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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Recomendação: "O escurinho do FMI" por Daniel Oliveira


Maria João Baptista da Silva quer partilhar este link consigo. 




Pois é! Recomendo vivamente a leitura deste "Post" de Daniel Oliveira.
Está extraordinário e concordo com cada frase, cada palavra.
Tenho querido falar sobre esta situação, que me desagradou imenso, mas tenho estado muito doente.
Como este texto diz tudo aquilo que eu gostaria de dizer, e com requintes e uma escrita que eu não conseguiria ter, partilho com uma enorme vontade que seja divulgado para que sirva de uma lição de civismo, cidadania, ética...
Precisam-se de valores como do pão para a boca. Nem tudo é admissível!
Excelente artigo de Daniel Oliveira!
JOÃO



Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013


por Daniel Oliveira



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partir dos Blogs do SAPO (http://blogs.sapo.pt).

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

APELO | HOJE | TODOS A BELÉM! | CESSOU O MEDO, SOPRA O VENTO!


Eu era para ir e ficar sentadinha. Mas, acreditem, nem para ficar sentadinha estou capaz!
Apelo aos que podem estar presentes. Junto a minha voz a esses...
Esta imagem está soberba! Fantástica!
JOÃO

terça-feira, 29 de maio de 2012

Convite à Subscrição da Carta Aberta "Na Grécia, o Povo é Quem Mais Ordena".

SOMOS TODOS GREGOS
A GRÉCIA NÃO ESTÁ SÓ!

Reencaminho este mail que recebi há dias e recomendo a sua leitura, assim como a leitura do "post" de Daniel Oliveira no seu Blog "Arrastão" e, claro, a assinatura desta carta aberta "Na Grécia, o povo é quem mais ordena".
Eu e a minha família já assinámos!
Assina tu, também!
JOÃO










Caras e caros amigos,

A grave situação económica e social que se vive actualmente na Grécia levou um grupo de cidadãos a promoverem uma tomada de posição pública de apoio ao povo grego. Dirigida aos presidentes do Parlamento Europeu, da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional, deseja-se que esta iniciativa obtenha uma expressão significativa, de maneira a ficar bem demonstrado o apoio dos portugueses ao povo grego.

É nesse sentido que os proponentes desta iniciativa o/a convidam a subscrever e a divulgar a carta aberta "Na Grécia, o povo é quem mais ordena", que se encontra em
http://nagreciaopovoequemaisordena.com

Os proponentes

Outras leituras
 

Sexta-feira, 25 de Maio de 2012
por Daniel Oliveira
 


Carta aberta aos Presidentes do Parlamento Europeu, da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional

Nas eleições de 6 de Maio o povo grego exprimiu democraticamente a sua vontade, manifestando a sua oposição às condições impostas pelo programa de assistência financeira. Essas condições lançaram os gregos no desespero e na miséria. Pela sua brutalidade, as medidas do programa estão a dilacerar a sociedade grega, provocando rupturas incompatíveis com uma recuperação social e económica que salvaguardem padrões de vida aceitáveis para a dignidade de todo o povo.

Goradas as negociações para a constituição de um governo, os gregos vão regressar às urnas no próximo dia 17 de Junho. Trata-se de uma decisão enquadrada nas regras democráticas daquele país. Porém, está a assistir-se da parte dos mais altos representantes das instâncias internacionais a declarações que em nada facilitam uma solução ajustada à situação que se vive naquele país. Pelo contrário, as tomadas de posição já conhecidas vão no sentido de influenciar e condicionar a liberdade de escolha e decisão dos gregos, ao colocar na agenda política, ao arrepio dos tratados europeus, a sua saída da zona euro com todas as consequências daí decorrentes.

