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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Info Esquerda.Net | Dossier: O Que É Um Serviço Público De Rádio E Televisão?

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O que é um serviço público de rádio e televisão?



Passos Coelho afirmou recentemente que não sabe "o que é que se entende por serviço público" e que é preciso defini-lo antes de decidir o que fazer com a RTP. Isto depois de se ter feito uma comissão que tinha precisamente esse objetivo. Mas será tão difícil assim definir o que é serviço público de rádio e televisão? Este dossier, coordenado por Luis Leiria, descobriu que não, e avança com respostas e propostas.
Ler mais.

"Nunca ninguém se atreveu em Portugal a fazer um aumento de impostos como este"

Francisco Louçã afirmou este domingo que "as últimas semanas mudaram muito o país" e que "o dia 15 de setembro mostrou um país novo", um "país que não estava disposto a continuar a aceitar a degradação da vida, o ataque às pensões, a diminuição dos salários e a indignidade de uma política de abusos".Ler mais

Protestos contra a austeridade em 57 cidades espanholas

Milhares de pessoas manifestam-se este domingo contra o Orçamento do Estado para 2013 que, segundo os líderes das CC OO e da UGT, traduzir-se-á em "mais recessão e mais desemprego".Ler mais.

O mundo ao contrário

Pedro Filipe SoaresAo desnorte do Governo, juntou-se Cavaco Silva, incapaz de perceber a realidade e compreender as necessidades das pessoas que já não aguentam tanto aperto de cinto.Ler mais.

Bandeira ao contrário: Cavaco não está só

Tal como Cavaco Silva, nem toda a gente sabe o que significa uma bandeira hasteada de pernas para o ar. Mas este diálogo adaptado do filme "No Vale de Elah" mostra que todos podem aprender com os erros. Ver vídeo

A censura obrigou o Governo a vir prestar contas ao parlamento e ao país

As moções de censura ao Governo do Bloco de Esquerda e do PCP marcaram esta semana parlamentar. Com este debate, entraram na Assembleia da República os argumentos, a determinação e a ampla convergência na censura ao Governo e à Troika, que todo o país tem demonstrado na rua.Ler mais.

"Somos cidadãos que não desistem do país"

Na sessão de encerramento do Congresso Democrático das Alternativas, Carvalho da Silva resumiu para uma Aula Magna cheia as "três urgências" que ali foram enunciadas: denunciar o memorando da troika, contribuir para a queda do governo e "resgatar Portugal" exigindo uma governação "com ética, rigor e transparência".Ler mais.


8 de outubro

Festa do Cinema Francês – projeção do filme De bon matin

Organização: Institut Français du Portugal.
Mais informações
.
Lisboa, Institut Français du Portugal, 19h45.

10 de outubro

Tertúlia: Mulheres na guerra colonial - movimentos de libertação e luta anti-colonial

Com Diana Andringa e Helena Neves. Moderação de Natividade Monteiro.
Lisboa, Centro de Cultura e Intervenção Feminista,18h

11 de outubro

Sessão de Homenagem a Carolina Beatriz Ângelo

Ver convite .
Lisboa, Salão Nobre da Assembleia da República, 10h.

Cinema em casa - "Os Donos de Portugal", de Jorge Costa

Ver evento no facebook.
Lisboa, Liberdade Provisória (R pinheiro Chagas, 48 2º), 21h30.

13ª Festa do Cinema Francês – projeção do filme Indignados

Organização: Institut Français du Portugal.
Mais informações
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Lisboa, Cinema São Jorge, 19h30.

13ª Festa do Cinema Francês – projeção do filme L'exercice de l'état

Organização: Institut Français du Portugal.
Mais informações
.
Lisboa, Cinema São Jorge, 22h.

12 de outubro

Apresentação do livro As mulheres da fonte nova de Alice Brito

Com presença da autora.
Lisboa, Centro de Cultura e Intervenção Feminista, 18h.

Lançamento (e debate) da obra "Quem Paga o Estado Social em Portugal?"

Coordenação de Raquel Varela. Apresentação por António Marinho da Silva, médico.
Lisboa, Bertrand Picoas Plaza, 19h.

13 de outubro

Manifestação cultural: Que se Lixe a Troika! Queremos as nossas vidas!

