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sexta-feira, 30 de maio de 2014
Info ESQUERDA.NET | É Preciso Agregar, Juntar Forças | Outros
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M. João Baptista da Silva
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22:59
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sábado, 24 de maio de 2014
CARAMBA! ESTÁ NA HORA DOS QUE NÃO VOTAM IREM ÀS URNAS E VOTAREM. NÃO EM BRANCO! NÃO FAZEREM VOTO NULO!
Tenho estado ausente do Facebook, que não tenho conseguido ler. Às vezes mando uma ou outra matéria para a minha página. E tem sido tudo.
Aqui tem sucedido basicamente o mesmo.
Muito se tem passado comigo. Mas o mais grave, tem sido a minha depressão recorrente que se agrava, sempre, na altura das campanhas eleitorais.
Sem querer, cheguei a esta conclusão antes de decidir ir ao Facebook, fazer este apelo.
Quando em 1958, em pleno período denominado Estado Novo – um regime ditatorial liderado pelo primeiro-ministro António de Oliveira Salazar - se realizou a campanha para as Eleições Presidenciais portuguesas, eu, quase a fazer 11 anos, estive tão doente que caí à cama com o médico a ser chamado frequentemente. Nada físico eu tinha. Tinha ansiedade, medo e calculo que já uma depressão. O médico dizia que eram nervos! Mas eu sabia a razão e não a contei a ninguém. Só falei disso para a RTP, via telefonema, à esposa e à filha do General Humberto Delgado, num programa de Manuel Luís Goucha.
O General Humberto Delgado foi uma esperança, primeiro e, depois uma dor pelo seu assassinato pelos fascistas portugueses.
Nunca lidei bem com a ditadura, a prepotência, a falta de liberdade, as prisões políticas, os cuidados que o meu pai tinha em se fechar a sete chaves, todas as portas de casa, quando recebia gente para conversas com camaradas do partido, familiares e para tertúlias com as várias classes artísticas que se reuniam na nossa casa.
Era menina, mas apercebia-a da gravidade da nossa situação política e vivia com ansiedade pelo dia da revolução que nos conduziria à Liberdade e a todos os Valores da Democracia, que essa Liberdade nos traria.
Após o 25 de Abril eu lutei como podia para ajudar a melhorar as condições do povo português. E as Eleições eram sempre um acto e ritual não só com uma imensa alegria, mas com uma espécie de majestade e dignidade. Eu era feliz!
De há uns anos para cá, como não sou tola como pareço, percebi que a Democracia estava a "desmocratizar-se" cada vez mais e Portugal a perder mais do que a sua Liberdade. Estava a perder a sua identidade e independência. Os portugueses vivem com pavor nos empregos, já têm medo de falar e eu cheguei, há anos, a ser ameaçada de perder o meu posto de trabalho se voltasse a manifestações e continuasse militante do meu BE. Foi durante o primeiro Governo de coligação, PSD/CDS. A senhora chamava-se Isabel Soares Carneiro e fez da minha vida laboral, um horror, ao ponto de eu só pensar em suicídio e vir a ter um enfarte à entrada do edifício onde trabalhava. Eu era das melhores e mais competentes funcionárias. Mas ela descobriu que eu era do Bloco de Esquerda porque teve que autorizar a minha ausência para fazer a campanha das primeiras Eleições Autárquicas do BE.
A partir dos meu problemas de coração e do ambiente no trabalho, e por motivos de saúde, fiquei impedida, pelo Cardiologista, de participar em manifestações. Tinha tido duas cirurgias cardiovasculares e os médicos não me permitiam determinados ambientes e vivências.
Reparei que estou sempre em depressão grave durante as últimas campanhas eleitorais. Eu ajudava nos concelhos de Setúbal, Seixal, Almada... e Lisboa, minha terra Natal! Agora não participo em nada! Não posso! E o facto de não andar na rua a estar activa e a fazer a minha campanha, obriga-me a estar em casa e a ouvir as aldrabices, as barbaridades... Não aguento!
O poder do povo reside no acto eleitoral. O povo tudo pode com o seu voto. Não estamos bem; votemos de forma diferente. Votemos naqueles que nunca nos deram motivos para perdermos o que conquistámos com as nossas lutas.
CARAMBA! ESTÁ NA HORA DOS QUE NÃO VOTAM IREM ÀS URNAS E VOTAREM. NÃO EM BRANCO! NÃO FAZEREM VOTO NULO!