Por outro lado, no mesmo sentido da consulta eleitoral na Grécia, os resultados das consultas eleitorais realizadas recentemente em França, na Alemanha, em Itália e no Reino Unido deram um sinal inequívoco de que também naqueles países as populações estão a rejeitar as medidas de austeridade que lhes querem impor em nome de um ajustamento orçamental cujos exemplos já conhecidos em nada estão a contribuir para melhorar as economias, nem sequer se revelam úteis para atingir o apregoado objectivo de resolver o problema das suas dívidas públicas.

Por estas razões, os signatários desta carta aberta entendem que nas actuais circunstâncias se deve expressar todo o apoio e solidariedade ao povo grego, exigindo o cancelamento das medidas de austeridade que lhe foram impostas. Entendem também que os governos europeus não devem poupar esforços junto da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu para serem encontradas soluções que aliviem a tensão vivida em toda a Europa. Exigem, finalmente, que sejam respeitados os resultados das eleições de 17 de Junho enquanto escolha democrática do povo grego.

LEIA EM BAIXO OS SUBSCRITORES E ASSINE AQUI
Adelino Granja, advogado
Alcides Santos, desempregado
Álvaro Beleza, médico
Álvaro Pombo, empresário
Ana Benavente, professora universitária
Ana Drago, deputada
André Freire, politólogo, professor universitário
Angela Dionisio, economista
António Arnaut, advogado
António Avelãs, professor, dirigente do SPGL
António Nunes Diogo, médico
António Leuschner, médico
António Martins Coelho, reformado da UE
António Rodrigues, médico
António Santos Cardoso, administrador hospitalar
António Serzedelo, presidente da Opus Gay, jornalista
Carlos Brito, antigo deputado, escritor
Carlos Trindade, dirigente da CGTP
Catarina Martins, actriz e deputada
Cecília Honório, professora e deputada
Cipriano Justo, professor universitário
Daniel Madeira de Castro, economista
Daniel Sampaio, médico, professor universitário
Daniel Oliveira, jornalista
Domingos Lopes, advogado
Eduardo Costa Dias, professor universitário
Elísio Estanque, sociólogo
Eugénia Pires, economista
Eunice Goes, politóloga
Eurico Figueiredo, professor universitário aposentado
Fernando Gomes, neurocirurgião
Fernanda Neto Brandão, médica
Francisco Ginjeira, sociólogo
Francisco Manuel Costa Domingues , médico
Guadalupe Simões, enfermeira, dirigente sindical
Hélder Costa, dramaturgo e encenador
Helena Neves, socióloga, professora universitária
Helena Pato, professora
Helena Serra, socióloga, professora universitária
Henrique Botelho, médico
Henrique de Sousa, investigador e doutorando em Ciência Política
Isabel do Carmo, médica e professora universitária
Jaime Mendes, médico
Joana Amaral Dias, psicóloga, professora universitária
João Camargo, engenheiro do ambiente, Precários Inflexíveis
João Oliveira, publicitário
João Vasconcelos Costa, professor universitário
José Aranda da Silva, farmacêutico
José Carlos Martins, enfermeiro, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses
José Cavalheiro, engenheiro
José Casimiro, Deputado Municipal na Assembleia Municipal de Lisboa
José Castro Caldas, investigador
José Fernandes e Fernandes, professor universitário, director da Faculdade de Medicina de Lisboa
José Gusmão, economista
José Manuel Boavida, médico
José Manuel Mendes, professor universitário
José Manuel Pureza, professor universitário
José Manuel Tengarrinha, professor universitário
José Miguel Boquinhas, médico
José Reis, economista, professor universitário
José Vítor Malheiros, consultor
Júlia Coutinho, investigadora
Manuel Alegre, escritor
Manuel Carvalho da Silva, professor universitário
Manuel Martins Guerreiro, militar de Abril
Manuela Silva, professora universitária
Maria José Casa-Nova, professora universitária e investigadora
Maria Priscila Soares, agente de desenvolvimento
Maria do Rosário Gama, professora, ex-directora da Escola Secundária D. Maria - Coimbra
Mariana Aiveca, deputada
Mário Jorge Neves, médico
Nídia Zózimo, médica
Paulo Fidalgo, médico
Paulo Jacinto, técnico administrativo
Paulo Moreira, professor universitário
Paulo Raposo, antropólogo, professor universitário
Paulo Sucena, professor
Pedro Ferreira, professor universitário
Pedro Paulo Mendes, médico
Pedro Rodrigues, consultor de comunicação
Rodrigo Henriques, pequeno empresário
Rosa Castro Pita, dirigente sindical nacional do SINTAP e da UGT
Rui Lourenço, médico
Rui Tavares, historiador, deputado ao Parlamento Europeu
Samuel Costa, conceptor em comunicação
Ulisses Garrido, Director of the Education Department, European Trade Union Institute
Vanda Gorjão, professora universitária
Vasco Lourenço, tenente-coronel na reserva
Vitorino Salomé, músico
Vítor Sarmento, gerente comercial

