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segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Info Esquerda.Net | Greve dos Trabalhadores da CP, Metro de Lisboa e Carris no Dia 15
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segunda-feira, 2 de julho de 2012
Info Esquerda.Net | Congresso das Alternativas Contra Memorando da Troika | Outros Temas
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sexta-feira, 13 de abril de 2012
Adopção Por Casais do Mesmo Sexo | Portugal Tem Que Perder os Preconceitos!
Hoje, dia 13 de Abril, perdi todas as mensagens que tinha colocado aqui, no Blog, desde 25 de Fevereiro passado.
Como tenho uma conta de e-mail - que estava esquecida! - para onde são reencaminhados todos os posts e comentários, alguns irei, pouco a pouco, enviando de volta ao Blog.
JOÃO
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: M. João Baptista da Silva <mjbasilva@gmail.com>
Data: 25 de Fevereiro de 2012 23:39
Assunto: [Desfazer Nós, Criar Laços...] Adoção Por Casais do Mesmo Sexo | Portugal Tem Que Perder os Preconceitos!
Não interessa que uma criança tenha um lar com pais, mesmo do mesmo sexo, que a amem e cuidem...!? É preferível ficar numa instituição, sem nunca ter hipótese de ser adoptada...?!
De facto, a hipócrisia e humana e o preconceito são imensos! Falam muito maos alto! Talvez uma família onde o pai bata na mãe seja preferível?!...
Acredito que um dia deixaremos de ter um Portugal com a predominância dos machos latinos... Um Portugal onde os direitos de cada criança prevaleça ao preconceito e que a adopção pelos casais do mesmo sexo seja encarada como uma escolha de vida.
Adoro esta imagem!
Se gostares, partilha, também!
JOÃO
--
Publicada por M. João Baptista da Silva em Desfazer Nós, Criar Laços... a 2/25/2012 11:39:00 PM
Como tenho uma conta de e-mail - que estava esquecida! - para onde são reencaminhados todos os posts e comentários, alguns irei, pouco a pouco, enviando de volta ao Blog.
JOÃO
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: M. João Baptista da Silva <mjbasilva@gmail.com>
Data: 25 de Fevereiro de 2012 23:39
Assunto: [Desfazer Nós, Criar Laços...] Adoção Por Casais do Mesmo Sexo | Portugal Tem Que Perder os Preconceitos!
Não interessa que uma criança tenha um lar com pais, mesmo do mesmo sexo, que a amem e cuidem...!? É preferível ficar numa instituição, sem nunca ter hipótese de ser adoptada...?!
De facto, a hipócrisia e humana e o preconceito são imensos! Falam muito maos alto! Talvez uma família onde o pai bata na mãe seja preferível?!...
Acredito que um dia deixaremos de ter um Portugal com a predominância dos machos latinos... Um Portugal onde os direitos de cada criança prevaleça ao preconceito e que a adopção pelos casais do mesmo sexo seja encarada como uma escolha de vida.
Adoro esta imagem!
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JOÃO
--
Publicada por M. João Baptista da Silva em Desfazer Nós, Criar Laços... a 2/25/2012 11:39:00 PM
terça-feira, 17 de maio de 2011
17 de Maio – Dia Internacional Contra a Homofobia e Transfobia
A data foi escolhida para lembrar a retirada da homossexualidade da CID.
CID é a sigla da “Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde”, que é publicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
Em Portugal, entre outras iniciativas que vão assinalar o este Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia e Transfobia, a ILGA Portugal está a organizar um debate, que decorrerá no Centro LGBT, hoje, dia 17 de Maio, pelas 19:00h.
A entrada é livre.
Estão confirmadas as presenças de representantes do PS e BE.
Para mais informações, clica AQUI!
Aparece!
JOÃO
quarta-feira, 11 de maio de 2011
JÁ MUITO MENOS DE 24 HORAS PARA IMPEDIR A PENA DE MORTE A GAYS EM UGANDA | Assina! | Urgente!!!
24 HORAS PARA IMPEDIR A PENA DE MORTE A GAYS EM UGANDA | Assina! | Urgente!!!
Já tinha assinado uma petição da ALLOUT. Agora assinei esta, da Avaaz.org.
