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segunda-feira, 20 de junho de 2011

Resultados Globais e Finais das Eleições Elegislativas de 2011 | Gráfico e Link

Clica nas imagens para as ampliares!
ou podes ver todos os gráficos DGAI
Direcção Geral da Administração Interna
clicando nesta hiperligação: 

Eu já tinha feito posts com e sobre os resultados das eleições. Mas faltavam os deputados eleitos pela emigração, ou seja, eleitos no estrangeiros.
De qualquer forma, se quiserem ver alguns desses posts, cliquem nas seguintes hiperligações:
 JOÃO

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A Comuna: Eleições Legislativas, Dar a Volta por Cima à Derrota

          
Problemas em ver esta newsletter?

            


Um dos problemas que afectou a votação bloquista começou
lá mais atrás, na campanha presidencial, com Alegre a
diminuir "a luz do Trindade" na procura de um ilusório apoio
que estava já entregue a Cavaco, Nobre e afins. Mais uma
vez, como não podia deixar de ser, a esperança [agora de
Alegre] de puxar o PS à esquerda saiu frustrada - essa
inversão de caminho do candidato por nós apoiado prejudicou
bastante o BE.
Victor Franco

PERSPECTIVAS
Há os que, no meio da confusão e da precipitação sobre os
resultados, acham que o Bloco versão soft é que faz sentido.
Que o Bloco amigo do PS é que é orientação. Que o Bloco
social-liberal é que conta. Enganadíssimos os que querem
fazer esse debate... Na ânsia de aproveitar o recuo, o que
propõe é o suicídio.
Moisés Ferreira

Os resultados eleitorais da passada noite de 5 de Julho colocam
o Bloco de Esquerda, os seus militantes e simpatizantes numa
situação nunca antes vivida na curta história do Partido.
A redução do número de deputados eleitos de 16 para 8 e a
correspondente perda de cerca de 250 mil votos são factos            
incontornáveis que não podem, nem devem, ser analisados de
ânimo leve.
Cláudia Ribeiro
A LUTA CONTINUA... CONTRA A DÍVIDA CONTINUA
 
Não perder de vista a consigna inicial: "uma esquerda que já não espera nada do PS, nem fica à espera do PC". Vamos precisar de muito debate para analisar os eventuais erros, mas, sobretudo, muita unidade para construir um partido mais eficaz.
Carlos Vieira


Os partidos da troika interna (PS/PSD/CDS) limitaram durante a campanha eleitoral, a branquear as verdadeiras consequências das políticas e medidas recessivas resultantes do resgate que vai ser pago com elevados juros ao FMI e ao BCE.
José Lopes

A capitulação perante os resultados demonstraria falta de convicção e coerência, afinal acreditavamos no que defendemos antes das eleições ou é a geometria pós-eleitoral a definir as nossas convicções? E para que serve uma convenção extraordinária 2 meses após a última? Ou alguém se esqueceu de apresentar uma moção alternativa na sétima convenção?
João Dias

Miguel Portas: Bloco I: A Questão da Liderança

A minha admiração pelo Miguel Portas não pode aumentar porque já atingiu o máximo.
Este artigo - o primeiro de outros que virão sobre o pós eleições legislativas 2011 -, é muito elucidativo do homem sensato e de bem que Miguel Portas é.
É um artigo de uma lucidez que sempre o caracterizou. Por isso o admiro tanto!
Gostes ou não do Bloco de Esquerda, estamos perante mais outra excelente análise excelente sobre os resultados eleitorais do Bloco de Esquerda.
Não deixes de a ler!
JOÃO



Notas de
Miguel Portas

no Facebook




Bloco I: a questão da liderança

por Miguel Portas a quinta-feira, 8 de Junho de 2011 às 12:41

 Se é verdade que o debate se faz nos orgãos próprios, também é certo que o bloco existe no espaço público e os seus assuntos interessam a quantos e quantas o têm apoiado. Arranco pelo mais "espinhoso" dos assuntos - a liderança: porque os orgãos de comunicação me massacram com ele e me perguntam por disponibilidades; e porque, também por aqui, várias pessoas têm exposto esse desejo. Esta nota começa com um post de Rui Bebiano - que não é militante do bloco, embora nele vote. É uma opinião sensata. Depois acrescento de minha lavra 5 notas breves.
"Quem veja a política, e em particular a política partidária, como uma experiência fundada no modelo unipessoal do líder que determina a linha, tem, visivelmente, uma grande dificuldade em dizer o quer que seja de razoável em relação à encruzilhada na qual se encontra neste momento o Bloco de Esquerda.

