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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Info Esquerda.Net | Dossier 2012: Ano I do Combate à Troika | Outros Temas

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“Quando Passos promete o fim da crise, vêm aí mais sacrifícios”


A mensagem de Natal que o primeiro-ministro dirigiu ao país, no dia de Natal, mereceu críticas de toda a oposição. Passos Coelho afirmou que “é preciso renunciar ao pessimismo” e que “dias mais felizes estão à nossa frente”, mas o coordenador bloquista lembra que as pessoas “conhecem esta habilidade” do primeiro-ministro. “Não é a primeira vez que Passos Coelho promete o fim da crise e, sempre que o fez, foi sempre mais austeridade e mais sacrifícios o que se seguiu”.
Ler mais.

2012: Ano I do combate à troika

Em 2012, o governo PSD/CDS-PP cortou nos salários, nas pensões e nas prestações sociais e aumentou o preço de bens e serviços. Ao mesmo tempo, o executivo encheu os cofres dos bancos e distribuiu nomeações e benesses pelos seus 'boys'. Nas ruas, a mobilização contra a política de austeridade tornou-se ainda mais ampla e massiva.Ler mais.


Retrato de um país mergulhado na crise

Fotos de Paulete Matos.Ver vídeo.


No jantar de Natal do FMI houve tudo menos austeridade

Repasto oferecido para 7 mil funcionários e convidados em Washington durou das 20h até à 1h da madrugada, custou 380 mil euros e tinha menu de quatro páginas, com entradas de caviar, salmão e ostras, cozinha de cinco países, bebidas à discrição.Ler mais.

Bancos contra povos: os bastidores de um jogo manipulado

Este segundo artigo desta série mostra como o Banco Central Europeu e a Reserva Federal norte-americana se puseram ao serviço dos grandes bancos privados e não do interesse da população dos países. O primeiro artigo da série está aqui. Por Eric ToussaintLer mais.


1.º Encontro Nacional da Iniciativa por Uma Auditoria Cidadã à Dívida Pública

A Comissão da Auditoria Cidadã à Dívida Pública promove dia 19 de Janeiro, em Lisboa, um encontro nacional (ver evento) para, após um ano de atividade, apresentar contas do trabalho feito e submeter à discussão do movimento as orientações e projetos para o trabalho futuro.Ler mais.



sexta-feira, 15 de junho de 2012

Info Bloco.Iniciativas | 15, 16, 17 Junho - Encontro Internacional & Concerto - Solidariedade com o Povo Grego






Olá Camarada


Aproxima-se um momento decisivo para o povo grego e para toda a Europa. Nas eleições de Maio o povo grego recusou a política de austeridade e escolheu sair da crise. Desde então, o Governo da Alemanha, a Comissão Europeia e o FMI ameaçam a democracia grega com a expulsão do euro. Esta chantagem procura evitar que nas eleições de dia 17 ganhe um Governo de Esquerda contra a Troika.

Apelamos à solidariedade internacional coma democracia na Grécia. Apoiamos a coligação de esquerda Syriza. A vitória de um governo de esquerda na Grécia é determinante para travar o programa de empobrecimento e rejeitar a ditadura dos mercados financeiros na Europa.

O Bloco de Esquerda não podia deixar de participar neste grande movimento de apoio ao povo grego. Faremos da nossa solidariedade uma grande corrente de protesto contra governo da Troika, por uma alternativa de esquerda.

15 de Junho - 21h30 | Encontro Internacional | Casa do Alentejo
Die Linke, Sinn Fein, Front de Gauche, Syriza, Luis Fazenda, Marisa Matias, Carvalho da Silva

16 de Junho - 21h30 | Concerto e Intervenções | Largo CamõesFrancisco Louçã, Alda Sousa, Loudovikos Kotsonopoulos (Syriza)
Bandex, King Mokadi

17 de Junho – 16:30 | Convívio e acompanhamento dos resultados eleitorais na Grécia | Palmeiras

Podes encontrar mais informações em esquerda.net ou no facebook

Contamos com tod@s


quinta-feira, 14 de junho de 2012

Info Bloco.Iniciativas | Manifestação da CGTP | Dia 16 Junho, às 15h | Lisboa | Outros...