As duas petições são no mesmo sentido de impedir que a lei para impor a pena de morte aos homossexuais passe, na Uganda.
É inacreditável que isto se passe, ainda, no século XXI.
Temos todos que agir para impedir!
JOÃO
--------------------------------------------------------
Caros amigos,
Em 24 horas, o parlamento de Uganda pode votar uma nova lei brutal que prevê a pena de morte para a homossexualidade. Milhares de ugandenses poderiam enfrentar a execução - apenas por serem gays.
Nós ajudamos a impedir esta lei antes, e podemos fazê-lo novamente. Depois de uma manifestação global massiva ano passado, o presidente ugandense Museveni bloqueou o progresso da lei. Mas os distúrbios políticos estão crescendo em Uganda, e extremistas religiosos no parlamento estão esperando que a confusão e violência nas ruas distraia a comunidade internacional de uma segunda tentativa de aprovar essa lei cheia de ódio. Nós podemosmostrar a eles que o mundo ainda está observando. Se bloquearmos o voto por mais dois dias até que o parlamento feche, a lei expirará para sempre.
Nós não temos tempo a perder. Quase metade de nós já se juntou ao chamado - vamos chegar a um milhão de vozes contra a pena de morte para gays em Uganda nas próximas 24 horas - clique aqui para agir, e então encaminhe este e-mail para todos: http://www.avaaz.org/po/uganda_stop_homophobia_petition/?vl
Ser gay em Uganda já é perigosoe aterrorizante. Eles são frequentemente assediados e espancados, e apenas há alguns meses o ativista de direitos gays David Kato (foto acima), foi brutalmente assassinado em sua própria casa. Agora os ugandenses da LGBT são ameaçados por essa lei draconiana que impõe prisão perpétua a pessoas condenadas por relações com o mesmo sexo e a pena de morte para "ofensores sérios". Até mesmo ONGs trabalhando para prevenir a disseminação do HIV podem ser condenadas por "promover a homossexualidade" sob essa lei cheia de ódio.
Agora mesmo, Uganda está em tumulto político - na onda da primavera árabe, pessoas em todo o país estão tomando as ruas, protestando contra os altos preços de comida e gasolina. O presidente Museveni respondeu reprimindo violentamente a oposição. Essa revolta forneceu aos extremistas religiosos no parlamento a chance perfeita de tirar da gaveta a lei homofóbica apenas dias antes do parlamento ser fechado e todas as leis propostas serem apagadas dos livros.
O presidente Museveni desistiu desta lei no ano passado depois da pressão internacional ameaçar o suporte e auxílio a Uganda. Com protestos violentos varrendo as ruas, seu governo está mais vulnerável que nunca. Vamos fazer uma petição com a força de um milhão para impedir a lei da pena de morte para gays novamente e salvar vidas. Nós temos apenas 24 horas - assine abaixo, e então conte a amigos e família:
http://www.avaaz.org/po/uganda_stop_homophobia_petition/?vl
Este ano nós nos solidarizamos com o movimento de igualdade de Uganda para mostrar que toda vida humana, não importa o credo, nacionalidade ou orientação sexual, é igualmente preciosa. Nossa petição internacional condenando a lei da pena de morte para gays foi entregue ao parlamento - impulsionando uma rede de notícias globais e pressão suficiente para bloquear a lei por meses. Quando um jornal publicou 100 nomes, fotos e endereços de suspeitos gays e os identificados foram ameaçados, a Avaaz auxiliou uma ação legal contra o jornal e nós ganhamos! Juntos nós nos levantamos, por vezes e vezes, pela comunidade gay de Uganda - agora eles precisam de nós mais que nunca.
Com esperança e determinação,
Emma, Iain, Alice, Morgan, Brianna e o resto da equipe da Avaaz
FONTES:
Homossexualidade a um passo de ser motivo para pena de morte na Uganda
http://www.publico.pt/Mundo/homossexualidade-a-um-passo-de-ser-motivo-para-pena-de-morte-no-uganda_1493436
Uganda enfrenta o fundamentalismo cristão
http://www.outraspalavras.net/2011/05/03/uganda-enfrente-o-fundamentalismo-cristao/

Apoie a comunidade da Avaaz! Nós somos totalmente sustentados por doações de indivíduos, não aceitamos financiamento de governos ou empresas. Nossa equipe dedicada garante que até as menores doações sejam bem aproveitadas -- clique para doar.
