Mostrar mensagens com a etiqueta Presidencial. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Presidencial. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Recolha de Assinaturas para Formalizar Candidatura de Manuel Alegre | O Meu Candidato Presidencial

"Que cada um faça desta campanha
um sinal de mudança e de renovação"

 Participa!  

Clica 2 vezes sobre a imagem para a aumentares
e a poderes ler!

 Apoiar Manuel Alegre é:  
  • defender a Constituição
  • proteger o Serviço Nacional de Saúde
  • respeitar a Educação e a Cultura

domingo, 16 de maio de 2010

O meu Candidato Manuel Alegre: "Não se resolve a crise repetindo as mesmas receitas"

Eu, com os meus 62 anos, fui sempre uma "LIVRE PENSADORA"!
O Bloco de Esquerda, de que sou militante desde a sua fundação, escolheu, nos órgãos competentes, por votação da maioria, apoiar Manuel Alegre nestas Eleições Presidências.
Claro que Manuel Alegre não será a escolha de todos os Bloquistas, muito menos de todos os militantes de base.
Mas é a escolha da maioria no BE e uma escolha legítima e feita de acordo com as normas democráticas do partido. E se o partido apoia Manuel Alegre, os órgãos oficiais e representativos do BE têm que fazer campanha por Manuel Alegre. Não pode um Site ou Blog do BE defender outro candidato! Se o fizesse, não seria por livre pensamento dos gestores dos mesmos, mas por falta de respeito pelas regras democráticas.
Quem quiser votar noutro candidato, poderá votar em quem quiser. O BE não obriga ninguém a votar em Manuel Alegre.
Este Blog é livre. Não é um Blog do BE. Aqui eu serei livre de apoiar quem eu quiser e fazer campanha por quem eu quiser.
Acontece que a minha escolha pessoal vai para Manuel Alegre, não por ser o candidato apoiado pelo BE, mas por ser o meu candidato, apoiado por mim, como livre pensadora que sou e sempre fui, mesmo em ditadura, o que me obrigou a, na idade adulta, ir viver e estudar para Inglaterra onde permaneci durante 6 anos.
Manuel Alegre é o melhor candidato que a Esquerda Democrática poderá alguma vez ter!
JOÃO
Alegre: "Não se resolve a crise repetindo as mesmas receitas"
16-Mai-2010
O candidato à presidência da República acusa o Banco Central Europeu de "cumplicidade" com os especuladores e alerta para o risco dum "novo desvario financeiro" se não houver reformas.

Num artigo de opinião publicado este domingo no Diário de Notícias, Manuel Alegre diz que "durante a recente crise, a UE primou pela falta de comparência" e teve a "cumplicidade" do Banco Central Europeu, "com o financiamento dos fundos especulativos a juros baixos pelo próprio BCE, através de emissões de moeda para a banca comercial tendo como garantia as próprias dívidas dos Estados".

"Se não houver reformas, é inevitável um novo desvario financeiro e o recrudescimento do processo que provocou a crise actual. Com consequências porventura muito mais graves. E com o risco de colapso do sistema actual sem a existência de um modelo alternativo. Uma espécie de queda do Muro de Berlim ao contrário. Sem nada de um lado e do outro", afirma Alegre, após defender que "é urgente um novo paradigma e uma nova regulação financeira global que, entre outras coisas, ponha termo à desvergonha especulativa, ao poder excessivo das agências de notação de dívida e à criação de produtos tóxicos".

O candidato presidencial diz que a resposta da UE ao ataque especulativo foi "uma espécie de ultimato a vários Estados, entre eles Espanha e Portugal". Já quanto às medidas do governo e do PSD para obedecer ao plano da UE, Alegre diz que "é necessário que sejam explicadas com clareza, verdade e rigor. Sem pedidos de desculpas nem evasivas". E pede garantias de que são "transitórias e serão completadas por outras que tenham em conta a economia e abram perspectivas ao crescimento e ao emprego".

"Ninguém gosta de medidas que vão penalizar os portugueses como o imposto sobre o trabalho e sobre o consumo e a redução de algumas prestações sociais como o subsídio de desemprego. O problema está em saber se havia alternativa", prossegue o candidato antes de defender o "alargamento do diálogo" parlamentar e social e que o plano para as finanças públicas "seja acompanhado por um plano para a economia, tendo em vista o crescimento e o emprego".