sábado, 28 de abril de 2012

"MIGUEL" por Daniel Oliveira | No Arrastão

Deixo um texto belíssimo, de uma homenagem muito tocante, verdadeiramente comovente e bela por ser muito sentida, de um amigo do Miguel Portas, um camarada da esquerda grande, Daniel Oliveira.
JOÃO



Sexta-feira, 27 de Abril de 2012
por Daniel Oliveira
Fica aqui o texto que publiquei, hoje, no "Expresso", sobre o Miguel. Pela intensa amizade e cumplicidade pessoal, política e profissional que com ele mantive, nos últimos 22 anos, falta-me o distanciamento que consegui ler noutros, em textos muito mais claros e relevantes sobre o que foi a vida e o percurso do Miguel. Tentei, mas não consegui. Uma espécie de anestesia não me deixa. Mas era obrigatório passar para o papel (era no papel que o Miguel se entendia) o imenso carinho que tinha, que tenho, que sempre hei de ter por este ruivo que mudou, em muitas coisas, talvez em muitas mais do que ele julgava, a minha vida. Sinto falta dele, e isso impede-me de escrever com clareza. Ficam as minhas desculpas por isso. Mas, mesmo assim, tenho de deixar escrito.

Nada tenho a escrever sobre política. O Miguel não me perdoaria isto. Deixar passar uma semana sem me entregar ao que sei fazer. As duas coisas a que me dediquei na vida – a política e o jornalismo – fiz ao lado dele, com ele. E para ele, por pior que tudo corresse, a escrita e a política não esperavam pelos nossos estados de alma. Nessa matéria, era implacável. Mas tinha, apesar disso, uma fome de vida como nunca vi em ninguém. E desconfiava de quem só vivia para grandes causas. Como podemos nós compreender o que devemos fazer pelos outros se nada sabemos deles? Como podemos nós lutar pelo outro se ele não for mais do que uma abstração? O Miguel gostava de pessoas antes de gostar de uma ideia.

Não, não me preparo para um panegírico. Panegíricos fazem-se a heróis. E o Miguel não era um herói. Não era uma estátua. Sim, foi detido com 15 anos pela PIDE. Sim, foi militante comunista quando era difícil. Sim, viveu sempre dividido entre a lealdade à sua “tribo” e o imperativo de não defender aquilo em que não podia acreditar. Mas, da sua coragem, o que mais importava era o desplante. Ter organizado os primeiros concertos em Lisboa quando isto era um deserto. Ter lançado um jornal e uma revista de esquerda quando isso era impensável. Ter-se mudado para o Alentejo e para a serra algarvia para trabalhar em desenvolvimento local quando o seu “estatuto” não o obrigaria. Ter voltado ao jornalismo, várias vezes, para nos oferecer maravilhosos documentários e livros. Ser, e isso era uma das nossas muitas cumplicidades, um incurável viajante. Os seus olhos terem continuado, até ao último dia, a brilhar com cada coisa nova que descobria, com cada coisa velha que defendia. Dos seus míticos ataques de fúria passarem com a mesma inesperada rapidez com que chegavam. Com as mulheres, com os lugares, com a política, com o trabalho, com tudo, o Miguel era intenso.

