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sábado, 11 de janeiro de 2014

Se Não Aconteceu... Podia Ter Acontecido | Na Edição de 10 de Janeiro de 2014 | «NÃO FOI SÓ PASSOS A PM | Goucha Está em Pânico com Outras Previsões» | Na Rotativa: Algumas Frases Desta Edição

Se Não Aconteceu...
Podia Ter Acontecido!




 Na Edição de 10 de Janeiro de 2014 

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 Algumas Frases desta Edição - 10 de Janeiro de 2014
  • Ministério Público abre inquérito sobre episódio das aulas ao sábado de Sócrates no Portugal-Coreia do Norte
  • Descida abrupta das temperaturas nos EUA leva Estátua da Liberdade a cruzar os braços para se aquecer
  • Carros sorteados pelo Fisco automaticamente penhorados
  • Tratamento da cárie dos homens pré-históricos foi a primeira machadada no défice do SNS
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Esta é uma hilariante primeira página de "O Inimigo Público" com o seu humor satírico, arrasador, cáustico e sempre corrosivo.
É do melhor de sempre do Inimigo Público!
Como é que este ser, um produto reciclado mal concebido, poderia um dia ter sido considerado material para Primeiro-Ministro de Portugal?!
E pior! Por simpatia ao Goucha, fizeram-lhe a v
ontade!
Ficam, uma vez mais, umas frases desta edição de "O Inimigo Público" da rubrica “Na Rotativa”, para te aguçar o apetite a lê-las, on-line ou em papel, com os respectivos textos que são sempre super divertidos.
JOÃO

terça-feira, 24 de julho de 2012

O Tal Que Morava Num Modesto Apartamento em Massamá e Andava Num Simples Opel Corsa...!

Ainda não estou completamente disponível para estar de volta à Internet e muito menos aos Blogs e ao Facebook.
Estou a recuperar de várias coisas.
O meu único filho já lá está, em África que não é a minha!
Eu estou com problemas com dois gatos que não se gostam! O pior, é que a gata do meu filho detesta-me e vai-me matar!... O meu gatinho vai ficar a precisar de psiquiatra. Eu ando histérica, a gritar cheia de medo...
Mas não posso deixar de passar esta mensagem, antes que eu me passe de vez!...
A passinhos de coelho, o Coelho vai gastando e nós vamos pagando!...
Até, amigos!
JOÃO



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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Louçã vs Passos I e II | "Deve a 'asneira' continuar como regra para destruir a Europa e Portugal?" | "O primeiro-ministro não tem nenhum controlo sobre as contas públicas"


Francisco Louçã, o Coordenador do Bloco de Esquerda, esteve muito bem, como sempre!
Foi no passado dia 27, no debate parlamentar com o Primeiro-Ministro na Assembleia da república.
Francisco Louçã sempre a demonstrar, com imensa elegância e elequência, a péssima qualidade desta estranha forma de governar Portugal em tempo de grave crise, imenso desemprego e muita fome.
JOÃO



Louçã vs Passos I:
"Deve a 'asneira' continuar como regra para destruir a Europa e Portugal?"

Publicado em 27/06/2012 por 
Francisco Louçã questiona o Primeiro-ministro, confrontando-o com as suas medidas e com os números da consolidação orçamental: "Esta política da Merkel não está a destruir a nossa economia e a provocar um fracasso?". "Há um 'desvio colossal' na consolidação orçamental, e não uma 'derrapagem', faltam 2 mil milhões de euros", sublinha".

Louçã vs Passos II:
"O primeiro-ministro não tem nenhum controlo sobre as contas públicas"

Publicado em 27/06/2012 por 
Francisco Louçã confronta Passos Coelho com o "buraco gigantesco" nas contas públicas de 2 mil milhões de euros: "Aumentou a dívida para aumentar o défice, aumentou o desemprego para aumentar a dívida". Louçã questiona ainda o primeiro-ministro sobre o super-ministro das finanças europeu que irá determinar orçamentos, "amputando a democracia e a Constituição".

quinta-feira, 24 de maio de 2012

RAP Versus PC

Reencaminho, concordando com a contra argumentação de R.A.P.
Abraço!
Mário
  
Como Ricardo Araújo Pereira contra argumenta, com muita imaginação, um comentário idiota do "nosso" PM , mister PC.
Ricardo Araújo Pereira é, de facto, um caso à parte nos humoristas portugueses.

Aumente a imagem para a ler...
M.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Rosinda Beltrão: Senhor Primeiro-Ministro (...) mas deixe este nobre povo ter o direito à sua Alegria, o direito a Viver, o direito a ser Feliz!


