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quarta-feira, 30 de abril de 2014
Info ESQUERDA.NET | "O Pleno Emprego Deve Estar no Centro da Política" | Outros Temas
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M. João Baptista da Silva
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segunda-feira, 18 de junho de 2012
Info Esquerda.Net | Direita Pró-Troika Vence na Grécia
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Publicada por
M. João Baptista da Silva
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
Miguel Portas | Egipto: no Dia das Decisões | Chefes do Partido no Poder no Egipto Abandonam Cargos
Mais uma clarificadora entrevista, a da passada Sexta-Feira, dia 4 de Fevereiro - no dia em que se esperava ser o das decisões no Egipto -, ao programa “Conselho Superior" da Antena 1, em que Miguel Portas, o Eurodeputado eleito pelo Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu, faz o seu comentário semanal sobre a actualidade política.
Miguel Portas fala da evolução dos protestos no Egipto, com epicentro no Cairo, antes da gigantesca manifestação pelo derrube da ditadura de Mubarak, o "Dia da Partida", que afinal não resultou ainda no fim do regime de Mubarak.
É de ver! Aprende-se sempre alguma coisa com ele!
JOÃO
Produzido por The Week, 05/02/2011
O eurodeputado Miguel Portas dedicou a sua intervenção semanal no espaço “Conselho Superior” da Antena Um à situação que se vive no Egipto. “Os Estados Unidos correm atrás do tempo, correm atrás de soluções” uma vez que Mubarak foi, ao longo de décadas, “o principal aliado de Washington em todo o Médio Oriente”, disse.
Em relação ao futuro próximo, Miguel Portas sublinhou a importância do exército em todo o processo e admitiu que a chave pode estar na articulação entre o chefe do exército e o mais visível dirigente da oposição, El Baradei. Quanto à questão da Irmandade Muçulmana, o dirigente do Bloco de Esquerda sublinhou que tem sido muito agitada “como um papão agora que o papão do comunismo acabou” e que a real influência da organização se deve à rede social que alimenta há décadas substituindo-se ao Estado junto dos mais pobres.
Miguel Portas fala da evolução dos protestos no Egipto, com epicentro no Cairo, antes da gigantesca manifestação pelo derrube da ditadura de Mubarak, o "Dia da Partida", que afinal não resultou ainda no fim do regime de Mubarak.
É de ver! Aprende-se sempre alguma coisa com ele!
JOÃO
Miguel Portas no programa"Conselho Superior"
Antena 1 - 2010/02/04
Egipto: no dia das decisões
Egipto: no dia das decisões
beinternacionaleu | 4 de Fevereiro de 2011
Produzido por The Week, 05/02/2011
O eurodeputado Miguel Portas dedicou a sua intervenção semanal no espaço “Conselho Superior” da Antena Um à situação que se vive no Egipto. “Os Estados Unidos correm atrás do tempo, correm atrás de soluções” uma vez que Mubarak foi, ao longo de décadas, “o principal aliado de Washington em todo o Médio Oriente”, disse.
Em relação ao futuro próximo, Miguel Portas sublinhou a importância do exército em todo o processo e admitiu que a chave pode estar na articulação entre o chefe do exército e o mais visível dirigente da oposição, El Baradei. Quanto à questão da Irmandade Muçulmana, o dirigente do Bloco de Esquerda sublinhou que tem sido muito agitada “como um papão agora que o papão do comunismo acabou” e que a real influência da organização se deve à rede social que alimenta há décadas substituindo-se ao Estado junto dos mais pobres.
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M. João Baptista da Silva
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
Marisa Matias | "EUROPA DEVE ESTAR SOLIDÁRIA COM O POVO EGÍPCIO" | Vídeo
Comentários para quê?!
Marisa Matias é uma Eurodeputada de excelência do Bloco de Esquerda.
Fica o vídeo da sua intervenção na passada Quarta-Feira, no Parlamento Europeu.
JOÃO
"Europa deve estar solidária com o povo egípcio"
Quinta, 03 Fevereiro 2011 16:19
Marisa Matias lançou um apelo às instituições europeias no plenário do Parlamento Europeu, em Bruxelas, para que estejam solidárias com o povo egípcio e não permitam “que seja criada uma estratégia de medo que obrigue as pessoas a voltarem para casa”.
