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quinta-feira, 24 de maio de 2012

RAP Versus PC

Reencaminho, concordando com a contra argumentação de R.A.P.
Abraço!
Mário
  
Como Ricardo Araújo Pereira contra argumenta, com muita imaginação, um comentário idiota do "nosso" PM , mister PC.
Ricardo Araújo Pereira é, de facto, um caso à parte nos humoristas portugueses.

Aumente a imagem para a ler...
M.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Ricardo Araújo Pereira: «Partidos Nunca, Alcochete Jamais» | Boca do Inferno

Ricardo Araújo Pereira escreveu, neste artigo que te deixo:
«Fernando Nobre: "Vocês não prestam para nada. Em que é que eu posso ajudar-vos?"»





Boa!
JOÃO


Ricardo Araújo Pereira

Partidos nunca, Alcochete jamais
Vejam como são hipócritas os partidos! Vejam o modo como conseguiram apropriar-se daquela conversa tão bonita sobre cidadania! Vejam a rapidez com que arregimentaram esta espécie de Zita Seabra instantânea que sou eu! Malditos partidos! (A propósito, votem neste partido, para que, com a minha eleição, fique bem clara a perfídia dos seus dirigentes.)'
Ricardo Araújo Pereira
9:32 Quarta feira, 20 de Abr de 2011
Tal como Fernando Nobre previu, a sua decisão de aceitar um lugar numa lista partidária depois de ter dito que nunca aceitaria nada que tivesse a ver com a política partidária foi mal interpretada. A generalidade das pessoas, cuja capacidade hermenêutica é muito deficiente, interpretou o gesto como uma manifestação de incoerência de Fernando Nobre. Na verdade, trata-se de uma manifestação de incoerência dos partidos. O que está em causa não é Fernando Nobre ter dito categoricamente uma coisa e depois ter feito o contrário, o que está em causa é que, mais uma vez, um partido apoia uma pessoa que diz categoricamente uma coisa e depois faz o contrário. Depois de ter passado toda a campanha presidencial exprimindo a mais profunda repugnância pelos partidos, Nobre prepara-se agora para fazer o mesmo nas legislativas mas ao serviço de um partido. A candidatura como cabeça de lista do PSD por Lisboa aprofunda a crítica de Nobre aos partidos.
É mais um grito de denúncia da podridão do sistema partidário. É, no fundo, uma candidatura que brada: "Vejam como são hipócritas os partidos! Vejam o modo como conseguiram apropriar-se daquela conversa tão bonita sobre cidadania! Vejam a rapidez com que arregimentaram esta espécie de Zita Seabra instantânea que sou eu! Malditos partidos! (A propósito, votem neste partido, para que, com a minha eleição, fique bem clara a perfídia dos seus dirigentes.)" A sabedoria popular parece validar a escolha de Fernando Nobre. De facto, há um provérbio que diz "Não cuspas no prato em que comeste", mas não há qualquer ditado que recomende "Não comas no prato em que cuspiste", como Nobre se prepara para fazer. O povo desaconselha a ingratidão, mas sabe que a fome é negra.
Fernando Nobre apoiou Durão Barroso nas legislativas de 2002, Mário Soares nas presidenciais de 2006 e o Bloco de Esquerda nas europeias de 2009. É um homem que não gosta de partidos mas já apoiou quase todos, o que é cristão. De repente, Nobre deixou de apoiar partidos e passou a criticá-los.
E foi exactamente nessa altura que os partidos passaram a apoiá-lo a ele. Pode não ser um político, mas sabe muito de política. O ativista antipartidos aceita encabeçar uma lista do PSD numa altura em que até antigos presidentes do partido, como Manuela Ferreira Leite e Marques Mendes, não aceitam.
É sempre assim: essa gente da política partidária está sempre pronta para ajudar os partidos não colaborando com eles. Deviam ter a coragem, a audácia e a rebeldia de dizer, como o dr. Fernando Nobre: "Vocês não prestam para nada. Em que é que eu posso ajudar-vos?"

sábado, 30 de outubro de 2010

António Lobo Antunes Acaba de Editar "Sôbolos Rios que Vão" | «Negociar os Livros com a Morte» | ENTREVISTAS

 "Sôbolos Rios Que Vão" é o mais recente romance de António Lobo Antunes.