Partilho de Rosinda Beltrão, que escreveu no Facebook, uma carta aberta ao primeiro-ministro, que adorei. Excelente texto!
Passos Coelho vai ter conhecimento dele... Ele tem pessoas que estão a trabalhar para serem os seus olhos e ouvidos.
A Rosinda Beltrão confessou que está a sentir é uma raiva imensa ... E que escrevendo, sai-lhe parte do que sente, embora pense que nada resolva.
Eu não acredito que nada resolvam os nossos desabafos e atitudes. Eu sempre acreditei que cada um de nós pode fazer a diferença. Mas temos todos que pensar como tu, como eu e como muitos que acreditam que temos deveres e direitos e que, usando-os, cumprindo-os, podemos mudar alguma coisa.
Mesmo sabendo que Passos Coelho não mudaria nada se lesse o teu texto, todos nós, como parte do povo deste país a caminhar para o 24 de Abril, não podemos calar nem desistir nunca de sermos agentes activos na construção de uma sociedade mais justa, de exercemos a nossa cidadania e de conseguirmos reunir as forças necessárias para gritarmos “BASTA” e sermos ouvidos e temidos...
Eu também não sou de sentir raiva. Mas, últimamente é, infelizmente, o que eu mais sinto: RAIVA! Mas deste governo mentiroso que enganou quem votou em Passos Coelho.
Gostava de conseguir escrever assim, como a Rosinda Beltrão. Tudo o que ela escreveu é o que eu sinto e, penso, o que todos nós sentimos.
À Rosinda Beltrão, com muita admiração, muito obrigada!
E a ti eu vou pedir para partilhares e divulgares o mais que puderes, salvaguardando a autoria, obviamente.
JOÃO

Rosinda Beltrão
Senhor Primeiro-Ministro

Dr. Passos Coelho

Dir-lhe-ei aqui as palavras que nunca V.Exa. lerá porque não me conhece e eu não o conheço a si.

Tenho contra mim vê-lo todos os dias na televisão, o mesmo não lhe acontece a si.

Não me vê, não sabe o que penso, não sabe quem sou, para si não passarei de um número de cidadão nacional, de contribuinte, de pensionista, de beneficiário e de eleitor!

Importaria a V.Exa., mais do que tudo, que eu representasse um número de eleitor a seu favor, mas nem isso sou, não votei em V.Exa., nem nunca votarei, e olhe que raramente eu digo a palavra nunca ...

V.Exa. não me conhece, como não conhece a maioria deste nobre povo.

Mas eu digo-lhe aqui, aquilo que nunca saberá entender ...

Este povo que o senhor visitou bem resguardado na campanha eleitoral e lhe mentiu por omissão, não merece o ódio e desprezo que V.Exa lhe dispensa.

O senhor foi eleito por uma minoria deste nobre povo e a isso chama a sua maioria, está no seu direito.

Só não tinha o direito é de ter mentido ao dizer que não iria fazer o que afinal, mal sentiu o poder, fez!

Não tinha o direito de ter omitido a este nobre povo que iria cortar os seus ordenados, as suas pensões, os seus subsídios, o direito à saúde onerando-o, o direito à habitação tornando-o insustentável, o direito à educação obrigando milhares a desistirem, o direito ao trabalho, colocando milhares no desemprego e na precariedade.

O senhor não quer ver este país de mão estendida face a instâncias internacionais, mas quer ver todo um povo de mão estendida não perante si, porque passará bem ao lado e dormirá bem descansado, quiçá de mão estendida à caridadezinha de uma qualquer misericórdia.

O senhor pede solidariedade e esperança a este nobre povo e tira-lhe toda a dignidade e identidade.

O senhor tira-lhe o direito ao descanso e à alegria, até.

Saberá o senhor as características deste nobre povo que embora goste muito dos desamores do seu fado, é também um povo que gosta de se divertir para esquecer as amarguras da vida.

Veja bem as capacidades deste nobre povo que embora com tudo o que o senhor lhes reserva de ruim, ainda consegue investir na brincadeira de se mascarar, de fazer coreografias e caricaturas da sua própria vida!

Este nobre povo que o senhor está a reduzir à maior pobreza, nunca viveu acima das suas possibilidades.

Vivia com o que tinha e que agora o senhor fez o favor de retirar.

Só por isso é que não tem ...

Viva o senhor a sua vida de novo rico, sem dificuldades, sem contar cêntimos, mas deixe este nobre povo ter o direito à sua Alegria, o direito a Viver, o direito a ser Feliz!

