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quinta-feira, 13 de março de 2014

QUESTÃO | SÓ PARA INTELIGENTES... SE OS HOUVER!...

Engenheiros!

Contabilistas!

Economistas!

Inteligentes em geral !!!


Tentem resolver esta questão e depois vejam a resposta mais abaixo.


Dizem que foi uma das questões do vestibular da Fuvest e que provocou muita polémica.
Qual o próximo número da sequência abaixo?


2, 10, 12, 16, 17, 18, 19,... ?





A RESPOSTA ESTÁ ABAIXO (Mas antes tentem resolver!)






pensem......





pensem mais.......





desistiram ?????????




Última chance.................











Resposta:





O próximo número da sequência é o 200Pois todos os números começam com a letra D .


Esta é cruel não é?
(e não me venham  dizer que acertaram a resposta, porque é mentira...)
-->

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Info Esquerda.Net | Economistas Exigem Rutura Com Euroliberalismo | Outros...

     Tem dificuldade em ver este Email?

Economistas exigem rutura com euroliberalismo


"O que fazer quanto à dívida e ao euro?", pergunta o manifesto lançado por economistas da esquerda europeia que defendem uma alternativa política ao afundamento da Europa sob a pressão da austeridade. Francisco Louçã, Michel Husson, Mariana Mortágua e Eric Toussaint são alguns dos subscritores deste manifesto.
Ler mais.

"Futuro do Governo está nas mãos dos portugueses"

João Semedo participou na corrida solidária com o Hospital Dona Estefânia e reagiu às notícias da possível convocação do Conselho de Estado sobre o novo assalto aos mais penalizados pelas medidas de austeridade.Ler mais.

Esquerda manifestou-se em Paris contra austeridade de Hollande

Segundo a Frente de Esquerda, de Jean Luc Mélenchon, 180 mil pessoas terão desfilado este domingo a exigir o fim da austeridade e uma VI República em França, na altura em que a presidência de Hollande assinala o primeiro ano de mandato em crise de popularidade.Ler mais.

Cantar a Grândola. Por Ana Luísa Amaral

A retórica de Passos Coelho pretende virar portugueses contra portugueses, dividir para reinar, fazer crer que a função pública é composta por uma gente preguiçosa e privilegiada.Ler mais.

Ken Loach lança apelo para um novo partido da esquerda britânica

O esquerda.net publica o texto do apelo assinado pelo realizador Ken Loach, a ativista antinuclear Kate Hudson e o ensaísta Gilbert Achcar para a formação de um partido que represente a alternativa à austeridade dos trabalhistas britânicos.Ler mais.

Esquerda com Memória: Conquista do Sindicato dos Químicos no tempo do fascismo

Antes do 25 de Abril durante a chamada "Primavera marcelista", várias direções sindicais afetas ao regime fascista, que controlava ferreamente os sindicatos, foram derrubadas por listas vinculadas à luta dos trabalhadores e à oposição democrática. Um dos casos foi o do sindicato dos Químicos. Carlos Guinote, um dos protagonistas desse processo, dá o seu testemunho ao esquerda.net.Ler mais.

Reformados cantam Grândola na AR

Os reformados e pensionistas da APRe! protestaram na AR após o debate da petição que entregaram em novembro aos deputados, voltando a trazer a canção de Zeca Afonso a São Bento.Ver vídeo.



domingo, 25 de novembro de 2012

Economista Dr. Alexandre Abreu no Opinião Pública | SIC Notícias | Vídeo



Eu vi este Opinião Pública. Ele foi emitido, pelas 11 horas da manhã, na passada quinta-feira, dia 22 de Novembro. O tema era "Orçamento de Estado para 2013".
Estava cansada e muito nervosa de ver a AR, depois de dias e dias a ver o Canal AR TV, fiz "zapping" e fiquei presa a este jovem economista, na SIC Notícias.
Vale a pena verem, também!
Excelente!
JOÃO



José Gusmão partilhou esta ligação no Facebook há, mais ou menos, duas horas:








O Alexandre Abreu esteve no Opinião Pública da SIC-Notícias. É sempre um momento especial (e raro) quando vemos um economista na televisão a dizer coisas que façam sentido e, não menos importante, a dizê-lo de forma a que toda a gente possa compreender. Quem pensa bem a economia, não precisa de se esconder atrás de uma linguagem críptica para criar uma ilusão de competência. Registo ainda que a opinião do cidadão médio é também cada vez mais informada e sensata, e certamente bem mais esclarecida que a dos especialistas que pululam naqueles estúdios... Parabéns à SIC-Notícias por este momento de pluralismo, esperemos que faça escola...


