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quinta-feira, 12 de junho de 2014
Info ESQUERDA.NET | Jornalistas Protestam Contra Despedimentos no JN, DN, TSF e O Jogo
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quarta-feira, 23 de maio de 2012
Tribunal Quer Apagar Denúncias em Blogue Contra a Precariedade | Esquerda.Net
Fica a link para um artigo do Esquerda.Net. Importante leres!
Grave! Muito grave?
Onde está a Liberdade de Expressão?!
Tem ido, paulatinamente, para o lixo.
Vamos deixar que ela se acabe?
JOÃO

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quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Angola: 14 ONG's Condenam Detenção e Tortura de Manifestantes | Manifestação em Luanda em 3 de Setembro 2011
Isto é monstruoso! Como podem os países democráticos receber os representantes do Governo de Angola...Como podemos nós, portugueses, ter empresas com dinheiro sujo da família Eduardo dos Santos?!
Eu sinto uma revolta tão grande com estas detenções e a forma como elas estão a ser tratadas.
Esta matéria tem que dar a volta ao Mundo, por todos os meios possíveis.
Temos que ajudar o povo Angolano, nosso irmão!
Direitos Humanos para Angola, já!
JOÃO
Angola: 14 ONG's condenam detenção e tortura de manifestantes
14 organizações da sociedade civil angolana denunciaram as agressões e detenções de jovens e jornalistas na manifestação de 3 de Setembro. 21 detidos irão a julgamento sumário nesta quinta feira. Human Rights Watch alerta que existem 30 detidos incontactáveis e em paradeiro desconhecido. Eurodeputados do Bloco exigem informação.
Artigo | 7 Setembro, 2011 - 17:20
Nesta quinta feira, 8 de Setembro, irão a julgamento sumário em Luanda 21 pessoas que foram detidas na manifestação do passado dia 3 de Setembro, promovida por jovens sob o lema “32 é de mais”, referindo-se aos anos em que Eduardo dos Santos ocupa a Presidência da República de Angola. Entre as pessoas detidas encontra-se Ermelinda Freitas de 60 anos, militante do Bloco Democrático. A Human Rights Watch (HTW) que exige o fim da repressão dos protestos anti-governamentais em Angola, manifestou-se preocupada pela existência de presumivelmente três dezenas de pessoas que continuam incomunicáveis e em paradeiro desconhecido. Em comunicado conjunto (disponível aqui), as organizações Associação Justiça Paz e Democracia (AJPD), Associação OMUNGA, Associação Construindo Comunidades (ACC), Associação AJUDECA, Associação VAPA, CMDI, SOS Habitat, Plataforma de Mulher em Acção, Conselho de Coordenação dos Direitos Humanos (CCDH), Associação SCARJOV, Associação Mãos Livres, Centro Nacional de Aconselhamento (NCC), Sindicato Nacional de Professores (SINPROF) e Fundação Open Society - Angola (FOS-A) condenam “os actos de agressão, tortura, tratamentos cruéis, desumanos e degradantes a que foram submetidos os detidos”, constatam que “foi negado aos manifestantes o direito de serem contactados pelos seus advogados bem como foi negada aos seus familiares informação sobre a situação e paradeiro dos mesmos” e exigem “a garantia da integridade física de todos os detidos e a sua libertação incondicional e imediata”.Em declarações a Angola 24 Horas, o secretário-geral do Bloco Democrático, Filomeno Vieira Lopes, considerou que novos protestos devem acontecer nos próximos dias: “Não temos dúvida disso, porque há uma frustração muito grande por parte da juventude. Há juventude de bairros mobilizada.”
Os eurodeputados do Bloco de Esquerda, Marisa Matias e Miguel Portas, questionaram a Alta Representante para os Negócios Estrangeiros, para saber qual a atitude da União Europeia perante a repressão policial da manifestação do passado sábado. Os eurodeputados perguntaram (aceda ao texto) se o Serviço Europeu “dispõe de informação sobre a repressão policial da manifestação de sábado e do estado, número, paradeiro e condições de prisão dos detidos” e se a “delegação da União Europeia em Luanda transmitiu às autoridades angolanas a sua preocupação com a situação das vítimas de abuso policial”.
