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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Cartoons do Bartoon | O Governo Português Continua a Considerar os Portugueses Lixo | HUMANIDADE Precisa-se!

As barbaridades que estão a ser cometidas pelo Governo PSD/CDS aos trabalhadores, retirando direitos sociais importantes para uma vida minimamente digna, são tão deprimentes;
a violência completamente selvagem dos que se revoltam em Inglaterra em nome da crise social - para mim é mais crise de valores morais e éticos -, pois nada justifica a violência horrenda e gratuita a que temos assistido por partes de crianças e adolescentes, a não ser essa mesma falta de valores e de influência de gangs, uns de cariz político - extrema-direita e outros sectarismos -, que manipulam estes jovens aos quais falta a educação e disciplina que eu vi nos anos 60 e 70 em Inglaterra,
não podem deixar indiferentes aqueles que se guiam pelos valores da humanidade, acima de tudo.
Por isso tenho sofrido muito pela situação aflitiva portugueses mais sacrificados; e já chorei muito por ver a destruição de cidades em Inglaterra e a destruição e vandalismo de bens de pessoas que também estão a sofrer com a crise económica do país.
Nada de resolve assim! Nada!
Está na altura de, uma vez mais, eu colocar aqui os "Cartoons do Bartoon" porque, todos nós, precisamos de rir até porque "Rir é mesmo o melhor remédio".
Por isso, cá vai mais uma série desses Cartoons, estes do período compreendido entre 1 e 11 de Agosto.
Os temas são estes:
  • Alberto João Jardim promete abandonar a política se não tiver uma grande maioria nas próximas eleições
  • Os EUA chegaram a acordo para subir o limite de endividamento do país
  • A venda do BPN é uma história mal contada
  • Desde que tomou posse o Governou já nomeou 51 especialistas. A especialidade deste Governo: Embrulhadas
  • Deputado fez chamada para 112 para testar o tempo de atendimento
  • A sonda Juno partiu em direcção a Júpiter: perceber a importância do planeta no Sistema Solar
  • Director da Satandard & Poor's explicou que os principais motivos para o corte do Rating dos EUA foram políticos e não financeiros
  • Barack Obama diz que os EUA serão sempre um país com Rating AAA
  • Os EUA têm novo inimigo-Agências de Rating Americanas
  • Primeiro-Ministro britânico diz que se verifica na sociedade uma completa falta de responsabilidade
São os maravilhosos, hilariantes e sempre "fabulásticos" tesourinhos...
Mais umas autênticas pérolas!
JOÃO

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PUBLICO.PT - Bartoon 
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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Se Não Aconteceu... Podia Ter Acontecido | Na Edição de 08 de Julho de 2011 | « Moody's Baixou Rating Depois de Receber SMS de Moura Guedes» | Na Rotativa: Algumas Frases Desta Edição

Se Não Aconteceu...
Podia Ter Acontecido!


Na Edição de 08 de Julho de 2011
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Algumas Frases desta Edição de 08 de Julho
  • Pai Natal suicida-se e deixa bilhete a culpar Passos Coelho
  • Actor que interpreta o Harry Potter conduziu várias vezes vassouras sob influência do álcool
  • Site Loving Places aponta Ministério das Finanças como melhor sítio em Portugal para dar uma
  • TVI combate “Peso Pesado” da SIC com “Esqueleto Humano”, concurso onde anorécticas têm de ganhar peso para vencer
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Mais uma "fabulástica" primeira página de "O Inimigo Público" com o seu humor sempre arrasador e bastante corrosivo!
Primeira página bem conseguida! Pegaram no Primeiro-Ministro Passos Coelho e colocaram-no num gabinete igual àquele em que a Moody's - e outras Agências de Rating -, colocaram Portugal: num contentor do lixo!
"O Inimigo Público" diz que a Moody's ficou assustada depois de ter recebido um SMS de Moura Guedes... Será a Moura Guedes que não conseguiu ir para a SIC, por ter sido vetada a sua ida pelo próprio Balsemão? Se foi, está mal! Isto não se faz a Portugal, Manelina!
Também, mais umas frases desta edição de "O Inimigo Público" da rubrica “Na Rotativa”, para te aguçar o apetite para as leres, on-line, com os respectivos textos. Os textos são sensacionais!
Rir é mesmo o melhor remédio!... Já que quase nada nos resta, nem a credibilidade, nem o emprego, nem o dinheiro, então vamos rir até chorar...
JOÃO

Cartoons do Bartoon | Portugal no Lixo | Melhor rir do que chorar...

