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sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Francisco Louçã Comunica Fim de Mandato de Deputado | Esquerda.Net | Vídeo

 S E M P R E ! 


Como é uma matéria que muito me diz, um facto muito sentido por mim e por tantos outros que, como eu, pensam que a saída de Francisco Louçã da participação nos trabalhos na casa da democracia, ou seja, na Assembleia da República, é uma perda muito grande e que nos causa uma imensa tristeza, deixo mais um artigo sobre o tema em questão.

Deixo o vídeo com a comunicação de Francisco Louçã. Imperdível! Nele, Francisco Louçã diz praticamente tudo o que é essencial e importante compreendermos! Nele Francisco Louçã apela à adesão no Bloco de Esquerda.

Fica, também, para memória futura, os dois "posts" que aqui ontem coloquei:



Francisco Louçã Comunicou o Fim do Seu Mandato de Deputado | PUBLICO.PT

Francisco Louçã: «Aos meus amigos, falemos do futuro»


Importante! Se queres salvar Portugal, se queres combater todos estes anos de corrupção, má governação e insensibilidade social:
  • ADERE AO BLOCO DE ESQUERDA!
  • FAZ PARTE DA MUDANÇA!
JOÃO
Francisco Louçã comunica fim de mandato de deputado | Esquerda



Publicado em 25/10/2012 por
Nesta declaração, Francisco Louçã salienta que continuará na vida política "com os mesmos valores e com a mesma dedicação ao Bloco", frisando ainda: "saio exatamente como entrei, com a minha profissão, sem qualquer subsídio e sem qualquer reforma".

Assembleia da República | 25.10.2012

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Francisco Louçã: «Aos meus amigos, falemos do futuro»