A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 8 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
Esta mensagem foi enviada para mjbasilva@netcabo.pt. Para mudar o seu email, língua ou outras informações, entre em contato pelo link http://www.avaaz.org/po/contact/?footer. Não quer mais receber nossos alertas? Para decadastrar envie um email para unsubscribe@avaaz.org ou clique aqui.
Para entrar em contato com a Avaaz, não responda este email, escreva para nós no link www.avaaz.org/po/contact.
| Em 24 horas, Uganda pode aprovar uma lei que impõe a pena de morte para a homossexualidade. Uma manifestação internacional engavetou essa lei no ano passado - nós precisamos aumentar a pressão urgentemente para pressionar o presidente Museveni a apoiar os direitos humanos e impedir essa lei brutal. Assine abaixo, e conte a todos: |
Nós ajudamos a impedir esta lei antes, e podemos fazê-lo novamente. Depois de uma manifestação global massiva ano passado, o presidente ugandense Museveni bloqueou o progresso da lei. Mas os distúrbios políticos estão crescendo em Uganda, e extremistas religiosos no parlamento estão esperando que a confusão e violência nas ruas distraia a comunidade internacional de uma segunda tentativa de aprovar essa lei cheia de ódio. Nós podemosmostrar a eles que o mundo ainda está observando. Se bloquearmos o voto por mais dois dias até que o parlamento feche, a lei expirará para sempre.
Nós não temos tempo a perder. Quase metade de nós já se juntou ao chamado - vamos chegar a um milhão de vozes contra a pena de morte para gays em Uganda nas próximas 24 horas - clique aqui para agir, e então encaminhe este e-mail para todos: http://www.avaaz.org/po/uganda_stop_homophobia_petition/?vl
Ser gay em Uganda já é perigosoe aterrorizante. Eles são frequentemente assediados e espancados, e apenas há alguns meses o ativista de direitos gays David Kato (foto acima), foi brutalmente assassinado em sua própria casa. Agora os ugandenses da LGBT são ameaçados por essa lei draconiana que impõe prisão perpétua a pessoas condenadas por relações com o mesmo sexo e a pena de morte para "ofensores sérios". Até mesmo ONGs trabalhando para prevenir a disseminação do HIV podem ser condenadas por "promover a homossexualidade" sob essa lei cheia de ódio.
Agora mesmo, Uganda está em tumulto político - na onda da primavera árabe, pessoas em todo o país estão tomando as ruas, protestando contra os altos preços de comida e gasolina. O presidente Museveni respondeu reprimindo violentamente a oposição. Essa revolta forneceu aos extremistas religiosos no parlamento a chance perfeita de tirar da gaveta a lei homofóbica apenas dias antes do parlamento ser fechado e todas as leis propostas serem apagadas dos livros.
O presidente Museveni desistiu desta lei no ano passado depois da pressão internacional ameaçar o suporte e auxílio a Uganda. Com protestos violentos varrendo as ruas, seu governo está mais vulnerável que nunca. Vamos fazer uma petição com a força de um milhão para impedir a lei da pena de morte para gays novamente e salvar vidas. Nós temos apenas 24 horas - assine abaixo, e então conte a amigos e família:
http://www.avaaz.org/po/uganda_stop_homophobia_petition/?vl
Este ano nós nos solidarizamos com o movimento de igualdade de Uganda para mostrar que toda vida humana, não importa o credo, nacionalidade ou orientação sexual, é igualmente preciosa. Nossa petição internacional condenando a lei da pena de morte para gays foi entregue ao parlamento - impulsionando uma rede de notícias globais e pressão suficiente para bloquear a lei por meses. Quando um jornal publicou 100 nomes, fotos e endereços de suspeitos gays e os identificados foram ameaçados, a Avaaz auxiliou uma ação legal contra o jornal e nós ganhamos! Juntos nós nos levantamos, por vezes e vezes, pela comunidade gay de Uganda - agora eles precisam de nós mais que nunca.