terça-feira, 20 de setembro de 2011

Economista Luso-Brasileira Maria da Conceição Tavares | Mensagem aos Jovens Economistas | Vídeo


Muito se tem falado da economista brasileira, Maria da Conceição de Almeida Tavares, a propósito dos vídeos que estão no YouTube com entrevistas onde ela deixa mensagens aos jovens economistas do Brasil.
Espantosa a maneira como esta economista fala, com toda a abertura e franqueza possível, que nos faz ficarmos seus fãs.
Tentei saber alguma coisa sobre esta senhora já de 81 anos, nascida em 1930, e vi que ela nasceu em Portugal, em Anadia, a 24 de Abril. No entanto cresceu em Lisboa até partir para o Brasil.
É, portanto, portuguesa e, como está naturalizada brasileira, tem dupla nacionalidade.
De uma forma muito sumária:
- Formada em Matemática, decidiu estudar Economia.
- Do Partido Trabalhista, foi deputada federal pelo Estado do Rio de Janeiro.
- Foi Professora Universitária.
- Autora de diversos livros sobre desenvolvimento económico.
É, portanto, uma senhora de grande fibra e mérito, com louvores atribuídos e muito considerada no Brasil e para além Brasil.
Fica um dos vídeos, dos vários que podes ter acesso no YouTube sobre esta extraordinária economista luso-brasileira.
Este contém esclarecimentos de Maria da Conceição Tavares aos jovens economistas - e a todos, afinal! -, sobre o que é a Ciência Económica, em contraponto com a Economia que se vai ensinando e praticando.
JOÃO
Recado de Maria da Conceição Tavares
para os jovens economistas
Carregado por em 5 de Dez de 2010

sábado, 13 de agosto de 2011

Robert Reich Explica em Dois Minutos a Verdade Acerca da Economia | Vídeo


Uma evidência... que precisa ser explicada a alguns.
Robert Reich, economista político, professor universitário, escritor e comentador político americano, explica em dois minutos a verdade acerca da economia.
Interessante lição!
JOÃO


A verdade acerca da economia
Carregado por em 27 de Jun de 2011
Robert Reich explica em dois minutos a verdade acerca da economia.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

"Debtocracy" - tradução "Dívidocracia" | Documentário Grego | Entrevistas ao Economista Leonidas Vatikiotis | Vídeos

Grécia um país em crise, em luta e de luto...

"Debtocracy" - tradução "Dívidocracia" -, é o filme/documentário grego, difundido na Internet e que narra a história da dívida grega e enumera as responsabilidades da classe política.
Este documentário “Debtocracy” rompeu o cerco da opinião oficial, a favor dos cortes orçamentais e da austeridade, ouvida todos os dias na televisão e nos jornais e foi visto por mais de um milhão de pessoas.
Deixo o documentário, em duas partes, que todos nós deveríamos ver para percebemos como a Grécia chegou ao estado de crise em que se encontra e deixo, também, duas entrevistas que o Esquerda.Net fez a Leonidas Vatikiotis, economista, jornalista e professor, e que foi o editor científico do filme/documentário.
JOÃO


Debtocracy (1/2) 
Debtocracy (2/2)
Carregado por em 16 de Jul de 2011
Documentário que revela a crise econômico-social pela qual passam os países periféricos da União Europeia, em especial a Grécia. Vemos como as políticas econômicas neoliberais impostas pelos agentes financeiros da UE levam à falência os países de sua periferia e os deixam reféns das decisões das grandes corporações financeiras multinacionais. Este documentário expõe a crueldade que move o neoliberalismo em seu afã por ganhar cada vez mais às custas do sacrifício de todos os demais setores da população. Ele também deixa claro que, com a decidida mobilização das maiorias populares, o monstruoso aparato financeiro pode ser derrotado.
ESQUERDA.NET | Debtocracy
Carregado por em 14 de Jul de 2011
O esquerda.net entrevistou o economista, jornalista e professor que foi o editor científico do documentário "Debtocracy".
Leonidas Vatikiotis é um dos participantes na Comissão Cidadã para a Auditoria da Dívida Grega.
Comissão Cidadã | Auditoria da Dívida Grega
Carregado por em 12 de Jul de 2011
O esquerda.net entrevistou o economista, jornalista e professor que foi o editor científico do documentário "Debtocracy".
Leonidas Vatikiotis é um dos participantes na Comissão Cidadã para a Auditoria da Dívida Grega.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Artigo de Alejandro Nadal: «O Despertar dos Mágicos» | Esquerda.Net