O Miguel era irremediavelmente humano em todos os seus defeitos e qualidade. Não faço um panegírico porque o Miguel não era apenas meu camarada. Não era sobretudo meu camarada. Era meu amigo. Com fraquezas, erros, injustiças. Como com todos os amigos, que não o são apenas por hábito, claro que me zanguei tantas vezes com o Miguel como ele se terá zangado comigo. Fizemos sempre as pazes sem uma palavra, apenas voltando porque tem de ser. O tempo permite que a amizade viva com o que não precisa de ser dito. E ao fim de 22 anos de um imenso carinho, mais de metade da minha vida, onde em cada momento me aparece o seu rosto, a sua voz, o seu riso estranho e o seu desvairado otimismo, os seus defeitos passaram a ser tão indispensáveis como as suas qualidades. Parte de mim.

O Miguel morreu (custa escrever) indecentemente cedo. Cedo demais para toda a energia que tinha e que, até ao último minuto, nunca o abandonou. Cedo demais para todos, e éramos muitos, que dele dependiam, como se depende de uma casa que, mesmo com infiltrações, sempre foi a nossa. Mas uma coisa é certa: o Miguel teve uma vida cheia. E encheu as dos outros. E como ele não me perdoaria que não falasse de política, deixou a nossa muitíssimo mais pobre. Há pouca gente com a sua ousadia. Na política, mundo repleto de bonecos insufláveis, não há quase ninguém. Sim, talvez o País aguente todas as perdas. Talvez a esquerda supere esta. Para mim, para todos os seus amigos, é que é mais difícil tapar este buraco.

Publicado na edição de hoje do "Expresso"

in Blog "ARRASTÃO"

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Espiões Militares Portugueses no Afeganistão e no Líbano | Arrastão: Artigo de Pedro Salles

Espionagem Portuguesa


Fomos informados pelo Governo que, na próxima estação - Outono -, teremos espiões militares portugueses no Afeganistão e, muito possivelmente, também no Líbano.

Tenho lido muito sobre esta questão. Mas adorei um artigo de Pedro Salles, no Blog "Arrastão", que achei deliciosamente cheio de humor e que quero partilhar contigo.

JOÃO
 Isto não vai ser bonito  
Por Pedro Sales



Para veres o artigo
de Pedro Salles,
clica AQUI.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

No ARRASTÃO | Daniel Oliveira - Hoje acordaram chocados? | Eu Estou Chocada!

Ontem e hoje - já é outro dia! - não me tem saído dos ouvidos os gritos e choro da criança palestiniana a gritar pelo pai... Por isto, eu estou chocada!

Deram vezes sem conta as imagens nos Canais de Notícias na TV. E eu, não podendo mais ver nem ouvir, não conseguia, também, deixar de o fazer. O meu coração sofria demais por aquela criança e, também, por todas as crianças e por todo o povo palestiniano.

Ao ver e ouvir eu estava a flagelar-me e a tentar, penso que era isso, dividir a dor com a criança, para que a dor dela não fosse tão grande.

Nunca me habituarei a tanta crueldade, tanta maldade, tanta frieza e indiferença dos povos que lutam entre si. NUNCA!

Fica o vídeo para quem não viu. E deixo, também, o que o Daniel Oliveira escreveu no seu Blog "ARRASTÃO" que podem ver, directamente, se clicarem AQUI.

JOÃO
Porque é que Israel Actua como os Nazis?!


