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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Info ESQUERDA.NET | Programa de Reestruturação Propõe-se Reduzir 249,7 Mil Milhões de Euros da Dívida

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Programa de reestruturação propõe-se reduzir 249,7 mil milhões de euros da dívida

Proposta apresentada pelos economistas Ricardo Cabral, Francisco Louçã, Eugénia Pires e Pedro Nuno Santos define um roteiro concreto para a redução de 149 mil milhões da dívida pública e de 100,7 mil milhões de redução do passivo dos bancos, através de um processo de resolução bancária sistémica. Objetivo é garantir o autofinanciamento futuro da economia nacional.
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"Encerramento de tribunais afasta a Justiça das populações"

Durante uma reunião que teve lugar esta quarta feira, João Semedo expressou o apoio do Bloco ao protesto convocado pela Ordem dos Advogados contra o mapa judiciário, defendendo que este é "incompatível" com uma justiça melhor. A bastonária da Ordem dos Advogados defendeu que a reforma "representa um atentado contra o Estado de Direito".
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Manifestação contra o roubo de salários e pensões

Nesta quinta-feira, 10 de julho de 2014, manifestação em defesa dos direitos laborais e da contratação coletiva. Pré-concentrações em Marquês do Pombal e Cais do Sodré às 14.30 h e desfile para a Assembleia da República.
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Vacinar: Ciência vs crença

Rita Gorgulho
Se temos o direito de ter uma escola pública acessível a todas as crianças, temos a obrigação de as vacinar. E digo obrigação porque acredito que este é um ato de saúde pública e que defende o interesse e bem estar de todos.
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GUE/NGL: "Exigimos o fim imediato do banho de sangue em Gaza"

Em comunicado, o Grupo da Esquerda Unitária/Esquerda Verde Nórdica (GUE/NGL) "exige o fim imediato das incursões [de Israel] em cidades na Cisjordânia e do bombardeamento de Gaza" e "que a União Europeia e a comunidade internacional atuem com urgência para proteger o povo palestiniano".
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A recessão persistente nos EUA

Os dados sobre o crescimento para o primeiro trimestre de 2014 da economia norte-americana indicam que o PIB caiu 2,9 por cento (em relação ao trimestre anterior), o que significa a pior contração num trimestre nos últimos cinco anos. Que aconteceu? Por Alejandro Nadal.
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10 de julho

Coordenadora nacional do Bloco, Catarina Martins, no programa Frente a Frente

Sic Notícias, 21h30..

11 de julho

Lançamento do livro: "Os fuzileiros de Goya", de Helena Belmonte

Ver evento no facebook.
Lisboa, espaço associativo MOB (Rua dos Anjos 12F), 21h.

Teatro/dança/vídeo/música/performance: BAILEnquanto – Um Convívio Imprevisto

Conceito e coordenação artística de Berta Teixeira. Com Eurico Lopes, Flávia Gusmão, João Vaz Silva, David Santos, Irina Sales Grade.
Mais
informações.
Coimbra, Pátio da Inquisição, 22h.


10 de julho

Coordenadora nacional do Bloco, Catarina Martins, no programa Frente a Frente

Sic Notícias, 21h30..

11 de julho

Lançamento do livro: "Os fuzileiros de Goya", de Helena Belmonte

Ver evento no facebook.
Lisboa, espaço associativo MOB (Rua dos Anjos 12F), 21h.

Teatro/dança/vídeo/música/performance: BAILEnquanto – Um Convívio Imprevisto

Conceito e coordenação artística de Berta Teixeira. Com Eurico Lopes, Flávia Gusmão, João Vaz Silva, David Santos, Irina Sales Grade.
Mais informações.
Coimbra, Pátio da Inquisição, 22h.

domingo, 7 de agosto de 2011

Artigo de Marisa Matias: «O Pecado da Usura» | Esquerda.Net


Este artigo da Eurodeputada Marisa Matias, eleita pelo Bloco de Esquerda, é um excelente documento político sobre a actualidade.
A agiotagem é um delito grave. Um crime! E está a ser por quem nos empresta dinheiro cobrando uma taxa mais do que excessiva de juros: roubo! E estão a intervir, ainda, na resolução dos nosso problemas internos, o que nos faz perder a nossa soberania e, por isso, a nossa própria democracia.
É, pois, um artigo de imperdível leitura!
JOÃO


O pecado da usura

Não foram os países deficitários que foram financeiramente resgatados, mas a política e a democracia que foram raptadas.

Não foram os países deficitários que foram financeiramente resgatados, mas a política e a democracia que foram raptadas.
- "Temos de fazer sacrifícios. Vocês têm que receber menos e pagar mais."
- "Mas, então, porquê?"
- "Porquê? Porque não há dinheiro!"
- "E não há dinheiro porquê? Desapareceu, foi queimado? E pagar o quê, se não estamos a ter mais, se estamos cada vez pior?"
- "Não, não desapareceu nem foi queimado, mas não há dinheiro, pronto. Quer dizer, haver, há, mas é só para quem sabe. Se vocês estão pior foi porque gastaram o que não deviam. Agora há que pagar a quem empresta e depois conversamos sobre o resto."
(Silêncio)
 
Este poderia bem ser um resumo personificado do que tem sido a política nos últimos tempos. Diz-se que houve tempos em que a "economia sem dinheiro" funcionava de forma simples: havia um empréstimo, com ele fazia-se um investimento, daí resultava um retorno, pagava-se ao credor e sobrava uma margem. Mas esses eram também os tempos em que a usura era 'pecado' e os juros não subiam e desciam conforme lhes dava o vento. Tanto credores como devedores eram "pessoas de bem", como se usava dizer nesses tempos.