Termos relacionados:
sábado, 3 de setembro de 2011
Manifestação em Angola Travada Violentamente Pela Polícia | Protesto em Luanda Contra o Presidente Angolano José Eduardo dos Santos
Esta manifestação em Luanda correu ainda pior do que as anteriores.Saúdo a coragem dos manifestantes... São muito poucos, num país tão grande e com tanta miséria. Mas um dia serão muitos mais!...Quando acabará este regime de sanguessugas?!
Quando é que a maioria dos desgraçados - mesmo miseráveis angolanos -, terão água potável canalizada, comida para comer, casas dignas para habitar... E DEMOCRACIA? Quando será?!Direitos Humanos para Angola, já!
JOÃO
Entre 100 a 300 pessoas participaram no protesto
Manifestação em Angola travada violentamente pela polícia
03.09.2011 - 20:18 Por João Manuel Rocha
A repressão de manifestantes que protestavam contra o Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, em Luanda, provocou na tarde deste sábado um número indeterminado de feridos e a detenção, segundo a Polícia Nacional, de 24 pessoas.
Não havia à noite confirmação sobre o número nem o estado dos manifestantes feridos, mas o correspondente da RTP na capital angolana admitia que os seus ferimentos fossem ligeiros. Um comunicado da polícia citado pela agência estatal Angop indica que ficaram feridos três agentes e um oficial “por elementos não identificados”.
Para além de manifestantes foram agredidos jornalistas, incluindo elementos de uma equipa de reportagem da televisão pública portuguesa, cujo equipamento foi danificado.
Segundo o correspondente da rádio Voz da América, “a refrega tomou contornos de violência pura”, que não se verificou em outras duas manifestações realizadas já este ano contra o poder do Presidente angolano, no poder desde 1979.
O número de manifestantes que aderiu ao protesto foi quantificado entre uma centena e três centenas de pessoas, consoante os órgãos de informação.
O desfile, em que se reclamava a democratização do país e a saída do poder de José Eduardo dos Santos, foi autorizado. A violência terá começado quando parte dos participantes se desviaram do itinerário previsto e procuraram dirigir-se ao palácio presidencial para exigirem a libertação de um companheiro detido antes do início do protesto, que começou na Praça da Independência.
A Polícia Nacional informou que os ferimentos se registaram quando os seus efectivos “tentavam persuadir alguns cidadãos a não abandonarem o espaço” autorizado para a manifestação. Os contestatários só foram travados quando “reforços policiais que vinham de várias direcções” os interceptaram, segundo o correspondente da Voz da América, que descreveu os reforços como “homens à civil, fisicamente bem constituídos, que se supõe pertencerem às forças especiais”.
O repórter da RTP deu conta da intervenção de “elementos não identificados”, que actuaram de modo violento.
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sábado, 2 de abril de 2011
Manifestação pela LIBERDADE DE EXPRESSÃO em Angola | Vídeo
Pode não ter sido uma manifestação muito participada, mas foi corajosa e abriu o caminho a outras.
Direitos Humanos para Angola, já!
JOÃO
Manifestação pela Liberdade de Expressão em Angola
Os manifestantes formaram um cordão humano de mais de 300 pessoas durante a manifestação de hoje, 2 de Abril, à volta do Largo da Independência, em Luanda, para exigir Liberdade de Expressão. Ouviram-se gritos de ordem como "O povo, unido, jamais será vencido!" e "ZéDú Fora!".Artigo | 2 Abril, 2011 - 19:20
Segundo os organizadores, na manifestação de hoje em Luanda, pela Liberdade de Expressão em Angola, estiveram presentes mais de 300 pessoas, a maioria anónimos e membros da sociedade civil, alguns membros de partidos políticos e organizações não governamentais como a OMUNGA e a SOS Habitat. (Mais informação em centralangola7311.net)
Como acto simbólico pela Liberdade de expressão, os organizadores disponibilizaram um megafone para que qualquer pessoa pudesse dizer a sua opinião sobre o país de forma livre.