Car@ Camarada
No próximo Sábado realiza-se a Manifestação da CGTP "Contra a Exploração e o Empobrecimento", que sairà do Marquês pelas 15h.
Estará presente presente uma delegação internacional com eurodeputados e representantes do GUE e deputados do Bloco, sendo o ponto de encontro na Av. Liberdade/Esquina da R. Braamcamp.

Apelamos à participação em mais um importante momento de luta contra dos trabalhadors contra o Governo da Troika, integrando a manif nos sindicatos do teu sector ou actividade ou integrando a delegação.
Um abraço camarada

A coordenadora nacional de trabalho
________________________________________

Encontro Internacional
Organização: GUE (Partido da Esquerda Europeia). Com representantes dos partidos Sinn Fein, Die Linke, Front de Gauche, Syriza e Luís Fazenda, Carvalho da Silva e Marisa Matias. Ver cartaz e panfleto.
Lisboa, Casa do Alentejo, 21h30.

Manifestação Contra a Exploração e o Empobrecimento
Organização: CGTP. Ver cartaz.
Lisboa, Marquês de Pombal, 15hPonto de Encontro Av. Liberdade/Esquina da R. Braamcamp




Comício e intervenções
Organização: Bloco de Esquerda. Com música dos Bandex e dos King Mokadi e intervenções de Alda Sousa, Francisco Louçã, Loudovikos Kotsonopoulos, da Syriza. Ver cartaz.
Lisboa, Largo Camões, 21h30.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Encontro Internacional - 15 Junho - e Concerto de Solidariedade - 16 Junho | GRÉCIA

15 Junho | 21h30
Casa Do Alentejo | Lisboa
Encontro Internacional
e
16 Julho | 21h30
Largo Camões | Lisboa
Concerto e Intervenções

Clica na imagem para a ampliares!


15 de Junho

Encontro Internacional
Organização: GUE (Partido da Esquerda Europeia). Com representantes dos partidos Sinn Fein, Die Linke, Front de Gauche, Syriza e Luís Fazenda, Carvalho da Silva e Marisa Matias.
Lisboa, Casa do Alentejo, 21h30.



16 de Junho

Comício e Intervenções
Organização: Bloco de Esquerda. Com música dos Bandex e dos King Mokadi e intervenções de Alda Sousa, Francisco Louçã, Loudovikos Kotsonopoulos, da Syriza.
Lisboa, Largo Camões, 21h30.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Info. Bloco Iniciativas | O BE PARA ALÉM DAS CORRENTES FUNDADORAS :: 9 de Junho, 11h :: Sede Nacional