Artigo muito interessante!
JOÃO

O Despertar dos Mágicos

Os economistas conservadores saíram desacreditados pela crise. Deviam estar escondidos, cheios de vergonha. Mas não é isso que acontece. Muito pelo contrário. Porquê?
A ideia de mercados auto-regulados que conduzem ao equilíbrio não tem nenhuma base racional.
Os economistas conservadores saíram desacreditados pela crise. Ao fim e ao cabo eles prometeram igualdade, prosperidade e até um mundo menos doente do ponto de vista ambiental. A única coisa que nos deram foi um colapso económico gigantesco, com desemprego e pobreza. Deveriam estar escondidos cheios de vergonha.
Mas não é isso que acontece. Muito pelo contrário. Os economistas conservadores ganharam mais força. Porquê? A razão é que os mitos em que fundamentam as suas posições são profundamente enraizados numa cosmovisão básica, de uma grande quantidade de pessoas, para não dizer da maioria das pessoas.
Na arca de mitos em que se fundamenta a economia conservadora ou neo-clássica, existem três particularmente importantes. Não importa quanta evidência empírica de sentido contrário você possa encontrar, nunca poderá convencer os fiéis desses dogmas. De qualquer forma, aqui lhes oferecemos algumas pedras para atirar às brilhantes vitrinas em que têm essas crenças.
O primeiro mito está baseado na ideia de que o mundo da economia forma um sistema autónomo que regula a si mesmo. A metáfora mais bem sucedida (e perigosa) é que a economia é uma espécie de máquina. E como se regula, há que deixá-la trabalhar sem perturbar a sua dinâmica.

A teoria económica passou mais de 200 anos a tentar provar que de facto o sistema económico se auto-regula e que, portanto, não necessita de intervenção do governo nem da esfera da política. A evidência de crises recorrentes poderia ter sido suficiente para provar o contrário. Mas, confrontados com histórias de crise, os neoclássicos podiam sempre argumentar que foram causadas ​justamente por intervenções irresponsáveis dos governos.
O debate deslocou-se para o mundo dos modelos matemáticos. O programa de investigação dos economistas era simples: construir um modelo matemático capaz de reproduzir as condições em que as forças de mercado conduzem ao equilíbrio. Mas o modelo mais sofisticado e refinado da teoria económica neoclássica demonstrou que, em geral (salvo excepções aberrantes) o sistema de mercado é instável. Então, para onde quer que se olhe: ou história económica ou modelos matemáticos puros, a verdade é que a ideia de mercados auto-regulados que conduzem ao equilíbrio não tem nenhuma base racional.

O segundo mito é que a economia de um governo é como uma casa. E tal como uma família tem de medir o seu consumo, o governo também tem que restringir o gasto para baixar o montante dos seus rendimentos. Desta visão vem a ideia de que em tempos de crise, tal como o faria uma família, há que apertar o cinto. É o que recomendam constantemente os chamados falcões da austeridade fiscal no debate sobre a política fiscal em todo o mundo.
A realidade é diferente. Para começar, as famílias não podem estabelecer carga fiscais e colectar receitas através de impostos. Nem vi famílias que vivam centenas de anos, que incorram num défice constante e que acumulem dívida, como fazem os governos. Normalmente as dívidas domésticas têm de ser resolvidas de uma forma ou de outra.
No limite, os governos podem emitir moeda, algo que os particulares também não podem fazer. Alguns dirão que precisamente para evitar abusos se deu autonomia ao banco central. Mas se você observar com cuidado o comportamento da Reserva Federal dos EUA pode constatar que a política monetária não se assemelha nada ao comportamento de uma família.