Notas de
Francisco Louçã
no Facebook




Aos meus amigos, falemos do futuro

a Quinta-feira, 25 de Outubro de 2012 às 15:37 ·



Entreguei agora à presidente da Assembleia da República a comunicação do fim do meu mandato como deputado e não me venho despedir, venho falar-vos do futuro.
Saio do parlamento por uma razão e por mais nenhuma: entendo, para mim próprio, que o princípio republicano marca limites à representação que tenho desempenhado e exige a simplicidade de reconhecer que essa responsabilidade deve ser exercida com contenção. Ao fim de treze anos, reclamo a liberdade de influenciar o meu tempo: é agora o momento de uma renovação que fará um Bloco mais forte.
Não preciso de vos garantir que continuarei a minha vida política com os mesmos valores e com a mesma dedicação ao Bloco de Esquerda e à luta sem tréguas pela justiça social. É para aí que levarei sempre o meu Rocinante.
Mas também vos digo, para que não me perguntem nunca mais nestes tempos cinzentos, que saio exatamente como entrei, com a minha profissão, sem qualquer subsídio e sem qualquer reforma.
Quero aliás deixar cristalinamente claro, especialmente hoje, que não faço qualquer cedência ao populismo antiparlamentar: os partidos e personalidades que esperam obter ganhos com essa demagogia terão sempre a minha frontal condenação. Digo-vos por isso a minha verdade: também no parlamento encontrei alguns homens e mulheres extraordinários e respeito muito os adversários que sejam fiéis ao seu programa. E, por isso mesmo, reafirmo-vos convictamente, contra todo o populismo, que é um crime antidemocrático deixar diminuir ou deixar corroer o pluralismo político.
Ao longo destes treze anos, fui eleito cinco vezes e enfrentei cinco primeiros-ministros. Disse-lhes o que lhes tinha para dizer, em nome de muita gente. Fiz 1012 intervenções em plenário e os meus amigos lembrar-se-ão de algumas. Espero que os meus adversários também se lembrem.
Nunca deixei de votar de acordo com a minha consciência. Cumpri todos os meus compromissos com os eleitores. Apresentei, com o grupo parlamentar do Bloco de Esquerda, 606 projetos de lei. Alguns foram aprovados e mudaram a vida de muita gente e a cultura do país inteiro. Nestes anos começou a despenalização dos toxicodependentes, foram protegidas as mulheres que decidiram abortar, foi atacada a violência doméstica, avançou-se no difícil caminho da responsabilidade fiscal e da luta contra a corrupção, ergueu-se uma força contra a pirataria financeira, os jovens precários começaram a ter voz, os serviços públicos ganharam mais expressão na democracia, aproximamo-nos da paridade entre homens e mulheres nas eleições, reconheceu-se legalmente o casamento gay, houve empenho solidário contra o terror das guerras. Com estas mudanças, Portugal passou a respirar melhor.
Vivi com intensidade cada momento desta luta parlamentar, que é essencial para uma esquerda coerente. Agradeço a todas as deputadas e deputados do Bloco de Esquerda a força incessante que trazem a este confronto e tudo o que me ensinaram, e mais ainda o que vão continuar a fazer contra a política cínica do empobrecimento.
Não estarei no parlamento na discussão deste Orçamento, que é um exercício brutal de chantagem contra os contribuintes. Não se pode suportar a arrogância de um governo que quer cortar salários e pensões para entregar nove mil milhões de euros a uma dívida sempre galopante. Ninguém pode suportar a incompetência e a mentira. Por isso, combatemos o Orçamento com soluções radicalmente sensatas: o Bloco já apresentou um programa orçamental com propostas inovadoras, estudadas e exigentes, porque tem cada dia mais responsabilidade e quer ter mais responsabilidade.
Esse é o combate que levarei a todos os lugares da vida social onde puder chegar, e com a mesma energia. A política não se faz só numa sala, faz-se em toda vida, e o magnífico acordar da sociedade, que estamos a conhecer, mobiliza a República para a escolha que é o dever da democracia. Neste momento, só no país inteiro e com a força do trabalho é que poderemos vencer o Orçamento. Só na democracia toda se pode derrotar a bancarrota e demitir o governo. Estarei na cidade com os cidadãos a combater o orçamento do massacre fiscal.
E, se me perguntam o que farei a partir de hoje, quero responder-vos com toda a clareza: dedicarei o que sei e o que posso à luta por um governo de esquerda contra a troika e, para isso, ao esforço de criar pontes e caminhos novos, de juntar competências, de ajudar a levantar a força deste povo. Precisamos desse governo para romper com o Memorando e para defender Portugal, o Portugal do trabalhador e do contribuinte, de quem luta pelo seu povo e não aceita a humilhação da guerra infinita contra os salários e as pensões. Contribuirei intensamente para isso, porque para lá chegar é preciso convicção e uma paciência impaciente que nunca desiste. Nunca desisto nem me canso disso que é o essencial.
Por último, faço um apelo a todos os meus amigos: adiram ao Bloco de Esquerda. Agora, que é preciso força. Agora, que é preciso atitude. Agora, que é preciso imaginação. Agora, que é preciso querer vencer. Aí estaremos, todos, como sempre, com a mesma força da vida.
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Maria João Baptista Silva Não pude despedir-me das suas intervenções na AR! Hoje, por azar, tinha ido a uma consulta!
Mas quando li a notícia, vieram-me as lágrimas aos olhos. Compreendo-o. Mas esperava uma espécie de reviravolta... aquilo a que muito chamam, um "milagre"!
Pass
ei os olhos por tantos e tantos comentários sentidos. Tudo já foi, praticamente, dito.
Por isso passo, para aqui, o que enviei do Público, para a minha página do Facebook:
"Pois é! Nós ficamos muito mais pobres! Não há pessoas insubstituíveis. Mas não há duas pessoas iguais! E, que me perdoem todos os restantes, como Francisco Louçã não há nem haverá outro deputado. Tem qualidades intelectuais e capacidades de excelência, em todos os assuntos/matérias, que só os seres únicos têm.
Louçã é um dos meus SERES ÚNICOS!
A ele facarei eternamente grata pelo orgulho que me deu em ser bloquista!"
Obrigada, meu amigo!
JOÃO

terça-feira, 28 de junho de 2011

Cartoons do Bartoon | Portugal em Final de Período de Escolha de Secretários de Estado | Bernardo Bairrão ou Não Bernardo Bairrão, Foi a Questão!...