Os tempos mudaram. Os credores continuam a ser pessoas de bem, mas os devedores não. Já não têm 'crédito', são, quase por definição, incumpridores. Aliás, os tempos mudaram tanto que quanto pior estiverem os devedores, melhor é para os credores... Mais ganham. Os tempos mudaram tanto que o dinheiro emprestado já não é para investir mas para continuar a pagar. E paga-se cada vez mais porque os juros são cada vez mais altos e porque a usura deixou de ser pecado e é alimento para os mercados financeiros. Nada disto soaria a muito normal não fosse a nossa nova condição: os devedores querem continuar a ter 'crédito', querem continuar a ser honrados junto dos mercados. Não foram os países deficitários que foram financeiramente resgatados, mas a política e a democracia que foram raptadas. Quem manda em seu nome são os mercados.

Na 'era dos credores' quem governa fá-lo por submissão e quem manda não representa. Alguns países encontram-se à beira da insolvência, enquanto outros se reúnem em assembleias de novos credores que ditam, para eles e para os antigos, as regras do jogo. Os governos dos ditos insolventes correm atrás, comportam-se como paus-mandados, e aceitam que as decisões fundamentais para a vida das pessoas sejam tomadas fora das instituições que elas elegeram.

Visão parcial esta, sem dúvida. Mas é de um braço-de-ferro que estamos a falar e ele desenha-se entre os mercados e a política. Se fosse um jogo de futebol e não as nossas vidas podíamos ser adeptos dos mercados, que nos anos de crise costumam ser sempre campeões. Mas como é das nossas vidas que se trata, convirá resgatar rapidamente a política e a democracia. Sem elas, estamos tramados - essa é a verdadeira lição que estamos a aprender com os mercados.

Artigo publicado no jornal As Beiras, 6 de Agosto de 2011
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Eurodeputada, dirigente do Bloco de Esquerda, socióloga.

sábado, 30 de julho de 2011

Mariana Aivena na AR | Artigo: "Não é Facilitando o Desemprego que se Criam Mais Empregos" | Esquerda.Net | Vídeo


Pois é verdade! Mariana Aiveca tem toda a razão!
As medidas do Governo não criam emprego e são um autêntico roubo aos trabalhadores! 
Mariana Aiveca, deputada do Bloco de Esquerda, eleita por Setúbal, critica as alterações às leis laborais propostas pelo novo governo.

«É um roubo aos trabalhadores!»
JOÃO

 

"Não é facilitando o desemprego que se criam mais empregos"

Mariana Aiveca critica as alterações às leis laborais propostas pelo governo, salientando que a redução das indemnizações por despedimento não aumenta a competitividade, nem resolve os problemas do défice ou da dívida.
No debate realizado nesta quinta feira na Assembleia da República sobre a redução das indemnizações por despedimento proposta pelo Governo, a deputada do Bloco de Esquerda Mariana Aiveca sublinhou que o executivo apesar de justificar a medida com a criação de novos postos de trabalho, não estudou nem sabe dizer quantos empregos serão criados, realçando que só os patrões vão beneficiar com a redução das indemnizações.
Esta proposta do Governo reduz o valor das indemnizações por cessação dos contratos de trabalho, com e sem termo, dos actuais 30 dias para 20 dias por cada ano de trabalho e limita-as ao máximo de 12 salários.
O secretário de Estado, Pedro Martins, disse ainda à comunicação social: "A proposta apresentada hoje refere-se a novos contratos, a contratos celebrados a partir da entrada em vigor desta proposta apresentada hoje e essa redução será de 30 para 20 dias. Num futuro serão estudados novos montantes". Questionado sobre estas novas alterações que o Governo estará a preparar, nomeadamente para abranger todos os contratos e reduzir as indemnizações para 10 dias por cada ano de trabalho, Pedro Martins não respondeu claramente, dizendo que estão a ser feitos estudos, mas afirmou: "Há vários estudos feitos por organizações internacionais que procuram analisar os mercados de trabalho em Portugal e noutros países. Estamos a analisar por haver necessidade de num futuro próximo haver novas alterações".
A deputada do Bloco dirigindo-se ao secretário de Estado, concluiu a sua intervenção considerando: “O que veio aqui apresentar só tem um nome - roubo aos trabalhadores!”



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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Há aí MAIS uma forma de ASSALTO !!!


OLÁ!
Todos os cuidados são poucos!
Nestes casos, tudo é possível e tudo é ou vai ser verdade. Se eles não tinham este expediente já, passam a ter…
Eu, se conduzisse, nem parava se visse um morto na rua! E isso já aconteceu: fazerem-se passar por mortos e feridos… Há muitos anos!
Bjs
JOÃO



ALERTA A TODOS

MUITO CUIDADO!!!!!!!!!!
Nova forma de roubo!!!
Nunca é demais precaver-se ....
A imaginação dos marginais não tem limites...Fazem-te uma espera num parque ou onde quer que estejas estacionado e, depois de saíres do carro eles mudam-te a matrícula, ficando à coca até arrancares.Depois seguem-te, ultrapassam-te e exibem-te a matrícula pela janela, como se ela se tivesse desprendido do teu carro.Talvez fiques um pouco espantado por ver a tua matrícula ali mas, ainda sem desconfiar e porque a queres recuperar, resolves abrandar para te encontrares com quem tão generosamente parou para te apanhar e devolver a matrícula que nem reparaste que tinha caído.Parar é tudo o que eles querem e, quando te apercebes, é tarde demais e tens sorte se não fores estrupado ou morto.Não pares, seja por que motivo. Uma matrícula não vale nada comparado com a tua vida e integridade física.Pensa no que está realmente a acontecer, antes de reagires. Os criminosos são espertos mas podem ser extremamente violentos quando querem conseguir alguma coisa.
Passa este mail para defesa de todos nós !!!