|
Mostrar mensagens com a etiqueta Massacre. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Massacre. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Info ESQUERDA.NET | "É Preciso Pôr a Banca ao Serviço da Economia, ao Serviço das Pessoas" | Outros
Etiquetas:
Banca,
Benfica,
BES Angola,
Crise bancária,
Dossier,
Gaza,
Mariana Mortágua,
Massacre,
Novo Banco,
Praias,
Privatização
terça-feira, 20 de maio de 2014
Info ESQUERDA.NET | Syriza Obtém Espetacular Vitória na Primeira Volta das Eleições Locais e Regionais | Outros Temas...
|
Etiquetas:
2014,
Campanha Eleitoral,
Eleições Europeias,
Fotogaleria,
Homofobia,
Imigrantes,
Mariana Mortagua,
Marisa Matias,
Massacre,
Mineiros,
Rita Gorgulho,
Soma,
Syriza,
Tempo de Antena,
Turquia,
Video
sábado, 12 de novembro de 2011
Artigo: «Díli: Milhares de Pessoas Assinalam os 20 Anos do Massacre de Santa Cruz» | Esquerda.Net
Timor-Leste está-me marcado como mais nenhum outro território onde se fala português está. Chorei muito por Timor. Sofri muito pelo povo timorense!Este artigo refere-se ao massacre no cemitério de Santa Cruz, em Dili. Mas o povo timorense foi vítima de muitas chacinas e muitas torturas.
A notícia da prisão de Xanana Gusmão foi um dos dias mais marcantes da minha vida!
Não se deve esquecer nunca estes actos de pura barbárie. Eles devem ser relembrados para que os mais jovens nunca percam a noção da história que muitas vezes se repete, mesmo que em locais diferentes, com personagens distintas, mas com a crueldade da injustiça e da desigualdade.
JOÃO
Díli: milhares de pessoas assinalam os 20 anos do massacre de Santa Cruz
Milhares de timorenses marcharam este sábado até ao cemitério de Santa Cruz em Díli para assinalar o massacre de 12 de Novembro de 1991, em resultado do qual faleceram cerca de duas centenas de pessoas.
Artigo | 12 Novembro, 2011 - 20:32
Fotos de vítimas do massacre de Santa Cruz.
A 12 de Novembro de 1991, militares indonésios abriram fogo sobre os mais de dois mil timorenses concentrados no cemitério de Santa Cruz, em Díli, para prestarem homenagem ao jovem Sebastião Gomes, morto em Outubro desse ano.
Como consequência desta chacina, 74 timorenses morreram nesse dia e 127 morreram nos dias seguintes no hospital militar ou em resultado da perseguição das forças ocupantes. A maioria dos corpos continua em parte incerta.
Em declarações à agência Lusa, Mari Alkatiri, secretário-geral da Fretilin, defende que “há 20 anos atrás o massacre marcou a diferença, marcou a viragem da opinião pública internacional em relação a Timor-Leste e muito mais particularmente da opinião pública portuguesa".
Segundo Alkatiri, "vinte anos depois também é tempo de usar este evento, este acontecimento trágico para uma maior educação patriótica para as gerações actuais e futuras, os jovens, porque o que importa para defender esta independência duramente conquistada é fazer crescer o sentido de Pátria junto dos jovens timorenses e consolidar uma identidade própria e os acontecimentos de 12 de Novembro fazem parte de todo esse processo de afirmação da pátria e do patriotismo".
Amnistia Internacional quer levar à justiça os responsáveis pelo massacre
A Amnistia Internacional defendeu este sábado, em comunicado enviado à imprensa, que “ambos os governos [Timor-Leste e da Indonésia] têm de investigar e levar à justiça todos os responsáveis pelos assassínios, desaparecimentos forçados, uso excessivo da força e outras violações dos direitos humanos durante a manifestação pacífica”.
A Amnistia Internacional recorda ainda que a ONU, num relatório divulgado em 1994, frisou que os "membros das forças armadas indonésias foram responsáveis por assassínios durante a marcha" e que se tratou de uma "operação militar planeada" sem cumprimento das "normas internacionais de direitos humanos".
Paradeiro de muitos timorenses ainda por desvendar
Muitas das famílias timorenses ainda não têm, vinte anos depois do massacre, qualquer informação sobre o paradeiro dos seus familiares, sendo que a procura de informações sobre o paradeiro dos desaparecidos é uma das principais missões do Comité 12 de Novembro fundado por sobreviventes do massacre.
"A maioria foi levada pelos indonésios e nunca mais voltaram. Não sabemos o que lhes aconteceu. Andamos à procura de informação, mas este é um trabalho que tem que ser feito com muito cuidado", sublinha Gregório Saldanha, um dos sobreviventes.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






















