de energia eléctrica, renda dos terrenos e garantia de potência, entre outros. A DECO simulou o impacto de uma diminuição de 10% nas rubricas dos custos de interesse geral e concluiu que, em vez de depararmos com a proposta de aumento para 2011, tal levaria a uma redução nos preços próxima de 5 por cento.
Se nada for feito, as más perspectivas serão agravadas, em 2012, com aumentos insuportáveis do ponto de vista social, muito provavelmente superiores a 10 por cento.
Contra extras na electricidade, junte-se à nossa causa e subscreva a petição.
25.11.2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Governo e as Privatizações Anunciadas: BPN, EDP e GALP | O Governo (Des)Governa para os Grupos Financeiros...
Quando ouvi esta notícia, num Jornal da Tarde num dos canais de Notícias da TV por Cabo, fiquei de boca aberta durante um bom espaço de tempo. Não conseguia digerir a notícia! Depois questionei-me sobre a razão da minha reacção. Claro que já estavámos todos à espera... Mas alguns de nós nem queríamos acreditar. Talvez o bom senso chegasse ao Governo...! Mas não chegou e este aproveitou o mês de Agosto, a tal "Silly Season", para tomar uma decisão definitiva bem aparvalhada! Mesmo "silly"
Parece que vivemos num país do disparate! Muito triste mesmo! Ficámos sem anéis, ficámos sem dedos e estamos a perder as mãos!!! Os Grupos Financeiros que fiquem com TUDO! Afinal não tem sido para eles que os nossos Governos nos têm (des)governado?!
JOÃO
Governo avança com reprivatização do BPN
“A reprivatização do BPN pelo valor de 180 milhões significa que o governo do PS decidiu que são os impostos dos portugueses que pagarão as fraudes e as burlas”, diz o deputado do Bloco João Semedo. Governo também anunciou novas fases de privatização da EDP e da Galp.
Artigo | 5 Agosto, 2010 - 16:23
O Governo já gastou 4 mil milhões de euros para salvar o BPN. Foto Inácio Rosa/LUSA. O conselho de Ministros reuniu esta quinta-feira e anunciou que irá vender 95 por cento do Banco Português de Negócios (BPN). Os restantes cinco por cento do capital, segundo decisão do Governo, serão alienados a trabalhadores da instituição financeira.
Os 95 por cento a vender por concurso público a grupos financeiros estão avaliados pelo Estado em 361 milhões de euros (o valor total do BPN era de 380 milhões de euros), tendo em conta o preço nominal das acções (cinco euros). No entanto, foi considerado que esse não era o valor real de mercado, optando assim por aceitar o mínimo de 180 milhões de euros. Abaixo desse valor, o concurso deverá ser anulado.
De acordo com o secretário de Estado do Tesouro, Carlos Costa Pina, que anunciou os moldes da reprivatização do BPN no Conselho de Ministros, haverá uma reestruturação do banco, que levará à constituição de três entidades. Uma ficará responsável pela gestão dos direitos de crédito, outra pela gestão do património imobiliário e a terceira pela gestão das participações societárias. Assim, apenas a pura actividade bancária de retalho do BPN será privatizada.
O deputado do Bloco João Semedo considera que “a reprivatização do BPN pelo valor de 180 milhões significa que o governo do PS decidiu que são os impostos dos portugueses que pagarão as fraudes e burlas cometidas durante anos pela ganância de administradores e accionistas do BPN”, e lembra que estas já custaram ao estado mais de 4 mil milhões de euros, “que nunca irão ser recuperados”.
“Quatro mil milhões de euros é o maior investimento público feito por este governo, um valor equivalente a toda a despesa do SNS durante meio ano de actividade”, acrescenta Semedo, sublinhando também que esta decisão do Conselho de Ministros comprova o que o Bloco já tinha denunciado quando votou contra a nacionalização do BPN: “o governo estava a nacionalizar os prejuízos”.
O Bloco de Esquerda já anunciou que vai pedir a apreciação parlamentar do decreto do Governo sobre a reprivatização do BPN, após a reabertura da Assembleia, em Setembro.
Governo aprova novas fases de privatização da EDP e da Galp
O Conselho de Ministros aprovou também um decreto-lei que aprova a oitava fase de reprivatização do capital social da EDP, e ainda uma resolução que “fixa as condições concretas da quinta fase do processo de reprivatização da Galp Energia”.
Em declarações aos jornalistas no final da reunião do Conselho de Ministros, o secretário de Estado Carlos Costa Pina explicou que, em ambos os casos, “trata-se de operações de privatização assentes na emissão de obrigações, convertíveis ou permutáveis depois em acções”.
Segundo o responsável, estas operações “permitirão ao Estado manter a sua posição na empresa durante um período de pelo menos sete anos, reservando com isso os seus direitos enquanto accionista nestas empresas e designadamente o direito aos respectivos dividendos”.
“É uma opção que reforça também a flexibilidade conferida ao Estado na defesa dos seus interesses patrimoniais e financeiros na detenção destas participações”, sublinhou Costa Pina.