O terceiro mito é que cada classe social ou grupo recebe como remuneração aquilo com que contribui para a economia. Essa crença é a que está mais profundamente enraizada nas pessoas e atravessa o espectro de todas as classes sociais. Parece que em algum lugar no imaginário colectivo habita a lenda de que o rendimento das pessoas é proporcional à sua contribuição para o produto nacional. O corolário é que a ordem económica é justa, mas a realidade é que nada na teoria económica dá sustento a esta ideia. A distribuição de rendimento não está determinada por qualquer lei ou outro mecanismo económico. Simplesmente e apenas depende das relações de poder.
Isso não significa que as variáveis económicas não sejam importantes. Pelo contrário. São muito mais importantes do que se pensa quando se coloca uma das lentes deste mito pernicioso que tudo distorce. O saldo fiscal, a inflação, a criação de moeda e nível salarial, tudo isso merece uma atenção cuidadosa, sem mitologias e crenças mais relacionados com a bruxaria do que com o pensamento racional.
Os mitos sobre a economia que se foram perpetuando nas escolas e faculdades de economia, fundiram-se com as crenças mais ingénuas e perigosas dos nossos tempos. Talvez essas crenças tenham mais a ver com aquelas Forze elementari sobreque escreveu Gramsci na sua análise sobre o fascismo.


Publicado no La Jornada
Traduzido por Paula Sequeiros para o Esquerda.net

Alejandro Nadal
Economista, professor em El Colegio do México.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Manuel Alegre em Jantar Ontem com 16 Economistas: “Reduzir Direitos Sociais na Constituição é Subverter a Democracia”

"Que cada um faça desta campanha
um sinal de mudança e de renovação"

O candidato presidencial Manuel Alegre jantou, ontem, em Lisboa, com 16 conceituados economistas. O jantar serviu para uma e análise da situação económica nacional e mundial.
Fica uma matéria sobre o assunto em título, que saiu hoje no Esquerda.Net.
JOÃO
Alegre: “Reduzir direitos sociais na Constituição é subverter a democracia”
O candidato presidencial encontrou-se com vários economistas para analisar a situação económica nacional e mundial. Manuel Alegre considera que o programa de austeridade em curso na Europa é imposto pela direita liberal.
Artigo | 1 Julho, 2010 - 13:09

Manuel Alegre recusa uma revisão constitucional que diminua os direitos sociais dos portugueses e afirmou-o em declarações à imprensa, no final de um jantar que decorreu esta quarta-feira, em Lisboa, com 16 economistas, que analisaram a situação económica nacional e mundial.

Entre os economistas estavam os professores universitários Adelino Fortunato, António Carlos Santos (ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais), Elísio Estanque, João Caraça (director do Serviço Ciência da Fundação Calouste Gulbenkian) e João Leão.

Participaram também no jantar o deputado socialista João Galamba, João Rodrigues (doutorando na Universidade de Manchester), o investigador José Castro Caldas, o deputado do Bloco de Esquerda José Guilherme Gusmão e os professores universitários José Reis (ex-secretário de Estado do Ensino Superior), Luís Nazaré, Manuel Caldeira Cabral, Manuel Ennes Ferreira, Miguel St Aubyn, Nuno Serra e Sandro Mendonça.

No final do encontro, Manuel Alegre disse que entre o grupo de economistas houve um debate plural, “mas com uma grande convergência".

"Há soluções para a crise, para Portugal e para a Europa, mas soluções que implicam uma grande reforma na Europa”.

Neste ponto, o candidato presidencial evidenciou a necessidade de avanços na coordenação económica europeia, maior regulação financeira e a criação de mecanismos de solidariedade.

Segundo Manuel Alegre, o dilema da União Europeia é o seguinte: "ou este programa organizado de austeridade imposto pela direita liberal europeia, que pode implicar um grande retrocesso civilizacional; ou a reforma de mais união, maior coordenação e mais consensos na União Europeia".

"Por trás desta crise há problemas de natureza política, cultural, ideológica e civilizacional. É isso que também está em jogo, quer na crise portuguesa, quer na crise europeia e mundial", sustentou.

Interrogado sobre a eventual perspectiva de uma maior flexibilização no mercado de trabalho em Portugal, Manuel Alegre salientou que as leis laborais já foram alteradas. “Aquilo que ouvi da parte do primeiro ministro e do ministro da pasta foi que essa alteração [nas leis laborais] já tinha sido feita. E não apoio essa alteração”, vincou.

Manuel Alegre afirmou depois que Portugal tem uma Constituição da República, sustentando que “um Presidente da República candidata-se para defender os princípios fundamentais” de ordem constitucional.

“A democracia não é apenas um conjunto de regras formais, mas também um conjunto de direitos e liberdades políticas, de direitos sociais, que na nossa Constituição estão consagrados como direitos humanos fundamentais. Rever a Constituição no sentido de alterar alguns desses direitos, nomeadamente no que se refere à escola pública, ao Serviço Nacional de Saúde ou à segurança social será não rever a Constituição, mas rever e subverter a democracia”, advertiu.

