quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Cartoon do Bartoon | Bora Lá Fazer a Vontade ao Presidente da Caixa Geral de Depósitos... | COITADINHO!!!



O Presidente da Caixa Geral de Depósitos está cansado de ouvir falar sobre o negócio da CIMPOR!...
Às vezes, penso mesmo que somos insensíveis demais! O homem ganha tão pouco... Não é para ter tanta chatice e preocupação!
Vamos lá colocar um "FIM" neste assunto tão desgradável para ele...

Não ganhamos para ter o direito à indignação...! Só ele mesmo é que ganha...!
JOÃO
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PUBLICO.PT - Bartoon - 22/Agosto/2012

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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Francico Louçã: "Um Governo de Esquerda Tem de Vencer a Troika" | Entrevista a Judite de Sousa na TVI | Vídeo

Em entrevista a Judite de Sousa na TVI

Vale a pena ver e ouvir! E saber, da boca de Louçã:

«A decisão sobre novos porta-vozes não é minha»
O começo do adeus ao líder íntegro, carismático, único e extraordinário!...
JOÃO



Publicado em 20/08/2012 por
Em entrevista a Judite de Sousa na TVI, Louçã falou da renovação da direção bloquista e desafiou o PS a romper com o memorando da troika

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A Comuna | Boxe, Feminismo, Cinema e Engels

Boxe Feminino: Um soco na discriminação e estereótipo

Este ano é um ano histórico para o boxe feminino. Pugilistas de todo o mundo viram um sonho concretizado, uma conquista gigante, uma enorme alegria: o boxe feminino entrou nos jogos Olímpicos de Londres de 2012.
Ler Artigo de Nádia Cantanhede

Rocky Balboa contra os espartanos

Rocky Balboa é um underdog. Um underdog é um contendor desfavorecido, um muito provável perdedor que tem contra si todo um sistema. (...) Rocky apanha, apanha, apanha até aos limites da capacidade humana e depois faz despertar em si uma força interna avassaladora. Por isso, a história das vitórias e derrotas de Rocky é o exemplo acabado do conto de fadas desportivo contemporâneo.
Ler Artigo de Carlos Carujo



Se ainda não foram ver a animação Brave - Indomável (ou Valente, na versão brasileira), aconselho. Bem como previno que o melhor será guardarem a leitura destas notas, se for o caso. Em todo o caso não vou falar nem da Pixar (que produz), nem da Disney (que distribui este filme) ou de uma análise mais profunda (e necessária) da indústria cultural. Ficarei por umas notas sobre o filme.
Ler Artigo de Bruno Góis


Ver vídeo de Ricardo Antunes no I Curso Livre Marx-Engels da Boite


Democracia" Russa
A condenação das Pussy Riot por hooliganismo e incitamento ao ódio religioso é apenas mais uma prova do Estado de Culto criado por Vladimir Putin e da consequente repressão a movimentos de oposição e crítica na Rússia. Organizações internacionais e personalidades dos mais diversos sectores têm-se desdobrado em críticas a este atropelo dos direitos humanos mas o estado repressivo encabeçado por Putin parece não perder fulgor anti-democrático.
Claúdia Ribeiro

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A Comuna n.º 28 sobre Música e Privatizações está já disponível em PDF e também em versão html do editorial e dos artigos de Bruno Góis, Bruno Maia, Bárbara Sequeira, Carlos Vieira e Castro, Diogo Barbosa, Isabel Pires, João Teixeira Lopes, Mário Tomé, Moisés Ferreira, Nádia Cantanhede, Pedro Filipe Oliveira, Pedro Rodrigues, Ricardo Martins, Victor Franco.

Consultar Arquivo on-line DAS REVISTAS ANTERIORES

Convidamos-te a reencaminhares esta newletter para os teus amigos e amigas.


Info Esquerda.Net | "A Renovação da Direcção Faz o Bloco Mais Forte"

  Tem dificuldade em ver este Email?

"A renovação da direção faz o Bloco mais forte"



Na próxima Convenção, que terá lugar nos dias 10 e 11 de novembro, Francisco Louçã não se recandidata a coordenador da Comissão Política do Bloco de Esquerda. Neste artigo, o esquerda.net publica, na íntegra, a carta do dirigente bloquista "aos ativistas e ao povo do Bloco".
Ler mais.