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Há Que Continuar A Pedir Sacrifícios A Todos...! | Diário Lisboa em Finais dos Anos Sessenta

Nunca vi este jornal. Estava em Inglaterra, na época. Portugal, nessa altura, estava numa ditadura.
Fantásticas semelhanças!
JOÃO


 
O Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, pediu ideias aos portugueses.
Pois bem! Eu dou já a minha ideia:
Demita-se, Sr. Primeiro Ministro. E depois emigre...
JOÃO

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Myriam Zaluar: CARTA ABERTA AO SENHOR PRIMEIRO MINISTRO


 
21 Dez 2011
CARTA ABERTA AO SENHOR PRIMEIRO MINISTRO
por Myriam Zaluar a Segunda-feira, 19 de Dezembro de 2011
"Exmo Senhor Primeiro Ministro
Começo por me apresentar, uma vez que estou certa que nunca ouviu falar de mim. Chamo-me Myriam. Myriam Zaluar é o meu nome "de guerra". Basilio é o apelido pelo qual me conhecem os meus amigos mais antigos e também os que, não sendo amigos, se lembram de mim em anos mais recuados.
Nasci em França, porque o meu pai teve de deixar o seu país aos 20 e poucos anos. Fê-lo porque se recusou a combater numa guerra contra a qual se erguia. Fê-lo porque se recusou a continuar num país onde não havia liberdade de dizer, de fazer, de pensar, de crescer. Estou feliz por o meu pai ter emigrado, porque se não o tivesse feito, eu não estaria aqui. Nasci em França, porque a minha mãe teve de deixar o seu país aos 19 anos. Fê-lo porque não tinha hipóteses de estudar e desenvolver o seu potencial no país onde nasceu. Foi para França estudar e trabalhar e estou feliz por tê-lo feito, pois se assim não fosse eu não estaria aqui. Estou feliz por os meus pais terem emigrado, caso contrário nunca se teriam conhecido e eu não estaria aqui. Não tenho porém a ingenuidade de pensar que foi fácil para eles sair do país onde nasceram. Durante anos o meu pai não pôde entrar no seu país, pois se o fizesse seria preso. A minha mãe não pôde despedir-se de pessoas que amava porque viveu sempre longe delas. Mais tarde, o 25 de Abril abriu as portas ao regresso do meu pai e viemos todos para o país que era o dele e que passou a ser o nosso. Viemos para viver, sonhar e crescer.
Cresci. Na escola, distingui-me dos demais. Fui rebelde e nem sempre uma menina exemplar mas entrei na faculdade com 17 anos e com a melhor média daquele ano: 17,6. Naquela altura, só havia três cursos em Portugal onde era mais dificil entrar do que no meu. Não quero com isto dizer que era uma super-estudante, longe disso. Baldei-me a algumas aulas, deixei cadeiras para trás, saí, curti, namorei, vivi intensamente, mas mesmo assim licenciei-me com 23 anos. Durante a licenciatura dei explicações, fiz traduções, escrevi textos para rádio, coleccionei estágios, desperdicei algumas oportunidades, aproveitei outras, aprendi muito, esqueci-me de muito do que tinha aprendido.
Cresci. Conquistei o meu primeiro emprego sozinha. Trabalhei. Ganhei a vida. Despedi-me. Conquistei outro emprego, mais uma vez sem ajudas. Trabalhei mais. Saí de casa dos meus pais. Paguei o meu primeiro carro, a minha primeira viagem, a minha primeira renda. Fiquei efectiva. Tornei-me personna non grata no meu local de trabalho. "És provavelmente aquela que melhor escreve e que mais produz aqui dentro." - disseram-me - "Mas tenho de te mandar embora porque te ris demasiado alto na redacção". Fiquei.
Aos 27 anos conheci a prateleira. Tive o meu primeiro filho. Aos 28 anos conheci o desemprego. "Não há-de ser nada, pensei. Sou jovem, tenho um bom curriculo, arranjarei trabalho num instante". Não arranjei. Aos 29 anos conheci a precariedade. Desde então nunca deixei de trabalhar mas nunca mais conheci outra coisa que não fosse a precariedade. Aos 37 anos, idade com que o senhor se licenciou, tinha eu dois filhos, 15 anos de licenciatura, 15 de carteira profissional de jornalista e carreira 'congelada'. Tinha também 18 anos de experiência profissional como jornalista, tradutora e professora, vários cursos, um CAP caducado, domínio total de três línguas, duas das quais como "nativa". Tinha como ordenado 'fixo' 485 euros x 7 meses por ano. Tinha iniciado um mestrado que tive depois de suspender pois foi preciso escolher entre trabalhar para pagar as contas ou para completar o curso. O meu dia, senhor primeiro ministro, só tinha 24 horas...
Cresci mais. Aos 38 anos conheci o mobbying. Conheci as insónias noites a fio. Conheci o medo do amanhã. Conheci, pela vigésima vez, a passagem de bestial a besta. Conheci o desespero. Conheci - felizmente! - também outras pessoas que partilhavam comigo a revolta. Percebi que não estava só. Percebi que a culpa não era minha. Cresci. Conheci-me melhor. Percebi que tinha valor.