O escritor dá agora a conhecer mais outra obra de uma trilogia sobre o mundo rural, que começou com o livro "O Arquipélago da Insónia".  Esta triologia de Lobo Antunes percorre a Beira Alta e o Ribatejo. A primeira viagem começou no Alentejo.
O filósofo José Gil classificou este último livro de António Lobo Antunes, "Sôbolos Rios Que Vão", como «um grande livro, com muitos aspetos insólitos e inéditos na escrita do autor».
António Lobo Antunes sofre de um cancro há já uns anos. Será por isso que Lobo Antunes já disse que sente que está «a negociar os livros com a morte».
As entrevista que deixo falam muito da morte e são todas em registos diferentes.
Vale a pena leres e ouvires estas entrevistas que aqui deixo.
JOÃO

"Nunca terei tempo para escrever o que queria"
Inserido em 29-10-2010 00:25
António Lobo Antunes acaba de editar "Sôbolos rios que vão", “um grande romance de micro-afectos abstractos”, mas palavras de José Gil.
"Sôbolos rios que vão" é o título da obra que reflecte sobre a vida. O narrador, tal como António Lobo Antunes, viveu a ameaça da morte por cancro e usa a situação para recuperar fragmentos da sua vida. A obra, que tem um titulo que vai beber inspiração a um verso de Camões, foi apresentada esta noite no Museu da Água, em Lisboa.
No final da apresentação, Lobo Antunes pediu desculpas. Não tinha tempo para dar autógrafos. Queria voltar rapidamente para as páginas do seu próximo livro e a uma das personagens, uma rapariga de cinco anos.
Para já, ao leitor oferece "Sôbolos rios que vão", uma obra que tem como narrador um homem operado a um cancro e, que perante a ameaça da morte, recupera imagens da sua vida.
Lobo Antunes recusa a ideia de autobiografia, mas diz escrever para sobreviver: “Eu sei que vou morrer, mas tenho de trabalhar de maneira a que o meu trabalho fique e que os meus livros continuem a interpelar as pessoas”, frisa.
Servo da escrita, Lobo Antunes questiona-se se ainda terá tempo para passar para o papel tudo o que almeja.
“Sinto cada vez mais e de uma maneira que, por vezes, é dolorosa, que estou a negociar os meus livros com a morte, mas isso sinto desde o princípio, que nunca terei tempo para escrever o que queria”, sublinha.
Lobo Antunes escreve porque quer dizer e acha que os livros são um diálogo com o leitor. Critica a dificuldade que novos autores enfrentam para publicarem o primeiro livro e lamenta a forma como os grandes escritores são tratados.
A apresentação do livro decorreu no Museu da Água, em Lisboa, e ficou a cargo de José Gil. Para o pensador, "Sôbolos rios que vão é, mesmo que não pareça, um grande romance de micro-afectos abstractos, por isso também a sua leitura nos afecta tanto”.

Ricardo Araújo Pereira entrevista António Lobo Antunes
28 de Out de 2010
Sabíamos da admiração mútua. No momento em que Sóbolos Rios Que Vão chega às livrarias, a VISÃO desafiou o humorista a entrevistar o escritor. Lobo Antunes abriu-lhe as portas de casa e baixou todas as defesas. VÊ O VÍDEO CLICANDO AQUI.

Lobo Antunes sobre o seu novo livro
Notícias Cultura | 30/10/2010
Mário Crespo entrevista Lobo Antunes

sábado, 26 de junho de 2010

Ricardo Araújo Pereira | O Presidente de Todos os Ressentidos | Artigo sobre a Despedida a Saramago

Eu já falei sobre a atitude de Cavaco Silva ao ter decidido não estar presente nas cerimónias de despedida a José Saramago. Essa atitude, cada dia que passa, parece-me, ainda, mais mesquinha e medíocre.

Não é este o meu Presidente!

JOÃO

 O Presidente de todos os ressentidos

Cavaco Silva disse uma vez que os livros de Saramago lhe desagradavam porque tinham demasiadas vírgulas. As explicações com que o Presidente da República justificou a sua ausência do funeral de Saramago tinham demasiadas reticências.

