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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Piadex | O Turco e o Judeu



Turco 
e o 
Judeu


Um turco pediu dinheiro emprestado a um judeu.

Acontece que o turco gabava-se de nunca ter pago uma dívida sequer.

Por outro lado, o judeu nunca havia perdido nenhum cêntimo em negócio nenhum.

Passa o tempo e o turco enrolando e fugindo do judeu e este na captura do turco.

Até que um dia eles cruzaram-se no bar de um africano e começaram uma discussão.

O turco encurralado não encontrou outra saída, pegou num revólver encostou à própria cabeça e disse:

- Eu posso ir para o inferno, mas não pago esta dívida!

E puxou o gatilho, caindo morto no chão.

O Judeu não quis deixar por menos, pegou o revólver do chão, encostou em sua própria cabeça e disse:

- Eu vou receber esta dívida, nem que seja no inferno!

E puxou o gatilho, caindo morto no chão.

O preto, que observava tudo, pegou o revólver do chão, encostou-o à sua cabeça e disse:

- Ah ah ah !… Isto vai dar merda! Tenho de ir ver!...
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segunda-feira, 30 de maio de 2011

"Bê-á-Bá da Agricultura", por Pedro Soares | "Bê-á-bá do Empréstimo", por Cecília Honório | Vídeos | Links para Série "Bê-á-Bá"

Mais dois vídeos da série "Bê-á-bá" dos tempos de antena do Bloco de Esquerda para as eleições Legislativas de 2011. Estes são o 4.º e o 5.º episódios desta série que tem ilustrações de Nuno Saraiva.
Podes ver estes episódios e, também, (re)ver o 1.º, 2.º e o 3.º episódios desta fantástica série "Bê-á-bá", clando AQUI.
JOÃO

 
 
"Bê-á-bá da Agricultura", por Pedro Soares
 
Carregado por em 27 de Mai de 2011
O candidato bloquista por Braga apresenta o 4º episódio da serie "Bê-á-bá" dos tempos de antena do Bloco de Esquerda para as eleições Legislativas de 2011.

"Bê-á-bá da do Empréstimo", por Cecília Honório
 
Carregado por em 27 de Mai de 2011
A candidata bloquista por Faro apresenta o 5º episódio da serie "Bê-á-bá" dos tempos de antena do Bloco de Esquerda para as eleições Legislativas de 2011.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Assinei a Petição Online: «Pelo Rigor na Cobertura Mediática do Acordo Com a "Troika": Um Empréstimo Não é uma Ajuda | Artigo :: Petição: “Um empréstimo não é uma ajuda”

Caros Amigos,

Acabei de ler e assinar a petição online: «Pelo rigor na cobertura mediática do acordo com a "troika": um empréstimo não é uma ajuda»

http://www.peticaopublica.com/?pi=P2011N10406


Eu pessoalmente concordo com esta petição e acho que também podes concordar.

Subscreve a petição e divulga-a pelos teus contactos.

Obrigado,
Maria João Baptista da Silva

JOÃO

Petição: “Um empréstimo não é uma ajuda”

Foi lançada uma petição que apela ao rigor na cobertura mediática do acordo com a troika, sublinhando que “um empréstimo não é uma ajuda”. A petição está disponível para subscrição na internet.
Petição propõe substituição de 'ajuda' por expressões como 'crédito', 'empréstimo' ou 'intervenção externa' – Foto de Fundraisingnetz/flickr
Os autores da petição identificam-se, no blogue emprestimonaoeajuda, como “académicos e estudantes que pretendem intervir no debate público de ideias, de forma a que seja clarificador”.
No texto da petição considera-se “inaceitável que a generalidade dos órgãos de comunicação social continue a reproduzir, displicentemente, a ideia de que o empréstimo da "troika" FMI-BCE-UE constitui uma 'ajuda externa'”. E justificam com três razões: a elevada taxa de juro, a associação do empréstimo a um acordo que implica “medidas de austeridade fiscais, sociais e económicas” e que “assumir acriticamente que se trata de uma ajuda significa ignorar a profunda controvérsia, contestação e discussão” face às medidas e seus “impactos sociais e económicos nefastos”.
Salientando que nos programas dos partidos “existem diferentes abordagens, interpretações e propostas de solução no que concerne ao problema da dívida”, sublinhando que ao “assumir acriticamente a ideia de 'ajuda externa', a comunicação social interfere no processo plural de debate de ideias, contribuindo para que a ideologia se sobreponha à democracia”, os subscritores consideram urgente que “os diferentes órgãos de comunicação social se lhe refiram em termos mais rigorosos, isentos e correctos de um ponto de vista da linguagem económica, recorrendo por exemplo às expressões de 'crédito', 'empréstimo' ou 'intervenção externa'”.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Justiça na Economia | 12.ª Proposta das 20 do BE | Protecção Contra Claúsulas Abusivas no Crédito à Habitação