Wikileaks: assessor de Relvas foi informador da "CIA privada"

O esquerda.net teve acesso aos emails revelados pela Wikileaks sobre a empresa de espionagem Stratfor. Um dos informadores é português e foi parar ao Governo pela mão de Miguel Relvas. Quando o assessor informou a Stratfor da sua nomeação e se disse disponível para a ajudar no que fosse preciso, a "CIA privada" promoveu-o no ranking de confiabilidade.Ler mais

Desempregados com diploma universitário foram os que mais aumentaram

Dados referentes a julho do IEFP revelam que o número de pessoas inscritas nos centros de emprego com ensino superior cresceu 49,5% num ano; entre os que têm o secundário, crescimento foi de 36,2%. Número de professores inscritos mais que duplicou.Ler mais.

Assange pede fim da "caça às bruxas contra a Wikileaks"

O fundador da Wikileaks falou na varanda da embaixada do Equador em Londres e voltou a pedir a libertação do soldado Bradley Manning, preso há mais de dois anos sem julgamento.
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Tariq Ali: está em curso um ataque à dissidência

Sobre o caso de Julian Assange, o escritor e ativista pergunta o que aconteceria se um dissidente chinês se refugiasse na embaixada britânica em Pequim e as autoridades chinesas ameaçassem invadi-la.
Ler mais.

O grande negócio da fome

José Manuel PurezaA disponibilidade de alimentos - ou seja, a fome potencial - tornou-se um campo de afirmação do mercado de futuros e, como tal, cada vez mais dominado por uma lógica de especulação.Ler mais.

"Teremos um outono quente na Grécia"

Yiannis Bournous, do Syriza, explica a chantagem imposta aos gregos para acelerar as privatizações no país e fala da transformação da coligação de esquerda num único partido.Ver vídeo.


20 de agosto

Ciclo de Cinema – Exibição do filme "O submarino amarelo"

De Georg Dunning (1968, 90 min.). Quem apresenta é Youri Paiva.
Ver
programação.
Lisboa,
Casa da Achada, 21h30.

23 de agosto

Livros das nossas vidas

Maria João Brilhante fala de O Som e a Fúria, de William Faulkner.
Ver
cartaz e programação.
Lisboa,
Casa da Achada, 18h.


sábado, 18 de agosto de 2012

Artigo: Crise Aumenta Número de Suicídios em Portugal | Esquerda.Net


Já se esperava. E vai piorar!
Só não vê mesmo quem não quer ver...
JOÃO



Crise aumenta número de suicídios em Portugal | Esquerda

FRANCISCO LOUÇÃ: Carta aos Activistas e ao Povo do Bloco de Esquerda | Olhos nos Olhos


Francisco Louçã despede-se da liderança do Bloco de Esquerda
que fundou com Fernando Rosas, Luís Fazenda e Miguel Portas
em 1999.



Louçã com
Fernando Rosas






Louçã com
Luís Fazenda


Louçã com
Miguel Portas



Ontem, quando recebi o e-mail, o meu coração quase parou! Tem estado a bater muito lentamente desde que esta notícia surgiu nos media e, principalmente, entre o Bloco de Esquerda. A esperança numa reviravolta nunca me abandonou. Por isso todas as mensagens que já escrevi nesse sentido e de elogio ao nosso grande Francisco Louçã, o melhor político que Portugal teve e aquele que seria o melhor Primeiro-Ministro para Portugal. 
Para o Bloco de esquerda vejo, com agrado, a escolha de João Semedo, que muito respeito e admiro, e da Catarina... Mas nunca será a mesma coisa, nesta altura tão difícil e tão problemática, em que a fibra, os conhecimentos abrangentes e absolutamente de excelência do nosso querido Francisco Louçã são difíceis de igualar.
Concordo com quase tudo que as mensagens que me antecedem traduzem.
Assino, como minha, a mensagem de Roberto Almada (num outro espaço, de Louçã, onde está esta carta).
Contudo, segura que o Bloco de Esquerda é o caminho, não creio que seja pelo afastamento do Francisco Louçã que ele subirá nos votos, nem foi pelas escolhas da antiga liderança que o Bloco perdeu deputados. Foi pela campanha suja de alguns que eram bloquistas e que se viraram contra Louçã por pura inveja e por puro protagonismo. Todas as pessoas extraordinárias, especiais, são vítimas de inveja. E o povo português, na sua maioria, sofre desse mal. Poucos, no Bloco, tinham essa maleita. Espero que esses não façam parte do Bloco que continuará sem o seu coordenador, Louçã.
Agradeço, profundamente comovida, ao meu querido Louçã e aos fundadores do Bloco de Esquerda, o meu querido Luís Fazenda, o meu querido Fernando Rosas e o querido de todos nós, Miguel Portas.
Abraço amigo, Francisco Louçã.
JOÃO