VOTEM! Votem por vós, uma escolha vossa, em consciência, não ditada por marcelistas manhosos, cheio de lábia e truques... Ou outros no género.
Não se fiquem pelas escolhas dos que vão votar! Votem pelos vossos corações, razões e cabeças!
Estamos cada vez mais pobres, cada vez mais doentes e sem recursos, cada vez mais desempregados ou repatriados, sem o calor da família, sem o calor da terra que nos está no sangue. Sem o carinho do nosso pai ou o colo da nossa mãe. Ou dos nosso filhos, como eu.
O meu filho quer estar na sua terra com a sua mãe. E não é o único que, tendo-se formado com boas notas, teve que ir "matar" as necessidades primárias, como o direito à alimentação, a construir família, a pensar num futuro... para uma terra que dista, por voo, 5.776 kms, distância impensável para uma mãe claustrofóbica e alérgica a ar-condicionado fazer para poder visitar o seu filho e ver o seu neto que estará, brevemente, para nascer.
Votem pela Democracia! Votem por Vós mesmos!
Votem para voltarmos a sentir que somos tratados com dignidade!

JOÃO
Aqui tem sucedido basicamente o mesmo.
Muito se tem passado comigo. Mas o mais grave, tem sido a minha depressão recorrente que se agrava, sempre, na altura das campanhas eleitorais.
Sem querer, cheguei a esta conclusão antes de decidir ir ao Facebook, fazer este apelo.
Quando em 1958, em pleno período denominado Estado Novo – um regime ditatorial liderado pelo primeiro-ministro António de Oliveira Salazar - se realizou a campanha para as Eleições Presidenciais portuguesas, eu, quase a fazer 11 anos, estive tão doente que caí à cama com o médico a ser chamado frequentemente. Nada físico eu tinha. Tinha ansiedade, medo e calculo que já uma depressão. O médico dizia que eram nervos! Mas eu sabia a razão e não a contei a ninguém. Só falei disso para a RTP, via telefonema, à esposa e à filha do General Humberto Delgado, num programa de Manuel Luís Goucha.
O General Humberto Delgado foi uma esperança, primeiro e, depois uma dor pelo seu assassinato pelos fascistas portugueses.
Nunca lidei bem com a ditadura, a prepotência, a falta de liberdade, as prisões políticas, os cuidados que o meu pai tinha em se fechar a sete chaves, todas as portas de casa, quando recebia gente para conversas com camaradas do partido, familiares e para tertúlias com as várias classes artísticas que se reuniam na nossa casa.
Era menina, mas apercebia-a da gravidade da nossa situação política e vivia com ansiedade pelo dia da revolução que nos conduziria à Liberdade e a todos os Valores da Democracia, que essa Liberdade nos traria.
Após o 25 de Abril eu lutei como podia para ajudar a melhorar as condições do povo português. E as Eleições eram sempre um acto e ritual não só com uma imensa alegria, mas com uma espécie de majestade e dignidade. Eu era feliz!
De há uns anos para cá, como não sou tola como pareço, percebi que a Democracia estava a "desmocratizar-se" cada vez mais e Portugal a perder mais do que a sua Liberdade. Estava a perder a sua identidade e independência. Os portugueses vivem com pavor nos empregos, já têm medo de falar e eu cheguei, há anos, a ser ameaçada de perder o meu posto de trabalho se voltasse a manifestações e continuasse militante do meu BE. Foi durante o primeiro Governo de coligação, PSD/CDS. A senhora chamava-se Isabel Soares Carneiro e fez da minha vida laboral, um horror, ao ponto de eu só pensar em suicídio e vir a ter um enfarte à entrada do edifício onde trabalhava. Eu era das melhores e mais competentes funcionárias. Mas ela descobriu que eu era do Bloco de Esquerda porque teve que autorizar a minha ausência para fazer a campanha das primeiras Eleições Autárquicas do BE.
A partir dos meu problemas de coração e do ambiente no trabalho, e por motivos de saúde, fiquei impedida, pelo Cardiologista, de participar em manifestações. Tinha tido duas cirurgias cardiovasculares e os médicos não me permitiam determinados ambientes e vivências.