Hoje acordaram chocados?
Por Daniel Oliveira
(Aqui o Daniel Oliveira coloca o vídeo)
Confesso que o que mais me choca é que estas imagens que correram Mundo ainda causem algum choque. Elas são, na Cisjordânia e em Gaza, absolutamente banais. Quase inócuas. O que aquela criança viu viram milhares de crianças palestinianas, geralmente com muito maior brutalidade: assassinatos à sua frente, humilhações degradantes dos seus pais e mães, os seus pais a serem arrastados pelos soldados, de suas casas, a meio da noite, os seus lares a serem demolidos para dar lugar à casa de um colono. Na realidade, estas imagens dão, pelo destaque que mereceram, uma falsa imagem do que se passa por lá. Dão ideia que isto é apenas um abuso condenável, uma coisa extraordinária. E pela “amabilidade” dos soldados israelitas até é. Basta ter estado na Palestina e ter ouvido as arrepiantes histórias daquelas crianças para perceber que esta indignação é quase hipócrita. Na Palestina, isto é tão natural como o sol nascer todos os dias. O que ainda indigna quem sabe o que ali se passa já são barbaridades de outro calibre. Isto é só quotidiano.

terça-feira, 8 de junho de 2010

No ARRASTÃO | Daniel Oliveira - Calem-me essas Vuvuzelas!

Ai, Daniel Oliveira, que artigo fantástico!

Não é que eu quis ver e ouvir o jogo e não conseguia. Coloquei o som no mínimo dos mínimos. E ainda estou com uma dor de cabeça atroz.
O pior, é que aqui na Charneca de Caparica, na rua onde moro, só passam carros a soprar na vuvuzela. Ainda agora passou um!
Não é no fim do mundial que eu vou ficar maluca. Já estou! E nem preciso de sair de casa, nem ligar a televisão, nem estar na África do Sul. As vuvuzelas estão a passar na minha rua!
JOÃO

Calem-me essas vuvuzelas!
Por Daniel Oliveira
Os treinadores queixam-se que não conseguem dar indicações aos jogadores. Os jogadores queixam-se que não conseguem ouvir os treinadores. Os árbitros queixam-se que não se conseguem ouvir uns aos outros. Os jornalistas queixam-se que não conseguem falar para as redacções. Há mesmo quem se queixe que a coisa pode provocar ataques de elefantes. Os médicos dizem que pode causar surdez. E agora chegou a vez do público se queixar: é insuportável ter a sensação de estar durante duas horas num engarrafamento. O som contínuo de vespeiro das malditas vuvuzelas não é apenas massacrante. Torna imperceptível as reacções do público a cada remate, golo, falhanço. Quem teve a ideia de tornar isto no “som de marca” deste Mundial não destesta apenas futebol. Odeia a humanidade. Se isto continua corremos o risco de assistir à primeira enxaqueca à escala global da história deste planeta. É com todo o respeito pelas tradições locais que deixo aqui um apelo: calem essas vuvuzelas! Aquilo só pode fazer mal ao ambiente.

in Blog "ARRASTÃO"

sexta-feira, 5 de março de 2010

Candidatura de Fernando Nobre: Sinais Equívocos Mesmo! Manuel Alegre será o meu Candidato!

Eu quero Manuel Alegre para Presidente da República. Presidente de todos os Português!

Eu que tinha um apreço imenso pelo Dr. Fernando Nobre, no dia em que soube que ele ia se candidatar à Presidência da República, fiquei em choque!

O Dr. Fernando Nobre e indispensável no trabalho que faz há décadas! O meu desejo é que continue a Cumprir sua missão humanitária. E é por esse trabalho que as pessoas se ligaram muito ao Dr. Fernando Nobre.

Passado dias, depois de muito Reflectir, continuo a pensar que disparate não é o Fernando Nobre dividir a esquerda.

Não é político, nada nos garante que seja um bom Presidente da República, pois desde Durão Barroso, Mário Soares, passando por António Capucho ele apoiou Tendo sido mandatário em suas campanhas. Por último apoiou uma candidatura do BE nas Eleições Europeias.