Ver página, evento no facebook e cartaz.
Lisboa, Pç de Espanha.

Festa do Cinema Francês – projeção do filme Indignados

Seguido de projeção do filme Portugal, os caminhos da incerteza, de François Manceaux, e de uma mesa redonda. Organização: Institut Français du Portugal.
Mais informações
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Lisboa, Institut Français du Portugal, 15h.

"A 1ª República e o Movimento Operário em Setúbal"

Visita guiada pela cidade com o historiador Álvaro Arranja, organizada pelo Centro de Estudos Bocagianos.
Setúbal, encontro junto ao Forum Luísa Todi, 16h.


domingo, 7 de outubro de 2012

Bandeira ao Contrário | É Bom Saber! | Vídeo


Penso que Cavaco Silva já aprendeu a lição. Mas, no caso de não ter aprendido bem o significado de uma bandeira de um país colocada ao contrário, aqui fica uma pequenina lição.
Aprender até morrer!
JOÃO




Bandeira ao contrário:
Cavaco não está só

Publicado em 06/10/2012 por
Tal como Cavaco Silva, nem toda a gente sabe o que significa uma bandeira hasteada de pernas para o ar. Mas este diálogo adaptado do filme "No Vale de Elah" mostra que todos podem aprender com os erros.

sábado, 6 de outubro de 2012

Cartoon do Bartoon | Presidente da República Hasteou a Bandeira ao Contrário!

Uma imagem que fica para a História!

Pois é verdade! O nosso kidíssimo Presidente Cavaquinho Silva ontem ficou, para sempre, na História do Portugal como o primeiro e único Presidente da República a ter a coragem de, através da Bandeira, enviar uma mensagem importante ao Povo Português:
A nossa Nação foi ocupada pelo inimigo!
Impressionante a capacidade que Cavaco Silva tem de transmitir, por gestos tão simples, o que não consegue transmitir por palavras.
O seu gesto foi tudo aquilo que o seu discurso não foi:
GENIAL!!!

JOÃO



PUBLICO.PT - Bartoon - 06/Outubro/2012


Clica na imagem para a ampliares!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Bandeira Içada ao Contrário no 5 de Outubro. Acto Falhado? | Rádio Renascença


SOCORRO!!!

Interessante saber!
Lê a matéria e vê o vídeo.
JOÃO



Bandeira içada ao contrário no 5 de Outubro. Acto falhado? - Renascença

O povo reparou:
a bandeira portuguesa foi hasteada ao contrário

5 de Outubro 2012 | 102.º Aniversário da Implantação da República


A República Comemorada de Pantanas!



Frase do Dia
"Quem tem medo compra um cão!"
                                   Mário Soares




O Povo Português não tem medo!

Vamos voltar a ter feriado no 5 de Outubro e no 1 de Dezembro!
São dois dias que não podem apagar da nossa HISTÓRIA e, consequentemente, fazer cair no esquecimento dos portugueses.
JOÃO






Vi e adorei a cerimónia!
Gostei, particularmente, que o Cavaco tenha querido uma cerimónia recatada e fechada, longe dos olhares do povo português, e que a bandeira lhe tenha dado o sinal de que o país está de pernas para o ar e que, o último 5 de Outubro comemorado, seja lembrado pelo seu içar da bandeira, ao contrário.
Adorei o discurso de António Costa, o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa.
O resto foi confrangedor! A expulsão de uma senhora, agarrada por vários homens, uns matulões, com quase o dobro da sua altura...
Enfim! Estou aborrecida por acharem que António Costa é o responsável do que aconteceu. Não é! Ele gostaria que a cerimónia decorresse nos mesmos moldes de sempre. Mas recebeu pedido expresso de Cavaco Silva e das polícias! Ora que podia ele fazer?!
Ainda deixou uma portinha aberta. E vai ouvir por isso!... Deixem em paz o António Costa...

