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segunda-feira, 19 de julho de 2010

A Arte do Artista Plástico Espanhol Rafael Calduch Exibida no Convento dos Capuchos | Vila Nova de Caparica | Concelho de Almada

    Convento dos Capuchos
Não percas a exposição de Rafael Calduch e aproveita para veres este maravilhoso Convento e a sua magnífica vista dos seus miradouros.

A arte do artista pástico espanhol, Rafael Calduch,  vai estar exposta, até12 de Setembro de 2010, de Quarta-feira a Domingo, das 10h00 às 14h00 e das15h00 às 18h00, no Convento dos Capuchos, em Vila Nova de Caparica no Concelho de Almada.
Uma exposição a não perderes! A entrada é gratuita.

Rafael Calduch, é pintor, gravador, investigador e Professor Catedrático da Faculdade de Belas Artes da Universidade Politécnica de Valência, Espanha. Deu seminários em diversas faculdades nacionais e internacionais de artes plásticas, além de leccionar diversos cursos e ser membro de múltiplos júris académicos e artísticos. Começou a expor em 1966, tendo já realizado mais de uma centena de exposições individuais e colectivas, na Alemanha, Bélgica, Chile, Cuba, Espanha, Estados Unidos da América, França, Itália, Japão, México, Nicarágua, Portugal, República Dominicana e Suíça.

Com mais de quatro dezenas de catálogos publicados, e mais de meia centena de obras editados com referência à sua já longa carreira artística, o seu espólio artístico faz parte das colecções de arte contemporânea de diversos museus na Europa, Ásia e América.

No Almada Digital podes ler o que aqui te deixo e indicações como chegares aos Capuchos, se clicares AQUI.

JOÃO
"A obra de Rafael Calduch é acolhida no Convento dos Capuchos no âmbito do projecto de itinerância lançado pelo Museu Municipal Jorge Vieira e que tem vindo a proporcionar um permanente diálogo com a arte.

Neste Convento, onde se alia a contemplação à comunicação oferecida pelo espaço e pela sua envolvente, a obra de Calduch encontra-se consigo própria como expressão pura de sentimentos e de emoções.

Esta exposição permite ao público que a visitar um encontro com os seus próprios sentimentos, numa expressão de emotividade e de verdade que contribui para o reconhecimento da obra do artista e para a aproximação ao criador.

O projecto, que se insere no âmbito de um intercâmbio cultural e artístico entre vários municípios, transporta consigo a riqueza inerente à colaboração de todos os que nele participaram."

Convento dos Capuchos
Rua Lourenço Pires Távora, 41
Vila Nova de Caparica
Tel.: 21 291 93 42
Fax: 21 290 03 62
email: capuchos@cma.m-almada.pt

sábado, 19 de dezembro de 2009

Pavão no Zoo de Lisboa - Faz-me Saudade dos Pavões nos Capuchos

Apetece-me deixar-vos uma imagem de um PAVÃO no Jardim Zoológico de Lisboa que tirei de um site que tem FOTOGRAFIAS extraordinárias de Francisco Campos. Visitem o seu site, que está em Inglês, e cujas fotos estão compartimentadas por temas.

Ora o pavão é uma ave quase mística, para mim. É uma ave extraordinariamente bela, de um porte altivo e majestoso, com origem na Índia. Por lá chegou a ser considerado um animal sagrado. É o animal ideal para ornamentar os jardins públicos.

Aqui perto de mim, nos Capuchos, a caminho da Costa de Caparica, espaço construído na Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa de Caparica, composto pelo Convento dos Capuchos, mandado edificar por um nobre de almadense de seu nome Lourenço Pires de Távora, em 1558, circundado por vários espaços: com a Igreja muito conhecida, onde se dão vários eventos índole cultural, como recitais, por exemplo, há um jardim maravilhoso, espaço imenso de convívio que, para além de toda aquela arquitectura ao mesmo tempo magnífica e simples, onde os azulejos têm um imenso destaque, é composto por vários patamares, com pequenas escadarias, lagos, espaços e recantos sombrios, um miradouro onde se avista uma esplêndida paisagem da Costa de Caparica, seus arredores e a extensa costa de praia, tem, ainda, uma parte que é puro pinhal onde têm, ou tinham, jaulas tipo gaiolas enormes com muitas aves de várias espécies, tais como faisões e, entre elas, os maravilhosos pavões que o meu filho tanto admirava. Íamos com ele para lá, há uns 35 anos até ele deixar de ser criança, e ficávamos sempre à espera que os pavões abrissem as suas penas e apresentassem os seus esplendorosos leques… Era uma delícia olhar para o meu filhote e ver como ele se emocionava com tanta beleza…!

JOÃO

Peacock at Lisbon Zoo