É um homem sem valores políticos, que muda consoante uma promoção que quer ter. E isso não interessa a um Presidente da República que é um político Claramente carga.

Daniel Oliveira, seu num "Post" no seu Blog "Arrastão", escreveu isto sobre o candidato Dr. Fernando Nobre:

"Lamento, mas é exactamente por acreditar em valores que acredito (sou alguém e, espero) nessas coisas da direita e da esquerda. Conheço pessoas com carácter e coluna vertebral de direita. Muito à direita, mesmo. Dificilmente votaria nelas. Porque os meus Valores não se resumem um avaliações éticas sobre as pessoas. políticos também São Paulo. Há pessoas Sérias um defensor uma privatização da saúde. Podem ter o meu respeito pessoal, tem não mas o meu voto. Há pessoas com coluna vertebral que acreditam que o mercado sem Freio é que garante o desenvolvimento. Nunca votaria nelas para um cargo político. (...)"

Eu estou 100% de acordo com ele Daniel Oliveira. Toda a minha admiração por este homem, que eu adorava, se foi. Ele está a ser manipulado pelos Soaristas que não sabem perder e esquecer nem, muito menos, perdoar.

Eu, os portugueses e, também não vão perdoar ao Dr. Fernando Nobre um Reeleição de Cavaco Silva.

Deixo um artigo de Cecília Honório, "Sinais Equívocos", que não saiu ESQUERDA | Março 2010 | Publicação Mensal do Bloco de Esquerda | N. º 38, que podes adquirir por 1 €.
(clica 2 x sobre a imagem para uma aumentares!)
 
JOÃO

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Haiti: Sentimento de Impotência é Geral - Pense e Reze pelo Haiti!


Não consigo deixar de pensar no Haiti, nos milhares de mortos e nos que vão acabar por morrer num sofrimento arrepiante. As poucas imagens e gritos que apanhei nos noticiários - que mudava por não conseguir ver -, não me saem da cabeça. Sei das dificuldades nas operações de salvamento e da falta de assistência capaz aos feridos e sobreviventes nos escombros. Sei da falta de recursos próprios que o Haiti tem para enfrentar uma calamidade destas e do desespero daqueles que querem e não podem ajudar. O sentimento de impotência é geral. E é isso que me está a “esmagar” a alma. Aqui, tão longe, sem poder fazer nada… Sufoco!

JOÃO

Pense no Haiti, reze pelo Haiti.
Por Daniel Oliveira 

3.000.000 de afectados. Porque quando a terra treme sob os pés de miseráveis, sob as casas dos miseráveis, a sua fragilidade fica ainda mais evidente. Nem as catástrofes naturais são iguais para todos. Uma reportagem com um ano sobre o Estado falhado do Haiti: aqui.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

AS COISAS JÁ ESTÃO NOS EIXOS: Estamos em DEMOCRACIA!

Li no http://arrastao.org/ o post de Daniel Oliveira, "Os estatutos":