Outras palavras de ordem gritadas foram: “Pão para todos, educação para todos, liberdade para todos!” ou “Viva a democracia! Vida a liberdade! Viva Angola!”. Apesar do calor, cada vez chega mais gente.
Artigos relacionados:
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Manifestantes formam um cordão humano de mais de 300 pessoas durante a manifestação de hoje, 2 de Abril, à volta do Largo da Independência, em Luanda, para exigir LIBERDADE DE EXPRESSÃO.
Ouvem-se gritos de ordem como "O povo, unido, jamais será vencido!" e "ZéDú Fora!".
Ouvem-se gritos de ordem como "O povo, unido, jamais será vencido!" e "ZéDú Fora!".
HOJE - 2 de Abril | Manifestação Pela Liberdade de Expressão em Angola |
Eu desejo que esta manifestação aconteça, seja bem participada e decorra de forma ordeira, sem agressões e sem prisões, e também espero que a manifestação abra as portas à liberdade de expressão.Direitos Humanos para Angola, já!
JOÃO
Manifestação pela liberdade de expressão em Angola
Um grupo de jovens deu a cara pela manifestação, convocada para este sábado às 13h em Luanda. Desta vez foi autorizada pelo governo provincial e conta com o apoio do antigo primeiro-ministro angolano Marcolino Moco e do escritor José Eduardo Agualusa.
Este sábado está convocada para a Praça da Independência em Luanda, a partir das 13h, uma manifestação pacífica pela liberdade de expressão em Angola. Recorde-se que uma outra tentativa de manifestação contra o regime, sob o lema “Angola diz basta a 32 anos de tirania e má governação”, no dia 7 de Março, foi abortada pelas forças de segurança que prenderam 17 pessoas, incluindo quatro repórteres.
Ao contrário do 7 de Março, desta vez o protesto tem organizadores conhecidos que pediram autorização para realizar a manifestação ao Governo Provincial de Luanda.
Um dos responsáveis, Carbono Casimiro, disse à agência Ecclesia: “Tentamos sair a 7 de Março, mas fomos detidos injustamente, sem explicação nenhuma, sem o mínimo de justificação. Acredito que é por tentarmos nos expressar publicamente. Tão-somente por isso. Então isso gerou o motivo principal desta segunda tentativa de manifestação à liberdade de expressão”, acrescentou.
Massion Chitombe, outro jovem que convoca a manifestação, esclareceu que durante o protesto serão feitas alusões à situação política e social do país: “Não vejam a nossa posição como um acto de tentar desestabilizar o país. Não é o que nós queremos. Simplesmente vamos para lá pacificamente e vamos pedir que os órgãos de segurança estejam lá para evitar que haja actos de vandalismo”, reforçou.
No largo ou no “quintal”
De acordo como relato do Clube-K, na terça-feira o governador provincial pediu uma reunião com os organizadores, que não se chegou a realizar porque as autoridades vetaram a entrada de alguns dos elementos do grupo, contrariando a posição dos jovens, que entenderam que a reunião deveria ser na presença de todos os subscritores.
Informalmente, porém, os jovens falaram com um alto funcionário do governo provincial, Carlos Alberto Cavukila, que disse aos organizadores que o governo autoriza a manifestação, com a condição de que ela se realize no “parque” da Independência e não no largo, conforme fora pedido. O parque da independência é uma área de diversão fechada, a poucos metros do “largo Primeiro de Maio”, usada pelos músicos para apresentação de obras discográficas.
Os manifestantes recusam a condição do governo provincial de Luanda, sob alegação de que não podem se manifestar num “espaço fechado” ou seja, “num quintal”.