O BE PARA ALÉM DAS CORRENTES FUNDADORAS
As correntes fundadoras do BE (UDP, PSR e Política XXI) tiveram o inegável mérito de criar um movimento de convivência plural e democrática entre militantes de esquerda com histórias, trajetórias e culturas políticas muito distintas. A oportunidade política dessa operação e a justeza dos seus métodos estão hoje largamente confirmadas, não só pela sobrevivência do BE como uma realidade incontornável no panorama político português e europeu, mas também pelas inestimáveis contribuições que ele deu para o fortalecimento da esquerda e para a defesa dos interesses das/os trabalhadoras/es.
Passada mais de uma década, após o teste inevitável do tempo e da experiência, é tempo de fazer o balanço da hegemonia partilhada entre as correntes fundadoras que têm governado o BE. É tempo de ponderar alternativas à situação de hegemonia das três correntes no sentido da construção de um BE mais democrático e mais integrador que assegure a coesão interna, a vitalidade política e a representatividade num movimento que cresceu muito para além da influência dos grupos que o criaram. Trata-se, em vésperas de mais uma Convenção, isto é, no quadro da preparação do momento mais importante de deliberação interna, de refletir de forma aberta e informal acerca do que será melhor para o nosso futuro.
Neste contexto, um grupo diversificado de aderentes do BE, alguns filiados nas correntes fundadoras e outros não, decidiu convocar um encontro nacional na sede da Rua da Palma, em Lisboa, para o próximo dia 9 de Junho pelas 11 horas (e com duração até às 17horas) com o objetivo de debater o BE PARA ALÉM DAS CORRENTES FUNDADORAS.
Contamos com a tua presença!
Adelino Fortunato (Sesimbra)
Albérico Afonso (Setúbal)
Alexandre Gomes (Lisboa)
Alice Brito (Setúbal)
Ana Bastos (Lisboa)
Ana Massas (Almada)
António Cruz Mendes (Braga)
Carlos Carujo (Sintra)
Constantino Piçarra (Beja)
Cristiana Sousa (Marinha Grande)
Helena Carmo (Sintra)
Helena Figueiredo (Lisboa)
Hugo Dias (Coimbra)
João Carlos Louçã (Lisboa)
João Madeira (Sines)
João Mineiro (Covilhã)
Joaquim Mealha (Faro)
Luís Pereira (Alcácer do Sal)
Maria José Vitorino (Vila Franca de Xira)
Paulo Teixeira de Sousa (Porto)
Pedro Feijó (Lisboa)
Pedro Pombeiro (Lisboa)
Rosário Vaz (Barreiro)
Vitorino Pereira (Leiria)

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

VAMOS! Vamos Quebrar o Silêncio Sobre as Injustiças e as Mentiras da Crise | 14 de OUTUBRO

Calendário das iniciativas
:: Sempre às quintas-feiras ::
:: Largo de S. Domingos (ginginha) :: 17h30 :: Lisboa

Dia 14 de Outubro Globalizar e garantir a paz e a solidariedade

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Manifesto
Não nos calaremos!
Não fomos nós quem fez esta crise.
Há outras soluções.
Vamos quebrar o silêncio sobre as injustiças e as mentiras da crise.
(...)

Para veres detalhes de "Vamos Quebrar o Silêncio Sobre as Injustiças e as Mentiras da Crise" no meu post anterior sobre esta iniciativa, clica AQUI.

PARTICIPA!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

VAMOS! Vamos Quebrar o Silêncio Sobre as Injustiças e as Mentiras da Crise

"Vamos" é uma iniciativa com vários subscritores notáveis, de várias áreas, que tem como ponto de partida a tomada da rua - :: Sempre às quintas-feiras :: -, como espaço de debate político de ideias de alternativa a uma proposta política que remete a maioria das pessoas para as dificuldades enquanto outras fazem da crise um negócio rentável.

"Vamos" é, também, o Blog desta iniciativa. Para o visitgares, clica AQUI.

Deixo os dados sobre a próxima iniciativa, o vídeo da 1.ª iniciativa :: Combater a Pobreza / Distribuição da Riqueza :: que aconteceu na passada Quinta-Feira e o "Manisfesto Vamos à Luta!".

JOÃO
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Hoje, Quinta-Feira, dia 23 de Setembro de 2010:

:: Lisboa :: Largo de S.Domingos (ginginha) :: 17h30 ::
:: Porto :: Santa Catarina :: 18h00 ::
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Vídeo da 1.ª iniciativa
:: Combater a Pobreza / Distribuição da Riqueza ::
vamosaluta2010 | 17 de setembro de 2010
A primeira iniciativa "Vamos!" no Largo de S. Domingos, em Lisboa, contou com vários contributos de pessoas que se juntaram ao protesto. A distribuição da riqueza, as consequências da crise, o peso da pobreza foram alguns dos temas que impulsionaram várias pessoas a intervir neste espaço colectivo: a Rua. Para a próxima semana há mais.

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Manifesto

Não nos calaremos!
Não fomos nós quem fez esta crise.
Há outras soluções.

Vamos quebrar o silêncio sobre as injustiças e as mentiras da crise.