«Dirigindo-se a este vosso humilde criado (tratando-me por “ser humano”, o que é simpático), Pedro Santana Lopes diz: “Uma das mudanças que é necessária em Portugal é a de pôr as pessoas na posição que merecem. Têm de se definir os estatutos em que cada um tem espaço, se são programas de humor ou de debate político sério.” Foi exactamente essa estranha confusão entre humor e política que espantou os portugueses naquele dia em que Pedro Santana Lopes entrou no Palácio de São Bento.
Em Novembro de 2006 Santana Lopes disse que estava “longe da vida política”. Tinha, pensámos nós, regressado à sua carreira. E onde morava ela? No Parlamento. Santana, nas suas próprias palavras, “longe da vida política”, era deputado.»
Claro que eu percebi que Santana estava-se a referir ao programa da SIC Notícias, que passa pela meia-noite, todos os Sábados e que eu não perco e, se perder, tento ver a sua repetição, que dá aos Domingos, pelas 16:00 horas e pelos menos em duas madrugadas na semana. E senti que Santana, no seu Blog, teria insultado de forma grosseira Daniel Oliveira e o referido programa de debate político, de forma descontraída e humorística, que muito me agrada, como todos os programas de debates político, sejam eles humorísticos ou não. Para mim, o debate político, à direita, ao centro, à esquerda, é uma das minhas paixões. Interessa-me ouvir para estar informada, para perceber quem é quem, o que faz quem... e, claro, depois vou pela minha cabeça. Nunca ninguém me dá a volta! Às vezes fico um pouco irritada; outras fico bem-disposta. E, às vezes, vejo-me a concordar com coisas que alguns da direita dizem, outras vezes a discordar de coisas que ouço da minha esquerda, que sendo do Bloco de Esquerda, é a ESQUERDA GRANDE, onde todos os que são de esquerda podem ter um lugar, e onde nos sentimos livres para pensar de forma não formatada como nos outros partidos de esquerda e/ou de direita, onde todos são formatados da mesma forma, como se tivessem sido clonados; e, se acaso divergem pelo direito de divergirem, são lançados para o lado, ignorados, ou mesmo corridos, até expulsos!
Resolvi, então, ir ver o tal post no tal Blog do tal Santana Lopes, aquele que teve, mesmo sendo, não digo palhaço porque não gosto de ofender as nobres profissionais das diversas profissões e artes, mas digo profissional da política, e mau profissional, o cargo de primeiro-ministro deste meu país, onde, felizmente, já não estando em ditadura, é o seu povo quem manda… E não me consta que ele, Santana, tenha chegado a essa altas funções por direito próprio, pois o povo português nunca o elegeu para tal, mas por incompetência do então presidente da República Jorge Sampaio, que deveria ter convocado eleições quando Durão Barroso escolheu o tacho da UE em vez de ficar a governar o país…
Santana governou mal a CMLisboa, (des)governou o país, é um ser petulante e pedante que arruinou a CMLisboa, e nem o meu Sporting ele soube dirigir.
Num dia em que o Porto veio a Alvalade, aconteceu uma desgraça e um balcão exterior caiu e arrastou, com ele, muitos jovens e houve mortos e feridos graves, minutos antes de o jogo estar marcado para começar. Foi aflitivo ouvir, durante o jogo, os apelos dos pais, através de alguém que ia ao altifalante pedir para a, b, c, d, etc., jovens que deveriam estar a assistir ao jogo, para se dirigirem à saída A ou B, ou ligarem para casa, porque quem de direito, o Santana Lopes, perante a desgraça que ocorreu, não foi capaz de cancelar o jogo ou tomar providências para, quem de direito, o tivesse cancelado.
Eu estava lá! Cheguei na altura em que o muro caiu. Estava a chegar no acesso principal ao antigo estádio. Eu e o meu irmão íamos ver o nosso clube jogar, bem ou mal, mas jogar em condições psicológicas normais, tanto para o Sporting, como para o adversário, espectadores e familiares, amigos e adeptos em casa que estavam a ver e/ou a ouvir o jogo.
Mas não! O pedante e incompetente Santana Lopes, mesmo não prestando para nada, continua com a mania de ir andando por aí…
E eu, e o meu irmão, sem estômago para continuarmos a assistir àquele estranho jogo de futebol, cheio de dor à nossa volta, saímos e fomos andando, cada um para sua casa.
Querem acto mais ignóbil do que este de um dirigente que, numa situação destas, tem a atitude de deixar um jogo, nestas condições, prosseguir?!
Vem agora este mau político, mau dirigente desportivo, mau governante vir insultar o Daniel Oliveira e os seus pares, um programa de Televisão que tem o direito de existir, os espectadores que assistem ao programa?!...
Com que direito?! Ele quer impor uma ditadura de direita com uma nova PIDE com o LÁPIS AZUL da censura?!
E diz que foi ver o curriculum de Daniel Oliveira? Por acaso não leu o dele mesmo?! Que fez ele na vida para merecer os sapatos que calça e que foram feitos por artistas e operários a quem ele se dirige indirectamente como “pessoas que pouco de útil fizeram na vida”, só porque não têm o “pedigree” que ele julga ter... Pessoas que estão tão cheias de si que se esquecem que aqueles que estudaram menos, que vestem menos bem, que não tiveram ou têm vidas de VIP’s têm o direito a existir, a terem os programas da TV de que gostam e a dizerem o que pensam dos outros, como de Santana, que tem mesmo que ser comentado pois, além de ter dado cabo da CMLisboa, deu cabo do país no pouco tempo que governou e tem dividido o partido onde milita há anos, mas onde não deveria já militar, pois até cabo do partido ele deu...
Ai de nós, povo português, se os Santanas Lopes deste país pudessem mandar um pouquito!!!
Por isso, chamo a atenção para o post completo de Pedro Santana Lopes, com o título de "As coisas nos eixos", no seu Blog, em que faz de crítico de televisão e, claro, de futebol, que vos deixo.
Apesar de eu não ser "ninguém" para o sr. Santana Lopes e pessoas como ele, sou alguém para a sociedade a que pertenço e tenho o direito de pensar, decidir, indignar-me, comentar e lutar contra a mentalidade ditatorial de pessoas como este sr. Lopes.
JOÃO
«domingo, 27 de Dezembro de 2009
As coisas nos eixos
Ontem, ouvi um pouco do programa Eixo do Mal. Às tantas, dei por um indivíduo a ironizar com a minha vida profissional, por eu ter dito que podia "bater com a porta" no Partido em que milito... Hoje, dei - me ao trabalho de procurar, na Net, o curriculum desse ser humano. Vale a pena ler e confirmar a riqueza do percurso, a lógica profissional, os trabalhos conhecidos. É extraordinária a facilidade com que, em Portugal, pessoas que pouco de útil fizeram na vida, tentam parodiar, com sorriso alarve, o que os outros já fizeram e fazem.
Há quem tenha algum direito a satirizar porque se apresenta como humorista. Agora, que gente é esta, como este ser humano, e quem lhes dá o direito a avaliar os outros?
Uma das mudanças que é necessária em Portugal é a de pôr as pessoas na posição que merecem. Têm de se definir os estatutos em que cada um tem espaço, se são programas de humor ou de debate político sério. E, já agora, a autoridade de cada um para falar do que fala. O que estudaram, o que fizeram, o que são nas suas vidas profissionais.»

