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segunda-feira, 28 de julho de 2014
Info ESQUERDA.NET | Ataque Israelita Já Fez Mais de Mil Mortos em Gaza
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sexta-feira, 25 de julho de 2014
Info ESQUERDA.NET | Ricardo Salgado Preparava-se Para Destruir Caixas de Documentos
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segunda-feira, 21 de julho de 2014
Info ESQUERDA.NET | Perdas Provocadas Pelo GES Podem Chegar a 5% do PIB
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Recomendação: "O escurinho do FMI" por Daniel Oliveira
Pois é! Recomendo vivamente a leitura deste "Post" de Daniel Oliveira.
Está extraordinário e concordo com cada frase, cada palavra.Tenho querido falar sobre esta situação, que me desagradou imenso, mas tenho estado muito doente.
Como este texto diz tudo aquilo que eu gostaria de dizer, e com requintes e uma escrita que eu não conseguiria ter, partilho com uma enorme vontade que seja divulgado para que sirva de uma lição de civismo, cidadania, ética...
Precisam-se de valores como do pão para a boca. Nem tudo é admissível!
Excelente artigo de Daniel Oliveira!
JOÃO
Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013
por Daniel Oliveira
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terça-feira, 29 de maio de 2012
Convite à Subscrição da Carta Aberta "Na Grécia, o Povo é Quem Mais Ordena".
SOMOS TODOS GREGOS
A GRÉCIA NÃO ESTÁ SÓ!
A GRÉCIA NÃO ESTÁ SÓ!
Reencaminho este mail que recebi há dias e recomendo a sua leitura, assim como a leitura do "post" de Daniel Oliveira no seu Blog "Arrastão" e, claro, a assinatura desta carta aberta "Na Grécia, o povo é quem mais ordena".
Eu e a minha família já assinámos!
Assina tu, também!
JOÃO

Caras e caros amigos,
A grave situação económica e social que se vive actualmente na Grécia levou um grupo de cidadãos a promoverem uma tomada de posição pública de apoio ao povo grego. Dirigida aos presidentes do Parlamento Europeu, da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional, deseja-se que esta iniciativa obtenha uma expressão significativa, de maneira a ficar bem demonstrado o apoio dos portugueses ao povo grego.
É nesse sentido que os proponentes desta iniciativa o/a convidam a subscrever e a divulgar a carta aberta "Na Grécia, o povo é quem mais ordena", que se encontra em
http://nagreciaopovoequemaisordena.com
Os proponentes
Sexta-feira, 25 de Maio de 2012
por Daniel Oliveira
Carta aberta aos Presidentes do Parlamento Europeu, da Comissão Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional
Nas eleições de 6 de Maio o povo grego exprimiu democraticamente a sua vontade, manifestando a sua oposição às condições impostas pelo programa de assistência financeira. Essas condições lançaram os gregos no desespero e na miséria. Pela sua brutalidade, as medidas do programa estão a dilacerar a sociedade grega, provocando rupturas incompatíveis com uma recuperação social e económica que salvaguardem padrões de vida aceitáveis para a dignidade de todo o povo.
Goradas as negociações para a constituição de um governo, os gregos vão regressar às urnas no próximo dia 17 de Junho. Trata-se de uma decisão enquadrada nas regras democráticas daquele país. Porém, está a assistir-se da parte dos mais altos representantes das instâncias internacionais a declarações que em nada facilitam uma solução ajustada à situação que se vive naquele país. Pelo contrário, as tomadas de posição já conhecidas vão no sentido de influenciar e condicionar a liberdade de escolha e decisão dos gregos, ao colocar na agenda política, ao arrepio dos tratados europeus, a sua saída da zona euro com todas as consequências daí decorrentes.
Por outro lado, no mesmo sentido da consulta eleitoral na Grécia, os resultados das consultas eleitorais realizadas recentemente em França, na Alemanha, em Itália e no Reino Unido deram um sinal inequívoco de que também naqueles países as populações estão a rejeitar as medidas de austeridade que lhes querem impor em nome de um ajustamento orçamental cujos exemplos já conhecidos em nada estão a contribuir para melhorar as economias, nem sequer se revelam úteis para atingir o apregoado objectivo de resolver o problema das suas dívidas públicas.
Por estas razões, os signatários desta carta aberta entendem que nas actuais circunstâncias se deve expressar todo o apoio e solidariedade ao povo grego, exigindo o cancelamento das medidas de austeridade que lhe foram impostas. Entendem também que os governos europeus não devem poupar esforços junto da Comissão Europeia e do Banco Central Europeu para serem encontradas soluções que aliviem a tensão vivida em toda a Europa. Exigem, finalmente, que sejam respeitados os resultados das eleições de 17 de Junho enquanto escolha democrática do povo grego.