“Não é calma que devemos ter, é solidariedade com os milhões de cidadãos e cidadãs egípcios que no Cairo e em todo o país estão fartos de fome, fartos de repressão, fartos de desemprego”, sublinhou a eurodeputada portuguesa eleita pelo Bloco de Esquerda. E, acrescentou, “não raras vezes os líderes europeus souberam estar mais do lado dos negócios do que da democracia, mais do lado dos ditadores do que dos pobres”.
No debate em plenário dedicado às situações no Sul do Mediterrâneo, a Esquerda Unitária (GUE/NGL) salientou a falta de iniciativa da União Europeia perante os acontecimentos reflectida nos apelos "à calma" multiplicados pela Alta Comisária Catherine Ashton e também pelo presidente da Comissão, Durão Barroso, evitando condenar efectivamente os regimes autoritários.
"Sejamos firmes em relação a todas as violações dos direitos humanos", apelou a eurodeputada francesa Marie-Christine Vergiat. "A UNião Europeia perdeu muita credibilidade nos países da região" e "temos que ser humildes e estar atentos perante as necessidades reais dos povos".
Willy Meyer, eurodeputado espanhol, defendeu que a "União Europeia deve rever a sua política de vizinhança porque tem estado mais preocupada em assinar tratados de comércio livre do que com os direitos humanos". O problema, acrescentou, "é que a União Europeia não é capaz de apoiar povos nas ruas e os seus apelos através do mundo árabe; os povos já não suportam a autocracia, devemos apoiá-los e deixá-los usufruir das expectativas que lhe crámos com a nossa política de vizinhança.
O eurodeputado cipriota Takis Hadzigeorgiou, também do GUE/NGL, declarou solidariedade com a luta dos povos árabes mas chamou a atenção para o que entende ser a necessidade de "acompanhar de perto o impacto que o fundamentalismo eslâmico pode ter no Egipto e no Médio Oriente".
Marisa Matias é uma Eurodeputada de excelência do Bloco de Esquerda.
Fica o vídeo da sua intervenção na passada Quarta-Feira, no Parlamento Europeu.
JOÃO
Matias Marisa - Egipto: entre os ditadores e o povo
2011/02/02
beinternacionaleu | 2 de Fevereiro de 2011
"Europa deve estar solidária com o povo egípcio"
Quinta, 03 Fevereiro 2011 16:19
Marisa Matias lançou um apelo às instituições europeias no plenário do Parlamento Europeu, em Bruxelas, para que estejam solidárias com o povo egípcio e não permitam “que seja criada uma estratégia de medo que obrigue as pessoas a voltarem para casa”.
“Não é calma que devemos ter, é solidariedade com os milhões de cidadãos e cidadãs egípcios que no Cairo e em todo o país estão fartos de fome, fartos de repressão, fartos de desemprego”, sublinhou a eurodeputada portuguesa eleita pelo Bloco de Esquerda. E, acrescentou, “não raras vezes os líderes europeus souberam estar mais do lado dos negócios do que da democracia, mais do lado dos ditadores do que dos pobres”.
No debate em plenário dedicado às situações no Sul do Mediterrâneo, a Esquerda Unitária (GUE/NGL) salientou a falta de iniciativa da União Europeia perante os acontecimentos reflectida nos apelos "à calma" multiplicados pela Alta Comisária Catherine Ashton e também pelo presidente da Comissão, Durão Barroso, evitando condenar efectivamente os regimes autoritários.
"Sejamos firmes em relação a todas as violações dos direitos humanos", apelou a eurodeputada francesa Marie-Christine Vergiat. "A UNião Europeia perdeu muita credibilidade nos países da região" e "temos que ser humildes e estar atentos perante as necessidades reais dos povos".
Willy Meyer, eurodeputado espanhol, defendeu que a "União Europeia deve rever a sua política de vizinhança porque tem estado mais preocupada em assinar tratados de comércio livre do que com os direitos humanos". O problema, acrescentou, "é que a União Europeia não é capaz de apoiar povos nas ruas e os seus apelos através do mundo árabe; os povos já não suportam a autocracia, devemos apoiá-los e deixá-los usufruir das expectativas que lhe crámos com a nossa política de vizinhança.
O eurodeputado cipriota Takis Hadzigeorgiou, também do GUE/NGL, declarou solidariedade com a luta dos povos árabes mas chamou a atenção para o que entende ser a necessidade de "acompanhar de perto o impacto que o fundamentalismo eslâmico pode ter no Egipto e no Médio Oriente".