Já aqui deixei um post sobre esta proposta - a décima primeira -, das 20 propostas que o Bloco de Esquerda tem vindo a apresentar em pré-campanha eleitoral. Contudo não apresentei este vídeo que ainda não tinha saído.
Para veres esse outro post, com um artigo e links, clica na seguinte hiperligação:
Justiça na Economia | Décima Segunda Proposta das 20 Que o Bloco de Esquerda Tem Para Apresentar: Proibição de Cáusulas Bancárias Abusivas | Bloco Quer Retirar aos Bancos o Poder de Alterar os Encargos e as Taxas de Juro dos Empréstimos
Mais uma proposta ambiciosa, mas necessária a sua concretização!A proposta visa retirar aos bancos o poder de, unilateralmente, alterarem os encargos e as taxas de juro dos empréstimos bancários, pois tal procedimento configura um completo abuso por parte dos bancos para com os seus clientes.Segundo o Bloco de Esquerda, o incumprimento deste requisito deverá conferir ao cliente o direito de indemnização.
Quem é que tem as boas propostas e a alternativas mais favoráveis para Portugal e os portugueses?! O Bloco de Esquerda, claro!
JOÃO
Justiça na Economia | 12: Protecção contra claúsulas abusivas no crédito à habitação
Carregado por em 24 de Mai de 2011
O Bloco apresentou a décima segunda proposta pela justiça na economia em alternativa ao saque do país pelo FMI e o BCE: proteger as pessoas contra as claúsulas abusivas no crédito à habitação.

Justiça na Economia | Décima Segunda Proposta das 20 Que o Bloco de Esquerda Tem Para Apresentar: Proibição de Cáusulas Bancárias Abusivas | Bloco Quer Retirar aos Bancos o Poder de Alterar os Encargos e as Taxas de Juro dos Empréstimos

Mais uma proposta ambiciosa, mas importante a sua concretização! O Bloco apresentou, na passada semana, uma proposta para retirar aos bancos o poder de, unilateralmente, alterarem os encargos e as taxas de juro dos empréstimos bancários, pois tal procedimento configura um completo abuso por parte dos bancos para com os seus clientes.
Segundo o Bloco de Esquerda, o incumprimento deste requisito deverá conferir ao cliente o direito de indemnização.
Mais uma alternativa séria para uma justiça na economia com procedimentos bancários não abusivos no sentido de impulsionar a economia do país.
JOÃO
Bloco: proibição de cláusulas bancárias abusivas
Bloco apresenta proposta para retirar aos bancos o poder de, unilateralmente, alterar os encargos e as taxas de juro dos empréstimos bancários, procedimento que o Bloco considera configurar “uma via verde para o abuso dos bancos sobre os seus clientes”.
Artigo | 20 Maio, 2011 - 11:50

O Bloco de Esquerda apresentou esta quinta-feira a sua 12.ª proposta, que visa a “proibição da alteração unilateral, por parte dos bancos, dos valores da taxa de juro ou o montante de quaisquer outros encargos aplicáveis, sem o acordo voluntário e expresso de ambas as partes assinantes do contrato”.
O incumprimento deste requisito deverá conferir ao cliente, segundo propõe o Bloco, o direito de indemnização.
O Bloco propõe ainda, “em nome da defesa dos consumidores”, a “proibição da cobrança de despesas de manutenção de conta a clientes cujo saldo médio não exceda o valor correspondente à Retribuição Mínima Mensal Garantida” e a “gratuitidade de todos os serviços prestados pelos bancos que se insiram no âmbito dos Serviços Mínimos Bancários”.
O deputado do Bloco de Esquerda José Gusmão defendeu que a decisão do Banco de Portugal de legitimar a introdução de cláusulas abusivas nos contratos de empréstimos bancários “é inaceitável e representa uma demissão do Banco de Portugal, e do próprio Governo que já veio apoiar esta medida, da função de regulação do sistema financeiro".
Segundo o bloquista, a "decisão do Banco de Portugal tem como objectivo clarificar a legislação existente", criando "uma via verde para o abuso dos bancos sobre os seus clientes, nomeadamente ao nível da revisão das condições contratuais".

PROPOSTA_12_-_PROTECCAO_CLAUSULAS_ABUSIVAS1.pdf165.68 KB

Termos relacionados:

terça-feira, 13 de julho de 2010

Ser estudante em Portugal | 11 Mil Estudantes Já Recorreram a Crédito para Pagar Estudos

Ser-se português é cada vez mais difícil. Ser estudante em Portugal está muito complicado! Até ao crédito os estudantes têm que recorrer... Até para poderem pagar as propinas!