LEIA EM BAIXO OS SUBSCRITORES E ASSINE AQUI
Adelino Granja, advogado
Alcides Santos, desempregado
Álvaro Beleza, médico
Álvaro Pombo, empresário
Ana Benavente, professora universitária
Ana Drago, deputada
André Freire, politólogo, professor universitário
Angela Dionisio, economista
António Arnaut, advogado
António Avelãs, professor, dirigente do SPGL
António Nunes Diogo, médico
António Leuschner, médico
António Martins Coelho, reformado da UE
António Rodrigues, médico
António Santos Cardoso, administrador hospitalar
António Serzedelo, presidente da Opus Gay, jornalista
Carlos Brito, antigo deputado, escritor
Carlos Trindade, dirigente da CGTP
Catarina Martins, actriz e deputada
Cecília Honório, professora e deputada
Cipriano Justo, professor universitário
Daniel Madeira de Castro, economista
Daniel Sampaio, médico, professor universitário
Daniel Oliveira, jornalista
Domingos Lopes, advogado
Eduardo Costa Dias, professor universitário
Elísio Estanque, sociólogo
Eugénia Pires, economista
Eunice Goes, politóloga
Eurico Figueiredo, professor universitário aposentado
Fernando Gomes, neurocirurgião
Fernanda Neto Brandão, médica
Francisco Ginjeira, sociólogo
Francisco Manuel Costa Domingues , médico
Guadalupe Simões, enfermeira, dirigente sindical
Hélder Costa, dramaturgo e encenador
Helena Neves, socióloga, professora universitária
Helena Pato, professora
Helena Serra, socióloga, professora universitária
Henrique Botelho, médico
Henrique de Sousa, investigador e doutorando em Ciência Política
Isabel do Carmo, médica e professora universitária
Jaime Mendes, médico
Joana Amaral Dias, psicóloga, professora universitária
João Camargo, engenheiro do ambiente, Precários Inflexíveis
João Oliveira, publicitário
João Vasconcelos Costa, professor universitário
José Aranda da Silva, farmacêutico
José Carlos Martins, enfermeiro, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses
José Cavalheiro, engenheiro
José Casimiro, Deputado Municipal na Assembleia Municipal de Lisboa
José Castro Caldas, investigador
José Fernandes e Fernandes, professor universitário, director da Faculdade de Medicina de Lisboa
José Gusmão, economista
José Manuel Boavida, médico
José Manuel Mendes, professor universitário
José Manuel Pureza, professor universitário
José Manuel Tengarrinha, professor universitário
José Miguel Boquinhas, médico
José Reis, economista, professor universitário
José Vítor Malheiros, consultor
Júlia Coutinho, investigadora
Manuel Alegre, escritor
Manuel Carvalho da Silva, professor universitário
Manuel Martins Guerreiro, militar de Abril
Manuela Silva, professora universitária
Maria José Casa-Nova, professora universitária e investigadora
Maria Priscila Soares, agente de desenvolvimento
Maria do Rosário Gama, professora, ex-directora da Escola Secundária D. Maria - Coimbra
Mariana Aiveca, deputada
Mário Jorge Neves, médico
Nídia Zózimo, médica
Paulo Fidalgo, médico
Paulo Jacinto, técnico administrativo
Paulo Moreira, professor universitário
Paulo Raposo, antropólogo, professor universitário
Paulo Sucena, professor
Pedro Ferreira, professor universitário
Pedro Paulo Mendes, médico
Pedro Rodrigues, consultor de comunicação
Rodrigo Henriques, pequeno empresário
Rosa Castro Pita, dirigente sindical nacional do SINTAP e da UGT
Rui Lourenço, médico
Rui Tavares, historiador, deputado ao Parlamento Europeu
Samuel Costa, conceptor em comunicação
Ulisses Garrido, Director of the Education Department, European Trade Union Institute
Vanda Gorjão, professora universitária
Vasco Lourenço, tenente-coronel na reserva
Vitorino Salomé, músico
Vítor Sarmento, gerente comercial
Alcides Santos, desempregado
Álvaro Beleza, médico
Álvaro Pombo, empresário
Ana Benavente, professora universitária
Ana Drago, deputada
André Freire, politólogo, professor universitário
Angela Dionisio, economista
António Arnaut, advogado
António Avelãs, professor, dirigente do SPGL
António Nunes Diogo, médico
António Leuschner, médico
António Martins Coelho, reformado da UE
António Rodrigues, médico
António Santos Cardoso, administrador hospitalar
António Serzedelo, presidente da Opus Gay, jornalista
Carlos Brito, antigo deputado, escritor
Carlos Trindade, dirigente da CGTP
Catarina Martins, actriz e deputada
Cecília Honório, professora e deputada
Cipriano Justo, professor universitário
Daniel Madeira de Castro, economista
Daniel Sampaio, médico, professor universitário
Daniel Oliveira, jornalista
Domingos Lopes, advogado