Reparei que estou sempre em depressão grave durante as últimas campanhas eleitorais. Eu ajudava nos concelhos de Setúbal, Seixal, Almada... e Lisboa, minha terra Natal! Agora não participo em nada! Não posso! E o facto de não andar na rua a estar activa e a fazer a minha campanha, obriga-me a estar em casa e a ouvir as aldrabices, as barbaridades... Não aguento!
O poder do povo reside no acto eleitoral. O povo tudo pode com o seu voto. Não estamos bem; votemos de forma diferente. Votemos naqueles que nunca nos deram motivos para perdermos o que conquistámos com as nossas lutas.
CARAMBA! ESTÁ NA HORA DOS QUE NÃO VOTAM IREM ÀS URNAS E VOTAREM. NÃO EM BRANCO! NÃO FAZEREM VOTO NULO!
VOTEM! Votem por vós, uma escolha vossa, em consciência, não ditada por marcelistas manhosos, cheio de lábia e truques... Ou outros no género.
Não se fiquem pelas escolhas dos que vão votar! Votem pelos vossos corações, razões e cabeças!
Estamos cada vez mais pobres, cada vez mais doentes e sem recursos, cada vez mais desempregados ou repatriados, sem o calor da família, sem o calor da terra que nos está no sangue. Sem o carinho do nosso pai ou o colo da nossa mãe. Ou dos nosso filhos, como eu.
O meu filho quer estar na sua terra com a sua mãe. E não é o único que, tendo-se formado com boas notas, teve que ir "matar" as necessidades primárias, como o direito à alimentação, a construir família, a pensar num futuro... para uma terra que dista, por voo, 5.776 kms, distância impensável para uma mãe claustrofóbica e alérgica a ar-condicionado fazer para poder visitar o seu filho e ver o seu neto que estará, brevemente, para nascer.
Votem pela Democracia! Votem por Vós mesmos!
Votem para voltarmos a sentir que somos tratados com dignidade!
JOÃO
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M. João Baptista da Silva
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20:34
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sexta-feira, 23 de maio de 2014
EUROPEIAS - APELO FEMINISTA
APELO FEMINISTA À PARTICIPAÇÃO
NAS ELEIÇÕES EUROPEIAS
A democracia europeia não se pode construir
à custa do sofrimento das mulheres, da sua pobreza e exclusão.
O igual acesso ao emprego, à habitação, à cultura,
a uma vida sem violência física e psicológica,
a envelhecer com dignidade
são parte integrante de uma sociedade democrática.
(Do programa eleitoral 2014 da Iniciativa Feminista Europeia)
A UMAR - União de Mulheres Alternativa e Resposta apela à participação nas próximas eleições europeias. Estas não se destinam a escolher deputadas e deputados que vão estar, lá longe, em Bruxelas. Estas eleições são fundamentais para escolher políticas que podem defender, ou não, os nossos direitos.
Há que escolher entre manter as mesmas políticas de austeridade, mais ou menos mascaradas, ou uma outra via europeia de desenvolvimento económico, social e ambiental, assente no bem-estar das pessoas.
Há que escolher entre uma Europa conservadora que vota contra os direitos sexuais e reprodutivos, como aconteceu com o chumbo do Relatório Estrela em Setembro de 2013, e que não é capaz de incluir no seu programa de Saúde e Crescimento uma única menção à saúde sexual e reprodutiva, e uma outra Europa que acabe com as desigualdades entre as mulheres no acesso aos serviços de saúde reprodutiva.
Há que defender uma política comum europeia de proteção às mulheres, alvo de crimes sexistas e vítimas de violação de direitos humanos, para que possam requerer direito a asilo e proteção internacional.
Há que defender políticas inclusivas de imigração que não discriminem as mulheres imigrantes e garantam iguais direitos e oportunidades.
Precisamos de uma Europa solidária, que defenda políticas sociais, e não seja destruidora do Estado Social.
Precisamos de uma Europa que fomente uma verdadeira Educação para a Igualdade, capaz de desconstruir estereótipos sexistas, de forma que as novas gerações estejam libertas do sexismo, da homofobia e da violência.
Precisamos de uma Europa que fomente valores de defesa do ambiente e de um mundo sustentável, na defesa da biodiversidade e dos recursos naturais, num equilíbrio sistémico entre os processos económicos, sociais, culturais e intergeracionais.
O nosso voto nas eleições europeias implica escolher políticas europeias que podem defender os nossos direitos, que podem criar melhores condições de vida para o país.