João Semedo também comentou o anúncio destas novas fases de privatização das empresas EDP e Galp: “Não podemos deixar de registar a coincidência do mesmo conselho de ministros ter decidido também a privatização de mais uma fatia da GALP e da EDP, empresas cujos lucros não páram de crescer”. “Tudo isto significa que com o governo do PS a carne é para os grandes grupos financeiros e o osso para os cidadãos”, acrescentou ainda.
Artigos relacionados:
BPN: Buraco estimado é de 2 mil milhões de euros
Parece que vivemos num país do disparate! Muito triste mesmo! Ficámos sem anéis, ficámos sem dedos e estamos a perder as mãos!!! Os Grupos Financeiros que fiquem com TUDO! Afinal não tem sido para eles que os nossos Governos nos têm (des)governado?!
JOÃO
Governo avança com reprivatização do BPN
“A reprivatização do BPN pelo valor de 180 milhões significa que o governo do PS decidiu que são os impostos dos portugueses que pagarão as fraudes e as burlas”, diz o deputado do Bloco João Semedo. Governo também anunciou novas fases de privatização da EDP e da Galp.
Artigo | 5 Agosto, 2010 - 16:23
O Governo já gastou 4 mil milhões de euros para salvar o BPN. Foto Inácio Rosa/LUSA. O conselho de Ministros reuniu esta quinta-feira e anunciou que irá vender 95 por cento do Banco Português de Negócios (BPN). Os restantes cinco por cento do capital, segundo decisão do Governo, serão alienados a trabalhadores da instituição financeira.
Os 95 por cento a vender por concurso público a grupos financeiros estão avaliados pelo Estado em 361 milhões de euros (o valor total do BPN era de 380 milhões de euros), tendo em conta o preço nominal das acções (cinco euros). No entanto, foi considerado que esse não era o valor real de mercado, optando assim por aceitar o mínimo de 180 milhões de euros. Abaixo desse valor, o concurso deverá ser anulado.
De acordo com o secretário de Estado do Tesouro, Carlos Costa Pina, que anunciou os moldes da reprivatização do BPN no Conselho de Ministros, haverá uma reestruturação do banco, que levará à constituição de três entidades. Uma ficará responsável pela gestão dos direitos de crédito, outra pela gestão do património imobiliário e a terceira pela gestão das participações societárias. Assim, apenas a pura actividade bancária de retalho do BPN será privatizada.
O deputado do Bloco João Semedo considera que “a reprivatização do BPN pelo valor de 180 milhões significa que o governo do PS decidiu que são os impostos dos portugueses que pagarão as fraudes e burlas cometidas durante anos pela ganância de administradores e accionistas do BPN”, e lembra que estas já custaram ao estado mais de 4 mil milhões de euros, “que nunca irão ser recuperados”.
“Quatro mil milhões de euros é o maior investimento público feito por este governo, um valor equivalente a toda a despesa do SNS durante meio ano de actividade”, acrescenta Semedo, sublinhando também que esta decisão do Conselho de Ministros comprova o que o Bloco já tinha denunciado quando votou contra a nacionalização do BPN: “o governo estava a nacionalizar os prejuízos”.
O Bloco de Esquerda já anunciou que vai pedir a apreciação parlamentar do decreto do Governo sobre a reprivatização do BPN, após a reabertura da Assembleia, em Setembro.
Governo aprova novas fases de privatização da EDP e da Galp
O Conselho de Ministros aprovou também um decreto-lei que aprova a oitava fase de reprivatização do capital social da EDP, e ainda uma resolução que “fixa as condições concretas da quinta fase do processo de reprivatização da Galp Energia”.
Em declarações aos jornalistas no final da reunião do Conselho de Ministros, o secretário de Estado Carlos Costa Pina explicou que, em ambos os casos, “trata-se de operações de privatização assentes na emissão de obrigações, convertíveis ou permutáveis depois em acções”.
Segundo o responsável, estas operações “permitirão ao Estado manter a sua posição na empresa durante um período de pelo menos sete anos, reservando com isso os seus direitos enquanto accionista nestas empresas e designadamente o direito aos respectivos dividendos”.
“É uma opção que reforça também a flexibilidade conferida ao Estado na defesa dos seus interesses patrimoniais e financeiros na detenção destas participações”, sublinhou Costa Pina.
João Semedo também comentou o anúncio destas novas fases de privatização das empresas EDP e Galp: “Não podemos deixar de registar a coincidência do mesmo conselho de ministros ter decidido também a privatização de mais uma fatia da GALP e da EDP, empresas cujos lucros não páram de crescer”. “Tudo isto significa que com o governo do PS a carne é para os grandes grupos financeiros e o osso para os cidadãos”, acrescentou ainda.
Artigos relacionados:
BPN: Buraco estimado é de 2 mil milhões de euros
Subscrever:
Mensagens (Atom)



