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Sessão Pública com Miguel Portas: Tunísia, Egipto, Iémene... Revoluções por Contágio
"Tunísia, Egipto, Iémene... revoluções por contágio" é o tema da Sessão Pública com Miguel Portas - Eurodeputado eleito pelo Bloco de Esquerda -, que terá lugar na próxima Sexta-Feira, dia 4 de Fevereiro, em Lisboa, na Sede Palmeiras, Rua da Palma N.º 268, pelas 21:30 horas.
Deixo imagem do cartaz.
JOÃO
Deixo imagem do cartaz.
JOÃO
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Relato dos Protestos no Cairo, Egipto | Esquerda.Net | Vídeo
Do Cairo, Joana Ramiro relata ao Esquerda.Net o que viu quando chegou ao Egipto, hoje, esta quarta-feira, do epicentro dos conflitos.
Este vídeo, que só agora vi, complementa o meu "post" anterior.
JOÃO
ESQUERDA NET | Reportagem do Cairo - 2 Fev.
Este vídeo, que só agora vi, complementa o meu "post" anterior.
JOÃO
ESQUERDA NET | Reportagem do Cairo - 2 Fev.
EsquerdaNet| 2 de Fevereiro de 2011
A partir do centro dos protestos no Cairo, Joana Ramiro relata ao esquerda.net o que viu esta quarta-feira.
A partir do centro dos protestos no Cairo, Joana Ramiro relata ao esquerda.net o que viu esta quarta-feira.
Artigo de Opinião: "Egipto: Apoiantes de Mubarak Carregam Violentamente Sobre Manifestantes" | Esquerda.Net | THIS IS IT!
THIS IS IT!
Ouvi e vi o discurso de Obama e fiquei esperançada no afastamento de Mubarak.
Hoje, quando pela hora do almoço me liguei para esses dois canais de TV por Cabo, fiquei horrorizada com tudo o que vi.
Enquanto as faixas dos manifestantes anti-Mubarak até aqui eram bem artesanais, vi manifestantes pró-Mubarak com faixas muito bem organizadas e com panfletos bem estruturados e que confirmavam que esta não era uma manifestação e ataque espontâneos, mas bem organizados e com apoios e patrocínios que só poderiam vir de Mubarak. Aconteceram confrontos de perfeito horror, com centenas de feridos, uns de muita gravidade.
Ontem e hoje estive, minuto a minuto, a acompanhar a revolta no Egipto, no cenário mais emblemático dos protestos, a Praça de Tahrir. Ontem com esperança. Hoje com perfeito horror! Vi manifestantes cavarem as ruas e partirem as calçadas para terem pedras para mandarem aos seus opositores. Era um frente a frente de uma violência extrema – uma verdadeira batalha campal -, depois de manifestações pacíficas no centro do Cairo. Eu só via pessoas cobertas de sangue!
Apoiantes de Mubarak furaram as linhas militares de segurança na Praça Tahrir, montados a cavalo e em camelos, munidos de paus, pedras, chicotes… Ouviam-se bombas, penso que artesanais, tiros… e disparos de metralhadora!
A maioria do povo é que tem que escolher quem quer para os governar. Mubarak não se pode impor mais!
THIS IS IT!
JOÃO
Egipto: Apoiantes de Mubarak carregam violentamente sobre manifestantes
Partidários de Mubarak, polícias à paisana segunda a oposição, entraram na praça Tahrir e atacaram com violência os manifestantes que exigem a demissão do ditador. Oposição mantém protestos, El Baradei diz que teme um “banho de sangue”.
Artigo | 2 Fevereiro, 2011 - 16:56
Praça Tahrir, 2 de Fevereiro de 2011 – Foto de Hannibal Hanschke/Epa/Lusa Um porta voz do exército fez uma declaração ao país na manhã desta quarta feira, onde referiu que os protestos foram escutados e pediu à população que deixe de se manifestar.
Os protestos mantêm-se com o apoio da oposição.
Mohamed El Baradei denunciou que o regime de Mubarak prossegue com as suas “tácticas de terror” e afirmou: “Estou muito preocupado, é um novo sintoma, uma nova indicação de um regime criminoso cometendo actos criminosos. O meu receio é que isto se transforme num banho de sangue”.
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Para mais artigos, clica nestas hiperligações:
Por que temer o espírito revolucionário árabe?
Ontem estive quase todo o dia a acompanhar os canais CNN e BBC World News e estava muito feliz ao ver a maior concentração contra à opressão ao governo de Mubarak. Era, sem dúvida, o maior protesto desde a crise no Egipto.
O epicentro dos protestos de uma miscelânea de centenas de milhar de pessoas, ricos e pobres, de várias crenças religiosas e várias tendências políticas, foi a Praça de Tahrir, como é óbvio.