Com esperança e determinação,
Emma, Iain, Alice, Morgan, Brianna e o resto da equipe da Avaaz
FONTES:
Homossexualidade a um passo de ser motivo para pena de morte na Uganda
http://www.publico.pt/Mundo/homossexualidade-a-um-passo-de-ser-motivo-para-pena-de-morte-no-uganda_1493436
Uganda enfrenta o fundamentalismo cristão
http://www.outraspalavras.net/2011/05/03/uganda-enfrente-o-fundamentalismo-cristao/
Apoie a comunidade da Avaaz! Nós somos totalmente sustentados por doações de indivíduos, não aceitamos financiamento de governos ou empresas. Nossa equipe dedicada garante que até as menores doações sejam bem aproveitadas -- clique para doar.
A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 8 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
Esta mensagem foi enviada para mjbasilva@netcabo.pt. Para mudar o seu email, língua ou outras informações, entre em contato pelo link http://www.avaaz.org/po/contact/?footer. Não quer mais receber nossos alertas? Para decadastrar envie um email para unsubscribe@avaaz.org ou clique aqui.
Para entrar em contato com a Avaaz, não responda este email, escreva para nós no link www.avaaz.org/po/contact.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Carta a Deputada(o)s sobre Votação de Casamento Homossexual
Encontrei ontem, dia 5, esta carta no ESQUERDA.NET e só não a divulguei ainda por falta de tempo.
Gostaria muito, mesmo muito, que toda a gente que a lesse, meditasse nela e a reencaminhasse para todos os amigos e familiares… Que a imprimisse, a levasse consigo e a lesse a quem não tem Internet.
Depois de ter visto a Igreja a pedir assinaturas para um referendo, à saída das missas, depois de ter visto e ouvido tanta barbaridade, acho que esta simples carta diz tudo.
Ela é dirigida, é certo, aos deputados. Os deputados são os representantes legítimos dos cidadãos. E estes têm que compreender porque é que a maioria dos deputados vai votar a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. A sociedade tem que aceitar que não se justificava um referendo para se legislar sobre direitos fundamentais dos cidadãos, direitos de igualdade já consagrados na nossa constituição.
JOÃO
Carta a deputada(o)s sobre votação de casamento homossexual
05-Jan-2010
Cara Deputada e Caro Deputado,
A Proposta de Lei e os Projectos de Lei que estarão em debate no dia 8 versam sobre um "tema de consciência", o casamento homosexual, o qual não deveria estar sujeito a disciplina de voto em nenhuma bancada parlamentar. Mas mesmo onde a direcção do grupo parlamentar a impuser, há sempre a liberdade da declaração de voto.
Assim sugiro que pondere estas três perguntas antes de votar na sexta-feira:
1- Se uma sua filha (ou filho) se revelasse decididamente homosexual amá-la(o)-ia menos por isso?
2- Se a sua filha (ou filho) se apaixonasse por outra pessoa do mesmo sexo e quisesse com ela viver toda a vida e acompanhá-la nas alegrias e tristezas até que a morte a(o)s separe, acha que não devia ter esse(s) direito(s)?
3- Se a sua filha (ou filho) quisesse fazer uma festa de casamento, com a família e amigos, estaria com ela (ele) nessa festa?
Imagine, medite um pouco e vote, se possível, em consciência.
Nós, portugueses, estaremos atentos.
Saudações cordiais,
Paulo Trigo Pereira, Economista, Professor Universitário
Gostaria muito, mesmo muito, que toda a gente que a lesse, meditasse nela e a reencaminhasse para todos os amigos e familiares… Que a imprimisse, a levasse consigo e a lesse a quem não tem Internet.
Depois de ter visto a Igreja a pedir assinaturas para um referendo, à saída das missas, depois de ter visto e ouvido tanta barbaridade, acho que esta simples carta diz tudo.
Ela é dirigida, é certo, aos deputados. Os deputados são os representantes legítimos dos cidadãos. E estes têm que compreender porque é que a maioria dos deputados vai votar a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. A sociedade tem que aceitar que não se justificava um referendo para se legislar sobre direitos fundamentais dos cidadãos, direitos de igualdade já consagrados na nossa constituição.