O BE, convém lembrar, não funciona como o PS, o PSD ou o CDS, partidos nos quais a verdadeira força propulsora não é o programa ou a moção de orientação aprovada em congresso, mas sim a rédea e a retórica do líder e do seu pequeno grupo, que moldam a paisagem à sua volta para a adaptarem a uma intervenção carismática de tipo messiânico e a uma direcção centralizada. Foi este, aliás, um dos motivos que levou o Partido Socialista a um processo de descaracterização política que o fez perder a marca identitária de partido popular e de convicções.

Mas o Bloco também não é o PCP, com uma direcção sedimentada, um corpo de funcionários profissionais e uma base social estável, que o autorizam a mudar alguns rostos e vozes sem com isso alterar significativamente a linha e o discurso. O Bloco é antes um partido de aproximações e de vontades, de convergências num ambiente de razoável liberdade, onde toda a gente fala com toda a gente, sem caciquismo instituído ou «centralismo democrático», que transforma cada militante, e mesmo cada dirigente, numa peça indispensável.

Isto significa que pedir demissões a toque de caixa equivale a quebrar este clima razoavelmente aberto e democrático. E equivale também, dada a real escassez dos quadros, a propor a sua liquidação a médio prazo, eventualmente antecedida da tomada do poder por uma qualquer facção ultra-militante que o radicalize e faça sangrar até que retorne ao estado grupuscular de onde há mais de uma década partiu".
O meu comentário:

1. Concordo no essencial com o post, em particular com a sua conclusão. Uma convenção extraordinária, realizada a correr, para "ajustar contas" e "substituir a liderança", é o pior que o bloco poderia fazer a si próprio. Se Francisco Louçã se tivesse demitido na noite dos resultados, eu tê-lo-ia criticado por irresponsabilidade, por muito que ele tivesse o direito de o fazer e, mais ainda, o pudesse compreender.

2. Todos os partidos têm a sua cultura. Sócrates ou Passos Coelho teriam que se demitir desde que perdessem expressivamente. Porque esses partidos estão preparados para processos de substituição em concorrência aberta. Não critico o procedimento, apenas sustento que não serve para o bloco. O PCP, pelo contrário, é um colectivo que viveu, durante décadas, com um secretário-geral invulgar e que, depois da sua partida, vem renovando a equipa dirigente e os protagonistas de acordo com uma linha de continuidade. É um método que funciona quando as divergências políticas são menores ou inexistentes.

3. A cultura do bloco está ainda em formação. Ela mistura o direito democrático de concorrência com uma construção política onde o o consenso e o discenso se doseiam no interior de um colectivo dirigente que, para o melhor e o pior, trouxe o bloco até onde ele se encontra. Expús em entrevista anterior à Convenção a minha opinião: é tempo do bloco preparar a passagem de testemunho dos fundadores para as gerações mais novas de quadros dirigentes. Disse-o bem antes dos resultados e eles não alteraram a minha convicção.

4. Bem pelo contrário. A expressividade da derrota coloca, queira-se ou não, um problema de credibilidade à actual direcção que é, embora com renovações significativas, a da fundação. Assumir que existe um problema de "refresh" na direcção bloquista não é "pecado". Isso envolve tanto o Francisco Louçã, como o Luís Fazenda, o Fernando Rosas ou eu próprio. E isto para não falar de um conjunto alargado de quadros que deram a este partido os melhores anos das suas vidas em distritais e concelhias e nos movimentos e organizações sociais. Temos, enquanto partido, várias questões de orientação e de prática política para resolver. É no contexto deste debate - e não fora dele - que se coloca o problema do "refresh": estamos 13 anos mais velhos e não fizémos tudo o que podíamos para distribuir responsabilidades às gerações que já nasceram para o combate político no bloco. Não sou favorável a um ajuste de contas por causa de maus resultados. Sou favorável a uma renovação legitimada da equipa dirigente, feita em tempo útil, com soluções criativas e mantendo unida a articulação que tem dirigido o partido.