Os militares mantinham-se atentos e mas não intervenientes. Cerca de trezentos manifestantes pró-Mubarak não apresentavam risco algum. Tudo decorria de forma ordeira, mas determinada: “This is it!” Era o que estava na minha cabeça e estaria na cabeça de todos. Queriam a democratização! Democratização, SIM! Um governo democrático, numa transição pacífica para que o governo não caísse nas mãos de extremistas islâmicos, mas sem Mubarak.
Penso que a esperança estava numa Associação Nacional para a Mudança…Ouvi e vi o discurso de Obama e fiquei esperançada no afastamento de Mubarak.
Hoje, quando pela hora do almoço me liguei para esses dois canais de TV por Cabo, fiquei horrorizada com tudo o que vi.
Enquanto as faixas dos manifestantes anti-Mubarak até aqui eram bem artesanais, vi manifestantes pró-Mubarak com faixas muito bem organizadas e com panfletos bem estruturados e que confirmavam que esta não era uma manifestação e ataque espontâneos, mas bem organizados e com apoios e patrocínios que só poderiam vir de Mubarak. Aconteceram confrontos de perfeito horror, com centenas de feridos, uns de muita gravidade.
Ontem e hoje estive, minuto a minuto, a acompanhar a revolta no Egipto, no cenário mais emblemático dos protestos, a Praça de Tahrir. Ontem com esperança. Hoje com perfeito horror! Vi manifestantes cavarem as ruas e partirem as calçadas para terem pedras para mandarem aos seus opositores. Era um frente a frente de uma violência extrema – uma verdadeira batalha campal -, depois de manifestações pacíficas no centro do Cairo. Eu só via pessoas cobertas de sangue!
Apoiantes de Mubarak furaram as linhas militares de segurança na Praça Tahrir, montados a cavalo e em camelos, munidos de paus, pedras, chicotes… Ouviam-se bombas, penso que artesanais, tiros… e disparos de metralhadora!
Não aguentei mais. Fui para o Canal Parlamento! Fui ver outros confrontos! Confrontos que não provocaram centenas e centenas de feridos.
Não consigo acompanhar mais esta revolta que, para mim, é uma revolução! Em nada parecida, já, com o 25 de Abril!
Espero que a democratização do Egipto comece a ser desenhada já amanhã! Mubarak tem que sair JÁ! Esteve tempo demais!A maioria do povo é que tem que escolher quem quer para os governar. Mubarak não se pode impor mais!
THIS IS IT!
JOÃO
Egipto: Apoiantes de Mubarak carregam violentamente sobre manifestantes
Partidários de Mubarak, polícias à paisana segunda a oposição, entraram na praça Tahrir e atacaram com violência os manifestantes que exigem a demissão do ditador. Oposição mantém protestos, El Baradei diz que teme um “banho de sangue”.
Artigo | 2 Fevereiro, 2011 - 16:56
Praça Tahrir, 2 de Fevereiro de 2011 – Foto de Hannibal Hanschke/Epa/Lusa Um porta voz do exército fez uma declaração ao país na manhã desta quarta feira, onde referiu que os protestos foram escutados e pediu à população que deixe de se manifestar.
Depois da declaração do exército, grupos pró-Mubarak entraram na praça Tahrir, ultrapassando os cordões do exército e do exército e carregaram violentamente sobre muitos manifestantes. Alguns membros desses grupos, que a oposição egípcia diz que são polícias não fardados, entraram montados em cavalos e camelos, empunhando chicotes e batendo com eles nas pessoas presentes na praça. O exército não interveio, apenas alguns soldados dispararam tiros para o ar e pediram calma através de megafones. Nos confrontos já morreu uma pessoa e há centenas de feridos.
Os protestos mantêm-se com o apoio da oposição.
Mohamed El Baradei denunciou que o regime de Mubarak prossegue com as suas “tácticas de terror” e afirmou: “Estou muito preocupado, é um novo sintoma, uma nova indicação de um regime criminoso cometendo actos criminosos. O meu receio é que isto se transforme num banho de sangue”.
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Por que temer o espírito revolucionário árabe?
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Foto do Dia | Pausa nos Protestos | Um Manifestante Dorme na Praça de Tahrir, no Cairo, Egipto
Todos nós estamos horrorizados com as imagens de violência e sangue que temos visto na televisão com as notícias das revoltas nos países Árabes – Tunísia e Egipto -, imagens de tragédia que ainda não acabou e só terminará com o derrube das ditaduras e até que a democracia se instale.