A cerimónias oficial do 5 de Outubro começou e acabou de forma pouco ortodoxa: o hastear invertido da bandeira; a ausência do Primeiro-Ministro; a cidadã a protestar e a ser expulsa enquanto o  Presidente da República terminava o discurso; uma cantora lírica a cantar "A Firmeza", de Fernando Lopes-Graça, no meio do barulho dos presentes a levantarem-se para saírem e dos jornalistas a fazerem entrevistas...
Momento mágico da cerimónia: a saída de Cavaco do o Pátio da Galé, de rabinho entre as pernas, assim que terminou o seu discurso... cheio de medinho!...
JOÃO

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

5 de Outubro | 101 Anos Sobre a Implantação da República em Portugal (1910-2011)

Hoje assinalou-se mais um aniversário da Implantação da República em Portugal, em 1910.
Completam-se, assim, 101 anos sobre a implantação da República em Portugal tendo sido iniciado um segundo século da República Portuguesa.
Eu vi em directo, pela televisão, as cerimónias oficiais comemorativas do dia 5 de Outubro que tiveram lugar em Lisboa, na Praça do Município e nos Paços do Concelho, esta manhã, com o hastear da Bandeira Nacional na varanda dos Paços do Concelho e o discurso do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, seguido da intervenção de Ana Lídia Rouxinol Sampaio Dias - vencedora, aos 17 anos de idade, do concurso “A República: o meu discurso em 2010” promovido pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República -, que leu, na íntegra, o seu texto sobre o centenário da implantação da República em Portugal. Finalmente a comemoração oficial foi encerrada com a intervenção do Presidente da República, com um discurso que não desagradou aos partidos de esquerda, pelas declarações dos seus representantes aos jornalistas, após o encerramento da cerimónia do 5 de Outubro.

JOÃO

Ana Lídia Rouxinol Sampaio Dias


5 De OUTUBRO

Jovem de 18 anos faz discurso para altas figuras do Estado

por Lusa Hoje
Ana Lídia tinha 17 anos quando venceu o concurso do Centenário da República e hoje, um ano depois, convidou os jovens a "abraçar os ideais republicanos" perante as mais altas figuras do Estado português.

A jovem discursou no âmbito das cerimónias do 5 de Outubro, que decorreram em Lisboa, seguindo o presidente da autarquia, António Costa, e antes da intervenção do Presidente da República, Cavaco Silva.
O seu discurso recordou os "intelectuais e livres pensadores" que fizeram a República portuguesa, há 101 anos.
Ana Lídia recordou alguns desses homens e do sonho alcançado de uma escola "gratuita e obrigatória para todos".
Ao desfiar o "sonho" de alguns desses homens, a jovem, hoje com 18 anos, enumerou os êxitos alcançados desta República "jovem de um século", mas também as "oportunidades perdidas".
E enumerou nomes como Teófilo Braga, António José de Almeida, José Relvas ou Guerra Junqueiro para enaltecer o "uso correcto e honesto da coisa pública e bem comum".
Interrompida uma vez com aplausos dos convidados e outras pessoas que assistiam à cerimónia - o que não aconteceu com qualquer outro orador -, Ana Lídia convidou os obreiros da educação a repensar o seu modelo actual.
Pelo meio, a jovem convidou todos a abraçar o ideal republicano, hoje celebrado em Lisboa, 101 anos depois de implantado em Portugal.
A jovem, estudante da Escola Secundária da Maia, foi a vencedora do concurso "A República: o meu discurso em 2010", organizado pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Daniel Oliveira: Antes pelo contrário | FALTA-NOS O ARROJO DE OUTUBRO E DE ABRIL

Deixo um bom artigo do Daniel Oliveira, jornalista e um dos comentadores do programa da SIC Notícias "Eixo do Mal", que eu nunca perco, sobre o que se comemora hoje: 100 Anos de República!
O artigo é da rubrica "Daniel Oliveira: Antes pelo contrário" do Expresso.
JOÃO



Falta-nos o arrojo de outubro e de abril

Em outubro um Portugal atrevido revoltou-se com a cobardia da sua elite política. Em abril voltámos a ter um rasgo de ousadia. Faz-nos falta o arrojo de 1910 e a esperança de 1974. Aqueles momentos em que nos superámos.

Daniel Oliveira (www.arrastao.org)
Terça feira, 5 de Outubro de 2010

A implantação da República não representou apenas uma mudança de regime. Correspondeu a uma revolta contra um país agachado e uma classe política de cobardes. Apoiada por uma pequena burguesia farta da pequenez nacional e por um povo urbano, ainda minoritário mas com horizontes para lá do campanário da Igreja, ela foi uma explosão contra a tacanhez nacional. Não foi a primeira. Não foi a última.