5. Integro a Mesa Nacional do BE e cumprirei, se a saúde o permitir, o mandato parlamentar para que fui eleito, mas já não farei parte da próxima Comissão Política. Actuo em coerência com o que defendo. Isto responde a todas as perguntas que me façam sobre putativas lideranças. Não sou candidato a substituir ninguém, muito menos Francisco Louçã, que conheço de antes do 25 de Abril, com quem muitas vezes me entendi e excepcionalmente me desentendi, e de quem, acima de tudo, sou amigo.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Artigo: Resultados Eleitorais do Bloco de Esquerda | Legislativas 2011 | Esquerda.Net

Grupo Parlamentar 2011


Os melhores deputados da Assembleia da República sempre foram e serão os do Bloco de Esquerda!
Todos, sem excepção, têm feito uma extraordinário e incansável trabalho, com uma dedicação, profundo sentido do dever público, abnegação, entrega...
Nas legislativas de 2005 foi com imensa alegria e emoção que o Bloco de Esquerda conseguiu eleger 8 deputados. Eu senti-me nas nuvens!
Nas legislativas de 2009 dobrámos o número de deputados e eu considerei como que um milagre. Fiquei completamente orgulhosa do nosso Grupo Parlamentar! Eram tantos...
Nas legislativas de 2011 voltámos aos 8 deputados. Fiquei completamente de rastos e ainda estou muito em baixo. Mas eu sentia que isto iria acontecer. Assim como sabia que Pedro Passos Coelho seria o próximo primeiro-ministro.
Só há uma pessoa com culpas: José Sócrates! Ele sabia que ninguém, da esquerda à direita, o queria de novo como primeiro-ministro. A maioria dos eleitores iria cair na artimanha do VOTO ÚTIL, só para correr com o Sócrates.
Como democrata, aceito os resultados democraticamente. Mas isso não impede a dor da perda dos meus 8 deputado e a preocupação com os anos de sacrifícios e mudanças que ai vêm!
Aos deputados do Bloco de esquerda que não foram eleitos, eu deixo o meu agradecimento pelo seu trabalho tão meritório, desempenhado nesta última legislatura, que foi bem difícil, e fica a minha eterna admiração.
Eu sei que voltaremos a tê-los na Assembleia da República.
A luta continuará com eles - como sempre aconteceu -, mesmo que eles estejam fora dos trabalhos parlamentares.
JOÃO

Resultados eleitorais do Bloco de Esquerda

Nas eleições legislativas, realizadas neste domingo, o Bloco de Esquerda obteve 288.076 votos – 5,19%, e elegeu 8 deputados, tantos como tinha alcançado em 2005. Em 2009, o Bloco tinha conseguido 557.091 votos, 9,85% e 16 deputados.
Os oito deputados eleitos pelo Bloco de Esquerda são Ana Drago (Lisboa), Catarina Martins (Porto), Cecília Honório (Faro), João Semedo (Porto), Francisco Louçã (Lisboa), Luís Fazenda (Lisboa), Mariana Aiveca (Setúbal) e Pedro Filipe Soares (Aveiro).
Clica nas imagens para as ampliares!
Termos relacionados:
Grupo Parlamentar 2009

Artigo: “É a Luta Que Nos Faz Fortes”, Diz Louçã | Esquerda.Net

Francisco Louçã é um grande político e não é culpado do resultado que o Bloco de Esquerda teve.
Voltámos aos oito deputados, que valem por o dobro ou o triplo. Sempre os deputados do Bloco de Esquerda - mesmo quando eram dois ou três -, valeram por muitos mais deputados...
Voltaremos a crescer!
Ontem, pelas 18 e tal, comecei a ficar tão angustiada, mas tão angustiada que às 19 e tal já soluçava. Tinha a noção certa que o Bloco de Esquerda tinha perdido metade dos deputados ou ainda mais...
Não aguentei e não vou aguentar mais ouvir falar nas responsabilidades do Louçã e do resto da direcção. É muito injusto!
O Bloco perdeu votos para o PS para que o PSD não ganhasse. Sei que muitas pessoas pensaram fazer isso e fizeram-no. O horror de terem o PSD e as suas políticas, piores que as da Troika, tiveram esse efeito nas pessoas, até nas mais esclarecidas, inteligentes e cultas. Falei com muitas que me disseram o que pensavam fazer.
No PS muitos dos socialistas não votaram. Esses queriam era o Sócrates fora. E ter políticas de direita por políticas de direita, preferiram arriscar numa cara nova.
Sócrates devia ter-se afastado da liderança do PS quando decidiu se demitir. Agora ele diz que vai ser feliz! Mas deixou muita gente infeliz com a sua política dos últimos anos e com esta direita no governo, por culpa inteiramente da sua teimosia em ver que não o queriam mais à frente da governação do país.
Estou desolada. Perdi deputados que adorava e que faziam um excelente trabalho. Os melhores deputados da Assembleia da República eram os do Bloco de Esquerda!
Eu tinha orgulho neles! Em todos!
Sinto a dor da perda!
Aos deputados que não foram eleitos, eu deixo a minha admiração e convicção que voltarão... e se calhar antes dos 4 anos passarem.