Apoios
Para o escritor angolano José Eduardo Agualusa, a manifestação de sábado em Luanda “é o princípio de alguma coisa: “O que me parece é que isto é o princípio de alguma coisa. A partir daqui, isto nota-se muito na Internet, no 'Facebook' também, há uma movimentação como nunca houve e as pessoas estão a dialogar, que era uma coisa que fazia muita falta em Angola”, disse à Lusa.
Por seu lado, o antigo primeiro-ministro angolano Marcolino Moco disse também à Lusa esperar que a manifestação abra as portas à liberdade de expressão: "desejo que a partir daí as autoridades tenham uma nova atitude perante o direito à comunicação, perante a liberdade da imprensa e a partir daí revejam outras atitudes incorrectas". O também ex-secretário-geral do MPLA classificou como "vergonhosa" a situação que se vive na imprensa estatal, que disse caracterizar-se por "bajulação ao poder" e que faz recordar o que se passava no período colonial.
Para o "rapper" angolano Mona Dya Kidi, um dos organizadores da manifestação, "(Angola) é uma democracia exercida com medo. A prova disso é que só tivemos 17 pessoas no dia 7. Num país democrático, que tem milhões de problemas, aparecerem 17 pessoas é óbvio que alguma coisa não está bem", disse.
"Ou todo o mundo está bem, economicamente, socialmente, ou há outra coisa por detrás. Então a democracia é exercida com medo. Um ou outro mostra a cara e que depois acaba por ser censurado, tal como nós fomos, detidos por exercer o direito à democracia", acrescenta. Mona Dya Kidi diz que desta vez a manifestação deverá correr melhor.
Mais informações sobre a manifestação aqui.
Artigo | 1 Abril, 2011 - 18:25
Este sábado está convocada para a Praça da Independência em Luanda, a partir das 13h, uma manifestação pacífica pela liberdade de expressão em Angola. Recorde-se que uma outra tentativa de manifestação contra o regime, sob o lema “Angola diz basta a 32 anos de tirania e má governação”, no dia 7 de Março, foi abortada pelas forças de segurança que prenderam 17 pessoas, incluindo quatro repórteres.Ao contrário do 7 de Março, desta vez o protesto tem organizadores conhecidos que pediram autorização para realizar a manifestação ao Governo Provincial de Luanda.
Um dos responsáveis, Carbono Casimiro, disse à agência Ecclesia: “Tentamos sair a 7 de Março, mas fomos detidos injustamente, sem explicação nenhuma, sem o mínimo de justificação. Acredito que é por tentarmos nos expressar publicamente. Tão-somente por isso. Então isso gerou o motivo principal desta segunda tentativa de manifestação à liberdade de expressão”, acrescentou.
Massion Chitombe, outro jovem que convoca a manifestação, esclareceu que durante o protesto serão feitas alusões à situação política e social do país: “Não vejam a nossa posição como um acto de tentar desestabilizar o país. Não é o que nós queremos. Simplesmente vamos para lá pacificamente e vamos pedir que os órgãos de segurança estejam lá para evitar que haja actos de vandalismo”, reforçou.
No largo ou no “quintal”
De acordo como relato do Clube-K, na terça-feira o governador provincial pediu uma reunião com os organizadores, que não se chegou a realizar porque as autoridades vetaram a entrada de alguns dos elementos do grupo, contrariando a posição dos jovens, que entenderam que a reunião deveria ser na presença de todos os subscritores.
Informalmente, porém, os jovens falaram com um alto funcionário do governo provincial, Carlos Alberto Cavukila, que disse aos organizadores que o governo autoriza a manifestação, com a condição de que ela se realize no “parque” da Independência e não no largo, conforme fora pedido. O parque da independência é uma área de diversão fechada, a poucos metros do “largo Primeiro de Maio”, usada pelos músicos para apresentação de obras discográficas.
Os manifestantes recusam a condição do governo provincial de Luanda, sob alegação de que não podem se manifestar num “espaço fechado” ou seja, “num quintal”.
