Mostrar mensagens com a etiqueta Porto Brandão. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Porto Brandão. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 4 de outubro de 2011

BE EXIGE REPOSIÇÃO DA FREQUÊNCIA DOS BARCOS NA LIGAÇÃO TRAFARIA – PORTO BRANDÃO - BELÉM

Bloco de Esquerda exige a reposição do horário dos Barcos que fazem a ligação:
Belém - Porto Brandão - Trafaria.
Mas todos nós que precisamos de atravessar o Tejo nesses barcos, exigimos, também, essa ligação.
Ainda hoje o meu marido, que teve que ir a Algés, e era para ir à Trafaria apanhar o Barco, foi pela ponte sobre o Tejo.
Eu fui ao site da Transtejo ver os horários e, quando ele viu que só tinha barco de hora a hora, desistiu.
Não se admite que tenham cortado tantas carreiras! E os passes e bilhetes tão caros!
O povo é sereno até se fartar! E está a chegar ao seu limite!
JOÃO

BLOCO DE ESQUERDA EXIGE REPOSIÇÃO DA FREQUÊNCIA DOS BARCOS NA LIGAÇÃO TRAFARIA – PORTO BRANDÃO - BELÉM
A deputada Mariana Aiveca exigiu a reposição do horário da travessia do rio Tejo na ligação Trafaria – Porto Brandão – Belém, em vigor desde o dia 5 de Setembro e que resulta da supressão de carreiras por parte da Transtejo.
Esta decisão, baseada exclusivamente em critérios economicistas, lesa flagrantemente as populações do concelho de Almada, em especial das freguesias de Caparica e Trafaria, que sofrem, assim, mais uma penalização nas suas vidas.
Além do aumento dos títulos de transporte, as/os utentes daquela travessia fluvial vêm agora reduzida em 50% a oferta do serviço, a que acresce os custos associados à ausência de intermodalidade entre os diferentes operadores de transporte público (ferroviário, fluvial e rodoviário) que operam em ambas as margens do rio.

Esta medida não teve em conta em conta, em momento algum, o interesse das pessoas e foi tomada ao arrepio das obrigações de prestação de um serviço público a que a Transtejo está comprometida.

Numa pergunta dirigida ao Ministério da Economia e do Emprego, a deputada eleita pelo círculo de Setúbal questionou o Governo sobre que iniciativas pondera a tutela adoptar com vista à inversão da situação actual e, consequente, reposição dos horários de transporte.

O Bloco de Esquerda requereu ainda à Câmara Municipal de Almada esclarecimentos sobre esta matéria e quer ver esclarecidos quais os esforços que a autarquia desenvolveu, ou considera desenvolver, para defender os interesses das cidadãs e dos cidadãos que diariamente utilizam o transporte fluvial na ligação Trafaria – Porto Brandão – Belém.

Conhece aqui os documentos apresentados.

------------


Bloco de Esquerda / Distrital Setúbal
setubal.bloco@gmail.com
www.setubal.bloco.org

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

TRAFARIA NÃO DESISTE DE TER LIGAÇÃO FLUVIAL | Assina a Petição NÃO à Trafaria sem Barcos!

Trafaria não desiste de ter ligação fluvial e nós também! Todos os portugueses devem exigir que não nos tirem os transportes que nos tiraram já, que nos querem tirar e os que temos ainda.
Na era em que o Governo quer o TGV para Espanha, nós, Portugueses, não temos como nos deslocar convenientemente entre localidades. Às vezes, até mesmo dentro da mesma localidade, temos dificuldades em nos deslocarmos sem carro.
É o caso de muitas das localidades em diversas Freguesias do Concelho de Almada e das suas ligações para os vários locais de Lisboa.
É, pois, imperativo que não nos tirem a ligação TRAFARIA-PORTO BRANDÃO-BELÉM e vice-versa, claro.
Uma maioria grande já perdeu quase tudo: trabalho, carro, alimentação adequada, serviços/tratamentos médicos suficientes e ainda querem que fiquemos sem nos podermos deslocar?!
Eu demorava de 4 a 3 horas, todos os dias, normalmente, para ir trabalhar, para ir visitar um familiar, para ir a um cinema, quando não demorava mais. E os transportes não tinham sido subtraídos. Agora, na era do querer ir de um país para outro em pouco tempo, querem que passemos a não nos podermos deslocar no nosso país com a mínima dignidade a que temos direito. Não basta andarmos já em piores condições, nos transportes públicos, que o gado quando é transportado. O gado se não chega bem ao destino, os seguros pagam ou o gado é devolvido.
Eu, que não sou gado, estou toda partida de andar em transportes com condições tão inimagináveis, que não se admite num país que está a proceder ao choque tecnológico.
Choques, tive muitos. Não foram tecnológicos. Mas foram de ir parar a hospitais e a ficar com a minha saúde degradada para todo o sempre!
Atrevam-se a tirar o transporte fluvial na Trafaria, ou noutro local da Margem Sul do Tejo, que faça a sua ligação a Lisboa, e vão ver se não será o ponto de partida para uma revolta...
Estamos a ficar fartos de tanto nos tirarem!
Deixo a matéria sobre o assunto em título, que saiu no Jornal da Região de Almada, na Edição nº 250, de 18 a 24 de Janeiro 2011.
JOÃO

Clica 2 vezes sobre a imagem para a aumentares e, assim, poderes ler a notícia!

Assina a Petição, clicando nesta hiperligação,
e publicita-a!

---oo0oo---

Para veres o meu post anterior sobre este tema, clica nesta hiperligação: