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domingo, 7 de outubro de 2012

Bandeira ao Contrário | É Bom Saber! | Vídeo


Penso que Cavaco Silva já aprendeu a lição. Mas, no caso de não ter aprendido bem o significado de uma bandeira de um país colocada ao contrário, aqui fica uma pequenina lição.
Aprender até morrer!
JOÃO




Bandeira ao contrário:
Cavaco não está só

Publicado em 06/10/2012 por
Tal como Cavaco Silva, nem toda a gente sabe o que significa uma bandeira hasteada de pernas para o ar. Mas este diálogo adaptado do filme "No Vale de Elah" mostra que todos podem aprender com os erros.

sábado, 6 de outubro de 2012

Cartoon do Bartoon | Presidente da República Hasteou a Bandeira ao Contrário!

Uma imagem que fica para a História!

Pois é verdade! O nosso kidíssimo Presidente Cavaquinho Silva ontem ficou, para sempre, na História do Portugal como o primeiro e único Presidente da República a ter a coragem de, através da Bandeira, enviar uma mensagem importante ao Povo Português:
A nossa Nação foi ocupada pelo inimigo!
Impressionante a capacidade que Cavaco Silva tem de transmitir, por gestos tão simples, o que não consegue transmitir por palavras.
O seu gesto foi tudo aquilo que o seu discurso não foi:
GENIAL!!!

JOÃO



PUBLICO.PT - Bartoon - 06/Outubro/2012


Clica na imagem para a ampliares!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Bandeira Içada ao Contrário no 5 de Outubro. Acto Falhado? | Rádio Renascença


SOCORRO!!!

Interessante saber!
Lê a matéria e vê o vídeo.
JOÃO



Bandeira içada ao contrário no 5 de Outubro. Acto falhado? - Renascença

O povo reparou:
a bandeira portuguesa foi hasteada ao contrário

5 de Outubro 2012 | 102.º Aniversário da Implantação da República


A República Comemorada de Pantanas!



Frase do Dia
"Quem tem medo compra um cão!"
                                   Mário Soares




O Povo Português não tem medo!

Vamos voltar a ter feriado no 5 de Outubro e no 1 de Dezembro!
São dois dias que não podem apagar da nossa HISTÓRIA e, consequentemente, fazer cair no esquecimento dos portugueses.
JOÃO






Vi e adorei a cerimónia!
Gostei, particularmente, que o Cavaco tenha querido uma cerimónia recatada e fechada, longe dos olhares do povo português, e que a bandeira lhe tenha dado o sinal de que o país está de pernas para o ar e que, o último 5 de Outubro comemorado, seja lembrado pelo seu içar da bandeira, ao contrário.
Adorei o discurso de António Costa, o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
O resto foi confrangedor! A expulsão de uma senhora, agarrada por vários homens, uns matulões, com quase o dobro da sua altura...
Enfim! Estou aborrecida por acharem que António Costa é o responsável do que aconteceu. Não é! Ele gostaria que a cerimónia decorresse nos mesmos moldes de sempre. Mas recebeu pedido expresso de Cavaco Silva e das polícias! Ora que podia ele fazer?!
Ainda deixou uma portinha aberta. E vai ouvir por isso!... Deixem em paz o António Costa...

A cerimónias oficial do 5 de Outubro começou e acabou de forma pouco ortodoxa: o hastear invertido da bandeira; a ausência do Primeiro-Ministro; a cidadã a protestar e a ser expulsa enquanto o  Presidente da República terminava o discurso; uma cantora lírica a cantar "A Firmeza", de Fernando Lopes-Graça, no meio do barulho dos presentes a levantarem-se para saírem e dos jornalistas a fazerem entrevistas...
Momento mágico da cerimónia: a saída de Cavaco do o Pátio da Galé, de rabinho entre as pernas, assim que terminou o seu discurso... cheio de medinho!...
JOÃO

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Memórias da República, Justiça, Jardinismo e Ensino Superior na Comuna Desta Semana

Problemas em ver esta newsletter?