Senhor primeiro-ministro, vou poupá-lo a mais pormenores sobre a minha vida. Tenho a dizer-lhe o seguinte: faço hoje 42 anos. Sou doutoranda e investigadora da Universidade do Minho. Os meus pais, que deviam estar a reformar-se, depois de uma vida dedicada à investigação, ao ensino, ao crescimento deste país e das suas filhas e netos, os meus pais, que deviam estar a comprar uma casinha na praia para conhecerem algum descanso e descontracção, continuam a trabalhar e estão a assegurar aos meus filhos aquilo que eu não posso. Material escolar. Roupa. Sapatos. Dinheiro de bolso. Lazeres. Actividades extra-escolares. Quanto a mim, tenho actualmente como ordenado fixo 405 euros X 7 meses por ano. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. A universidade na qual lecciono há 16 anos conseguiu mais uma vez reduzir-me o ordenado. Todo o trabalho que arranjo é extra e a recibos verdes. Não sou independente, senhor primeiro ministro. Sempre que tenho extras tenho de contar com apoios familiares para que os meus filhos não fiquem sozinhos em casa. Tenho uma dívida de mais de cinco anos à Segurança Social que, por sua vez, deveria ter fornecido um dossier ao Tribunal de Família e Menores há mais de três a fim que os meus filhos possam receber a pensão de alimentos a que têm direito pois sou mãe solteira. Até hoje, não o fez.
Tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: nunca fui administradora de coisa nenhuma e o salário mais elevado que auferi até hoje não chegava aos mil euros. Isto foi ainda no tempo dos escudos, na altura em que eu enchia o depósito do meu renault clio com cinco contos e ia jantar fora e acampar todos os fins-de-semana. Talvez isso fosse viver acima das minhas possibilidades. Talvez as duas viagens que fiz a Cabo-Verde e ao Brasil e que paguei com o dinheiro que ganhei com o meu trabalho tivessem sido luxos. Talvez o carro de 12 anos que conduzo e que me custou 2 mil euros a pronto pagamento seja um excesso, mas sabe, senhor primeiro-ministro, por mais que faça e refaça as contas, e por mais que a gasolina teime em aumentar, continua a sair-me mais em conta andar neste carro do que de transportes públicos. Talvez a casa que comprei e que devo ao banco tenha sido uma inconsciência mas na altura saía mais barato do que arrendar uma, sabe, senhor primeiro-ministro. Mesmo assim nunca me passou pela cabeça emigrar...
Mas hoje, senhor primeiro-ministro, hoje passa. Hoje faço 42 anos e tenho a dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: Tenho mais habilitações literárias que o senhor. Tenho mais experiência profissional que o senhor. Escrevo e falo português melhor do que o senhor. Falo inglês melhor que o senhor. Francês então nem se fale. Não falo alemão mas duvido que o senhor fale e também não vejo, sinceramente, a utilidade de saber tal língua. Em compensação falo castelhano melhor do que o senhor. Mas como o senhor é o primeiro-ministro e dá tão bons conselhos aos seus governados, quero pedir-lhe um conselho, apesar de não ter votado em si. Agora que penso emigrar, que me aconselha a fazer em relação aos meus dois filhos, que nasceram em Portugal e têm cá todas as suas referências? Devo arrancá-los do seu país, separá-los da família, dos amigos, de tudo aquilo que conhecem e amam? E, já agora, que lhes devo dizer? Que devo responder ao meu filho de 14 anos quando me pergunta que caminho seguir nos estudos? Que vale a pena seguir os seus interesses e aptidões, como os meus pais me disseram a mim? Ou que mais vale enveredar já por outra via (já agora diga-me qual, senhor primeiro-ministro) para que não se torne também ele um excedentário no seu próprio país? Ou, ainda, que venha comigo para Angola ou para o Brasil por que ali será com certeza muito mais valorizado e feliz do que no seu país, um país que deveria dar-lhe as melhores condições para crescer pois ele é um dos seus melhores - e cada vez mais raros - valores: um ser humano em formação.
Bom, esta carta que, estou praticamente certa, o senhor não irá ler já vai longa. Quero apenas dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: aos 42 anos já dei muito mais a este país do que o senhor. Já trabalhei mais, esforcei-me mais, lutei mais e não tenho qualquer dúvida de que sofri muito mais. Ganhei, claro, infinitamente menos. Para ser mais exacta o meu IRS do ano passado foi de 4 mil euros. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. No ano passado ganhei 4 mil euros. Deve ser das minhas baixas qualificações. Da minha preguiça. Da minha incapacidade. Do meu excedentarismo. Portanto, é o seguinte, senhor primeiro-ministro: emigre você, senhor primeiro-ministro. E leve consigo os seus ministros. O da mota. O da fala lenta. O que veio do estrangeiro. E o resto da maralha. Leve-os, senhor primeiro-ministro, para longe. Olhe, leve-os para o Deserto do Sahara. Pode ser que os outros dois aprendam alguma coisa sobre acordos de pesca.
Com o mais elevado desprezo e desconsideração, desejo-lhe, ainda assim, feliz natal OU feliz ano novo à sua escolha, senhor primeiro-ministro
e como eu sou aqui sem dúvida o elo mais fraco, adeus
Myriam Zaluar, 19/12/2011"

