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terça-feira, 30 de agosto de 2011

Diário Económico: "Os Preços dos Transportes a Partir de Setembro" | Lisboa e Porto | Passe Normal e Passe Social+

Está, neste artigo do "Diário Económico", a tabela com os novos preços dos passes, mais o novo "passe social+", de Lisboa e Porto.
Com a criação do "Passe Social+" há um aumento substancial nos restantes passes, que deixaram de ser passe sociais. E estes aumentos não se ficam por aqui. Em janeiro de 2012 haverá novos aumentos consideráveis.
Deixo imagem da nova tabela de preços, que, para ser ampliada, deves clicar sobre ela.
JOÃO



Os preços dos transportes a partir de Setembro
Económico 29/08/11 17:25

O Governo criou uma nova tarifa social para os transportes públicos, que entrará em vigor a 1 de Setembro. Consulte aqui os preços.  

O Passe Social+ vai estar disponível "para todos os agregados familiares cujo rendimento médio mensal equivalente por sujeito passivo não ultrapasse o valor correspondente a 1,3 vezes o Indexante de Apoios Sociais (IAS)", segundo comunicado do Governo.

As bonificações para os utilizadores abrangidos por esta medida vão de 7,1 euros até aos 21,5 euros mensais.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Justiça na Economia | Décima Sétima Proposta das 20 Que o Bloco de Esquerda Tem Para Apresentar: Controlo e Transparência nos Preços dos Combustíveis | Artigo do Esquerda.Net | Vídeo

Ainda sobre a 17.ª Proposta apresentada pelo Bloco de Esquerda. A não perderes!
Para veres o meu post anterior sobre esta mesma proposta "Justiça na Economia | Décima Sétima Proposta das 20 Que o Bloco de Esquerda Tem Para Apresentar: Controlo e Transparência nos Preços dos Combustíveis|Vídeo", clica AQUI.
JOÃO

Transparência e controlo dos preços dos combustíveis

A proposta 17 do Bloco é sobre os preços dos combustíveis, apontando para a fixação do preço máximo dos combustíveis pelo preço médio do conjunto dos países da zona euro.
Artigo | 2 Junho, 2011 - 12:08

Na proposta 17 (aceda ao pdf), o Bloco destaca que Portugal tem preços dos combustíveis sempre acima da média europeia. Constatando que o factor determinante para a escalada dos preços tem sido a sua liberalização, considera que se torna necessário abolir a liberalização, “fonte de preços mais elevados e instituir um mecanismo anti-especulativo de formação de preços”.
O Bloco alerta que não pretende substituir a liberalização por um sistema de preços tabelados, “que obrigasse o Estado a compensar as empresas distribuidoras e portanto a transferir receitas orçamentais, financiadas por impostos pagos por todos os contribuintes, para um subsídio às empresas e aos automobilistas”.
Propõe sim, a fixação do preço máximo dos combustíveis pelo preço médio do conjunto dos países da zona euro. E concretizando a proposta, aponta que o preço deverá ser fixado uma vez por semana, acrescentando que devem ser introduzidas medidas “anti-especulativas e anti-inflacionárias que evitem aumentos bruscos do preço dos combustíveis, protegendo a economia e as famílias”.


PROPOSTA_17_-_COMBUSTIVEIS.pdf230.35 KB
 
Justiça na Economia | 17: Controlo e transparência nos preços dos combustíveis

Termos relacionados:

terça-feira, 31 de maio de 2011

Justiça na Economia | Décima Sétima Proposta das 20 Que o Bloco de Esquerda Tem Para Apresentar: Controlo e Transparência nos Preços dos Combustíveis | Vídeo


Mais uma proposta bem inteligente para bem da nossa economia, apresentada pelo Bloco de Esquerda. A 17.ª Proposta!
O país precisa de uma política de combustível com visão, com verdade, com rigor... Política de combustível que não prejudique a economia portuguesa.
Esta é mais uma proposta que é evidente para todos, menos para os que nos governaram até aqui.
O Bloco de Esquerda continua a provar que tem vontade e capacidade de governar o país.
Que tal votares no Blocio de Esquerda, a Esquerda de Confiança!
JOÃO

Justiça na Economia | 17: Controlo e transparência nos preços dos combustíveis

Carregado por em 31 de Mai de 2011
O Bloco apresentou a décima sétima proposta pela justiça na economia: controlo e transparência nos preços dos combustíveis.