Frase do Dia
Crescimento precisa-se!
Crescimento, investimento público, são conceitos que não existem para um governo amarrado à "ortodoxia dos cortes" da troika. Não é obrigação, é mesmo convicção. E palavras leva-as o vento, se não existir a coragem de cortar com os compromissos do memorando da nossa desgraça.
Carta de V.Lénine
De facto, o sucedido ao rei de Portugal é um verdadeiro "acidente profissional" dos reis.A imprensa burguesa, mesmo a mais liberal e «democrática», aponta para um moral digna das Centúrias Negras quando discute o assassinato do aventureiro português.


Um inicio que é o fim para muitos
Artigo de Diogo Barbosa
O início deste novo ano lectivo é para muitos o prenúncio de que não terá fim, isto porque não estarão reunidas as condições necessárias para poderem continuar a estudar.Não se trata de pessimismo da minha parte dizer que muitos estudantes não vão conseguir concluir este ano lectivo.
Continuar...



Artigo de Helena Pinto

A propósito da passagem de mais um aniversário da implantação da República e num ano especialmente dedicado a este tema devido à comemoração do seu centenário, é importante dar visibilidade ao papel das mulheres republicanas. Esquecidas e muitas vezes diminuídas elas lutaram pela República, pelos ideais de liberdade, pela educação pública, pela participação política, pela dignidade e contra a exploração no trabalho.



Artigo de Eliseu Lopes

Recentemente a Ministra da Justiça revelou durante a audição na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais a existência de "elementos muito perturbadores na auditoria" feita aos advogados oficiosos que asseguram o apoio judiciário aos cidadãos mais carenciados.



Artigo de Mário Tomé

Alberto João Jardim tem passado os anos desde que conseguiu ser presidente do governo regional da Madeira de mãos nos bolsos.Nos bolsos do contribuinte e nos bolsos das suas próprias calças.
Continuar...

 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

5 de Outubro | 101 Anos Sobre a Implantação da República em Portugal (1910-2011)

Hoje assinalou-se mais um aniversário da Implantação da República em Portugal, em 1910.
Completam-se, assim, 101 anos sobre a implantação da República em Portugal tendo sido iniciado um segundo século da República Portuguesa.
Eu vi em directo, pela televisão, as cerimónias oficiais comemorativas do dia 5 de Outubro que tiveram lugar em Lisboa, na Praça do Município e nos Paços do Concelho, esta manhã, com o hastear da Bandeira Nacional na varanda dos Paços do Concelho e o discurso do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, seguido da intervenção de Ana Lídia Rouxinol Sampaio Dias - vencedora, aos 17 anos de idade, do concurso “A República: o meu discurso em 2010” promovido pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República -, que leu, na íntegra, o seu texto sobre o centenário da implantação da República em Portugal. Finalmente a comemoração oficial foi encerrada com a intervenção do Presidente da República, com um discurso que não desagradou aos partidos de esquerda, pelas declarações dos seus representantes aos jornalistas, após o encerramento da cerimónia do 5 de Outubro.

JOÃO

Ana Lídia Rouxinol Sampaio Dias


5 De OUTUBRO

Jovem de 18 anos faz discurso para altas figuras do Estado

por Lusa Hoje
Ana Lídia tinha 17 anos quando venceu o concurso do Centenário da República e hoje, um ano depois, convidou os jovens a "abraçar os ideais republicanos" perante as mais altas figuras do Estado português.

A jovem discursou no âmbito das cerimónias do 5 de Outubro, que decorreram em Lisboa, seguindo o presidente da autarquia, António Costa, e antes da intervenção do Presidente da República, Cavaco Silva.
O seu discurso recordou os "intelectuais e livres pensadores" que fizeram a República portuguesa, há 101 anos.
Ana Lídia recordou alguns desses homens e do sonho alcançado de uma escola "gratuita e obrigatória para todos".
Ao desfiar o "sonho" de alguns desses homens, a jovem, hoje com 18 anos, enumerou os êxitos alcançados desta República "jovem de um século", mas também as "oportunidades perdidas".
E enumerou nomes como Teófilo Braga, António José de Almeida, José Relvas ou Guerra Junqueiro para enaltecer o "uso correcto e honesto da coisa pública e bem comum".
Interrompida uma vez com aplausos dos convidados e outras pessoas que assistiam à cerimónia - o que não aconteceu com qualquer outro orador -, Ana Lídia convidou os obreiros da educação a repensar o seu modelo actual.
Pelo meio, a jovem convidou todos a abraçar o ideal republicano, hoje celebrado em Lisboa, 101 anos depois de implantado em Portugal.
A jovem, estudante da Escola Secundária da Maia, foi a vencedora do concurso "A República: o meu discurso em 2010", organizado pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Daniel Oliveira: Antes pelo contrário | FALTA-NOS O ARROJO DE OUTUBRO E DE ABRIL