Deixo um artigo do Esquerda.Net e a hiperligação para uma Petição pela Igualdade no Ensino Superior. Para a assinares clica AQUI.

JOÃO
11 mil estudantes já recorreram a crédito para pagar estudos

A situação vai-se agravar, pois cerca de 20.000 bolseiros vão perder ou ver reduzido o apoio. Uma petição pela igualdade no ensino superior já recolheu mais de 3.000 assinaturas.
Artigo | 12 Julho, 2010 - 00:26
De acordo com o estudo do CIES, “86,3%
dos estudantes declaram destinar os empréstimos
principalmente ao pagamento de propinas”.
Foto de Paulete Matos
Milhares de estudantes universitários recorreram a empréstimos para ajudar a financiar os estudos nos últimos três anos. Não são apenas as famílias mais necessitadas que optam por este programa, usado maioritariamente para pagar propinas.

“Os empréstimos não estão a ser captados apenas por estudantes oriundos de classes baixas, com menos recursos escolares e económicos, mas, em termos gerais, por inquiridos com origens sociais diversificadas”, revela um estudo realizado no Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES), do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), sobre a “Linha de Crédito para Estudantes do Ensino Superior com Garantia Mútua”.

“Há alunos oriundos de famílias com inserções profissionais mais remuneradas e qualificadas, mas também estudantes com pais e mães com baixos recursos escolares e económicos”, refere o estudo.

Se este programa não existisse, “o financiamento dos percursos de muitos estudantes pelo ensino superior poderia ficar comprometido”, alertam os investigadores.

De acordo com o estudo do CIES, “os estudantes declaram destinar os empréstimos principalmente ao pagamento de propinas (86,3 por cento)”. O dinheiro serve ainda para cobrir despesas básicas do quotidiano como transportes (48,4 por cento), alimentação (46,7 por cento) e alojamento (39,6 por cento).

No total, o crédito contratado nos últimos três anos ultrapassa os 28 milhões de euros, o que corresponde a um valor médio por aluno de cerca de 11 500 euros.

Para as famílias de classe média baixa, o empréstimo pode ser visto como “um instrumento de apoio financeiro a aspirações de mobilidade social ascendente”, para os de classe média alta será um meio de “potenciar a autonomia pessoal e opções de estilo de vida”.

Dois em cada três empréstimos são concedidos a alunos que frequentam o ensino superior público, refere por seu turno o relatório da comissão de acompanhamento da “linha de crédito para estudantes do ensino superior com garantia mútua”.

De acordo com o programa de empréstimos, os estudantes terão de começar a pagar o crédito quando terminarem os cursos e entrarem no mercado de trabalho. No entanto, 12,2 por cento dos alunos inquiridos defendem a necessidade de prolongar o período de pagamento, referindo as eventuais e esperadas dificuldades de inserção profissional.

De acordo com o relatório da comissão de acompanhamento da “linha de crédito”, a 31 de Dezembro do ano passado 11 108 alunos tinham já recorrido a este programa nos últimos três anos, quando foi criado, e as estimativas apontam para que em Agosto os empréstimos possam chegar aos 11 500 estudantes.

No cimo da lista dos cursos onde mais alunos recorrem a este tipo de apoio surgem enfermagem e direito: 590 futuros enfermeiros e 507 potenciais advogados pediram, em média, 13 500 euros.

A maior parte dos empréstimos foi feita a alunos que estudavam na zona de Lisboa (2649), Porto (1830), Coimbra (799) e Braga (611).

Seis em cada dez estudantes que recorreram a estes empréstimos frequentam universidades e institutos politécnicos públicos, mas são os colegas do privado quem pede os valores mais altos.

Mas nem todos os créditos solicitados foram autorizados: nestes três anos 572 pedidos foram recusados.

O estado actual do Ensino Superior é, de facto, preocupante, no que diz respeito às condições de acesso. Na verdade, nunca a igualdade e a democraticidade do acesso esteve tão em causa, uma vez que já se sabe também que cerca de 20 mil estudantes vão perder a bolsa de acção social a que tinham direito ou vão baixar de escalão, devido aos cortes na Acção Social e às novas regras de cálculo.

Por isso, activistas estudantis de mais de 30 instituições de ensino de 13 distritos do país, entre os quais dirigentes de várias associações de estudantes, lançaram uma petição pela igualdade no ensino superior, dirigida ao governo e à Assembleia da República, sugerindo medidas para "garantir o ensino como um direito constitucionalmente consagrado".

Artigos relacionados:

Cerca de 20 mil bolseiros vão perder o apoio ou baixar de escalão

Petição pela igualdade no Ensino Superior