2:43 Quinta-feira, 24 de Jun de 2010

Para Eduardo Lourenço, a obra de Saramago é um diálogo extraordinário com a Bíblia. Harold Bloom dizia que Saramago era o mais talentoso romancista vivo. E Cavaco Silva afirmou uma vez que os livros de Saramago lhe desagradavam porque tinham demasiadas vírgulas. Enfim, cada crítico literário com a sua mania. A mim, que não percebo nada de literatura, pareceu-me que as explicações com que o Presidente da República justificou a sua ausência do funeral de Saramago tinham demasiadas reticências.

Bem sei que Cavaco decretou que a polémica em torno do facto de não ter comparecido no enterro de Saramago era estéril. Mas, por azar, as polémicas estéreis são as que mais me costumam interessar. Para polémicas fecundas sempre revelei menos capacidades.

Primeiro, e na qualidade de cidadão especialista em evasivas, devo lembrar que as melhores desculpas são singulares. Ora, Cavaco apresentou três. Por um lado, disse que não conhecia Saramago. Por outro, disse que não era amigo dele. Finalmente, alegou que prometera aos netos mostrar-lhes as belezas dos Açores durante quatro dias. Só faltou dizer que não iria ao funeral de Saramago por desconfiar que Saramago também não irá ao dele. São demasiadas desculpas e, como é próprio das desculpas múltiplas, são pobres. A circunstância de não ter uma relação próxima com os homenageados nunca impediu o Presidente da República de estar presente em cerimónias de Estado. Por exemplo, Cavaco comparece sempre nas cerimónias comemorativas do 25 de Abril, embora mal conheça a data e não seja propriamente amigo dela. Talvez seja melhor retificar a regulamentação do luto nacional. O País fará luto por ocasião da morte de uma personalidade de excecional relevância, a menos que o Presidente da República se encontre a contemplar as Furnas.

No entanto, também o facto de estar de férias não tem impedido o Presidente de intervir em matérias de Estado. Ainda fresca na nossa memória está a importante comunicação ao País sobre o estatuto político-administrativo dos Açores, por causa do qual Cavaco Silva interrompeu o merecido descanso, há cerca de um ano e meio. Creio que, se o estatuto político-administrativo dos Açores tivesse falecido, Cavaco teria pedido desculpa aos netos e ter-se-ia dirigido ao Alto de São João para lhe prestar a última homenagem. Tendo morrido só um homem, não houve necessidade de perturbar o turismo. Na verdade, foi apenas isso que aconteceu. Não morreu um santo nem um demónio. Morreu um homem. Logo por coincidência, dos três é o meu preferido.

in "VISÃO"

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Sobre a Promulgação do Casamento entre Pessoas do Mesmo Sexo...

Lembrei-me que ainda não me manifestei com sobre a promulgação pelo Presidente da República do diploma que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Já tinha, claro, manifestado o meu contentamento quando a legislação foi aprovada.
Contudo devo dizer que considerando este um passo muito importante para a igualdade de direitos entre as pessoas. Finalmente vai ser dado acesso ao casamento civil a todos os portugueses que se desejem casar.
Ninguém vai obrigar ninguém a fazê-lo! Por isso, aqueles que ainda se encontram afectados pela promulgação da Lei, principalmente os da Igreja Católica, não têm nada que temer, pois a Lei será, claro, só para o casamento pelo civil.
Já há quem pense em cenários propícios a outra maioria parlamentar e a ser-se possível mexer nesta lei. Eu acredito que, uma vez esta Lei promulgada, jamais o casamento entre dois seres do mesmo género será abolido em Portugal. Mas há certos passos que uma vez dados, jamais voltarão atrás. São os avanços civilizacionais que vieram para ficar.
E, já que estou neste tema, deixo um artigo do final de 2009, escrito para a VISÃO pelo Ricardo Araújo Pereira. O nosso querido “gato fedorento”!
JOÃO
Isto precisa é de um referendo em cada esquina

