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sábado, 5 de junho de 2010

Eurodeputado Rui Tavares cria Bolsas de Estudo a partir dos seus próprios Rendimentos

Há pessoas e Pessoas! Há políticos e Políticos!
Nem todos os políticos são pessoas interesseiras. A maioria está na política como uma forma de missão cívica, social e política. A política é, na generalidade, uma forma nobre de fazer o bem pela sociedade.
Felizmente, todos os deputados e eurodeputados do Bloco de Esquerda são seres eticamente irrepreensíveis. Por isso, eu não estranho esta atitude do Eurodeputado Rui Tavares, que muitos criticarão ou inventarão segundas intenções, mas que eu sei serem genuínas.
Aliás, mesmo a nível de militância de base no BE, há muitas pessoas assim, completamente generosas e de uma entrega à causa política sem usufruírem, sequer, de qualquer tipo de regalias. Conheço muitas dessas pessoas e é tocante ser-se militante de um partido como o BE.
É de louvar esta atitude do Eurodeputado Rui Tavares. Um exemplo a seguir! Neste momento de crise, espero que muitas outras boas acções se sigam…
Fica o artigo do "i".
JOÃO

Eurodeputado Rui Tavares cria bolsas a partir do próprio bolso
por Agência Lusa, Publicado em 04 de Junho de 2010
O eurodeputado português Rui Tavares anunciou hoje o lançamento de bolsas de estudo que cobrem várias áreas profissionais, financiadas com 1 500 euros mensais a partir dos seus próprios rendimentos.

“Independentemente de achar que deve haver uma política pública para as bolsas de estudo acho que não faz mal que os indivíduos também possam participar (…) Eu, apesar de o salário de eurodeputado não ser essa coisa tão grande quanto se diz, posso fazê-lo agora", afirmou o deputado eleito pelo Bloco de Esquerda.

Rui Tavares, que decidiu desta forma assinalar o primeiro aniversário da sua eleição (07 de junho), precisou que as bolsas não têm limite de idade, nem critérios de nacionalidade, nem restrições temáticas, e, sendo o montante disponível de 1 500 euros mensais, poderão corresponder a duas bolsas de 750 euros ou a uma de 1 500, dependendo do interesse do projeto.

O eurodeputado ressalvou que “os potenciais candidatos a estas bolsas excluem determinantemente relações pessoais do eurodeputado, funcionários do Parlamento Europeu ou do Parlamento Português e militantes do Bloco de Esquerda”.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico***

quinta-feira, 8 de abril de 2010

O PEC é um Monstro e Alimentador da Pobreza - Debate de Urgência marcado pelo Bloco sobre "Política de Rendimentos, Desigualdades e Exclusão Social"

No Debate de Urgência de hoje, marcado pelo Bloco de Esquerda sobre "Política de Rendimentos, Desigualdades e Exclusão social", a Ministra do Trabalho nada fez senão "calar-se" às perguntas dos deputados e elogiar as políticas sociais do seu Partido Socialista.
Não percas esta intervenção do deputado do BE José Manuel Pureza.
Para veres as intervenções dos BE na AR, para além das que deixo neste “post”, clica aqui.
JOÃO
José Manuel Pureza: "o PEC é um alimentador da pobreza"
bloconoparlamento8 de Abril de 2010 — O deputado José Manuel Pureza encerra o Debate de Urgência marcado pelo Bloco de Esquerda sobre exclusão social, referindo-se aos salários dos gestores públicos, aos desempregados e à diminuição do subsídio de desemprego. Pureza conclui que "as Políticas económicas do Governo geram pobreza em vez de as combater".

Debate de Urgência marcado pelo Bloco sobre "Política de Rendimentos, Desigualdades e Exclusão Social" - Quantas Pensões valem os António Mexia deste País

Hoje, na AR, houve um Debate de Urgência marcado pelo Bloco de Esquerda sobre "Política de Rendimentos, Desigualdades e Exclusão social", com a presença da Ministra do Trabalho que, referindo-se ao Bloco de Esquerda, foi insultuosa porquanto referiu a reduzida existência temporal do BE – que vai em cerca de 11 anos já! -, esquecendo-se que o BE é composto por vários partidos que estão na luta democrática desde 1974, tendo a UDP sido representada no Parlamento Português durante muitos anos e antes da formação do Bloco de Esquerda.
O intuito do BE foi referir-se aos prémios e salários milionários e altamente escandalosos dos gestores públicos, aos 200 mil desempregados que não têm qualquer apoio social – mesmo pessoas com qualificações para cima da licenciatura, como o meu filho -, e ao tecto imposto pelo Governo, através do seu PEC, para as despesas sociais, DEC esse que é de estabilidade, mas não de crescimento, pois não vai gerar investimento, emprego e, por isso, não vai tirar a maioria das famílias da pobreza em que estão mergulhadas, mesmo aquelas que ainda têm emprego.
Para veres as intervenções dos BE na AR, para além das que deixo neste “post”, clica aqui.
JOÃO

Helena Pinto: "qual é o limiar para os António Mexia deste país?"
bloconoparlamento8 de Abril de 2010 — A deputada Helena Pinto intervém no Debate de Urgência marcado pelo Bloco sobre "Política de rendimentos, desigualdades e exclusão social", referindo-se aos prémios e salários dos gestores públicos (António Mexia, Rui Pedro Soares, Zeinal Bava, entre outros), aos 200.000 desempregados que não têm qualquer apoio social e ao tecto para as despesas sociais, introduzido pelo Governo com o Programa de Estabilidade e Crescimento. Com efeito, a deputada bloquista caracteriza o PEC como "o caminho da desistência".

José Soeiro: "quantas pensões vale o Mexia?"
bloconoparlamento 8 de Abril de 2010 — O deputado José Soeiro intervém sobre exclusão social referindo-se ao património histórico do PS em termos de políticas sociais, ao enorme índice de desemprego e aos salários dos gestores públicos.