São imagens que nos devem afectar a todos e que nos faz lembrar a nossa revolução do 25 de Abril e desejar que a revolta espontânea destes povos tenha o sucesso que a nossa teve.
Só que nós tivemos uma revolução programada pelas forças militares. Aqui, no Egipto e também na Tunísia, a revolução adveio de uma revolta não programada do povo que não aguentava mais as dificuldades e a falta de liberdade. São populações com graus de educação e cultura superiores aos que tínhamos, então, em 1974.
É doloroso ver pessoas a sangrarem e sabermos que muitas morreram. Mas é maravilhoso ver as mulheres e os jovens a desafiarem até os recolher obrigatórios no Egipto.
Tenho gostado de ver a determinação da população do Egipto e os faixas com inscrições como “GAME OVER!” que nos faz acreditar que o poder de Mubarak já era.
Fica a "Foto do Dia" de ontem do Publico.pt com os desejos que estas revoltas tenham sucesso.
JOÃO
Um manifestante dorme na Praça de Tahrir, no Cairo. Os cartazes dizem "O povo decide por si" e "Fim ao líder da quadrilha".
Fotografia: Asmaa Waguih/Reuters
São imagens que nos devem afectar a todos e que nos faz lembrar a nossa revolução do 25 de Abril e desejar que a revolta espontânea destes povos tenha o sucesso que a nossa teve.
Só que nós tivemos uma revolução programada pelas forças militares. Aqui, no Egipto e também na Tunísia, a revolução adveio de uma revolta não programada do povo que não aguentava mais as dificuldades e a falta de liberdade. São populações com graus de educação e cultura superiores aos que tínhamos, então, em 1974.
É doloroso ver pessoas a sangrarem e sabermos que muitas morreram. Mas é maravilhoso ver as mulheres e os jovens a desafiarem até os recolher obrigatórios no Egipto.
Tenho gostado de ver a determinação da população do Egipto e os faixas com inscrições como “GAME OVER!” que nos faz acreditar que o poder de Mubarak já era.
Fica a "Foto do Dia" de ontem do Publico.pt com os desejos que estas revoltas tenham sucesso.
JOÃO
PUBLICO.PT - Foto do Dia - 31/Janeiro/2011
Pausa nos protestos
Um manifestante dorme na Praça de Tahrir, no Cairo. Os cartazes dizem "O povo decide por si" e "Fim ao líder da quadrilha".
Fotografia: Asmaa Waguih/Reuters
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Miguel Portas | Revolução por Contágio | Países Árabes do Sul do Mediterrâneo
Mais uma excelente entrevista a desta Sexta-Feira, dia 28 de Janeiro, ao programa “Conselho Superior" da Antena 1, em que Miguel Portas, o Eurodeputado eleito pelo Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu, faz o seu comentário semanal sobre a actualidade política.
Miguel Portas fala das revoltas na Tunísia e no Egipto e diz que esta "revolução por contágio" está a alastrar por todo o sul do Mediterrâneo, contra a ditadura, corrupção e ladroagem instalada no poder.
Não deixes de ver o vídeo!
JOÃO
Tunísia, Egipto, Argélia, Iémen, Jordânia, as populações dos países árabes do sul do Mediterrâneo levantam-se contra regimes que as têm mantido na pobreza enquanto os seus dirigentes e respectivas famílias enriqueceram reprimindo-as. Este foi o tema desenvolvido pelo eurodeputado Miguel Portas na sua participação semanal no programa “Conselho Superior” da Antena Um. “Revolução por contágio”, chamou-lhe Miguel Portas estabelecendo as diferenças e semelhanças dos movimentos em vários países. Para o eurodeputado, estas movimentações são “a primeira grande notícia” no Sul do Mediterrâneo em vários décadas; mas para os governos europeus e norte-americano “parece ser um problema porque sempre fizeram negócios com os ditadores” (em breve mais noticiário em The Week).
Miguel Portas fala das revoltas na Tunísia e no Egipto e diz que esta "revolução por contágio" está a alastrar por todo o sul do Mediterrâneo, contra a ditadura, corrupção e ladroagem instalada no poder.
Não deixes de ver o vídeo!
JOÃO
Miguel Portas no programa"Conselho Superior"
Antena 1 - 2010/01/28
Revolução por contágio
beinternacionaleu | 28 de Janeiro de 2011
Publicada por
M. João Baptista da Silva
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22:34
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