O casamento entre pessoas do mesmo sexo deve ser referendado caso a caso. Se o objectivo é metermo-nos na vida dos outros, façamo-lo com o brio que essa nobre tarefa merece.
5:33 Quinta-feira, 3 de Dez de 2009
Confesso que não sei se as pessoas nascem com essa característica ou se optam por adoptar o comportamento desviante que a Bíblia, aliás, condena - mas, na minha opinião, os canhotos não deveriam poder casar. Nem adoptar crianças. Um casal de pessoas, digamos, normais, acaricia a cabeça dos filhos como deve ser, da esquerda para a direita. Os canhotos acariciam da direita para a esquerda, o que pode ter efeitos perversos na estrutura emocional das crianças. Na verdade, sou contra a adopção por casais heterossexuais em geral, sejam ou não canhotos. Atenção: não tenho nada contra os heterossexuais. Tenho muitos amigos heterossexuais e eu próprio sou um. Mas não concordo que possam adoptar crianças. Em primeiro lugar, porque é contranatura. Quando olhamos para a natureza, não vemos casais de pardais ou de coelhos a adoptarem crias de outros. Pelo contrário, esforçam-se por colocar as suas crias fora do ninho ou da toca o mais rapidamente possível. Ou usam as suas próprias crias para produzir novas crias. Mas não adoptam. Provavelmente, porque sabem que é contranatura. Por outro lado, a adopção por casais heterossexuais pode condicionar a sexualidade das crianças. Todos os homossexuais que conheço são filhos de casais heterossexuais. A influência de heterossexuais tem, por isso, aspectos nefastos que merecem estudo cuidadoso. Por fim, há a questão do estigma social. Suponhamos que uma criança adoptada por um casal heterossexual é convidada para ir a casa de um colega adoptado por um casal de homens. Como é que o miúdo que foi adoptado por heterossexuais se vai sentir quando perceber que a casa do colega está muito mais bem decorada do que a dele?

Quanto ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, mais do que ser a favor de um referendo, sou a favor de vários. Creio que o casamento entre pessoas do mesmo sexo deve ser referendado caso a caso. O Fernando e o Mário querem casar? Pois promova-se uma grande discussão nacional sobre o assunto. A RTP que produza um Prós e Contras com cidadãos de vários quadrantes que se posicionem contra e a favor da união do Fernando e do Mário. Organizem-se debates entre o Mário e os antigos namorados do Fernando, para que o povo português possa ter a certeza de que o Fernando está a fazer a escolha certa. E depois, então sim, que Portugal vá às urnas decidir democraticamente se concede ao Mário a mão do Fernando em casamento. E assim para todos os matrimónios. Se o objectivo é metermo-nos na vida dos outros, façamo-lo com o brio que essa nobre tarefa merece.

Defendo, portanto, uma abordagem especialmente cautelosa desta questão. Sou muito sensível ao argumento segundo o qual, se permitirmos o casamento entre pessoas do mesmo sexo, teremos de legalizar também as uniões dos polígamos. E sou sensível porque, como é evidente, não posso negar que me vou apercebendo da grande movimentação social de reivindicação do direito dos polígamos ao casamento. Parece que já temos entre nós vários muçulmanos, grandes apreciadores da poligamia. E eu não tenho homossexuais na família, nem entre os meus amigos, mas polígamos, muçulmanos ou não, conheço umas boas dezenas. Se toda esta massa poligâmica desata a querer casar, receio que os notários fiquem com as falangetas em carne viva, de tanto redigirem contratos de união civil. Mas, felizmente, confio que os polígamos sejam, também eles, sensíveis à mais elementar lógica: a poligamia é uma relação entre uma pessoa e várias outras de sexo diferente. A reivindicarem a legalização das suas uniões, fá-lo-iam a propósito do casamento entre pessoas de sexo diferente, com o qual têm mais afinidades. A menos que se trate de poligamia entre pessoas do mesmo sexo. Mas, segundo o Presidente do Irão, parece que entre os muçulmanos não há disso.

Ricardo Araújo Pereira

quarta-feira, 24 de março de 2010

Artigo no site da Pastoral da Cultura: Ricardo Araújo Pereira e a questão de Deus

Eu fui baptizada e tive uma educação cristã, tanto em casa, como na escola, apesar do meu pai não se dizer crente. A minha avó paterna ea minha bisavó eram católicas praticantes.