"Portugal sozinho não pode mudar o mundo. Mas pode pensá-lo e pensar-se numa outra perspectiva, para que não se entre num novo ciclo de austeridade, recessão, mais austeridade, mais recessão e mais desemprego", conclui o candidato presidencial.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Manuel Alegre Apresentou a sua Candidatura Presidencial - Candidato apoiado pelo BE

Manuel Alegre, o candidato presidencial apoiado pelo Bloco de Esquerda,  já apresentou a sua candidatura. E fê-lo com um discurso muito bem elaborado, essencialmente virado para o estado social e para os jovens e as novas gerações, que eu segui em directo, às 20h de ontem, na RTP N.
JOÃO
Alegre lança-se à Presidência para defender o Estado social
04-Mai-2010
Manuel Alegre apresentou esta terça-feira nos Açores a sua candidatura presidencial com um discurso marcado pela defesa do Estado social, pela resposta ao ataque especulativo "contra o nosso país e contra o euro" e pela procura de um diálogo com as novas gerações, "marcadas pela precariedade das condições de trabalho", mas capazes de "renovar a política para mudar Portugal".
Alegre apresentou a sua candidatura em Ponta Delgada, no salão nobre do Teatro Micaelense completamente cheio. Diante da situação muito crítica com que Portugal está confrontado, Alegre defendeu que a hora é de "responsabilidade, de verdade e de solidariedade". E prosseguiu: "Hora, também, para, no quadro das dificuldades existentes, tudo fazer para preservar o Estado Social", defendendo a mobilização do país, que só compreenderá "o sentido das medidas e dos sacrifícios que lhe são pedidos" se houver uma grande exigência ética.
"Contra os predadores do mercado, a única resposta tem de ser a mobilização geral para uma estratégia de crescimento económico. Sem abdicar do papel do Estado, quer no investimento público susceptível de estimular a economia e o emprego, quer no combate às desigualdades salariais e na adopção de políticas de uma mais justa redistribuição de rendimentos", afirmou.
Defendendo que "mais do que nunca seria necessário promover um plano concertado entre Governo, partidos políticos e parceiros sociais", Manuel Alegre ressalvou: "não pode haver sacrifícios para quase todos e benefícios apenas para alguns."
Diante da "desorientação e a falta de capacidade da União Europeia para responder a uma crise desta natureza", o candidato observou que "é difícil compreender como é que a União Europeia foi capaz de reagir tão rapidamente para salvar o sistema bancário e agora hesita em acudir aos países mais vulneráveis que estão a ser alvo de ataques especulativos dentro da própria Europa."
Numa referência às propostas de revisão constitucional, Alegre afirmou que "a Constituição nunca foi nem é um obstáculo à governação de Portugal", para fazer uma defesa vibrante da Escola Pública, do Serviço Nacional de Saúde, do Sistema Público de Segurança Social, da transparência da vida pública, da Justiça que reassuma o seu papel de pilar essencial do funcionamento do estado de Direito, deixando claro que "não serei neutro, como nunca fui, na defesa dos valores e princípios consagrados na Constituição da República".
Finalmente, o candidato dirigiu-se às novas gerações: "O motivo por que esta candidatura vale a pena não tem somente a ver com o que vou fazer como Presidente, mas sobretudo com o que as novas gerações podem fazer para renovar a política e para mudar Portugal." E questionou: "como vamos ultrapassar a precariedade das vossas condições de trabalho? Como vão as novas gerações construir uma sociedade onde o trabalho digno seja um direito de todos, fonte de realização pessoal, contributo para o bem da comunidade, exercício de responsabilidade profissional?"
E concluiu com um apelo "para que as novas gerações façam ouvir a sua voz, para que se reencontrem com as suas causas, para que mostrem o que pretendem construir e não privem o país do seu contributo decisivo." E prosseguiu: "A nossa aposta é o vosso futuro, o vosso emprego, o vosso primeiro emprego, a vossa realização, o vosso bem estar. E por isso vos digo: assumam o vosso destino, ousem romper e propor, ousem combater pelos vossos direitos e pelo vosso lugar no vosso país."
Manuel Alegre iniciou a sua declaração explicando o motivo de se lançar nos Açores, "ilhas de liberdade", e evocando o açoreano Antero de Quental, "um dos fundadores do primeiro socialismo português."
E saudou todos os socialistas e democratas açorianos, "na pessoa de Carlos César, grande referência dos Açores, do PS e da República". Saudou também os representantes presentes do Movimento de Intervenção e Cidadania, do Bloco de Esquerda, da Renovação Comunista e do Partido Democrático do Atlântico, e ainda "nas pessoas do presidente Almeida Santos e do secretário-geral José Sócrates, saúdo o meu partido, o Partido Socialista", estendendo a saudação "a todas as forças de esquerda, todos os democratas, de todos os quadrantes, que desejam um Presidente que seja uma alternativa, não de governo, mas de atitude, de pensamento, de uma outra visão de Portugal e do mundo."