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

ENVELHECIMENTO DO PRIMEIRO MINISTRO!!!

Este vídeo é para ser visto com atenção...
Mário Silva
VEJAM O ENVELHECIMENTO DO NOSSO/VOSSO  PRIMEIRO MINISTRO.
E AINDA DIZIAM QUE O VELHO NÃO DEIXOU FILHOS...

CONTINUEM NESTA SENDA E É UM CLONE QUE ACABAMOS POR CRIAR...

VÍDEO:

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Francisco Louçã: "Alberto João Jardim Desbaratou Este Ano 550 Milhões" | Debate Quinzenal com o Primeiro-Ministro


Grande intervenção de Francisco Louçã no debate quinzenal  com o Primeiro-Ministro, Passos Coelho. Neste vídeo está apenas uma parte.
Vi as intervenções de Louçã em directo e com muito orgulho em ser bloquista e ter Francisco Louçã como deputado, dirigente e coordenador do Bloco de Esquerda.
JOÃO


"Alberto João Jardim desbaratou este ano 550 milhões"

Carregado por em 14 de Set de 2011
No debate quinzenal com o Primeiro-Ministro, o deputado Francisco Louçã questionou Passos Coelho sobre o desvio de 550 milhões de euros nas contas da Madeira e também sobre o tema da educação, cujo critério deverá ser o da "qualidade".

sábado, 30 de julho de 2011

Os Desvios Colossais de Passos Coelho | Vídeo


Um vídeo colossal, com diferenças colossais do que o candidato a Primeiro-Ministro disse e o que fez depois de ter sido nomeado para o cargo.
A não perderes!
JOÃO


Os desvios colossais de Passos Coelho


Carregado por em 29 de Jul de 2011

Já todos repararam que entre as promessas do candidato Passos Coelho e as acções do primeiro-ministro Passos Coelho há um "desvio colossal". Veja aqui algumas dessas diferenças.

Debate Quinzenal | Os Trinta Dias do Programa do Governo | Francisco Louçã Questiona o Primeiro-Ministro | Vídeo

Sábias e sérias palavras na intervenção de Francisco Louçã, coordenador do Bloco de Esquerda, no primeiro debate quinzenal na Assembleia da República.
Vi em directo, no Canal Parlamento, o debate sobre os trinta dias do programa do Governo entre Louçã e o Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, e fiquei muito agradada, como sempre, aliás, com as palavras, recomendações e argumentação de Francisco Louçã sobre todos os temas escaldantes e preocupantes, como os despedimentos mais facilitados, aumentos dos custos dos medicamentos, aumentos dos transportes de uma forma completamente violenta e arbitrária, e sobre o aumento colossal dos impostos.
Uma intervenção a não perder, num diálogo muito esclarecedor sobre o tipo de Governo que temos e os sacrifícios colossais que vamos enfrentar, com o governo a ter prometido cortes na despesa pública, mas com cortes apenas previstos nos orçamentos das famílias...
Os cortes da despesa só atingem as famílias!
JOÃO
"É um colossal aumento de impostos"
  Carregado por em 29 de Jul de 2011
Francisco Louçã questiona o primeiro-ministro sobre as conclusões do inquérito ao "caso Bairrão" e critica Governo por, depois de ter anunciado na campanha que iria consolidar as contas com cortes na despesa do Estado, apenas ter aumentado impostos, medicamentos e transportes.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Se Não Aconteceu... Podia Ter Acontecido | Na Edição de 08 de Julho de 2011 | « Moody's Baixou Rating Depois de Receber SMS de Moura Guedes» | Na Rotativa: Algumas Frases Desta Edição

Se Não Aconteceu...
Podia Ter Acontecido!