E voltaremos a crescer!A abstenção e os votos nulos e brancos reflectem a falta de maturidade democrática do povo português. Opções havia muitas. Só que dão trabalho! Ter que sair, estar em filas...
Os portugueses, que gostam de se meter em tudo, detestam meter-se naquilo que é um dever, para além do direito: VOTAR!
Não há desculpas! E a abstenção sempre favoreceu a direita.
O Bloco de Esquerda perdeu votos, sim! Mas não eram votos de eleitorado fixo.
Não vale a pena verem crises onde não existem!
O Bloco vai continuar a ser o Bloco de Esquerda, da Esquerda Grande e de Confiança e quem não quer estar com o Bloco não faz falta alguma.
Não se pode querer transformar o Bloco num partido para o qual não tem vocação e para o qual não foi criado. Se quiséssemos estar num partido comunista, sectário, estávamos no PCP!
Desculpem, eu estou muito perturbada. O desgosto foi muito, mas mais pelos dirigentes do Bloco que eu admiro muito e que sei devem estar a sofrer tanto ou mais do que eu.
JOÃO



“É a luta que nos faz fortes”, diz Louçã

Ao reconhecer a derrota nas eleições, o coordenador do Bloco de Esquerda afirma que se aprende sempre nestas situações e que não tem qualquer ressentimento para com os eleitores que escolheram votar noutros partidos. E promete luta contra os planos que os partidos que assinaram os acordos da troika vão querer aplicar.

Francisco Louçã começou o discurso da noite eleitoral do Bloco de Esquerda afirmando que estas eleições marcam o início de um novo ciclo político, que de facto começara já com o pedido de intervenção externa, “com o empréstimo que hipoteca Portugal nos próximos anos”.

Esta intervenção impõe “condições políticas que vão ser discutidas ao longo da legislatura que temos pela frente”. Estas condições configuram um programa económico e financeiro que não foi discutido pelos portugueses.

O Bloco de Esquerda, afirmou Louçã, esforçou-se por trazer aos portugueses o debate da Segurança Social, do emprego, da renegociação da dívida, mas “encontrámos do outro lado um fortíssimo muro de silêncio”.

Por outro lado, registou o coordenador do Bloco, o Partido Socialista “amarrou-se para os próximos anos a cumprir estas medidas que agravam o rendimento dos portugueses, prejudicam o emprego, diminuem a economia”. E destacou que em duas questões essas ameaças são importantíssimas para a vida das pessoas: “O código do trabalho proposto pelo acordo da troika que o governo certamente tornará no ponto um da sua agenda”, e que é uma “ofensiva anticonstitucional contra os direitos dos trabalhadores.” Por outro lado, os ataques aos salários, às pensões, os ataques à segurança social “têm de encontrar a opor-se-lhes uma força, um combate e uma determinação que o Bloco de Esquerda não deixará de ter e que serão decisivos para o futuro da esquerda”, reconhecendo embora que, diante dos resultados eleitorais, este combate é certamente mais difícil.

Passando a comentar os resultados do Bloco, Louçã reconheceu o partido não atingiu os seus objectivos e assumiu-se como o principal responsável por isso. O Bloco obteve um resultado eleitoral ao nível do de 2005, elegendo oito deputados. “O recuo é, em qualquer caso, uma derrota, e eu quero chamar as coisas pelo seu nome.” Mas aprende-se sempre mais com as derrotas, ponderou o coordenador do Bloco, afirmando que não tem qualquer ressentimento para com os eleitores que escolheram votar noutros partidos.