Desemprego acima de 10%, precarização generalizada, cortes em todos os apoios sociais e nos serviços públicos, ataque ao subsídio de desemprego, aumento da pobreza...Pode-se viver assim? Como aceitar sempre mais sacrifícios para vivermos sempre pior? Como chegámos aqui?

Os banqueiros e os especuladores jogaram com o nosso dinheiro: crédito fácil, especulação imobiliária, fraudes de gestão. Quando ficaram a descoberto, em 2008, não gastaram nada de seu. Chamaram os Estados e, dos nossos impostos, receberam tudo quanto exigiram. Então deram o golpe: com o dinheiro recebido a juros baixos, compraram títulos da dívida pública, a dívida do mesmo Estado que os salvou. Agora, o Estado, para pagar os altíssimos juros dos títulos da sua dívida, vai buscar dinheiro aos bolsos de quem trabalha: mais impostos, menos salário, cortes de todo o tipo, privatizações...

Estamos perante uma gigantesca transferência de riqueza dos mais pobres para os mais ricos. Dentro de cada país. E dos países mais pobres da Europa para os países mais ricos - numa Europa submissa e agachada defronte dos mercados especuladores. Duas palavras enchem os nossos dias: "dificuldades" e "sacrifícios". São palavras para nos silenciar. Pois não nos calaremos. Não fomos nós, trabalhadores de toda a Europa, quem fez esta crise. Quem a fez foi quem nunca passa por "dificuldades" e recusa sempre quaisquer "sacrifícios". Foram os especuladores que nada produzem, os bancos que não pagam os impostos que devem, as fortunas imensas que não contribuem. Para eles, a crise é um novo e imenso negócio.

Agora que a desesperança se espalha, que a pobreza alastra e que o futuro se fecha, trazemos à rua o combate de uma solidariedade comprometida com os desfavorecidos. Há alternativas ao empobrecimento brutal da maioria da população. O projecto de um Portugal e de uma Europa num mundo que cresça com justiça social e prioridade aos mais pobres. Que defendam o emprego digno, os serviços públicos e os apoios essenciais para garantir o respeito por cada pessoa. Essa é a verdadeira dívida que está por pagar.

Vindos de muitas ideias e de muitas experiências, juntamo-nos pela igualdade e contra as injustiças da crise. Conhecemos as dificuldades verdadeiras de quem está a pagar a factura de uma economia desgovernada.

Não aceitamos a cumplicidade financeira da Comissão Europeia e do BCE no sofrimento e na miséria de milhões, não nos conformamos com um país que se abandona à pobreza, com uma sociedade que aceita deixar os mais fracos para trás.


Uma sociedade civilizada não protege a ganância acima do cuidado humano, o cuidado de um por todos e de todos por um.

Vamos quebrar o silêncio sobre as injustiças e as mentiras da crise.
Vamos à luta.
Vamos!

sábado, 10 de julho de 2010

Manuel Alegre com Personalidades da Saúde de Coimbra e o seu Mandatário do Distrito, António Arnaut | Sessão com Apoiantes em Coimbra

"Que cada um faça desta campanha
um sinal de mudança e de renovação"

O Candidato à Presidência da República, Manuel Alegre, esteve com o Presidente do Conselho de Administração dos Hospitais da Universidade de Coimbra, Fernando Regateiro, e o com o mandatário distrital de Coimbra, António Arnaut, durante a visita a estes Hospitais e uma sessão com apoiantes em Coimbra, ontem, dia 9 de Julho.

Fica a notícia que saiu hoje, no Esquerda.Net.

JOÃO
“Portugal tem de se opor a novas revisões das leis laborais"
 
Manuel Alegre criticou a posição de Cavaco Silva afirmando que esta não é o tipo de reformas que a Europa e Portugal precisam.
Artigo | 10 Julho, 2010 - 08:58

Durante uma sessão com apoiantes em Coimbra, Manuel Alegre respondeu à afirmação de Cavaco Silva feita no Fórum COTEC, que defendia a necessidade de ajustamentos do factor trabalho. Para Alegre esta afirmação só pode ter “uma de duas leituras, ou as duas, ao mesmo tempo: flexibilização dos despedimentos ou desvalorização salarial”. "Não é o tipo de reformas que a Europa precisa e muito menos o nosso país”, vincou.