JOÃO
Carta a deputada(o)s sobre votação de casamento homossexual
05-Jan-2010
Cara Deputada e Caro Deputado,
A Proposta de Lei e os Projectos de Lei que estarão em debate no dia 8 versam sobre um "tema de consciência", o casamento homosexual, o qual não deveria estar sujeito a disciplina de voto em nenhuma bancada parlamentar. Mas mesmo onde a direcção do grupo parlamentar a impuser, há sempre a liberdade da declaração de voto.
Assim sugiro que pondere estas três perguntas antes de votar na sexta-feira:
1- Se uma sua filha (ou filho) se revelasse decididamente homosexual amá-la(o)-ia menos por isso?
2- Se a sua filha (ou filho) se apaixonasse por outra pessoa do mesmo sexo e quisesse com ela viver toda a vida e acompanhá-la nas alegrias e tristezas até que a morte a(o)s separe, acha que não devia ter esse(s) direito(s)?
3- Se a sua filha (ou filho) quisesse fazer uma festa de casamento, com a família e amigos, estaria com ela (ele) nessa festa?
Imagine, medite um pouco e vote, se possível, em consciência.
Nós, portugueses, estaremos atentos.
Saudações cordiais,
Paulo Trigo Pereira, Economista, Professor Universitário
Igualdade por Inteiro - Regular Direitos Individuais por Referendo É um ABSURDO!
Regular Direitos Individuais por Referendo - direitos fundamentais dos cidadãos, consagrados na nossa constituição -, é um ABSURDO!
A discriminação de dois seres que se amam e vivem juntos, ao ser-lhes negado o direito ao casamento civil, que existe para vários outros casais que também se amam e vivem juntos, é uma falta de respeito para com esses seres humanos, só porque acontece serem do mesmo género… A esses cidadãos tem sido vedado o direito a um bem jurídico a que deveriam ter direito, tal como os heterossexuais têm.Ninguém tem o direito de referendar direitos humanos! Os direitos humanos fundamentais devem ser legislados pela Assembleia da República, acabando de vez com esta discriminação e com os debates "tristes" de mentalidades tacanhas e hipócritas, que ouvimos nas rádios e na televisão e, também, com os comentários nojentos e indignos que são feitos por escrito nos jornais on-line e nos Blogs, como se a homossexualidade fosse uma perversão.
Perversas são as pessoas que não se tocam quando se vêem a fazerem as figuras que eu vi fazerem hoje os que "transportavam" as imensas assinaturas, na AR, para que um referendo fosse feito. Os seus argumentos eram tão ocos! Tão mesquinhos!
Não se faz, também, um referendo sobre uma promessa eleitoral que foi sufragada pelos portugueses nas recentes legislativas.
O referendo implica em gastos para o Estado e seria pouco participado, enquanto o casamento civil entre seres do mesmo sexo não traz custos para nenhum contribuinte nem tira a validade, nem a dignidade aos casamentos dos heterossexuais.
Sejamos democratas! Os Portugueses já disseram sim aos casamentos gays!
JOÃO
Igualdade por Inteiro
04-Jan-2010
Nos primeiros dias do ano vão ser discutidos vários projectos de lei, em que se destacam o do PS e o do Bloco de Esquerda. O do PS reconhece o casamento, o que é um grande avanço (há seis meses o PS votou contra esse reconhecimento) mas impõe como contrapartida a proibição do acesso dos casais homossexuais à candidatura à adopção de crianças. O do Bloco não aceita essa proibição, que é de facto inconstitucional, dado que não pode uma pessoa ser excluída de acesso a acções institucionais por razão de orientação sexual. Vai ser assim criado um imbróglio jurídico que vai atrasar a legalização do casamento, porque o PS o quer misturar com uma disputa acerca da adopção, que naturalmente chegará ao Tribunal Constitucional.
Em alternativa, o projecto de lei do Bloco defende que qualquer pessoa ou casal possa ser candidato a adoptante, devendo ser seleccionado ou não consoante as suas capacidades parentais concretas que garantam à criança o melhor apoio afectivo e educativo de que necessita. Excluir, por princípio, os gays e lésbicas dessa candidatura, introduz uma grave discriminação e diz à sociedade que os homossexuais não podem cuidar de crianças, o que é absurdo e chocantemente errado. Há pais e mães naturais que são gays e lésbicas e demonstraram a sua capacidade parental. Há gays e lésbicas que adoptaram individualmente e demonstraram a sua capacidade parental. E ainda há poucas semanas um Tribunal de Oliveira de Azeméis atribui a tutela de uma criança a um tio, que vive em união de facto com o seu companheiro, reconhecendo que era a melhor situação para a criança. Onde a sensatez começa a imperar, impor uma perseguição é um disparate e um retrocesso.