Mas o deputado eleito por Lisboa afirmou que o Bloco fez uma grande campanha e que demonstrou que a renegociação da dívida tem de começar já, e que o governo agora eleito não poderá deixar de a fazer, Apontou porém uma diferença entre os que querem renegociar para que a dívida continue a escalar cada vez mais, e aqueles que querem proteger os salários, proteger as pensões, o Estado Social e o respeito das pessoas.

“Mesmo na noite da derrota, nós não estamos vencidos”, garantiu o coordenador do Bloco. “Uma esquerda mais forte, mais determinada, capaz de responder pelos reformados, essa esquerda faz a diferença”. Nos próximos anos, essa esquerda irá aprender mais e vai à luta. “É essa esquerda que vai à luta, é essa luta que nos fará fortes”.


domingo, 5 de junho de 2011

Cartoon do Bartoon: Apelo ao Voto Por Parte de Cavaco Silva | Francisco Louçã Pede aos Jovens Que Votem e Diz que Portugal Não Está Prisioneiro da Crise | Há Alternativas!... | VOTA!


Deixo o "Cartoon do Bartoon" do dia de hoje, dia de Eleições Legislativas 2011, que eu considero as mais importantes desde a implantação da democracia.
Este Cartoon é verdadeiramente engraçado porque:
Não é que Cavaco Silva aprendeu alguma coisa comigo?! Isto é o que eu digo desde que temos eleições livres!...
Só que eu voto para o lado oposto! Mas não interessa. Temos que todos ir às urnas.
Segundo a Comunicação Social, Francisco Louçã pede aos jovens que votem e diz que Portugal não está prisioneiro da crise.
E ele está certíssimo. Es
tão os dois: Cavaco e Louçã.
Mas eu disse tudo isto primeiro! eheheheheh
Se ainda não foste votar, vai votar! Já!
Pela minha saúde! Senão eu fico muito doentinha!...JOÃO
 
PUBLICO.PT - Bartoon - 5 de Junho de 2011
 
Clica nas imagens para as ampliares!

sábado, 4 de junho de 2011

Se Não Aconteceu... Podia Ter Acontecido | Na Edição de 03 de Junho de 2011 | «Que se Lixe Quem ganha as Eleições» | Na Rotativa: Algumas Frases Desta Edição

Se Não Aconteceu...
Podia Ter Acontecido!
 
 
Na Edição de 03 de Junho de 2011
  
  
Clica na imagem para a ampliares!

 
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Algumas Frases desta Edição de 03 de Junho

  • Novo governo tem apenas 24 horas para cumprir acordo com a “troika”
  • Rodolfo quer filmar agressões que o memorando da “troika” vai fazer aos portugueses
  • PJ investiga contratos de Eusébio e Coluna
  • Facebook não vai abrir rede a crianças porque estas apenas dariam ‘likes’ a posts sobre cocó
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Uma arrepiante primeira página de "O Inimigo Público" com o seu humor sempre arrasador e bastante corrosivo!
 
Primeira página nada surpreendente! Conhecendo os portugueses capazes de não aprenderem com os erros e fazerem ainda pior... Cada vez pior...
 
Ficam, também, umas frases desta edição de "O Inimigo Público" da rubrica “Na Rotativa”, para te aguçar o apetite para as leres, on-line, com os respectivos textos. Todos nós estamos a precisar de rir muito, para não chorarmos amanhã...
 
JOÃO
 

Tenham um resto de bom "DIA DE REFLEXÃO"! | É Importante Ir Votar em Consciência!

Numas outras eleições eu já escrevi sobre o "Dia de Reflexão" num post "TENHAM UM BOM DIA DE REFLEXÃO!". Para não me repetir, e se tiveres interessado, clica AQUI.
E, para ajudar a reflectires, vou colocar uns posts a seguir a este...
 

Mas entretanto digo que uma amiga já foi censurada por falar nas eleições em dia de reflexão e eu respondi:
«Isto não é campanha política. Estamos em casa. Na Internet está cá tudo. É só ler.
Em família, em grupo de amigos era o que faltava se não se pudesse conversar sobre política. Já voltámos à ditadura!?
E para responder à Celeste Oliveira, digo-lhe que Sócrates, mesmo mentiroso, nunca será nem metade do mentiroso que o Coelho já é e vai ser... Vai-me dar razão. daqui a uns meses contacte-me e diga se eu tinha ou não razão.
Mas podemos todos votar nos partidos que não foram governo. se o fizéssemos, os mesmos de sempre não podiam governar. Está nas nossas mãos! Mas quem aguentou uma ditadura de quase 50 anos, já se sabe que é um pouco lento, mole e palerma!»
 
