Mostrar mensagens com a etiqueta Holocausto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Holocausto. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Aristides de Sousa Mendes [Viseu, 19 Julho 1885/Lisboa, 3 Abril 1954] | Encontrada Carta de Aristides de Sousa Mendes para o Papa



Aristides de Sousa Mendes
Viseu, 19 Julho 1885/Lisboa, 3 Abril 1954


Em 1940, Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches, o Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e Cônsul de Portugal em Bordéus, no ano da invasão da França pela Alemanha Nazi, na Segunda Guerra Mundial, ousou desafiar as ordens de António de Oliveira Salazar, então Ministro dos Negócios Estrangeiros e Chefe do Governo de Portugal, para o não envolvimento na ajuda humanitária e a não atribuição de vistos de entrada em Portugal.
Contrariando essas ordens expressas e bem claras, Aristides de Sousa Mendes, como mais ficou conhecido, passou cinco dias a conceder, indiscriminadamente, vistos de entrada em Portugal, a refugiados de todas as nacionalidades que queriam fugir de França.
Não se sabe, ao certo, o número de vistos concedidos pelo destemido e desobediente Cônsul de Portugal. Sabe-se, contudo, que este homem foi um herói do Holocausto. Só ele terá salvo dezenas de milhares de pessoas, entre elas pensa-se que mais de dez mil eram judeus.
Fica, assim, na História conhecido pelo «Schindler Português».´
Em 9 de Outubro de 2009, foi o lançamento de um Romance sobre a vida de Aristides Sousa Mendes. O Cônsul Desobediente, de Sónia Louro, é a história do homem que, para salvar, pelo menos 30.000 vidas, desafiou Salazar e foi perseguido para o resto da sua vida.
Aristides de Sousa Mendes foi um Cônsul brilhante, um cidadão de excelência e um Português de eleição.
Foi um Homem Grande! Um dos meus Seres Únicos!
Deixo referência a este artigo de Dezembro do passado ano. Gostaria de ter um "feedback" do Papa.
Aguardemos, pois.
JOÃO


Encontrada carta de Aristides de Sousa Mendes para o Papa

O cônsul português Aristides de Sousa Mendes, que na Segunda Guerra Mundial salvou a vida de milhares de refugiados contrariando ordens de Lisboa, escreveu uma carta ao Papa mas nunca teve resposta. Uma cópia da carta foi agora descoberta por um neto e entregue ao Papa.


- See more at:

http://www.leituras.eu/encontrada-carta-de-aristides-de-sousa-mendes-para-o-papa/#sthash.jnBCKEt0.dpuf
Read more at:
http://www.leituras.eu/encontrada-carta-de-aristides-de-sousa-mendes-para-o-papa/#ycbtRS6fHPCHAS18.99

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Dia Internacional em MEMÓRIA das Vítimas do Holocausto | Vídeo




"NUNCA MAIS", diz, nesta mensagem, gravada em vídeo, o Secretário-Geral das Nações Unidas.

Nunca devemos esquecer, nem deixar que os mais novos esqueçam, o horror do HOLOCAUSTO.


Este dia pretende lembrar as vítimas do horror que foi o HOLOCAUSTO e termos a consciência que nunca mais se poderá repetir algo semelhante.

Não podemos esquecer todos os arriscaram as suas vidas e tiveram a coragem de ir contra o sistema, salvando milhares do 
HOLOCAUSTO, tal como o português, Aristides de Sousa Mendes, que socorreu muitos de um fim verdadeiramente horrível.

JOÃO



Dia Internacional em MEMÓRIA das Vítimas do Holocausto
- As tropas soviéticas chegaram a Auschwitz-Birkenau na tarde de 27 de Janeiro de 1945, um sábado. Oito mil sobreviventes foram libertados. Mais de novecentas mil pessoas foram exterminadas neste campo nazi, criado em 1940.


domingo, 12 de janeiro de 2014

TSF | Revelado Documentário de Hitchcock Sobre o Holocausto | Video


Revelado documentário de Hitchcock sobre o Holocausto (video)

Alfred Hitchcock 



Aconteceu! Foi criminoso! Tem que ser visto para não ser repetido... para ser julgado... recriminado... e nunca negado!

Para leres o artigo, clica na hiperligação (no título).

Vídeo/Filme para ver, partilhar e não esquecer!

JOÃO


Revelado documentário de Hitchcock sobre o Holocausto (video)

Publicado a 09 JAN 14 às 08:29



As imagens foram recolhidas pelo Exército britânico, durante a libertação do campo de concentração Bergen-Belsen, no norte da Alemanha, em Abril de 1945.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Info ESQUERDA.NET | "Que 2014 Seja o Ano de Desobedecer à Europa da Troika"

Tem dificuldade em ver este Email? Dirija-se para o esquerda.net.

"Que 2014 seja o ano de desobedecer
 à Europa da troika"

Na mensagem de Ano Novo divulgada este sábado, Catarina Martins
dirige-se ao "país solidário que não se resigna a um futuro de pobreza
e desigualdade".
Ler mais.

Linha Saúde 24 põe em risco
qualidade do serviço


Para Marisa Matias, a mensagem de Natal do primeiro-ministro falou
"de um país que só existe na sua cabeça".
Ler mais.

Autarca de Lampedusa denuncia
"holocausto moderno no Mediterrâneo"


Giusi Nicolini continua a indignar-se com as políticas "desumanas"
da UE e a defender que o crime de imigração clandestina deve ser
abolido, como o foram o apartheid e as leis raciais.
Ler mais.