Francisco Louçã







por Francisco Louçã a Sexta-feira, 17 de Agosto de 2012 às 22:57



Decidi que na próxima Convenção, no termo do meu mandato como porta-voz do Bloco, não me recandidatarei a essa função. Devo esta explicação em primeiro lugar aos ativistas e ao povo do Bloco, e é por isso que te escrevo para que a leias antes de qualquer outra pessoa.
Cumpri estas funções durante dois mandatos e dei a cara pelo Bloco desde a sua fundação. Julgo que é tempo de uma renovação da representação pública do nosso movimento. Determina-me a minha conceção pessoal do princípio republicano: na vida política, é preciso saber que o exercício de uma responsabilidade mais intensa tem sempre um tempo e que, numa luta coletiva, dar lugar aos outros é das decisões mais dignas a que somos chamados. A renovação da direção faz o Bloco mais forte.

Durante treze anos, dei tudo o que podia e sabia ao nosso movimento.
Neste tempo, estive contigo nesse trabalho imenso de dar corpo a uma esquerda socialista, uma esquerda de valores e convicções. Estivemos na luta contra as guerras e na defesa da escola pública, do serviço nacional de saúde e da segurança social. Ajudámos o país a perceber a condenação que é a precariedade dos jovens. Estivemos em movimento. Fomos à luta. Gostei do que fizemos.
Neste tempo, fiz mais de um milhão de quilómetros pelas estradas de tantas campanhas, comícios e reuniões. Encontrámo-nos lá. Provámos que se consegue o impossível.
Neste tempo, conseguimos algumas vitórias: o princípio da abertura do sigilo bancário e outras medidas contra a corrupção e a evasão fiscal, a redução dos contratos a prazo a um ano (que a direita anulou logo que conseguiu e que o PS passou a rejeitar), a despenalização do aborto, o fim da perseguição criminal aos toxicodependentes, o casamento gay, a proteção das mulheres vítimas de violência doméstica, a carta dos direitos do SNS, o acesso à procriação medicamente assistida, o reconhecimento dos direitos dos filhos dos imigrantes. Valeu a pena o que temos feito no parlamento e no país.
Discuti com cinco primeiros-ministros e disse-lhes do que é esta esquerda moderna e socialista. Discuti com candidatos a presidente e com adversários, como falei com amigos e aliados com quem temos tanto em comum. Gosto do confronto claro da esquerda contra a direita.
Neste tempo, publiquei onze livros de investigação científica ou de ensaio político ou histórico. Gosto do debate de ideias: escrevi o que pensava e fui à crítica.
Neste tempo, perdi amigos, camaradas e um irmão-de-armas, o Miguel. Não desisto de nenhum deles.