Sabemos o que aconteceu depois. Sabemos do falhanço político, do desastroso envolvimento na Grande Guerra, do caos financeiros e dos golpes e contragolpes. Das promessas por cumprir de uma elite impreparada. Ainda assim, foi um raro momento de coragem colectiva. Num país fechado e conservador, foi um momento de ousadia.

Depois veio a ditadura. Veio o país de quase sempre: rural, católico, pobre, medroso, conservador, mesquinho, obediente. Foi meio século que marcou muito do que somos hoje. Foi preciso o Estado Novo cair de podre para que voltasse a explodir esse outro Portugal. Só que há um bloqueio qualquer, talvez determinado por estarmos na periferia da Europa e nunca termos ultrapassado a nostalgia do Império perdido, que nos voltou a acabrunhar. A aceitar. A calar.

Cem anos depois da República, falta-nos essa revolta cíclica contra uma elite política e económica incompetente e habituada a viver do ouro do Brasil, do condicionalismo industrial ou dos fundos europeus. Falta-nos o orgulho, já não nacionalista mas pelo menos com alguma dignidade, de não aceitar como inevitáveis os ditames das potências europeias. Falta-nos um povo que não se julgue fadado a carregar o peso de uma elite parasitária da Nação. Falta-nos algum do arrojo de 1910 e muita da esperança de 1974.

Concelho de Almada | ESCOLAS SEM FUNCIONÁRIOS, SEM PAPEL HIGIÉNICO, SEM TALHERES...

No Jornal da Região de Almada, na Edição nº 237, de 28 Setembro a 4 Outubro 2010, vêm duas matérias sobre escolas do concelho de Almada que me deixaram muito triste e a pensar que não é com más condições nas escolas que as crianças se tornam adultos responsáveis. A educação devia ser a prioridade do governo de um país.

Deixo um desses artigos do JR e, deixo também, um comentário do Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Almada, na sua página do Facebook, com o meu comentário como resposta ao comentário dele.

JOÃO


Os pais dos alunos do agrupamento de escolas Rua Miradouro de Alfazima, no Monte da Caparica, boicotaram as aulas, na sexta-feira, em protesto contra a falta de funcionários. Os pais dos cerca de 400 alunos das duas escolas que compõem este agrupamento formaram um cordão humano em frente ao portão da Escola Básica Integrada do Monte da Caparica, onde se concentrou o protesto.

Em declarações à agência Lusa, Helena Abegão, membro da comissão instaladora da comissão de pais e encarregados de educação, afirmou, porém, que a solução apresentada pela direcção da escola depois de ter reunido com a Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT), “satisfaz mas apenas provisoriamente”.

Helena Abegão diz que “os pais foram informados de que na segunda-feira haveria mais quatro funcionários ao serviço nos dois agrupamentos de escolas”.

No entanto, a representante sublinha que os pais vão continuar a lutar por melhores condições nas escolas dos seus filhos. Várias mães ilustraram o cenário contra o qual protestam: “Se os funcionários limpam as casas de banho não podem tomar conta das crianças, se tomam conta das crianças, as casas de banho ficam num estado deplorável”.

Elisabete Escadas, delegada de turma do 9.º A, explicou: “É preciso que alguém olhe para a situação desta escola. As condições aqui são vergonhosas. Não há papel higiénico nas casas de banho, não há talheres suficientes para que todos os alunos comam ao mesmo tempo e não há funcionários.

Não podemos continuar assim”, disse.


António Matos - Grande jornada de encontro, confraternização de actuais e antigos alunos, professores e funcionários por ocasião da inauguração das novas instalações desta nossa grande Escola. Esteve o Sr Ministro da Economia. A Câmara que, com orgulho, representei. A Junta. Organismos e todo o tipo. Direcções de outras escolas. Ao longo de mais de 50 anos, 69 800 estudantes passaram por esta escola.
Parabéns Emídio Navarro, a "mãe de todas as escolas" !!!!
Hoje temos várias outras excelentes escolas. Parabéns à cidade educadora Almada que Almada é.
Parabéns Srª Directora e amiga Luísa Beato!