Na Edição de 08 de Julho de 2011
Clica na imagem para a ampliares!
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Algumas Frases desta Edição de 08 de Julho
  • Pai Natal suicida-se e deixa bilhete a culpar Passos Coelho
  • Actor que interpreta o Harry Potter conduziu várias vezes vassouras sob influência do álcool
  • Site Loving Places aponta Ministério das Finanças como melhor sítio em Portugal para dar uma
  • TVI combate “Peso Pesado” da SIC com “Esqueleto Humano”, concurso onde anorécticas têm de ganhar peso para vencer
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Mais uma "fabulástica" primeira página de "O Inimigo Público" com o seu humor sempre arrasador e bastante corrosivo!
Primeira página bem conseguida! Pegaram no Primeiro-Ministro Passos Coelho e colocaram-no num gabinete igual àquele em que a Moody's - e outras Agências de Rating -, colocaram Portugal: num contentor do lixo!
"O Inimigo Público" diz que a Moody's ficou assustada depois de ter recebido um SMS de Moura Guedes... Será a Moura Guedes que não conseguiu ir para a SIC, por ter sido vetada a sua ida pelo próprio Balsemão? Se foi, está mal! Isto não se faz a Portugal, Manelina!
Também, mais umas frases desta edição de "O Inimigo Público" da rubrica “Na Rotativa”, para te aguçar o apetite para as leres, on-line, com os respectivos textos. Os textos são sensacionais!
Rir é mesmo o melhor remédio!... Já que quase nada nos resta, nem a credibilidade, nem o emprego, nem o dinheiro, então vamos rir até chorar...
JOÃO

terça-feira, 28 de junho de 2011

Novo Governo | Tomam Hoje Posse 33 dos 35 Secretários de Estado | 2 Já Tomaram Posse com os Ministros

Conhece todos os que formam este novo Governo.
Deixo a matéria que saiu no Publico.pt sobre os Secretários de Estado que tomarão posse hoje, dia 28 de Junho, pelo meio-dia.
Temos que conhecer bem quem nos vai governar. Eles vão ter que nos prestar contas, um dia!
Vamos estar vigilantes e exercer a nossa cidadania sempre que pudermos.
Este país tem que sair do buraco negro em que se encontra. E todos nós temos, de uma forma ou de outra, alguma responsabilidade.
Fiscalizar é uma das nossas tarefas! Indignarmos-nos é um dos nossos deveres!
Sermos solidários é uma das nossas missões!
JOÃO
Novo Governo

Governo tem 35 secretários de Estado, quase metade independentes

27.06.2011 - 17:49 Por Sofia Rodrigues, Nuno Simas

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, levou hoje ao Presidente Cavaco Silva a lista de 33 secretários que vão tomar posse e juntar-se aos dois já empossados. Ao todo, o XIX Governo Constitucional de coligação PSD-CDS tem 35 secretários de Estado. Veja todos os nomes

A posse está agendada para terça-feira, às 12h00, no Palácio de Belém.

Na lista de secretários de Estado há cerca de metade de independentes, todos eles indicados pelo PSD, segundo fontes consultadas pelo PÚBLICO.

Sete foram apontados pelo CDS-PP, mais um do que chegou a ser noticiado na semana passada.

Dois secretários de Estado, Luís Marques Guedes (Presidência) e Carlos Moedas (Adjunto) já tinham tomado posse, juntamente com os ministros, na semana passada.


Antes de negociar a coligação com o CDS, o PSD propunha um governo de dez ministros e 25 secretários de Estado.

Na versão final, há mais um ministro e mais nove secretários de Estado.

O anterior Governo, de José Sócrates, tinha 16 ministros (além do chefe do Governo) e 38 secretários de Estado.

Assim, o novo Executivo liderado por Pedro Passos Coelho terá, ao todo, 47 membros – 11 ministros e 35 secretários de Estado.