Tu e eu fazemos parte de um movimento que luta para mudar a vida e o mundo. Engana-se dramaticamente quem nos confunde com um comité eleitoral: só constitui uma liderança para a esquerda e para o país quem estiver preparado para vitórias e derrotas, quem não se iludir com aquelas nem se amedrontar com estas. Um dirigente de esquerda nunca vira as costas.
Porque tem essa coerência, o Bloco está hoje mais forte na opinião pública. Notaste que todas as sondagens do último ano nos vão indicando subidas do apoio popular e que em duas delas já ultrapassamos mesmo o CDS. O povo vai reconhecendo, na vida angustiante que a austeridade impõe, que temos razão ao rejeitar a devastação da troika, a ganância financeira e a estratégia do empobrecimento e do desemprego. Estamos por isso mais capazes de responder aos agiotas e ao governo das direitas.
Nas três reuniões que já tivemos com a troika, ficou evidente que os seus funcionários nada querem saber do que sofre este país e os seus trabalhadores, espoliados em salários, pensões e impostos para enriquecer o privilégio. A crise é mesmo a sua política. O nosso povo sabe por isso que a esquerda só conduzirá o país quando rejeitar o Memorando da troika, impuser o cancelamento da dívida abusiva e recuperar uma política esforçada de emprego. Temos por isso uma responsabilidade imensa, constituir uma alternativa de governo contra a bancarrota.
A Grécia demonstrou exatamente a que conduz a estratégia da destruição do Estado Social e porque é necessário um governo de esquerda. Mas demonstrou ainda que, no nosso tempo, a social-democracia é uma agência financeira, que o diretório da União Europeia se está a construir contra a Europa e que é necessária uma nova resposta social contra o fanatismo liberal. Esse é caminho do Syriza, o da coerência e da vitória. Para constituir uma liderança para Portugal, a esquerda precisa de ser socialista e de conduzir a luta da democracia e do trabalho contra o capital.
Com a sua coerência, o Bloco dará um contributo para esse reforço político. E com a renovação da direção, responderá também ao nosso tempo. Sei, e tu sabes, que não é fácil, mas temos equipas capazes de dirigir este esforço gigantesco que é uma esquerda socialista em ação. Para pensar esse novo modelo de direção fiz uma única sugestão: que a nova representação do Bloco seja assegurada por um homem e uma mulher. Sei que aparecerá o argumento de que isto não é tradicional e que este modelo, que entre nós foi proposto pelo Miguel Portas, é demasiado inovador. Penso o contrário: a renovação de estilos de liderança com a representação de homens e mulheres - já estamos no século XXI -, é o caminho normal da esquerda. Temos quem assegure esta capacidade de liderança. Como noutros partidos europeus, este modelo acentua o trabalho coletivo na direção e no movimento e é assim que nos fazemos mais fortes.

Finalmente, quero agradecer aos fundadores do Bloco, o Luís Fazenda e o Fernando Rosas, a sua experiência, inteligência e lealdade ao movimento e o seu empenho de sempre. Quero ainda agradecer-te muito em especial, a ti, a todos os ativistas, os meus camaradas, o que não se agradece, este tempo magnífico que estamos a viver na luta mais difícil, porque fazemos o que mandam a nossa consciência e a lealdade à esquerda.
Não é por isso uma despedida. Não preciso de te dizer que podes contar comigo para tudo. Sabes que assim será. Não faltarei a nenhuma das lutas a que a imaginação, a fidelidade aos valores de esquerda, a defesa do trabalho, a cultura da solidariedade nos vai levar. É assim que gosto de viver. Intensamente, incansavelmente, sem nunca desistir.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Vai Estudar, Relvas! | Um pedido que aparece por todo o lado!


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Vai Estudar, Relvas!
Um pedido que aparece por todo o lado!
Até na Volta à França em Bicicleta!
E passou nas televisões de todo o Mundo!...
JOÃO

Info Esquerda.Net | Discurso de Passos Coelho foi Incoerente e de Más Notícias

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"Discurso de Passos Coelho foi incoerente e de más notícias"



Luís Fazenda criticou o discurso de Passos Coelho no Pontal, por ser "incoerente" e deixou um repto ao primeiro-ministro para devolver aos pensionistas e aos trabalhadores da administração pública os subsídios cortados este ano, "substituindo esses valores por outras medidas fiscais", "que tenham a ver com rendimentos de capital", como impostos sobre o património de luxo e sobre grandes fortunas.
Ler mais.

Como a Magna Carta se tornou uma carta menor (II), por Noam Chomsky

As recentes decisões do Supremo Tribunal incrementam o enorme poder político das grandes corporações e dos super ricos, golpeando com maior força ainda os vestígios vacilantes de uma democracia política operativa. Enquanto isso, a Magna Carta sofre ataques mais diretos. Por Noam Chomsky.Ler mais

Bloco quer devolução de dinheiro cobrado em excesso a trabalhadores a recibos verdes

O Bloco de Esquerda exigiu nesta quarta feira que o ministro da Segurança Social "cumpra as recomendações do Provedor de Justiça" e devolva "as contribuições cobradas em excesso" a milhares de trabalhadores a recibos verdes.Ler mais.