Estamos mal. Muito mal, mesmo! Portugal está a ser alvo de ataques das Agências de Rating, especialmente da Moodys.
Dói a falta de respeito pelo esforço que os portugueses estão a fazer para ultrapassar esta situação aflitiva em que nos encontramos.
Mas como rir é o melhor remédio, volto a colocar uns "Cartoons do Bartoon" virados para os casos do período compreendido entre os dias 28 de Junho e 5 de Julho, que eu guardei para fazermos a leitura desses dias...
Uma leitura hilariante porque eles são, como sempre, "fabulásticos"! Autênticas pérolas! Uns tesourinhos maravilhosos!
JOÃO

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PUBLICO.PT - Bartoon
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sábado, 16 de abril de 2011

Bloco de Esquerda/Almada | Notícias: Artigo de Opinião - Abril 2011 | O FMI e A Resposta À Crise

Fica mais um artigo de opinião, desta vez do Membro da Coordenadora Concelhia de Almada do Bloco de Esquerda, Henrique Pires, que foi publicado no Notícias de Almada desta Sexta-Feira.

Aconselho-te a ler!

JOÃO

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O FMI e a resposta à crise

Ainda há bem pouco tempo José Sócrates afirmava que não governaria com o FMI. Entretanto, o PEC IV, discutido em Bruxelas com a chanceler alemã, é chumbado na Assembleia da República. Como consequência, o governo pede demissão e Sócrates vitimiza-se. Já com a AR dissolvida, as agências de notação baixam drasticamente o rating da República e dos maiores bancos portugueses. Em seguida, os donos do capital (leia-se “banqueiros”) reúnem-se com o Banco de Portugal e ameaçam que não financiarão mais o estado português. Sem liquidez e os ratings na categoria de quase lixo, o governo cede e decide pedir ajuda externa de acordo com a vontade dos nossos banqueiros.

O termo “ajuda” é um eufemismo, porque, na verdade, o FMI não ajuda ninguém As políticas do FMI (que, no essencial, são também as do FEEF, e ao qual está associado) servem fundamentalmente para garantir aos credores o pagamento das dívidas. São políticas recessivas que não permitem o crescimento económico e criação de emprego. Este PEC IV (base de negociação para a dita “ajuda externa”), aumenta impostos, congela pensões, promove despedimentos (de preferência baratos), indicia o corte do 13º mês, exige um “ambicioso” pacote de privatizações, e quase que liquida o apoio aos desempregados.

Metade ou mais de metade do montante que Portugal pedirá ao FEEF será para pagar a dívida que vence entre 2011 e 2013. O restante poderá ser para refinanciar empresas públicas deficitárias (como a REFER ou a Transtejo) ou tapar o buraco do BPN (prejuízos que o governo nacionalizou).  E, tudo isto, sem contar que o objectivo do défice se mantém inalterado (4,6% em 2011, 3% em 2012, 2% em 2013).
O programa de ajustamento económico que nos será imposto não irá resolver a crise. Antes, pelo contrário, agrava-la-á, como bem demonstram as experiências grega e irlandesa. Como alternativa ao pedido de ajuda, a solução passaria por reestruturar a dívida, os prazos e as suas condições. Mas para que esta reestruturação seja justa seria necessário recusar o pagamento de parcelas inaceitáveis, como sejam os juros excessivos, induzidos pela própria actividade dos especuladores e agências de rating.

