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domingo, 15 de abril de 2012

Francisco Louçã na AR: "Governo Vai Fechar Maternidade Alfredo da Costa" | Vídeo

Para veres o "post":



---------- Mensagem encaminhada ----------
De: M. João Baptista da Silva <mjbasilva@gmail.com>
Data: 5 de Abril de 2012 16:39
Assunto: [Desfazer Nós, Criar Laços...] Francisco Louçã na AR: "Governo Vai Fechar Maternidade Alfredo da Costa"


Eu estou em choque! No programa "Prós e Contras", da passada segunda-feira, falaram da Maternidade Alfredo da Costa e nunca o representante do governo mencionou que a Maternidade iria fechar. Foi falada a importância desta maternidade e a qualidade dos serviços prestados, bem como dos técnicos de saúde desta Maternidade. Foi referida a eventual mudança física da Maternidade para outros espaço, mas nunca seria para já, nem esse espaço existia, ainda.
Neste Governo são todos uma cambada de mentirosos, ou é só o Primeiro-Ministro que proíbe os seus colaboradores de dizerem a verdade?!
Eu apelo sempre a todos contenção na vontade de fazerem uma revolta com armas, até porque eu sou uma pessoa de paz. Mas, aos grupos que se estão a formar e apelar à violência, eu já não dou conselhos...

Se quiserem tornar a minha cidade de Lisboa num campo de mortos e feridos, que não se esqueçam que todos nós não somos os inimigos. Somos as vítimas. Os inimigos estão sentados nas cadeiras do poder. Esses é que têm que ser combatidos e afastados.
Tanta mentira, tanta hipocrisia, tanto descaramento!
A falta de ética e a irresponsabilidade são o cunho deste Governo!
Penso que o pior que até hoje tivemos!
Eu não votei neste governo! Não acredito nele! Mas, até quem votou nele, já não acredita nos que formam este governo.

JOÃO
Carregado por em 05/04/2012
O deputado Francisco Louçã questiona o Ministro da Finanças sobre o primeiro fecho de um hospital deste Governo, um "golpe nas costas do SNS", e se "o Governo também mente em Bruxelas", referindo-se ao pagamento dos subsídios de férias de natal em 2014. "Os sacrifícios não servem para nada, este Governo agrava a dívida e destrói o país", afirma.
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Publicada por M. João Baptista da Silva em Desfazer Nós, Criar Laços... a 4/05/2012 04:39:00 PM

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

RDP acaba com espaço de opinião que serviu de palco a críticas duras a Angola | http://www.publico.pt

Eu vejo sempre os Pró e Contras da RTP. Mas, na Segunda-Feira, dia 23 de Janeiro último, fiquei chocada, mesmo nauseada, com o programa que passou em directo de Luanda, completamente contido, onde não havia contraditório, só os "Prós", de uma sociedade anti-democrática, onde as aparências contavam, mas se esqueceram as misérias e corrupções dos governantes do povo angolano, que sofre de falta de tudo, desde Água Potável... até falta de Liberdade de Expressão, um dos direitos mais básicos dos Direitos Universais... A RTP em directo, em Angola, onde nem se pode lutar pelos Direitos Humanos!
Se não conheces ainda, lê a matéria do Público sobre a hipócrisia do governo português, a repugnante presença do Ministro Miguel Relvas, e o enfraquecimento da democracia em Portugal, que vai perdendo força, a cada dia, morrendo numa morte triste e lenta, que nós vamos aceitando...
É uma pena estarmos a ser "tomados" pelo poder político corrupto de Angola, na África.
Eles são, também, os poderes dos Sarkozy e Merkel desta Europa a que deveríamos pertencer em igualdade de circuntâncias. Vão ser, também, os poderes dos chineses, da China prepotente e não democrática da Ásia... País que vive numa ditadura escancarada!
Onde fica a soberania portuguesa...?! Onde estão os direitos e liberdades dos portugueses. Em que estado estão as mentes e vontades dos governantes de Portugal?! Nos mercados, nos interesses pessoais... Mas não foram eleitos para isso!!!
JOÃO
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Em causa estará polémica gerada por crónica do jornalista Pedro Rosa Mendes

RDP acaba com espaço de opinião que serviu de palco a críticas duras a Angola
24.01.2012 - 09:47 Por Maria Lopes, Victor Ferreira, Romana Borja-Santos


Uma crónica crítica em relação a Angola, do jornalista Pedro Rosa Mendes, terá levado a RDP a acabar com o espaço de opinião "Este Tempo", da Antena 1.