Deixo um bom artigo do Daniel Oliveira, jornalista e um dos comentadores do programa da SIC Notícias "Eixo do Mal", que eu nunca perco, sobre o que se comemora hoje: 100 Anos de República!
O artigo é da rubrica "Daniel Oliveira: Antes pelo contrário" do Expresso.
JOÃO



Falta-nos o arrojo de outubro e de abril

Em outubro um Portugal atrevido revoltou-se com a cobardia da sua elite política. Em abril voltámos a ter um rasgo de ousadia. Faz-nos falta o arrojo de 1910 e a esperança de 1974. Aqueles momentos em que nos superámos.

Daniel Oliveira (www.arrastao.org)
Terça feira, 5 de Outubro de 2010

A implantação da República não representou apenas uma mudança de regime. Correspondeu a uma revolta contra um país agachado e uma classe política de cobardes. Apoiada por uma pequena burguesia farta da pequenez nacional e por um povo urbano, ainda minoritário mas com horizontes para lá do campanário da Igreja, ela foi uma explosão contra a tacanhez nacional. Não foi a primeira. Não foi a última.

Sabemos o que aconteceu depois. Sabemos do falhanço político, do desastroso envolvimento na Grande Guerra, do caos financeiros e dos golpes e contragolpes. Das promessas por cumprir de uma elite impreparada. Ainda assim, foi um raro momento de coragem colectiva. Num país fechado e conservador, foi um momento de ousadia.

Depois veio a ditadura. Veio o país de quase sempre: rural, católico, pobre, medroso, conservador, mesquinho, obediente. Foi meio século que marcou muito do que somos hoje. Foi preciso o Estado Novo cair de podre para que voltasse a explodir esse outro Portugal. Só que há um bloqueio qualquer, talvez determinado por estarmos na periferia da Europa e nunca termos ultrapassado a nostalgia do Império perdido, que nos voltou a acabrunhar. A aceitar. A calar.

Cem anos depois da República, falta-nos essa revolta cíclica contra uma elite política e económica incompetente e habituada a viver do ouro do Brasil, do condicionalismo industrial ou dos fundos europeus. Falta-nos o orgulho, já não nacionalista mas pelo menos com alguma dignidade, de não aceitar como inevitáveis os ditames das potências europeias. Falta-nos um povo que não se julgue fadado a carregar o peso de uma elite parasitária da Nação. Falta-nos algum do arrojo de 1910 e muita da esperança de 1974.

5 de Outubro | Primeiro Centenário da República em Portugal (1910-2010)

Hoje completam-se 100 anos sobre a implantação da República em Portugal.

Eu sou republicana, neta de republicanos - cujo avô paterno foi preso político exactamente por se dizer republicano! -, e continuo a sonhar pela essência dos valores e ideias republicanos, nem todos ainda conquistados e/ou completamente alicerçados. E a república foi conquistada por um golpe de Estado que nasceu de uma vontade para Portugal se tornar num país com um regime democrático, onde o seu atraso e as desigualdades dos portugueses fossem combatidos.

Estou ainda à espera que todos os políticos e responsáveis de cargos públicos sejam pessoas com ética e com sentido de responsabilidade. Estou, também, desejosa de ver a maioria dos cidadãos do meu país exercendo os deveres e direitos de cidadania e deixando para trás a apetência para a corrupção e para o "chico-espertismo", pautando a sua postura na vida com os valores de ética e de responsabilidade que desejo para os que nos governam.

Desprezo o folclore do espectáculo das inaugurações das 100 escolas, quando ainda há meses se fecharam mais de 700 escolas pelo país inteiro. A comemoração do Centenário da República com este espectáculo mediático é uma hipocrisia das muitas que vivemos e uma prova que o que conta para este governo é o mediatismo demagógico e não as pessoas, crianças, professores e famílias, que prejudicaram com a política educativa e as escolhas que foram feitas pelo Ministério da Educação e pelo Governo que retirou verbas às autarquias, impossibilitando, assim, que as escolas funcionem capazmente a ponto de, muitas delas, nem papel higiénico poderem comprar...