Termos relacionados:

terça-feira, 16 de novembro de 2010

INFARMED Regula Informação Sobre o Preço de Venda ao Público dos Medicamentos

Deixo mais uma informação sobre a venda ao público de medicamentos.

Para veres o post "Medicamentos: Consumidores Querem Transparência Sobre Preços | Informação Deco/ProTeste", clica AQUI.

JOÃO
Infarmed regula informação sobre o preço de venda ao público dos medicamentos

A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) lançou uma circular informativa, que regulamenta as condições da referência ao preço de venda ao público (PVP) dos medicamentos sujeitos a receita médica comparticipados.

A Circular Informativa n.º 180/CD, de 4 de Novembro, recorda os deveres de informação aos utentes por parte de prescritores e farmacêuticos, determinando que o utente deve ser informado sobre o preço dos medicamentos similares ao que foi solicitado, incluindo dos medicamentos genéricos.

O utente deve receber a factura ou recibo do medicamento adquirido, onde deve constar o valor resultante da aplicação da dedução prevista na Portaria n.º 1041-A/2010, de 7 de Outubro (PVP descontado), bem como o encargo para o Estado e o custo para o utente.

Quando as embalagens dos medicamentos não fazem referência ao PVP, deve constar a informação que o PVP pode ser consultado através do contacto 800 222 444 ou no site do Infarmed.

Para o cumprimento desta deliberação, o Infarmed vai disponibilizar, a partir do dia 24 de cada mês, bases de dados com o preço máximo do medicamento e o preço praticado, bem como o valor resultante da aplicação da dedução prevista no diploma referido.

Data: 09-11-2010
Fonte: Portal do Cidadão com Infarmed

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Medicamentos: Consumidores Querem Transparência Sobre Preços | Informação Deco-ProTeste

A minha farmácia, quando coloquei a questão de saber qual o medicamento mais barato para determinada Substância Activa, mandou-me consultar a Infarmed através da Internet. É inadmissível!
Temos que lutar!
JOÃO


Medicamentos: consumidores querem transparência sobre preços

O Ministério da Saúde vai retirar o preço da embalagem dos fármacos em que o consumidor beneficia da comparticipação.

Esta foi uma alteração do pacote de medidas sobre o medicamento, de Outubro último. Foi comunicada sem esclarecimento público, com o objectivo de garantir informação correcta ao consumidor, confrontado com constantes mudanças de preços.

O mesmo decreto-lei estipula que, a partir de Março de 2011, só as receitas por via electrónica serão comparticipadas. A receita passa a fornecer informação sobre opções mais baratas.

Com esta alteração, o utente só conhece o preço do medicamento depois de pagar, na factura. Pode informar-se através do portal do Infarmed, mas esta alternativa exclui muitos dos maiores consumidores de medicamentos, idosos e sem acesso à Internet.

Actualmente, o preço na embalagem do medicamento está, com frequência, desactualizado e não corresponde ao que o utente paga, após a comparticipação. Qualquer alteração a ser implementada deverá melhorar o acesso a esta informação. Para os consumidores é essencial que a receita passe a incluir o preço do medicamento e o valor a pagar pelo utente e as opções mais baratas, caso existam. Também recomendamos a criação de uma linha de esclarecimento, divulgada na embalagem dos medicamentos.

Lamentamos que uma medida com este impacto tenha sido tomada sem ouvir os principais interessados. Os consumidores têm direito à informação e o preço é um elemento essencial. Só bem informados podem participar activamente na sua saúde.

 Algumas receitas electrónicas e facturas já indicam quanto pouparia com opções mais baratas.
Na factura, "Líquido" corresponde ao que o utente paga