Apoios
Para o escritor angolano José Eduardo Agualusa, a manifestação de sábado em Luanda “é o princípio de alguma coisa: “O que me parece é que isto é o princípio de alguma coisa. A partir daqui, isto nota-se muito na Internet, no 'Facebook' também, há uma movimentação como nunca houve e as pessoas estão a dialogar, que era uma coisa que fazia muita falta em Angola”, disse à Lusa.
Por seu lado, o antigo primeiro-ministro angolano Marcolino Moco disse também à Lusa esperar que a manifestação abra as portas à liberdade de expressão: "desejo que a partir daí as autoridades tenham uma nova atitude perante o direito à comunicação, perante a liberdade da imprensa e a partir daí revejam outras atitudes incorrectas". O também ex-secretário-geral do MPLA classificou como "vergonhosa" a situação que se vive na imprensa estatal, que disse caracterizar-se por "bajulação ao poder" e que faz recordar o que se passava no período colonial.
Para o "rapper" angolano Mona Dya Kidi, um dos organizadores da manifestação, "(Angola) é uma democracia exercida com medo. A prova disso é que só tivemos 17 pessoas no dia 7. Num país democrático, que tem milhões de problemas, aparecerem 17 pessoas é óbvio que alguma coisa não está bem", disse.
"Ou todo o mundo está bem, economicamente, socialmente, ou há outra coisa por detrás. Então a democracia é exercida com medo. Um ou outro mostra a cara e que depois acaba por ser censurado, tal como nós fomos, detidos por exercer o direito à democracia", acrescenta. Mona Dya Kidi diz que desta vez a manifestação deverá correr melhor.
Mais informações sobre a manifestação aqui.
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sábado, 27 de fevereiro de 2010
Audições da Comissão de Ética - Ser ou não Ser um "Talk Show"?!
Eu adoro este Bartoon! Claro que isso não é novidade para ninguém!
Uma vez mais, estava eu aqui fechada, cansada de limpar toda a destruição que aconteceu esta madrugada na minha varanda, nervosa com as notícias e a lamentar-me de não ser dia de semana para ver os fantásticos “shows” em que se têm transformado as audições da Comissão de Ética, quando fui ver o Bartoon. Não é que mais uma vez ele acertou na "mouche"!
Claro que o Canal Parlamento está a transmitir repetições de sessões da AR. Mas eu já as vi.
Espero, ansiosamente, pela Comissão Parlamentar de Inquérito, a única solução para os portugueses ficarem a saber a verdade dos factos.
Desejo a todos, por todo o lado do mundo, que estejam bem, apesar de todas as catástrofes que tem assolado muitos dos cantos do mundo.
Mas a vida continua e rir é o melhor remédio!
Abraço!
JOÃO
Uma vez mais, estava eu aqui fechada, cansada de limpar toda a destruição que aconteceu esta madrugada na minha varanda, nervosa com as notícias e a lamentar-me de não ser dia de semana para ver os fantásticos “shows” em que se têm transformado as audições da Comissão de Ética, quando fui ver o Bartoon. Não é que mais uma vez ele acertou na "mouche"!
Claro que o Canal Parlamento está a transmitir repetições de sessões da AR. Mas eu já as vi.
Espero, ansiosamente, pela Comissão Parlamentar de Inquérito, a única solução para os portugueses ficarem a saber a verdade dos factos.
Desejo a todos, por todo o lado do mundo, que estejam bem, apesar de todas as catástrofes que tem assolado muitos dos cantos do mundo.
Mas a vida continua e rir é o melhor remédio!
Abraço!
JOÃO
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Peticao Publica: "Presos políticos em Cuba"
Caros Amigos,
Acabei de ler e assinar a petição online: «Presos políticos em Cuba»
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1429
Acabei de ler e assinar a petição online: «Presos políticos em Cuba»
http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N1429
Eu pessoalmente concordo com esta petição e acho que também podes concordar.
Subscreve a petição e divulga-a pelos teus contactos.
Obrigada,
Maria João Baptista da Silva
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