Fico com uma frase que retirei de uma entrevista a Francisco Louçã, dirigente do Bloco de Esquerda, e que dá sentido ao meu sonho e ao acreditar no BE, na política e em alguns políticos:

"(...) Temos que ser fortes contra a desigualdade."

É este o meu anseio e esta a minha luta!

JOÃO
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 PUBLICO.PT - Bartoon
 5/Outubro/2010 
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Primeiro Centenário da República em Portugal


Cem anos de República em Portugal!

Eu prezo muito o ideal republicano. A República é a democratização de uma sociedade.

Mas, apesar de a República estar a celebrar o seu primeiro centenário, ela nem sempre honrou os ideais de democracia e liberdade que são os pilares para uma verdadeira república democrática.

Eu considero que a 1.ª República foi um processo de intenções, mas não completamente concretizado. E considero que durante a ditadura do Estado Novo não se viveu numa República.

Eu vivi, pois, num Portugal “republicano”, com ditadura, onde não se podia gritar “Viva a República!” e não havia democracia nem liberdade. E vivi numa Inglaterra monárquica onde a democracia e a liberdade eram os alicerces do regime governamental.

Presentemente vivo num Portugal com uma República que está alicerçada na mentira, na desigualdade e na injustiça.

Sonho com a República que todos sempre ansiámos e que já vivemos depois do 25 de Abril. E espero que os portugueses saibam rejeitar os políticos sem valores de ética, de verdade, de justiça, de lealdade, de igualdade, de fraternidade e de liberdade, e que possamos, muito em breve, ter políticos eleitos com esses grandes valores democráticos, que nos façam sentir que a corrupção é combatida e que o povo pode viver em liberdade, sem medos e temores, como vive presentemente.

JOÃO




Para veres e leres os vários artigos do dossier "Centenário da República" no Esquerda.Net clica AQUI.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Manuel Alegre vai Formalizar a sua Candidatura à Presidência da República no dia 4 de Maio de 2010

Com efeito, o meu candidato, Manuel Alegre, vai formalizar sua candidatura à Presidência da República já no próximo dia 4 de Maio, nos Açores.
Manuel Alegre que, em 31 de Janeiro de 2010, disse "Não serei candidato em nome de nenhum partido. Serei candidato por Portugal", continua a ser o único candidato de Esquerda que me parece credível para ser o Presidente de todos os Portugueses.
Para conheceres melhor este candidato clica aqui.
JOÃO
Alegre formaliza candidatura a 4 de Maio
28-Abr-2010
Manuel Alegre deverá formalizar a sua candidatura a Presidente da República a 4 de Maio, durante uma cerimónia em Ponta Delgada, adiantou fonte próxima do ex-deputado socialista.

No passado dia 10 de Abril, em Lisboa, durante uma reunião com apoiantes, Manuel Alegre comunicou que em breve formalizaria a sua candidatura presidencial, definindo-a como “supra partidária e não dependente de ninguém”.

Nessa reunião, Manuel Alegre afirmou que "o tempo de avaliação está esgotado" e lembrou que "a sua casa política é o Partido Socialista, mas que a sua candidatura é supra-partidária", reiterando que "a sua decisão é pessoal e não está dependente de ninguém."

Manuel Alegre já agradeceu os apoios e as disponibilidades demonstrados por todos os seus apoiantes, entre os quais se encontra o presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César.

A reunião do inicio de Abril foi convocada por Manuel Alegre para analisar a evolução política dos últimos meses e avaliar as condições necessárias à formalização da sua candidatura à Presidência da República.Manuel Alegre, consideraram que chegou o tempo de decidir e apelaram no sentido de se apresentar formalmente como candidato à Presidência da República em 2011, independentemente do apoio do Partido Socialista.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