Maria João Baptista Silva - Os ideais da República, os valores republicanos, são alicerçados na democracia, na liberdade, na igualdade. É triste a fantochada do Ministro da Economia - que deu cabo da economia do país! -, ter estado nessa escola que diz ser a "mãe de todas as escolas", quando no concelho de Almada - e a CMA representa o Concelho e não a cidade apenas! -, há escolas sem pessoal, sem papel higiénico e sem muitas outras condições. Este 5 de Outubro é uma fantochada mediática com 100 escolas a serem apresentadas, num país que há bem pouco encerrou mais de 700 escolas onde muitas eram vitais. O "umbigo" da autarquia de Almada está cada vez maior e é uma pena. Têm tanta miséria no Concelho e tanta desigualdade! Como pode a CDU associar-se a uma comemoração deste tipo? Numa democracia não há "mães" nem "pais". Há "irmãos"
JOÃO

5 de Outubro | Primeiro Centenário da República em Portugal (1910-2010)

Hoje completam-se 100 anos sobre a implantação da República em Portugal.

Eu sou republicana, neta de republicanos - cujo avô paterno foi preso político exactamente por se dizer republicano! -, e continuo a sonhar pela essência dos valores e ideias republicanos, nem todos ainda conquistados e/ou completamente alicerçados. E a república foi conquistada por um golpe de Estado que nasceu de uma vontade para Portugal se tornar num país com um regime democrático, onde o seu atraso e as desigualdades dos portugueses fossem combatidos.

Estou ainda à espera que todos os políticos e responsáveis de cargos públicos sejam pessoas com ética e com sentido de responsabilidade. Estou, também, desejosa de ver a maioria dos cidadãos do meu país exercendo os deveres e direitos de cidadania e deixando para trás a apetência para a corrupção e para o "chico-espertismo", pautando a sua postura na vida com os valores de ética e de responsabilidade que desejo para os que nos governam.

Desprezo o folclore do espectáculo das inaugurações das 100 escolas, quando ainda há meses se fecharam mais de 700 escolas pelo país inteiro. A comemoração do Centenário da República com este espectáculo mediático é uma hipocrisia das muitas que vivemos e uma prova que o que conta para este governo é o mediatismo demagógico e não as pessoas, crianças, professores e famílias, que prejudicaram com a política educativa e as escolhas que foram feitas pelo Ministério da Educação e pelo Governo que retirou verbas às autarquias, impossibilitando, assim, que as escolas funcionem capazmente a ponto de, muitas delas, nem papel higiénico poderem comprar...

Fico com uma frase que retirei de uma entrevista a Francisco Louçã, dirigente do Bloco de Esquerda, e que dá sentido ao meu sonho e ao acreditar no BE, na política e em alguns políticos:

"(...) Temos que ser fortes contra a desigualdade."

É este o meu anseio e esta a minha luta!

JOÃO
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 PUBLICO.PT - Bartoon
 5/Outubro/2010 
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Primeiro Centenário da República em Portugal


Cem anos de República em Portugal!

Eu prezo muito o ideal republicano. A República é a democratização de uma sociedade.

Mas, apesar de a República estar a celebrar o seu primeiro centenário, ela nem sempre honrou os ideais de democracia e liberdade que são os pilares para uma verdadeira república democrática.

Eu considero que a 1.ª República foi um processo de intenções, mas não completamente concretizado. E considero que durante a ditadura do Estado Novo não se viveu numa República.

Eu vivi, pois, num Portugal “republicano”, com ditadura, onde não se podia gritar “Viva a República!” e não havia democracia nem liberdade. E vivi numa Inglaterra monárquica onde a democracia e a liberdade eram os alicerces do regime governamental.

Presentemente vivo num Portugal com uma República que está alicerçada na mentira, na desigualdade e na injustiça.

Sonho com a República que todos sempre ansiámos e que já vivemos depois do 25 de Abril. E espero que os portugueses saibam rejeitar os políticos sem valores de ética, de verdade, de justiça, de lealdade, de igualdade, de fraternidade e de liberdade, e que possamos, muito em breve, ter políticos eleitos com esses grandes valores democráticos, que nos façam sentir que a corrupção é combatida e que o povo pode viver em liberdade, sem medos e temores, como vive presentemente.

JOÃO




Para veres e leres os vários artigos do dossier "Centenário da República" no Esquerda.Net clica AQUI.