O direito ao voto foi uma longa conquista das mulheres portuguesas. Não desprezemos esse nosso direito nas escolhas que tivermos de fazer.
POR UMA EUROPA FEMINISTA, SOLIDÁRIA E ECOLOGISTA!
22.05.2014
--
A lei permite que 0,5% do seu IRS possa reverter a favor da UMAR. Desta forma associadas, amigas e amigos e cidadãs e cidadãos, em geral, podem consignar a favor da UMAR, União de Mulheres Alternativa e Resposta, 0,5% do valor que pagarem de IRS ao estado. Para isso, tem apenas de preencher o campo 9 do anexo H da sua declaração do seu IRS, assinalando o quadrado da linha "Instituições particulares de Solidariedade Social ou Pessoas Colectivas de Utilidade Pública" e a linha 901 com o número de contribuinte da UMAR: 501056246.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Info ESQUERDA.NET | Merkel Diz Que Nova Comissão Europeia Já Está Decidida | Outros...
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M. João Baptista da Silva
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18:05
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PELO MEU CALENDÁRIO É TEMPO DE MUDANÇA | CHEGOU A HORA DA REVOLUÇÃO ATRAVÉS DAS URNAS | VOTA...
No Domingo, 25 de Maio Vota!
Publicado a 21/05/2014
Nas últimas Europeias, dois terços dos eleitores não foram votar. O PSD ganhou e o país foi transformado num protetorado de Angela Merkel e do FMI. E agora?
DIZ SIM À CIDADANIA | DOMINGO VOTA!!! | Cumpre o Teu Direito e Dever de Votar!
Diz SIM à CIDADANIA!
Este Domingo cumpre o teu direito e dever de votar!
Nós, o povo, é que podemos mudar Portugal para melhor. Basta mudar de atitude perante as eleições...
Vota!
Não votes nulo!
Este Domingo cumpre o teu direito e dever de votar!
Nós, o povo, é que podemos mudar Portugal para melhor. Basta mudar de atitude perante as eleições...
Vota!
Não votes nulo!
Não votes em branco!
Não te abstenhas!
Sê CIDADÃO de pleno direito!
VOTA!!!
JOÃO
Sê CIDADÃO de pleno direito!
VOTA!!!
JOÃO
terça-feira, 20 de maio de 2014
Info ESQUERDA.NET | Syriza Obtém Espetacular Vitória na Primeira Volta das Eleições Locais e Regionais | Outros Temas...
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M. João Baptista da Silva
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01:43
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ELEIÇÕES EUROPEIAS 2014 | Uma Imagem Muito Bela!
ELEIÇÕES EUROPEIAS 2014
A melhor escolha deve recair em quem defende direitos, liberdades, igualdades... Não há democracia sem estes valores!
O Bloco de Esquerda é a escolha certa. Tem provas dadas!
Revola-te e indigna-te. Diz BASTA!
No dia 25 de Maio, vai às urnas e faz a tua escolha válida, sensata e que fará a diferença que tanto necessitamos.
Vota Bloco de Esquerda!
JOÃO
Uma imagem muito bela e que vale mais do que mil palavras e discursos.
terça-feira, 13 de maio de 2014
Bloco de Esquerda de Almada | Quinta, 15 Maio: Debate João Semedo, Luísa Costa Gomes, Alda Sousa no Teatro Municipal Almada
O Bloco de Esquerda de Almada convida:
Sessão Pública com Debate
"O QUE É DESOBEDECER À EUROPA?
As Políticas não são todas iguais"
As Políticas não são todas iguais"
João Semedo (coordenador Bloco de Esquerda)
Alda Sousa (eurodeputada Bloco de Esquerda)
Luísa Costa Gomes (escritora)
Quinta, dia 15 de Maio, 21h30
Teatro Municipal de Almada
Teatro Municipal de Almada
Participa! Reencaminha para os teus amigos
--
Bloco de Esquerda (Almada)
site: http://almada.bloco.org/
e-mail: almadabloco@gmail.com
Trav. D. Sancho I, 1-A - 2800-046 Almada
T: 212752351
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M. João Baptista da Silva
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21:09
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segunda-feira, 12 de maio de 2014
Info ESQUERDA.NET | Resgate de Portugal Foi Para Salvar Banca Alemã, diz Conselheiro de Durão Barroso
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M. João Baptista da Silva
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22:43
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