Já tinhamos os 11 ministérios escolhidos com os seus respectivos ministros deste XIX Governo Constitucional.
Temos, também já a segunda figura do Estado, o Presidente da Assembleia da República, já eleita: a primeira Mulher Presidente da Assembleia da República, Maria da Assunção Esteves.
Hoje tomam posse os Secretários de Estado. Parece que foram "tirados a ferro"!
E temos, aqui no Blog, os "Cartoons do Bartoon" virados para os casos da semana, de 21 a 27 de Junho, que eu guardei para fazermos a sua leitura...
Uma leitura hilariante porque eles são, como sempre, "fabulásticos"! Autênticas pérolas! Uns tesourinhos maravilhosos!
JOÃO


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PUBLICO.PT - Bartoon - de 21 a 27 de Junho de 2011

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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Assunção Esteves é a Primeira Mulher a Presidir à Assembleia da República | Vídeo

A deputada Assunção Esteves a ser cumprimentada por Guilherme Silva após ter sido eleita
Presidente da Assembleia da República

Deixo este vídeo de um momento histórico e "saboroso", depois do chumbo, no dia anterior, de Fernando Nobre para ocupar o mesmo cargo.Nele podemos ver e ouvir as intervenções dos líderes de cada Grupo Parlamentar em que saúdam a eleição de Assunção Esteves como Presidente da Assembleia da República.  
Destaco a intervenção da deputada Maria de Belém, do PS, da Deputada Heloísa Apolónia, do PEV e do deputado Luís Fazenda, do BE. Mas todos, sem excepção, estiveram muito bem.
Só lamento este vídeo não conter o discurso da própria Presidente da Assembleia da República que eu considerei muito eloquente, embora simples, e tocante.
JOÃO

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Carregado por em 21 de Jun de 2011
Assunção Esteves entra assim para a História como a primeira mulher a presidir à Assembleia da República. Terminou assim a saga da eleição para a liderança da AR, depois de ontem Fernando Nobre ter falhado a votação por duas vezes, retirando-se de seguida, embora mantendo-se como deputado.
Horas antes, Assunção Esteves dizia-se "muito feliz e à espera de ser eleita", falando sobre a circunstância de ter sido proposta pelo PSD para a presidência da Assembleia da República.
A ex-juíza do Tribunal Constitucional e ex-eurodeputada também já fez carreira no hemiciclo nacional. A candidatura foi conhecida hoje depois do independente Fernando Nobre ter falhado a eleição para o cargo duas vezes e ter desistido da sua candidatura.
"Segunda escolha? De modo nenhum", declarou Assunção Esteves esta tarde.
Se for eleita, será a primeira mulher a presidir à Assembleia da República o que parece quase certo uma vez que o CDS anunciou que vai votar a favor da candidata laranja.
Maria Assunção Andrade Esteves tem 54 anos e foi eleita deputada pela primeira vez em 1987, pelo círculo de Vila Real, na primeira maioria absoluta do PSD, durante a liderança de Cavaco Silva.
Em 2002, com Durão Barroso à frente do PSD, Assunção Esteves voltou a ser eleita deputada pelo círculo de Vila Real e nessa legislatura foi presidente da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.
Em 2004, deixou a Assembleia da República para ir para o Parlamento Europeu, depois de ter sido eleita nas europeias desse ano pela lista da coligação PSD/CDS-PP.
Quando Pedro Passos Coelho se candidatou pela primeira vez à liderança do PSD, em 2008, contra Manuela Ferreira Leite e Pedro Santana Lopes, Assunção Esteves declarou-lhe apoio, considerando que este representava "o renascer de uma linha social liberal há muito esquecida" no partido.
Nas legislativas de 5 de junho, foi eleita pelo círculo de Lisboa, onde ocupou o sexto lugar da lista de candidatos do PSD.
A representante do Grupo Parlamentar do PS, Maria de Belém, elogiou hoje a nova candidatura do PSD ao cargo de presidente da Assembleia da República, a social-democrata Assunção Esteves.
 
http://www.ionline.pt/conteudo/131800-assuncao-esteves-torna-se-primeira-mulher-presidir--assembleia-da-republica

terça-feira, 21 de junho de 2011

Eleita Primeira Mulher Presidente da Assembleia da República! Maria da Assunção Esteves

"Presidir ao Parlamento constitui a maior honra da minha vida", disse Maria da Assunção Esteves aos deputados.