Toda a vida questionei um Existência de Deus, que tem um significado diferente para mim e por isso, aceito todas as religiões, todas as crenças e acredito que cada deus, por diferente que seja o nome que lhe dão, só pode ser o mesmo e habitar dentro de cada um de nós ... Mas, ao longo da minha vida questionei e critiquei sempre a Posição da Igreja Católica e, até, de todas as igrejas ...

Sinto que a vida é para ser encarada e vivida com ética, fraternidade, solidariedade e em liberdade e, entre lágrimas e sorrisos, deve ser vivida com muito humor, rir é que, de facto, o melhor remédio que e como diferentes Fés e Crenças Puseram o mundo luta constante em ...

Vou deixar-vos uma hiperligação para ouvirem e verem 3 vídeos com uma intervenção de Ricardo Araújo Pereira na mesa-redonda «Deus: Questão para Crentes e Não-Crentes, organizada pela comunidade da Capela do Rato (Lisboa).

São imperdíveis! Eu não resisti e ouvi os 3 vídeos, aos poucos, conforme fui podendo, e mais do que uma vez.

Vale a pena! O Ricardo Araújo Pereira é, de facto, um humorista de alto nível, do tipo que eu admito, sem recorrer à grosseria, mas tão só um intelectual, capacidade extraordinária sua, uma vasta cultura que tem sobre todas as coisas.

Ainda bem que existem pessoas como ele que, à semelhança do meu pai, se dizem Não-Crentes, nos deliciam com o seu fantástico sentido de humor e nos Colocam a pensar sobre todo este universo "uma questão de Deus".

E, se Deus realmente existe, tem que ser bom um ente, com sentido de humor e não aquele que nos deram e continuam a dar a conhecer ...

E, para terminar, vou deixar uma citação de Charles Chaplin (Charlot) Daquilo que eu penso que a vida e é Deveria ser para todos:

"A vida é uma Peça de Teatro que Não Permite ensaios ...
Por isso, cante, ria, dance, chore e viva intensamente cada momento de sua vida, antes que a cortina se Feche ea Peça termine sem aplausos ... "

JOÃO


Artigo no site do Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura:

domingo, 14 de fevereiro de 2010

LIBERDADE DE (EX)PRESSÃO

 
Meus amigos,
Estamos no Carnaval e a vida política do país está carnavalesca.
Venho desejar-vos umas boas mini-férias, para aqueles que as vão poder ter, e um bom carnaval a todos.
E, para vos deixar uma gracinha, envio uma imagem que espero gostem e que, clincando sobre ela, consigam lê-la:
É tão só o Ricardo Araújo Pereira com a Crónica "Boca do Inferno" intitulada "Liberdade de pressão".
Bom Carnaval!



Joaninha

PS: Peço à gestora do Blog desculpa se tiver que "arrumar" a mensagem.

domingo, 22 de novembro de 2009

O Benfiquista, Ricardo Araújo Pereira, "pediu demissão" de Jorge Jesus

Um dos conhecidos humoristas “Gato Fedorento”, Ricardo Araújo Pereira, esteve na Casa do Benfica, no Porto, na passada Sexta-Feira, dia 20 de Novembro, na celebração do 21.º Aniversário da Casa do Benfica da Cidade do Porto.

O benfiquista “Gato Fedorento” pediu - num discurso cheio de humor muito ao seu jeito -, a demissão do treinador do Benfica dizendo que achava que Jorge Jesus deveria ser despedido.

Eu, que sou melancia, verde por fora e vermelha por dentro, como dizem @s amig@s, por ser do Sporting e ter o Benfica no coração - mais uns quantos clubes, como o Belenenses, Vitória de Setúbal, Boavista, Chelsea -, estou bem satisfeita por o Jorge Jesus ter dado a volta ao Benfica e estar a conseguir óptimos resultados.

Deixo o Vídeo de ItalianFilipe, colocado ontem, dia 21 no Youtube.

Não deixem de o ver… Tem muita graça! E, por favor, classifiquem o vídeo. Eu dei a avaliação máxima: as 5 estrelas!





JOÃO

Vídeo colocado no Youtube por ItalianFilipe