E a outra amiga que escreveu que ia votar em branco eu respondi:
«Grande erro! Aceita a escolha dos outros. Há sempre um mal menor. Por as pessoas votarem em Branco e Nulo, ou absterem-se, é que temos esta porcaria de (des)governação. O voto é de todos nós e é um bem que custou muitas vidas. É um direito, mas, sobretudo, um dever. Alguém tem que nos governar. As pessoas acham todos iguais, mas não são! Há partidos com ética na política, com valores, causas e sentido de missão e serviço público.
Não votar ou votar em branco ou nulo é não exercer a sua cidadania. É como se fosse um zero à esquerda. Não tem legitimidade para, depois, reclamar.
Não gostam das opções que têm - e têm muitas -, porque se acham melhores, mas não fazem nada nem dão ao país um voto a sério, que seja contabilizado!
Não admira que sejamos um povo medíocre em muitas coisas.
Desculpe o desabafo!
Mas é sentido e serve para muitas pessoas.
Eu vivi uma grande parte da minha vida em ditadura. Ditadura NUNCA MAIS! Mas parece-me que é isso que as pessoas que não escolhem querem!
ESCOLHE ESCOLHER!!! Há sempre uma opção de escolha!»
 
E acabo com esta brilhante expressão:

ESCOLHE ESCOLHER
Não deixes que escolham por ti!


Amanhã Portugal precisa de ti!

Mostra a tua INDIGNAÇÃO!
 
JOÃO 


Tempos de Antena do Bloco de Esquerda (7 e 6) | Legislativas 2011 | Spots de Apelo ao Voto | Vídeos

Somos a luta pela justiça!

Vê os dois últimos "Tempos de Antena" do Bloco de Esquerda.
São de apelo ao voto, claro.
Vota no Bloco de Esquerda.
Conta com o Bloco de Esquerda!
O Bloco conta contigo para nos poder ajudar e mudar o rumo a Portugal. Vamos ajudar portugal, votando no Bloco de Esquerda!
O Bloco de Esquerda é a luta pela justiça!
JOÃO

 



Tempo de Antena do Bloco
Carregado por em 2 de Jun de 2011
Francisco Louçã faz o apelo ao voto no último tempo de Antena do Bloco de Esquerda para as legislativas 2011.
Spot de apelo ao voto        
Carregado por em 2 de Jun de 2011
Spot de apelo ao voto. A divisão dos tempos do direito de antena atribuiu 12 segundos ao Bloco de Esquerda no penúltimo dia de campanha para as legislativas.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Miguel Portas | Afinal Quem é o Caloteiro? | «Ele sabe perfeitamente que caloteiro é quem aceita um empréstimo sabendo antecipadamente que não o poderá pagar devido aos juros que tem e ao contexto recessivo»

Uma vez mais uma excelente entrevista de Miguel Portas ao programa “Conselho Superior" da Antena 1, em que o Eurodeputado eleito pelo Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu, faz o seu comentário semanal sobre a actualidade política.
Desta vez afirmou que quando Sócrates diz que quem quer renegociar a dívida é um caloteiro, não está a falar a verdade. “Ele sabe perfeitamente que caloteiro é quem aceita um empréstimo sabendo antecipadamente que não o poderá pagar devido aos juros que tem e ao contexto recessivo”.
Não percas esta entrevista!
JOÃO

Miguel Portas no programa "Conselho Superior"
Antena 1 - 2011/6/03
Afinal Quem é o Caloteiro?
 
 

Agora escolha: soberania do povo ou “regime de credores”


Sexta, 03 Junho 2011
Miguel Portas lembrou que neste momento depende ainda da vontade do povo português saber se na segunda-feira Portugal passará para a soberania de um eurocrata estrangeiro ou se os portugueses conseguirão conservar a sua capacidade de decidir dos seus assuntos sem os entregar a terceiros. Isto é, explicou o eurodeputado, está ainda nas mãos dos portugueses decidir se haverá “uma mudança de regime para o regime dos credores” ou se chegou o tempo de renegociar a dívida, o que, ao contrário do que diz o primeiro ministro em funções, não é coisa de “caloteiros” mas de quem pretende honrar compromissos.