sábado, 31 de outubro de 2009

Casamento Entre Pessoas do Mesmo Sexo

Ontem, no Blog "Arrastão", li um artigo de opinião de Daniel Oliveira a propósito de outro artigo de opinião, que ele leu no "Público", sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.Todas as vezes que eu vejo este tema debatido e os argumentos que as pessoas ditas eruditas e muito influentes nos círculos de opinião usam, eu fico com os cabelos em pé. Então aquele argumento, sempre presente, que, "perante uma crise económica, o tema não é prioritário"... Será que nos tomam por parvos?! Será que pensam que as pessoas comuns têm serradura na cabeça?!

Então eu amei este artigo do Daniel Oliveira, que eu assinaria como meu se não fosse uma pessoa com valores éticos. Quero dizer com isto que gostaria de ter escrito este artigo, claro. Concordo com ele a 100%!

Mas como não fui eu quem o escreveu, e por o achar imperdível, vou colocá-lo aqui e espero que seja lido, um dia, por muitas pessoas em Portugal e além fronteiras e, se possível, repassado e discutido.

JOÃO
É pioritário dizer que isto não é prioritário

Daniel Oliveira, in Blog "arrastão"

Nota: podes ler este Artigo de Opinião do Daniel Oliveira no comentário que coloquei a esta mensagem/post.