Ex-juíza do Tribunal Constitucional e ex-eurodeputada, Assunção Esteves sucede ao socialista Jaime Gama na presidência da Assembleia da República.

Foi eleita a primeira mulher presidente do Parlamento Português! E foi uma eleição muito feliz, numa cerimónia muito bonita, com discursos muito agradáveis.
O nome da deputada Maria da Assunção Esteves foi escolhido esta manhã pela Comissão Permanente do PSD, depois de ontem os deputados terem recusado Fernando Nobre - escolha pessoal de Pedro Passos Coelho -, para o lugar de Presidente da Assembleia da República.
Foi concensual esta eleição da deputada Assunção Esteves para Presidente da Assembleia da República. E foi eleita à primeira volta!
Foi a primeira escolha pela forma democrática de eleição de um Presidente da Assembleia da República.
Eu confesso que não sou sectária. Admiro muito os bons políticos e sempre apreciei esta deputada, uma constitucionalista, Assunção Esteves.
"Presidir ao Parlamento constitui a maior honra da minha vida", disse Assunção Esteves aos deputados.
A ela desejo muito sucesso no cargo que já ocupa!
Deixo uma matéria do Publico.pt
JOÃO

Assunção Esteves eleita Presidente da Assembleia por maioria confortável
21.06.2011 - 17:15 Por Sofia Rodrigues

Assunção Esteves foi eleita para a Presidência da Assembleia da República por 186 votos, ficando a 18 votos do resultado obtido em 2009 por Jaime Gama - que foi o presidente da AR mais votado desde o 25 de Abril - mas que mesmo assim é uma maioria confortável.
A candidata do PSD obteve ainda 41 votos brancos e dois nulos.Votaram 229 deputados, tendo faltado um.

Assunção Esteves torna-se assim na primeira mulher a assumir o cargo que representa a segunda figura do Estado.

Assunção Esteves, de 54 anos, foi a primeira mulher a desempenhar o cargo de juíza no Tribunal Constitucional, onde esteve entre 1989 e 1998, e também a única eurodeputada eleita para o Parlamento Europeu nas eleições de 2004, pela lista de coligação Força Portugal (PSD/CDS-PP).

Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, onde também fez um mestrado em Ciências Jurídico-Políticas, Assunção Esteves foi eleita deputada pelo círculo de Vila Real, em 1987, na primeira maioria absoluta liderada por Cavaco Silva, escreve a Lusa.

Entre 1989 e 1998, Maria Assunção Andrade Esteves, nascida em Valpaços a 15 de Outubro de 1956, foi juíza do Tribunal Constitucional, escolhida pela Assembleia da República. Em 2002, voltou ao Parlamento, durante a vigência do governo liderado por Durão Barroso, tendo assumido nessa legislatura a presidência da Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.


Desde 1976, depois do socialista Henrique de Barros ter presidido à Assembleia Constitucional, a Assembleia da República teve 11 presidentes diferentes. Assunção Esteves é a décima segunda e a primeira mulher a ocupar o cargo. Os anteriores foram os seguintes : Vasco da Gama Fernandes (PS), Teófilo Carvalho dos Santos (PS), Leonardo Ribeiro de Almeida (PSD), Francisco Oliveira Dias (CDS), Tito de Morais (PS), Fernando Amaral (PSD), Vítor Crespo (PSD), Barbosa de Melo (PSD), Almeida Santos (PS), Mota Amaral (PSD), e Jaime Gama (PS).

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Cartoons do Bartoon | Portugal em Final de Período de Hiato Governativo | Eleger ou Não Eleger Nobre, Eis a Questão!...