Ler Mais...

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Bloco de Esquerda Para as Eleições Legislativas de 2011 | Tempos de Antena: 3, 5 e 6

Não deixes de ver todos os Tempos de Antena do Bloco de Esquerda, que são sempre extraordinários e muito didáticos. Tenho estado a colocá-los aqui à medida que vão saindo.
Se os quiseres procurar, basta clicares sobre "Tempo de Antena" no espaço "Etiquetas" que se encontra no final da segunda barra à direita deste Blog.
Contudo, vou deixar aqui o meu primeiro post sobre "Tempo de Antena da Série Bê-á-Bá": «"Bê-á-bá do Centrão", Por José Manuel Pureza | Tempos de Antena do Bloco de Esquerda Para as Eleições Legislativas de 2011.», clica AQUI.
Conta com o Bloco de Esquerda! O Bloco conta contigo!
JOÃO
 Legislativas 2011

Tempo de Antena do Bloco de Esquerda (4)

Tempo de Antena do Bloco de Esquerda (5)

Tempo de Antena do Bloco de Esquerda (6)

terça-feira, 31 de maio de 2011

Artigo: "Retratos das Gerações à Rasca" nos Tempos de Antena do Bloco | Vídeos

Os Tempos de Antena do Bloco de Esquerda são sempre muito criativos e extraordinários testemunhos de vida, da sociedade, da verdade da política portuguesa de da (des)governação...
São pequenos filmes para a televisão que, apesar de serem de serviço público, são autênticas obras de arte e geniais, pois geniais são, também, as pessoas que trabalham para a campanha...
"Retratos das Gerações à Rasca" é uma série de Bruno Cabral para os Tempos de Antena.
Não deixes de os ver pois são importantes testemunhos de pessoas reais com problemas bem reais, que vão piorar com a situação económica do país.
São importantes e alertas que todos os portugueses deveriam ter em conta.
Conta com o Bloco de Esquerda! O Bloco conta contigo!JOÃO

"Retratos das gerações à rasca" nos tempos de antena do Bloco

O Bloco de Esquerda volta a fazer a diferença nos tempos de antena da televisão para estas legislativas, com a série de curtas-metragens "Retratos das Gerações à Rasca". A série passa no início de cada tempo de antena do Bloco, que dá o protagonismo desta campanha às gerações que estão a ser sacrificadas pelas políticas dos que nos trouxeram a esta crise.

Mais uma vez, o Bloco de Esquerda volta a fazer a diferença nos tempos de antena da televisão para estas legislativas, com a série de curtas-metragens "Retratos das Gerações à Rasca", que mostra percursos de vida contados na primeira pessoa pelas vítimas da crise: pensionistas, desempregados, professores, agricultores, bolseiros de investigação, precários.
Romana Sousa, 61 anos, é ama de creche familiar e trabalha todos os dias há 24 anos a recibos verdes para o mesmo empregador.
Inês Milagre, 30 anos, é bolseira de Investigação Científica em Biotecnologia Molecular. Estudou as doenças neurodegenerativas durante 6 anos e ficou sem bolsa em Janeiro. Está à procura de novo emprego.
João Almeida, 62 anos, trabalhou a vida toda desde os 9 anos, descontou mais de 42 anos para a Segurança Social, e recebe uma reforma por invalidez de apenas 350 euros.
Joaquim Mariano, 27 anos, é estudante e desempregado. Já trabalhou em telemarketing e no comércio para pagar a Universidade, mas teve de colocar os estudos em segundo plano, porque a prioridade tem sido sobreviver.
Belandina Vaz, 36 anos, é professora contratada há 12 anos. Todos os anos deu aulas numa escola diferente, numa cidade diferente.
Filipe Cruz, 33 anos, é agricultor. Ele e a sua mulher são os últimos jovens da aldeia de Covas do Monte, São Pedro do Sul.
A série passa no início de cada tempo de antena do Bloco, que dá o protagonismo desta campanha às gerações que estão a ser sacrificadas pelas políticas dos que nos trouxeram a esta crise. Gente com esperança, que não desiste do seu país e quer mudar de futuro.
"Retratos das Gerações à Rasca" é uma série de Bruno Cabral, 30 anos, realizador de documentários e activista social.