Para o candidato presidencial ,Portugal tem de se "opor a novas revisões das leis laborais", sugeridas por Cavaco Silva, “As leis laborais já foram revistas, mas, neste momento, [a sua revisão] só pode significar flexibilização, enfraquecimento dos direitos dos trabalhadores e isso é contrário aos princípios consagrados na Constituição da República”, porque esta “não é neutra e protege o elo mais frágil da relação laboral, que são os trabalhadores”, defendeu Manuel Alegre.

Alegre assegurou que não é neutro na sua candidatura a Belém e que, por isso, quer ter consigo “todos os que acreditam na democracia, não apenas política mas também económica, social, ambiental e cultural", e em que “os direitos sociais são inseparáveis dos direitos políticos”.

Para Alegre, o Presidente da República jurou cumprir e fazer cumprir a Constituição e deve ter opinião”, pelo menos enquanto ocupar o cargo, não só sobre “regras formais, mas também de conteúdo". “Lutarei para que os direitos socais desta Constituição sejam intocados”, prometeu, afirmando ainda que se se “tocasse na escola pública, no Serviço Nacional de Saúde, na Segurança Social não se estaria a rever a Constituição”, estar-se-ia a “rever e a subverter a própria democracia”.

Artigo relacionado:
Defesa do SNS “é uma das minhas bandeiras"

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Manuel Alegre Num Encontro com Personalidades da Saúde Defendeu o SNS Como Uma das Suas Bandeiras

"Que cada um faça desta campanha
um sinal de mudança e de renovação"

O Candidato à Presidência da República, Manuel Alegre, esteve, esta noite que findou, reunido, em Lisboa, com mais de vinte personalidades ligadas à saúde para um debate alargado sobre os problemas ligados a essa áera tão vulnerável e problemática e reafirmou que a SAÚDE é, para a sua campanha “uma bandeira central”. Confirmou o que tem adiantado à comunicação social que não vê necessidade de se mexer na constituição e, principalmente, no que concerne ao Serviço Nacional de Saúde, que é uma bandeira do PS.
JOÃO
Defesa do SNS “é uma das minhas bandeiras"

Num encontro com personalidades da área da saúde, Manuel Alegre disse que a Constituição da República tem de ser cumprida e que o Serviço Nacional de Saúde tem de ser “preservado, defendido e valorizado”.
Artigo | 8 Julho, 2010 - 23:23

O candidato presidencial encontrou-se com cerca de 30 personalidades da área da saúde, entre os quais professores universitários, directores hospitalares e especialistas com carreira relevante no sistema público de saúde.

Segundo a agência Lusa, Manuel Alegre declarou no início do encontro: “Venho aqui sobretudo para ouvi-los, quando se sabe que o Serviço Nacional de Saúde presta cuidados a 80 por cento da população portuguesa, é a conquista mais profunda da democracia portuguesa e, em época de crise, é mais necessário do que nunca”.

O candidato presidencial afirmou que a defesa do SNS “é uma das minhas bandeiras e um dos objectivos essenciais da minha campanha", sublinhando que "não pode ser posto em causa de maneira nenhuma e, aliás, não vejo qualquer necessidade de se fazer uma revisão constitucional, embora isso seja uma questão dos deputados”.

Depois de Manuel Alegre, Constantino Sakellarides afirmou que a “liberdade uma ideia central do sistema de saúde”.

Sakellarides considerou também “que a inclusão é um aspecto fundamental na saúde”, assinalou que Portugal “tem desigualdades crónicas na saúde” e destacou que o país “tem de ser mais igual na saúde”.

A concluir, Sakellarides afirmou: “A inclusão faz-se através de um cidadão mais informado e mais capaz de compreender as opções. As ideias centrais que há para o sistema de saúde casam muito bem com os valores do candidato presidencial Manuel Alegre”.