Já temos os 11 ministérios escolhidos com os seus respectivos ministros deste que será o XIX Governo Constitucional.
Hoje é eleito a segunda figura do Estado: o Presidente da Assembleia da República.
Já disse que não quero Fernando Nobre. E estou certa que ele não será eleito se os deputados tiverem coragem e ética política.
Neste momento este assunto está a ser votado. Veremos...
Temos estado, ainda, numa espécie de hiato governativo, que vai terminar amanhã, com a posse do Governo.

Temos os "Cartoons do Bartoon" virados para os casos da semana, pois eu guardei quase todos para hoje os apresentar.
São, como sempre, "fabulásticos"! Autênticas pérolas! Uns tesourinhos maravilhosos!
Vão do dia 13 a dia 20 de Junho.
JOÃO

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PUBLICO.PT - Bartoon - de 13 a 20 de Junho de 2011
 
 
 

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Fernando Nobre Renuncia Caso Não Seja Eleito Presidente da Assembleia da República | Que Ética!...

Fernando Nobre, o apartidário, o apolítico, devia ter vergonha!Ele que desista de fazer parte da lista! Se eu fosse do PSD e estivesse nas listas para qualquer um dos círculos, se ele não desistisse, desistia eu.
Que vergonha! Andam a brincar aos políticos!
Que mania esta, agora, pelos independentes?!... Queremos políticos com valores éticos na política!
Não apartidários que querem, apenas, ser poder!... 
JOÃO

Fernando Nobre renuncia caso não seja eleito Presidente da Assembleia da República
13 Abril 2011 | 09:39
Andreia Major - amajor@negocios.pt
O convidado para cabeça de lista do PSD para o círculo de Lisboa e para presidente da Assembleia da República, Fernando Nobre, não está a reunir consensos nos corredores do Parlamento. Artur Pereira, o seu ex-porta-voz, já declarou que caso o médico não seja eleito Presidente da Assembleia da República se irá retirar do cenário.
De acordo com o “Público”, a entrega da liderança do círculo de Lisboa do PSD a Fernando Nobre está a ser bastante contestada no partido de Passos Coelho. Não há muitos deputados a admiti-lo publicamente, porém já foram registaram algumas reacções.

Entre os que já se assumiram reticentes à presença de Nobre no partido, encontram-se Pacheco Pereira e Morais Sarmento, entre outros que apesar de em público terem dado o seu aval, em privado revelaram achar um erro depositar um cargo de tanto peso em alguém sem experiência política e parlamentar.

Na bancada dos defensores, encontram-se o antigo ministro Ângelo Correia, que considera que “a candidatura de Fernando Nobre irá abrir o PSD à esquerda” e o deputado Matos Correia, defensor de que Nobre merece ser “elogiado por ter compreendido que Portugal é uma democracia de partidos”.

Também o deputado Campos Correia apoia a candidatura do presidente da AMI por considerar que este “representa a abertura do partido à sociedade civil”.

Fora do PSD, as contestações são ainda mais abertas e evidentes. Segundo Jorge Castro Guedes, coordenador no distrito de Viana do Castelo da candidatura de Nobre às presidenciais, o médico “mergulha na lama a palavra cidadania”.
Mário Soares, amigo pessoal de Nobre, revela que este “nunca foi parlamentar. Só vendo”.

Desde domingo, que o
Facebook de Fernando Nobre tem sido inundado de críticas e protestos, o que já levou ao encerramento da página oficial do médico e ontem foi retirada outra das suas páginas online.

A candidatura de Fernando Nobre gerou muito descontentamento entre os seus apoiantes, por este ter revelado há um mês numa entrevista à SIC que não pretendia envolvimento com nenhum partido político, nem suportar as responsabilidades que isso exigiria.

Marcelo Rebelo de Sousa, ex-líder do PSD, considera que a candidatura de Nobre é original, já que, pela primeira vez um partido concorre a dizer qual é o candidato à
Assembleia da República, segundo o “i”.

De acordo com o jornal "i", Artur Pereira, porta-voz de Fernando Nobre na campanha para as presidenciais, afirmou que se o médico não reunir a maioria absoluta necessária para ser eleito presidente da Assembleia da República, poderá renunciar ao mandato de deputado e ao lugar na bancada do PSD.