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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Última Hora | Se Não Aconteceu... Podia Ter Acontecido | Outra Frase do Dia

Procura-se ladrão de gravadores...

Precisa-se o melhor e o mais habilidoso de sempre...!

Assunto importante!

Contactar "O Inimigo Público".

JOÃO

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Queiroz pediu ao deputado Ricardo Rodrigues
para gamar gravadores da entrevista ao “Sol”

Mário Botequilha

Caso dos Gravadores Furtados por Ricardo Rodrigues | Gravadores Foram Restituídos à Jornalista da "Sábado" pelo DIAP

Aquando do furto dos dois gravadores à jornalista da "Sábado", eu disse, entre outras coisas, o que pensava do deputado Ricardo Rodrigues:

«O deputado Ricardo Rodrigues, que tem uma posição bastante marcante no PS e é até Vice-Presidente da bancada parlamentar do PS é, para mim, o deputado mais violento, truculento, arruaceiro, prepotente, autoritário que eu já alguma vez vi.»

Para veres esse meu post com a notícia sobre o furto dos gravadores, «Caso dos Gravadores Leva Deputado Ricardo Rodrigues a Delegar Funções...», clica AQUI.

JOÃO
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Gravadores furtados por Ricardo Rodrigues foram restituídos à "Sábado"

08.07.2010 - 16:24 Por Maria José Oliveira

Os gravadores furtados pelo deputado do PS Ricardo Rodrigues, durante uma entrevista na Assembleia da República, foram esta tarde devolvidos à jornalista da "Sábado", Maria Henrique Espada.
 
Convocada para uma inquirição complementar no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, Maria Henrique Espada viu hoje serem-lhe restituídos os gravadores que o deputado e vice-presidente da bancada socialista tinha furtado a 30 de Abril, durante uma entrevista feita por Espada e por Fernando Esteves.
 
Terá sido o DIAP a solicitar os equipamentos à 12ª vara cível de Lisboa, que indeferiu a providência cautelar interposta por Rodrigues contra Maria Henrique Espada e Fernando Esteves. Refira-se que esta petição, à qual foram apensos os gravadores, pedia não apenas a não publicação da entrevista, como também solicitava ao tribunal a destruição das gravações áudio e vídeo.
 
Tal como o PÚBLICO noticiou hoje, o juiz indeferiu a providência, considerando que Rodrigues não sustentou factualmente as acusações feitas aos dois jornalistas. Recusou o pedido de eliminação das gravações e apontou ainda que o socialista recorreu à medida cautelar para tentar justificar o furto dos equipamentos digitais.
 
Esta tarde, no DIAP, Maria Henrique Espada, proprietária dos gravadores, verificou, diante do procurador do Ministério Público, se faltava algum registo áudio, tendo concluído que nada terá sido eliminado.
 
No DIAP prosseguem as diligências resultantes das queixas apresentadas pela Sábado contra Ricardo Rodrigues: furto, atentado à liberdade de imprensa e liberdade de informação. O levantamento de imunidade parlamentar foi autorizado pela Assembleia da República e aceite pelo socialista.

domingo, 9 de maio de 2010

Caso dos Gravadores Leva Deputado Ricardo Rodrigues a Delegar Funções...

O deputado Ricardo Rodrigues, que tem uma posição bastante marcante no PS e é até Vice-Presidente da bancada parlamentar do PS é, para mim, o deputado mais violento, truculento, arruaceiro, prepotente, autoritário que eu já alguma vez vi. Tenho assistido às Comissões Parlamentares de Inquérito e este deputado não tem o mínimo de respeito pelo seus colegas deputados dos outros partidos.
Ricardo Rodrigues ultrapassou as marcas e não podia ter feito o que fez. Podia não ter dado a entrevista. Mas, desde o momento que aceitou dar a entrevista, teria que se ter portado à altura de um entrevistado que está à espera de uma entrevista dura.
Mesmo que as perguntas tenham sido desagradáveis, e ele se tenha sentido incomodado, bastava ter-se levantado e saído. Mas NUNCA fazer o que fez... Ele "levou" gravadores que não eram dele e cometeu um crime de uma certa gravidade.
Ele devia ter-se demitido! E o PS nunca deveria tê-lo desculpado publicamente. Pelo contrário, o PS na AR deveria ter chamado a atenção para a gravidade da postura pública do deputado Ricardo Rodrigues.
JOÃO

Caso dos gravadores força deputado a delegar funções
Por Maria José Oliveira e Maria Lopes
08/05/2010

O deputado Ricardo Rodrigues decidiu escolher um lugar mais discreto e resguardado na comissão de inquérito ao negócio TVI, na qual é coordenador dos socialistas. Oficialmente, o vice-presidente da bancada do PS continua a liderar a coordenação, mas evitará contactos com jornalistas e delegou algumas "tarefas" na deputada Ana Catarina Mendes. Ontem, contactado pelo PÚBLICO, Rodrigues escusou-se a dar quaisquer explicações sobre a comissão de inquérito, remetendo para Ana Catarina Mendes. A deputada, por seu lado, justificou que a mudança de estratégia se deve ao volume de trabalho de Ricardo Rodrigues: "Está com mais trabalho e é normal que se distribuam mais tarefas."
O PÚBLICO apurou que foi Rodrigues quem tomou a decisão de ficar em segunda linha no inquérito, deixando as intervenções a cargo dos seus pares. Esta opção surge na sequência do episódio que marcou a entrevista de Rodrigues à revista Sábado na qual, alvo de uma "insuportável violência psicológica" provocada pelas perguntas dos jornalista da publicação - como justificou depois -, o socialista decidiu abandonar a conversa, não sem antes se apropriar dos gravadores digitais dos entrevistadores.
O episódio, tornado público na passada quarta-feira, motivou ontem mais uma reacção: o conselho deontológico do Sindicato dos Jornalistas anunciou que irá pedir à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, de que Ricardo Rodrigues é membro, que "aprecie as infracções" cometidas pelo deputado, a quem acusa de "censura" e de ter violado os princípios constitucionais da liberdade de expressão e informação e da liberdade de imprensa, assim como o sigilo profissional. A "flagrante ilicitude" estende-se ao facto de se ter apoderado de "instrumentos de trabalho de jornalistas" que só podem ser confiscados na sequência de buscas ordenadas e acompanhadas por um juiz. Mas o conselho deontológico critica também Francisco Assis, o líder parlamentar, de que quem se espera "maior discernimento" e que, "em ocasião alguma, pode por palavras incitar a reacções a quente contra jornalistas sempre que os interpelados se sintam incomodados com as perguntas".
Se for processado na sequência da queixa da revista por furto (com uma pena que pode ir até três anos ou multa) e atentado à liberdade de imprensa (dois anos de prisão ou multa) no DIAP de Lisboa, Ricardo Rodrigues pode recorrer à imunidade parlamentar para não ir a julgamento, como lhe permite o Estatuto dos Deputados - e, por regra, a Assembleia da República tem acedido sempre aos pedidos dos deputados para que a imunidade não seja levantada.