O jornalista Pedro Rosa Mendes confirmou, em declarações ao PÚBLICO, ter sido informado, por telefone, que a sua próxima crónica, a emitir na quarta-feira, será a última da sua autoria. “Foi-me dito que a próxima seria a última porque a administração da casa não tinha gostado da última crónica sobre a RTP e Angola”, diz o jornalista, por telefone, a partir de Paris.
“A ser verdade, esta atitude é um acto de censura pura e dura”, sustenta o jornalista, que aborda nessa crónica a emissão especial que a RTP pôs no ar na segunda-feira, 16 de Janeiro, em directo a partir de Angola. A chamada telefónica que serviu para anunciar-lhe o fim deste espaço de opinião foi feita por “um dos responsáveis da Informação” da Antena 1, continua o jornalista, que não quis especificar quem daquele departamento lhe comunicou aquela decisão.
Rosa Mendes critica a emissão do programa televisivo Prós e Contras da RTP feita a partir de Angola, com a participação do ministro português que tutela a comunicação social, o ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas. Porém, o jornalista entende que “com tudo o que está em causa, foi uma crónica contida”. Aliás – prossegue –, a ser verdade que tenha sido dispensado por causa do teor desta crónica, essa decisão seria “muito estranha”, porque ele não foi “a única pessoa a ficar desagradada com a natureza e o conteúdo da emissão da RTP”. “Houve outras opiniões negativas nestes últimos dias”, aponta.
Contactado pelo PÚBLICO, o gabinete do ministro Miguel Relvas declinou comentar o assunto, limitando-se a dizer que "é uma decisão exclusivamente do foro editorial da RDP".
O PÚBLICO também questionou a administração da RTP, que respondeu por escrito: “A administração da RTP tem provas dadas, ao longo dos últimos anos, de não interferência na área editorial. Neste caso em concreto, a administração nem sequer tinha conhecimento do fim do contrato com o colunista Pedro Rosa Mendes”.
O director-geral da RTP, que também tem a seu cargo a RDP, confirmou ao PÚBLICO, por e-mail, que "foi decidido terminar com a série, e não apenas com o programa da autoria do Pedro Rosa Mendes". A decisão, acrescenta, "já estava tomada há algum tempo, antes do referido programa ter sido emitido", mas não especifica a data. "Os contratos dos colaboradores terminam dia 31 de Janeiro", afirma Luís Marinho, que garante que a administração "nunca" o abordou "sobre este assunto, muito menos manifestando qualquer desagrado pela crónica referida".

Crónica a cinco
A crónica em causa foi emitida a 18 de Janeiro e integra um espaço de opinião que a Antena 1 tem, com o nome de “Este Tempo”. É assegurado por cinco pessoas – Rosa Mendes, António Granado, Raquel Freire, Gonçalo Cadilhe e Rita Matos e, segundo Rosa Mendes, todos eles estariam a ser informados que a crónica vai acabar. O PÚBLICO contactou João Barreiros, director de Informação da Antena 1, e António Granado, um dos cronistas, sem sucesso. Já Ricardo Alexandre, director-adjunto de Informação da Antena 1 e responsável pelo programa, disse não ter comentários a fazer.
No entanto, hoje às 9h45, hora a que de segunda a sexta-feira o programa é transmitido, Raquel Freire aproveitou a sua crónica para anunciar que também foi informada que seria a última. A cineasta dedicou-a ao tema da liberdade, fazendo referência ao filme Good Night and Good Luck, que retrata um grupo de jornalistas que lutam pelo direito à informação e por denunciar alguns dos atentados políticos aos direitos fundamentais cometidos pelo senador Joseph McCarthy. Na crónica, Raquel Freire questiona “para que serve uma rádio pública e um serviço público?” se não for para servir as pessoas que não têm voz, adiantando duas respostas, em jeito de interrogação: “Para dar voz às pessoas ou para ser a voz do dono?”. O programa estava no ar há cerca de dois anos e os contratos terminariam agora. Durante esse tempo, diz Rosa Mendes, nunca lhe foi dado nenhum feedback dando a entender que houvesse temas que fossem tabu ou que tivessem sido fixados “limites de censura”.
Na polémica crónica, Rosa Mendes começa por recordar que a RTP “serviu aos portugueses” uma emissão especial em directo de Luanda e à qual chamou “Reencontro” e “na qual desfilaram, durante duas horas, responsáveis políticos, empresários, comentadores de Portugal e de Angola, entre alguns palhaços ricos e figuras grotescas do folclore local”. “O serviço público de televisão tem estômago para muito, alguns dirão que tem estômago para tudo, mas o reencontro a que assistimos desta vez foi um dos mais nauseantes e grosseiros exercícios de propaganda e mistificação a que alguma vez assisti”, continua. Carregando nas críticas, o jornalista afirma que reencontrou nessa emissão, não um país irmão, mas “a falta de vergonha de uma elite que sabe o poder que tem e o exibe em cada palavra que diz”.
Rosa Mendes é um dos jornalistas portugueses que mais escreveu sobre a corrupção em Angola. Foi, aliás, alvo de dois processos judiciais por difamação, um dos quais por trabalhos editados pelo PÚBLICO e em que o queixoso era o Presidente angolano, José Eduardo dos Santos. O tribunal não deu razão ao líder de Angola, tendo a Justiça também decidido a favor de Rosa Mendes no outro caso, em que o queixoso era Arcadi Gaydamak, um milionário russo que tem passaporte angolano e foi acusado de vender armas a Angola.
Nos cinco minutos e 34 segundos que dura a crónica, Rosa Mendes mistura dados relativos à economia e à política do país com citações de alguns outros especialistas que estudaram o que se passa naquele país, que usa uma “maquilhagem sofisticada”, da qual se destaca “o batom da ditadura, parafraseando o jornalista angolano Rafael Marques”. Este último, ou alguém como ele, teria de estar presente num programa que fosse um “reencontro digno para ambos os povos e ambas as audiências”, sustenta Rosa Mendes. Alguém “que chamasse corrupção à corrupção e não, quase a medo numa única pergunta – e passo a citar – ‘um certo tipo de corrupção’, como fez Fátima Campos Ferreira”, a jornalista que apresenta o referido programa da RTP e conduziu aquela emissão.
Notícia actualizada às 11h20, 12h20 e 13h15 Acrescenta comentários do gabinete de Miguel Relvas, da administração, e do director-geral da RTP.