As conflituosas relações da China na África

O homicídio do supervisor de uma mina chinesa durante uma greve na Zâmbia expôs a conflituosa relação entre o país asiático e a África. As acusações de neoimperialismo chinês estão na ordem do dia, algo que é captado pelos partidos de oposição de diferentes países africanos que vêm incluindo um forte discurso anti-chinês na sua plataforma programática. Artigo de Marcelo Justo.
Ler mais.


Exaustão

Tiago Ivo Cruz
Portugal é a muleta política dos cangalheiros da austeridade. Este é o verdadeiro significado do estatuto de bom aluno que Paulo Portas tanto alega, e não vai durar...
Ler mais.

Tunísia: Mulheres lutam pela igualdade de direitos

As manifestantes exigiram a retirada de um projeto de artigo constitucional, que menciona a complementaridade e não a igualdade entre homem e mulher.Ver vídeo.






18 de Agosto

Sessão Pública: O governo da troika é a bancarrota – como sair da crise?

Com Francisco Louçã e Ana Drago.
Ver
cartaz.
Quarteira, Calçadão de Quarteira (frente ao Hotel D. José), 22h.

Itinerários

Uma conversa com Carlos Carvalho.
Ver
programação.
Lisboa,
Casa da Achada, 16h.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Cartoon do Bartoon | Bora Lá Fazer Uma Guerra! | LIVRA!!!


Às vezes penso que é isso que vai acontecer em breve: uma Terceira Guerra Mundial!
Livra! Seria o Fim!

JOÃO
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PUBLICO.PT - Bartoon - 13/Agosto/2012


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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Quantos Líderes São Precisos Para Substituir Francisco Louçã? | PUBLICO.PT



O “pluralismo genético" da formação do Bloco de Esquerda, quanto a mim, já deveria ter tido, naturalmente, uma diminuição das fronteiras de cada força política que deu origem ao BE. Os conceitos mudaram. As pessoas sofreram uma evolução natural. Não pode existir um partido para cada pessoa. E cada pessoa é, politicamente, diferente uma da outra. Não há dois seres absolutamente iguais, nem sequer em pensamento. Se existir um sectarismo por parte de cada um dos grupos fundadores do Bloco, então estamos muito mal. A maioria dos antigos militantes dessas forças políticas, já nem se reveem nelas. Para a maioria, o Bloco de Esquerda deveria ter uma diminuição natural da actuação dessas forças. A sua importância deveria ser diluída. Já não faz algum sentido. Apenas, quanto a mim, o Bloco faz sentido. E o líder óbvio e natural deveria continuar a ser, por enquanto, Francisco Louçã. Se ele é considerado o político português mais inteligente, mais preparado, mais competente, de entre todos os líderes de todos os partidos, faz algum sentido ele sair da liderança/coordenação do BE apenas para rejuvenescimento do partido? Vejam o PSD todo rejuvenescido e com um líder tão incompetente. É isso que queremos para o Bloco de Esquerda? Não é, não deveria ser, nem podemos, nós bloquistas, escolhermos o caminho sem Francisco Louçã na liderança. Ou queremos correr o risco do Bloco ficar pelo caminho?
Eu vim da UDP, de Lisboa. Mas antes do BE se formar, já eu não me sentia confortável com a UDP e algum sectarismo que reinava dentro do movimento. Eu sonhava e lutava por uma esquerda mais abrangente. E isso foi conseguido!
Não temos sucessor ainda para o Louçã! Não faz sentido a continuação dos pequenos partidos da formação do BE. O “pluralismo genético" da formação do Bloco de Esquerda pode continuar, mas sem fronteiras. Partidarização, porque razão?!
Temos que manter o Bloco de Esquerda sem divisões!
BE, uma Esquerda Grande, Socialista, Democrática e Abrangente!
JOÃO


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Quantos líderes são precisos para substituir Francisco Louçã? - Política - PUBLICO.PT