Assim, o PS quer aceitar um direito e impor um castigo como condição desse direito.
O Bloco de Esquerda tudo fará para que nesta oportunidade seja reposta um pouco da justiça a que tantas pessoas discriminadas têm direito. Mas devo dizer-lhe que o PS tem recusado qualquer diálogo sobre esta matéria e não está aberto à procura de uma solução jurídica que seja constitucional e decente.
No entanto, não desistiremos de procurar que essa lei seja equilibrada e reparadora da injustiça.
Francisco Louçã
A discriminação de dois seres que se amam e vivem juntos, ao ser-lhes negado o direito ao casamento civil, que existe para vários outros casais que também se amam e vivem juntos, é uma falta de respeito para com esses seres humanos, só porque acontece serem do mesmo género… A esses cidadãos tem sido vedado o direito a um bem jurídico a que deveriam ter direito, tal como os heterossexuais têm.Perversas são as pessoas que não se tocam quando se vêem a fazerem as figuras que eu vi fazerem hoje os que "transportavam" as imensas assinaturas, na AR, para que um referendo fosse feito. Os seus argumentos eram tão ocos! Tão mesquinhos!
Não se faz, também, um referendo sobre uma promessa eleitoral que foi sufragada pelos portugueses nas recentes legislativas.
O referendo implica em gastos para o Estado e seria pouco participado, enquanto o casamento civil entre seres do mesmo sexo não traz custos para nenhum contribuinte nem tira a validade, nem a dignidade aos casamentos dos heterossexuais.
Sejamos democratas! Os Portugueses já disseram sim aos casamentos gays!
JOÃO
Igualdade por Inteiro
04-Jan-2010
Nos primeiros dias do ano vão ser discutidos vários projectos de lei, em que se destacam o do PS e o do Bloco de Esquerda. O do PS reconhece o casamento, o que é um grande avanço (há seis meses o PS votou contra esse reconhecimento) mas impõe como contrapartida a proibição do acesso dos casais homossexuais à candidatura à adopção de crianças. O do Bloco não aceita essa proibição, que é de facto inconstitucional, dado que não pode uma pessoa ser excluída de acesso a acções institucionais por razão de orientação sexual. Vai ser assim criado um imbróglio jurídico que vai atrasar a legalização do casamento, porque o PS o quer misturar com uma disputa acerca da adopção, que naturalmente chegará ao Tribunal Constitucional.
Em alternativa, o projecto de lei do Bloco defende que qualquer pessoa ou casal possa ser candidato a adoptante, devendo ser seleccionado ou não consoante as suas capacidades parentais concretas que garantam à criança o melhor apoio afectivo e educativo de que necessita. Excluir, por princípio, os gays e lésbicas dessa candidatura, introduz uma grave discriminação e diz à sociedade que os homossexuais não podem cuidar de crianças, o que é absurdo e chocantemente errado. Há pais e mães naturais que são gays e lésbicas e demonstraram a sua capacidade parental. Há gays e lésbicas que adoptaram individualmente e demonstraram a sua capacidade parental. E ainda há poucas semanas um Tribunal de Oliveira de Azeméis atribui a tutela de uma criança a um tio, que vive em união de facto com o seu companheiro, reconhecendo que era a melhor situação para a criança. Onde a sensatez começa a imperar, impor uma perseguição é um disparate e um retrocesso.
Assim, o PS quer aceitar um direito e impor um castigo como condição desse direito.
O Bloco de Esquerda tudo fará para que nesta oportunidade seja reposta um pouco da justiça a que tantas pessoas discriminadas têm direito. Mas devo dizer-lhe que o PS tem recusado qualquer diálogo sobre esta matéria e não está aberto à procura de uma solução jurídica que seja constitucional e decente.
No entanto, não desistiremos de procurar que essa lei seja equilibrada e reparadora da injustiça.
Francisco Louçã
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