Uma reestruturação séria da divida pública exige um forte poder negocial que só um governo de esquerda estaria em condições de o fazer. O governo PS já demonstrou que não é capaz de o fazer, apesar de toda a sua retórica de resistência ao FMI. Por outro lado, o PSD quer chegar ao poder para executar uma política liberal, mas escudado atrás de uma autoridade externa, procurando assim disfarçar as consequências sociais de uma severa política de austeridade. Aliás, a razão pela qual o PSD chumbou o PEC IV, é que este não ia “suficientemente longe”.

Na forja, e ainda no segredo dos deuses, preparam-se novas medidas de austeridade. Não para os donos do capital, que continuam a lucrar com a crise, mas sim para os trabalhadores a quem cabe pagar todo o desvario económico em que foram metidos.

Urge que a situação económica em que nos encontramos não seja vista como uma inevitabilidade, mas como uma jogada do capital, que é preciso combater. Cabe pois, à esquerda, dar uma resposta política, demonstrar que há dinheiro neste país, onde está, e quem é o seu detentor.
Henrique Pires
Membro da Coordenadora Concelhia Almada do BE
11 Abril 2011
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Travessa D. Sancho I, 1-A
2800-046 ALMADA
Telefone: 212752351Bloco de Esquerda (Almada)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A COMUNA: FMI, Precariedade, Rating


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A crise é a táctica para a baixa generalizada do custo do
trabalho e privatização de apetecíveis serviços públicos.
A crise é o motivo fabricado pela máquina especuladora
para suspender a democracia. O FMI e o Fundo Europeu
de resgate, ao serviço da lógica da austeridade da crise,
servem apenas para aprofundar este plano macabro
contra os povos.

Rita Silva


AS VÉSPERAS DO FMI

Ontem, ao fim do dia, Sócrates, primeiro ministro de um Governo que se demitiu na sequência do chumbo do austeritário PEC4, escancarou as portas ao maior ataque austeritário em Portugal, desde o início dos anos 80. Sócrates pediu a intervenção do fundo europeu e do FMI.

Este acontecimento, que será seguramente de má-memória, deve ser enquadrado num contexto de acontecimentos que muito têm a dizer sobre o momento da luta social e política que vivemos.

Bruno Góis
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Quem escolheu sair à rua tem de continuar a fazer escolhas pois a precariedade não é a única solução possível. O combate é pelo futuro do país e pelas gerações futuras.

Ana Cansado
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A indignação e contestação às políticas liberais dos governos amarrados a tal teia, a funcionar em nome do mercado, inevitavelmente evoluirá para um patamar de lutas mais abrangentes.

José Lopes
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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Se Não Aconteceu... Podia Ter Acontecido | Na Edição de 1 de Abril de 2011 | «Somo Lixo Mas Não Somos Recicláveis» | Somos Completamente LIXO!

Se Não Aconteceu...
Podia Ter Acontecido!


Na Edição de 01 de Abril de 2011
 

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Mais uma "fabulástica" primeira página de "O Inimigo Público" com o seu humor arrasadoramente corrosivo.
A imagem desta primeira página de "O Inimigo Público" é, infelizmente, a mais pura das verdades no "Dia das Mentiras".

JOÃO

Dia das Mentiras | Ratings | Lixo | Verdade!

As agências financeiras estão a reduzir o rating de Portugal para níveis muito perto do considerado "JUNK", ou seja, LIXO.
Hoje fomos surpreendidos pela notícia da FITCH ter reduzido o rating de Portugal de (A-) para (BBB-), o que significa que Portugal está a um nível de ser declaradamente considerado como LIXO pelos investidores.

Hoje é o Dia das Mentiras! Será mentira de 1.º de Abril?! Penso que não!

Mas este dia foi aproveitado por um jornal britânico, "The Independent" para "brincar às mentiras" e, a propósito da crise finançeira portuguesa, usou Cristiano Ronaldo como moeda de troca por Portugal, que o teria vendido a Espanha, numa matéria engenhosa, mas não enganava ninguém; pelo menos que não me enganou.

Somos "JUNK"!?

JOÃO