Já o professor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra José Reis, que foi porta-voz da reunião, identificou o desemprego como o maior problema existente em Portugal, importando para tal “valorizar os recursos que o país dispõe”.

“É preciso que a política económica não se limite a soluções que juntem recessão à recessão. É preciso colocar a questão da criação de riqueza, do crescimento económico e da promoção do emprego como prioridades essenciais”, advogou o ex-secretário de Estado socialista.

Para José Reis, são também necessários consensos políticos e sociais em Portugal, dizendo que uma candidatura presidencial pode ser a este nível “um elemento mobilizador”.
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Para veres o artigo anterir sobre Manuel Alegre, clica na hiperligação:

Alegre quer outra economia na Europa e em Portugal

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Lançamento do Livro Economia(s) de Francisco Louçã e José Castro Caldas - Porto

Hoje, 12 de Fevereiro de 2010,  terá lugar, no Porto,  a apresentação do livro Economia(s), de Francisco Louçã e José Castro Caldas.

O evento será às 18.30h,  na livraria UNICEPE (Praça "dos Leões"), Porto.

O livro é um manual para estudar economia, que serve para estudantes como para qualquer pessoa interessada em perceber as raízes da desigualdade, pobreza, desemprego, alterações climáticas ou da crise financeira.

Podes ler o primeiro capítulo do livro se clicares aqui.

Para veres mais sobre este livro e sobre os autores, numa mensagem colocada aqui anteriormente, aquando no lançamento do livro em Lisboa, clica aqui.

JOÃO

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Lançamento do Livro Economia(s) de Francisco Louçã e José Castro Caldas - Lisboa

Hoje, 14 de Janeiro de 2010, pelas 18h30, terá lugar o lançamento do livro "Economia(s)", da autoria de Francisco Louçã e José Castro Caldas, na Livraria Almedina - Atrium Saldanha, em Lisboa.

No Centro de Estudos Sociais (CES)
Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
(em Destaques)

Lançamento do livro Economia(s)

No dia 14 de Janeiro, pelas 18.30 horas, na Livraria Almedina, Atrium Saldanha, Lisboa será apresentado o livro “Economias” da autoria de Francisco Louçã e José Maria Castro Caldas, investigador do CES.

A obra será apresentada pelo Professor João Ferreira do Amaral.

Resumo
Este livro serve para estudar EconomIa. É destinado aos que estudam nos primeiro anos do ensino superior, mas também aos que simplesmente querem saber como funcionam as economias modernas. É portanto escrito para ser lido por qualquer pessoa interessada.

Difere de outros em vários aspectos e por vários motivos. Em primeiro lugar, foi escrito tendo em consideração a realidade da economia global, mas também a da União Europeia. Em segundo lugar, usa a economia portuguesa como material de trabalho. Em terceiro lugar, recusa uma visão monolítica da Economia, que a apresenta como o estudo de uma ciência irrefutável acerca de economia da mercado. Pelo contrário, nele apresentamos a Economia como uma ciência social em desenvolvimento, plural, cheia de contradições vivas, que estuda mercados, instituições e actividades económicas e que se orienta para a resolução de problemas sociais.

Assim, este livro abrange os principais tópicos tratados pelos restantes do mesmo tipo – procura, oferta, regulação e trocas-, mas acrescenta uma abordagem histórica, emprírica e factual que evita as teorias excessivamente simplificadoras. E conta a história destas ideias através dos seus protagonistas.

Um livro não ensina tudo. Mas se for bem sucedido, ensina a aprender a dá as pistas necessárias para que o estudante prossiga a sua descoberta de conceitos, de técnicas e de teorias.

Francisco Louçã
Economista, professor catedrático no Instituto Superior de Economia e Gestão, Universidade Técnica de Lisboa. Principais obras publicadas: The Years of High Econometrics – A Short History of the Generation that Changed Economics (2007), Ciclos e Crises no Caapitalismo Global – Das Revoluções Industriais à Revolução da Informação, com Chris Freeman, da Universidade do Sussex (2002), Coisas da Mecânica Misteriosa (1999) e Turbulência na Economia (1997).

José Castro Caldas
Economista, investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Professor no ISCTE entre 1986 e 2007. Publicou Escolha e Instituições – Análise Económica e Simulação Multiagentes (2000).
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O primeiro capítulo do livro Aqui