REPÚBLICA DE ABRIL - Espectáculo de Homenagem à Mulher Portuguesa


Amanhã, dia 15 de Abril de 2010, pelas 21:30, no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, terá lugar um espectáculo de homenagem à Mulher Portuguesa, com o título "República de Abril", que será um espectáculo promovido pela "Associação 25 de Abril" de conjugação da comemoração dos 36 anos pós o 25 de Abril e da comemoração dos  100 anos pós implantação da República.
Foi a mulher quem mais ganhou com a Revolução de Abril, passando a ter, de lá para cá, direitos completamente impossíveis em ditadura, só viáveis em plena democracia.
Também, foi a figura feminina a escolhida para ilustrar o símbolo da República!
Daí a justa Homenagem à Mulher Portuguesa!
O espectáculo será gravado e transmitido, no dia 25 de Abril, pelo canal 1 da RTP.
Para mais detalhes, consulta as imagens que deixo, clicando 2 vezes sobre elas para as aumentares e, assim, as poderes ler.
JOÃO

Fonte:

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Queres Apoiar Manuel Alegre nas Presidenciais 2011 ?! Podes Apoiar Aqui!

Eu hoje fui ao site da candidatura de Manuel Alegre E, depois de ter visto o site bem, em Cliquei Presidenciais 2011E, clicando, do lado direito do ecrã em Quero APOIAR, Abriu-se uma página onde pude colocar os meus dados Para apoiar uma candidatura em questão.
Fiz o apoio dando os meus dados e Permitindo que o meu nome, idade e profissão em aparecessem MAIOR, Cujos nomes aperecem por Distritos.
Se quiseres APOIAR Manuel Alegre, podes fazer o mesmo que eu eo meu marido já fizemos. E, podes publicitário o site também e esta forma de apoio.
Obrigada!





JOÃO

"Quem diz Pátria, diz República"

"Não serei candidato em nome de partido nenhum. Serei candidato por Portugal"

http://manuelalegre.com/

domingo, 31 de janeiro de 2010

Iniciadas Hoje as Comemorações do Primeiro Centenário da Implantação da República

Foram hoje iniciadas as comemorações do primeiro centenário da implantação da república.
Viva a República! Vivam todos os que a tornaram possível. Mas não percamos, nunca, de vista os valores máximos da República, a cidadania e a liberdade, valores que, se não tivermos cuidado e nos deixarmos alienar, vamos perdendo...
A Revolta de 31 de Janeiro de 1891 foi o primeiro movimento revolucionário que teve por objectivo a implantação do regime republicano em Portugal. A revolta teve lugar na cidade do Porto e foi, então, fracassada. Mas chegámos lá, 19 anos depois!
Os ideais republicanos não estão, ainda, alcançados. Existe uma constituição com direitos que não são cumpridos e muitos deles longe se serem, algum dia, completamente praticados.
Podem dizer que muitos desses ideais são utópicos. Uma casa para todos; emprego para todos; educação para todos…! É difícil esses e outros ideais serem cumpridos para todos numa sociedade de costas viradas para a liberdade, a fraternidade, a igualdade e o direito à cidadania. Mas temos que lutar para que a República se torne cada vez mais um direito para todos e uma realidade sem entraves e sem corrupção, que rói todos os alicerces de uma conquista duradoura.
Foram tantos os que perderam a vida, ficaram presos, foram torturados para que pudéssemos, hoje, estar a iniciar as comemorações do primeiro centenário da república!...
Devemos a esses, não só honrar a sua memória, como continuar uma luta, usando os nossos direitos de cidadania, a que não devemos renegar nunca, direitos conquistados e por nós a manter lutando, mesmo se tivermos que dar a vida para que eles se mantenham.
Na nossa memória devem permanecer sempre os obreiros da conquista da República e daqueles que, mesmo depois de implantada a República, ainda eram presos pela PIDE e torturados nas prisões, como o meu avô, cujo único crime era ser republicano.
Os objectivos republicanos não os devemos perder de vista, nunca. E devemos incutir nos mais novos esse orgulho de termos tido alguém que lutou para que fossemos todos iguais e tivéssemos direito à liberdade e cidadania.
Temos que ser capazes que construir uma sociedade melhor, mais justa, com uma democracia plena, onde não se violem os direitos à liberdade de expressão, como já vai acontecendo.
Aos vencidos da revolta fracassada de 31 de Janeiro de 1891, dia que hoje foi recordado, devemos agradecer o início da caminhada para a conquista da implantação da República e, também, a expressão que usamos “não arranjes um 31” que frequentemente é usada para nos advertirem a termos cuidado especial em não escolhermos um caminho, uma solução, que pode acabar mal.
JOÃO