Ministério das Finanças

Secretário de Estado do Orçamento
Luís Filipe Morais Sarmento (PSD). Ex-director-geral do Orçamento e é quadro do Banco de Portugal.

Secretária de Estado do Tesouro e das Finanças
Maria Luís Albuquerque (independente PSD). É Mestre em Economia Monetária e Financeira, e coordenou o Núcleo de Emissões e Mercados do IGCP - Instituto de Gestão e Tesouraria do Crédito Público. Foi candidata independente pelo PSD em Setúbal.
Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais
Paulo Núncio (CDS). Licenciado em direito, especialista em assuntos fiscais, é militante do CDS e fez parte da delegação do partido para as conversações com os representantes da troika
Secretário de Estado da Administração Pública
Hélder Rosalino (ind. PSD). Director do Departamento de Gestão e Desenvolvimento de Recursos Humanos do Banco de Portugal e do gabinete Planeamento Estratégico.

Ministério dos Negócios Estrangeiros

Secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Europeus
Miguel Morais Leitão (CDS). Licenciado em direito, foi secretário de Estado do Tesouro na anterior coligação liderada por Durão Barroso. No sector privado foi gestor na área da banca e seguradoras. Faz parte da Comissão Executiva do CDS, o órgão de consulta mais restrito de Paulo Portas.

Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação
Luís Brites Pereira (ind. PSD). Director-adjunto do Centro Globalização & Governação (CG&G) e era também do gabinete de Relações Internacionais do PSD.
Subsecretária de Estado Adjunta do MNE
Vânia Dias da Silva (CDS). Jurista, adjunta do vereador na Câmara Municipal do Porto, concorreu às legislativas em quinto lugar pela lista do Porto

Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas (PSD)
José Cesário. Deputado do PSD eleito pela Emigração, já ocupou o cargo no Governo de Durão Barroso (2002-2004).

Ministério da Defesa

Secretário de Estado Adjunto e da Defesa Nacional
Paulo Braga Lino (ind. PSD). Director do Departamento Administrativo e Financeiro da Metro Porto.

Ministério da Administração Interna

Secretário de Estado da Administração Interna
Filipe Lobo d’Ávila (CDS). Advogado, foi nomeado em 2004 director-geral no Ministério da Justiça e foi director do Gabinete para a Resolução Alternativa de Litígios (até 2008). Em 2009, foi eleito deputado em 2009 por Santarém e ficou com a pasta da justiça na bancada. É vogal da comissão executiva do CDS.

Ministério da Justiça

Secretário de Estado da Administração Patrimonial e Equipamentos do Ministério da Justiça
Fernando Santo (ind. PSD). Engenheiro, com pós graduação em gestão pela Universidade Nova de Lisboa. Ex-bastonário da Ordem dos Engenheiros.

Ministro-Adjunto dos Assuntos Parlamentares

Secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade
Teresa Morais (PSD). Jurista e deputada. Vice-presidente da bancada do PSD

Secretário de Estado da Administração Local e Reforma Administrativa
Paulo Simões Júlio (PSD). Presidente da Câmara Municipal de Penela.

Secretário de Estado do Desporto e Juventude
Alexandre Miguel Mestre (ind. PSD). Jurista. Tem um livro publicado sobre direito e jogos olímpicos

Secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Parlamentares
Feliciano Barreiras Duarte (PSD). Deputado e chefe de gabinete de Passos Coelho no PSD. Foi secretário de Estado Adjunto do Ministro Adjunto no Governo de Durão Barroso (2002-2004)

Ministério da Economia

Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional
António Almeida Henriques (PSD). É licenciado em Direito e pertence à direcção do Conselho Empresarial do Centro. Deputado do PSD.

Secretário de Estado do Emprego (PSD)
Pedro Martins (ind. PSD). Professor de Economia Aplicada na Escola Queen Mary, Universidade de Londres, Reino Unido.

Secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação
Carlos Nuno Oliveira (ind. PSD). Fundador da empresa tecnológica Mobicomp, vendida à Microsoft.

Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Sérgio Silva Monteiro. Era, até agora, membro do conselho de administração do Caixa BI, banco de investimento do grupo CGD.

Secretário de Estado da Energia
Henrique Gomes. Director-geral da REN – Redes Energéticas Nacional.

Secretária de Estado do Turismo
Cecília Meireles (CDS). É deputada do CDS, licenciada em Direito pela Universidade de Coimbra e fez uma especialização em gestão de empresas pela Escola de Gestão do Porto.

Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território

Secretário de Estado da Agricultura
Diogo Santiago Albuquerque (ind. CDS). Membro da direcção geral e do desenvolvimento rural da Comissão Europeia

Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural
Daniel Campelo (CDS). Ex-deputado e antigo presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, a única câmara democrata-cristã, celebrizado por ter viabilizado um orçamento do Governo de António Guterres – o Orçamento limiano. Estava afastado da vida política há alguns anos, mas discretamente passou a integrar a comissão política nacional do CDS em Março.

Secretário de Estado do Mar
Manuel Pinto de Abreu (ind. PSD). Chefe da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental. Engenheiro hidrográfico e oceanógrafo, vice-reitor da Universidade Lusófona

Secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território
Pedro Afonso de Paulo (PSD). Director executivo da SAPEC, conselheiro nacional do PSD e vice-presidente da distrital de Lisboa.

Ministério da Saúde

Secretário de Estado Adjunto e da Saúde
Fernando Leal da Costa (ind. PSD). É licenciado em medicina, é consultor dos Assuntos da Política de Saúde do Presidente da República desde 2006 e foi Coordenador Nacional para as Doenças Oncológicas, integrando o Alto-Comissariado para a Saúde, de Agosto de 2005 a Março de 2006.

Secretário de Estado da Saúde
Manuel Teixeira (ind. PSD). Presidente do conselho directivo da Administração Central do Sistema de Saúde

Ministério da Educação, do Ensino Superior e da Ciência

Secretário de Estado do Ensino Superior
João Filipe Rodrigues Queiró (ind. PSD). Professor Catedrático no Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

Secretária de Estado da Ciência
Maria Leonor Parreira (ind. PSD). Era até agora a directora do Instituto de Histologia e Biologia do Desenvolvimento da Faculdade de Medicina de Lisboa.

Secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar
João Casanova de Almeida (CDS). Chefe de Gabinete do Grupo Parlamentar do CDS e da comissão política nacional do CDS

Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário
Isabel Maria Santos Silva (PSD). É professora auxiliar no departamento de Psicologia da Universidade de Évora, sendo doutorada em Psicologia. Integra o grupo de trabalho responsável pelo estudo psicolinguístico para “Estabelecimento de níveis de referência na aprendizagem da leitura e da escrita do 1.º ao 6.º ano de escolaridade”.

Ministério da Solidariedade e da Segurança Social

Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social
Marco António Costa (PSD). Líder da distrital do Porto do PSD e vice-presidente de Passos, foi um dos responsáveis pelo projecto de lei da economia social dos sociais-democratas.

Dependente do primeiro-ministro

Secretário de Estado da Cultura
Francisco José Viegas (ind. PSD). Jornalista e escritor, editor. Foi director da Casa Fernando Pessoa, em Lisboa.

Já tinham tomado posse, a 22 de Junho, juntamente com o primeiro-ministro e os restantes 11 ministros:

Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Luís Marques Guedes (PSD)

Secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro
Carlos Moedas (PSD)

Notícia corrigida às 19h00

A lista oficial divulgada já não inclui o nome de Bernardo Bairrão, anteriormente colocado como secretário de Estado adjunto e da Administração Interna.
O secretário de Estado Fernando Santo (Ministério da Justiça) estava erradamente colocado no Ministério da Administração Interna.

domingo, 19 de junho de 2011

Artigo: «Novo Governo Com “Peso Excessivo Dos Aparelhos Partidários”» | Esquerda.Net


Clica na imagem, do Publico.pt, para a ampliares!

Fica um artigo sobre o XIX Governo Constitucional, que tomará posse no próximo dia 21 de Junho, que veio no Esquerda.Net.
Não há mais a dizer, por ora, sobre a constituição do próximo governo.
Mas amanhã será a eleição do Presidente da Assembleia da República, a segunda figura do Estado.
Se for Fernando Nobre, vou gritar, mas gritar tanto!...
Será porque só temos ou corruptos, ou fracotes, que cedem a tudo!
Que o CDS não me desiluda! E o PS não vá atrás de António Costa, que não estava bem quando disse que votaria "sim" a Fernando Nobre, se estivesse na AR e justificou com uma desculpa palerma: é hábito o partido ganhador propôr o nome e os restantes apoiarem!
JOÃO
 

Novo Governo com “peso excessivo dos aparelhos partidários”

Pedro Passos Coelho apresentou, esta sexta-feira, ao Presidente da República, a composição do novo Governo que toma posse já na terça-feira. O dirigente do Bloco João Semedo critica “peso excessivo dos aparelhos partidários” e escolha de um “especialista a cobrar impostos” para ministro da Sáude.