NSA e CIA têm 19 células na Europa,
incluindo Portugal


NSA e a CIA têm pelo menos 19 células de espionagem a atuar
em países europeus, incluindo Portugal, segundo o jornal holandês
NRC Handelsblad, que cita documentos divulgados pelo técnico
informático norte-americano Edward Snowden.
Ler mais.

Os últimos e a política

José Manuel Pureza
Neste tempo em que a pobreza e a saída dela são estigmatizadas
como responsabilidades pessoais, estar com os últimos como
projeto de vida faz da política o seu campo de materialização
privilegiado.
Ler mais.

"A austeridade criou o caos nas
urgências do Hospital de Aveiro"

O Bloco de Esquerda denunciou a falta de
 meios com que se deparam os utentes do Hospital de Aveiro
 sempre que há um aumento da afluência às urgências.
Ler mais.

Ruínas - Crónica de uma caça às
bruxas

Documentário de Zoe Mavroudi sobre a
 criminalização do VIH/SIDA na Grécia, a partir de uma operação
 policial e mediática em vésperas das eleições de 2012, visando
 mulheres imigrantes. (escolher legendas)
Ver vídeo.

domingo, 11 de abril de 2010

O Álbum de Auschwitz - Narrativa Cronológica e Temática do Holocausto

O Álbum de Auschwitz - única prova visual do processo de assassinato em massa em Auschwitz -, é a narrativa cronológica e temática do Holocausto - assassinato pela Alemanha nazista de 6 (seis) milhões de judeus -, com vídeo relacionado, fotos, documentos e muito mais… durante a 2.ª Guerra Mundial, que começou com a invasão da Polónia (1939/1945).
A perseguição nazista aos judeus começou em 1933, o assassinato em massa foi cometido durante a Segunda Guerra Mundial e levou os alemães e seus cúmplices quatro anos e meio para matar seis milhões de judeus.
Esta realidade é algo impossível de ser esquecido. Não podemos, pois, deixar que se vá apagando da memória colectiva e não passe de geração para geração. Não só para que não se repita, mas também como forma de nunca nos esquecermos que há um longo a caminho a percorrer através de cada um de nós. É preciso todos lutarmos, sempre, por um mundo com valores éticos e morais.
Vamos, pois, todos publicitar esta maravilhosa obra que está disponível para consulta on-line, clicando aqui.
Podemos, também, obter este álbum através do site, clicando aqui.
JOÃO

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Morreu Holandesa Miep Gies: Ajudou Anne Frank e Salvou o seu Diário...

Cada um de nós, na nossa passagem pela vida, por muito curta que ela possa ser, tocamos, de algum modo, os outros. Mas uns tocam mais pessoas do que outros. E há aqueles que têm a capacidade de se tornarem de grande importância para a humanidade, por razões tão variadas como acolher e ajudar alguém que anda perseguido e fugido, como a família judia Frank e/ou ajudar a salvar e dar a conhecer ao mundo um documento tão precioso como foi, é e será o Diário de Ann Frank, um dos livros mais lidos no mundo e por todas as faixas etárias e que tem influenciado muitas pessoas a olhar para o Holocausto de uma forma bem diferente, bem mais crítica e consciente… Uma dessas pessoas, Miep Gies, faleceu há 2 dias, com 100 anos de idade, depois de ter visto, também ela, a sua vida influenciada pelo Diário de Ann Frank que, ao encontrá-lo, depois de Ann Frank ter sido apanhada, com a sua família, e levada para campos de concentração, onde viriam a falecer, o guardou religiosamente e o entregou, depois, ao avô de Ann Frank, e, assim, permitiu que ele viesse a ser publicado e que se tivesse tornado num extraordinário documento histórico.
Recordar esta Holandesa é, pois, prestar uma singela homenagem ao fantástico ser humano que foi Miep Gies, o último membro de um grupo que teve a coragem de arriscar a própria vida para ajudar aquela família judia.
JOÃO
Morreu holandesa que ajudou Anne Frank e descobriu diário
00h30m

Miep Gies escreveu, um dia, que não havia nada de especial para dizer a seu respeito. Mas ter ajudado a família de Anne Frank a esconder-se dos nazis, ao longo de dois anos, e salvar o diário que viria a ser um dos livros mais publicados do Mundo é, de facto, algo muito especial. Miep Gies faleceu, anteontem, aos 100 anos. Era a última sobrevivente do grupo que tentou salvar a família Frank.

Nasceu a 15 de Fevereiro de 1909, em Viena, tendo emigrado para a Holanda quando tinha 11 anos. Gies foi assistente administrativa e, aquando da Segunda Guerra Mundial, escondeu e alimentou a família de Anne Frank com a ajuda de mais três pessoas.

Entre Julho de 1942 e Agosto de 1944, os oito clandestinos viveram num esconderijo num anexo da sua casa, em Amesterdão, local onde, também, funcionava a empresa familiar Opekta. Contudo, a polícia nazi invadiu o abrigo e a família Frank foi levada então para campos de concentração. Anne Frank viria a falecer em 1945, no campo de Bergen Belsen.

Mas a sua curta vida tornou-se conhecida em todo o Mundo graças a Gies, que descobriu o diário de Anne Frank e o entregou a Otto Frank, seu avô e único sobrevivente da família judia.

A primeira publicação do diário, que relata a vivência da adolescente e da sua família perseguida pelos nazis, data de 1947, em língua holandesa. Mais tarde, foi traduzido em cerca de 70 línguas, tornando-se num dos livros mais lidos de sempre.

Gies, que sempre disse que apenas fez o que pôde para ajudar, deu várias conferências após a guerra com o objectivo de manter viva a memória de Anne Frank. Também trocou correspondência com pessoas em todo o Mundo e envolveu-se em campanhas contra o Holocausto.