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Elísio Estanque, sociólogo
Eugénia Pires, economista
Eunice Goes, politóloga
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Fernando Gomes, neurocirurgião
Fernanda Neto Brandão, médica
Francisco Ginjeira, sociólogo
Francisco Manuel Costa Domingues , médico
Guadalupe Simões, enfermeira, dirigente sindical
Hélder Costa, dramaturgo e encenador
Helena Neves, socióloga, professora universitária
Helena Pato, professora
Helena Serra, socióloga, professora universitária
Henrique Botelho, médico
Henrique de Sousa, investigador e doutorando em Ciência Política
Isabel do Carmo, médica e professora universitária
Jaime Mendes, médico
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João Camargo, engenheiro do ambiente, Precários Inflexíveis
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José Aranda da Silva, farmacêutico
José Carlos Martins, enfermeiro, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses
José Cavalheiro, engenheiro
José Casimiro, Deputado Municipal na Assembleia Municipal de Lisboa
José Castro Caldas, investigador
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José Gusmão, economista
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José Manuel Mendes, professor universitário
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José Miguel Boquinhas, médico
José Reis, economista, professor universitário
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sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Eleições para a Assembleia Legislativa da Madeira 2011 | BE Acredita Que Jardim Pode Perder Maioria Absoluta | Vídeo
As Eleições para a Assembleia Legislativa da Madeira estão marcadas para
9 de Outubro de 2011.
Por isso, vou continuando a colocar aqui algumas acções da Campanha do Bloco de Esquerda - Região da Madeira.
Hoje deixo um vídeo imperdível com uma entrevista de Daniel Oliveira e intervenção de Roberto Almada.
A democracia na Madeira está, de facto, doente... e há muitos, muitos anos!
Madeirenses, não se esqueçam que somos todos portugueses! A Madeira tem que lutar pela democracia! Não há democracia na Madeira.
"NÃO METAS ÁGUA!"VOTA BLOCO DE ESQUERDA
Senão...
"Depois não há volta a dar... grite quem gritar!"
A Madeira precisa de uma oposição forte!
Se votas na Madeira, volta Bloco de Esquerda!
JOÃO
BE Madeira
Campanha Funchal com Daniel Oliveira
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
Daniel Oliveira: Antes Pelo Contrário | «Insultem-se Com Conteúdo »
Na rubrica de Daniel Oliveira, "Antes pelo Contrário", do Expresso, o artigo da passada Sexta-feira, dia 29 de Abril, toca num ponto que me é muito caro, mas fá-lo de uma forma bem ligeira, para meu gosto.Todos reclamam do descrédito na política! Mas quem deveria dar o exemplo é a classe política e José Lello é dos políticos mais execráveis que eu conheço. Não tem ética e faltam-lhe muitos mais valores que qualquer cidadão deve ter, quanto mais um político...!
José Lello é, quanto a mim, o pior que pode existir na sociedade. É o cidadão mais "foleiro" que sempre conheci! O Rei da Foleirice!
JOÃO
Daniel Oliveira: Antes pelo contrário
Daniel Oliveira (www.expresso.pt)
8:00 Sexta feira, 29 de abril de 2011
Lello diz que Cavaco é foleiro. Nogueira Leite diz que Lello é um cibernabo. Lello diz que Nogueira Leite quer abifar uns tachos. Deve ser disto que falam quando falam de crispação. E esta crispação compreende-se. São os foguetes que animam uma festa morna. Enquanto a União Europeia e o FMI escrevem o verdadeiro programa eleitoral do PS e do PSD, aquele que ambos se preparam para aceitar sem um sinal de resistência, há que continuar a fingir que há um confronto político.
A ver se nos entendemos: dá imenso jeito, por exigir menos informação e menos reflexão, acreditar que a nossa situação se resume a uma questão de carácter dos intervenientes políticos. É confortável pensar que estamos como estamos porque o Presidente da República é "foleiro", o primeiro-ministro é "aldrabão", o líder do PSD é "um banana" e todos eles estão rodeados de gente que quer "abifar uns tachos". Esta narrativa permite não discutir política, não discutir economia, não discutir Europa. Permite que os atores políticos não apresentem alternativas entre si e que os cidadãos não se dêem ao trabalho de pensar nelas. Tudo se resume a qualidades pessoais.
Nada tenho contra a crispação política. Pelo contrário. Nos tempos que correm, com a injustiça evidente na distribuição de sacrifícios, com o egoísmo a corroer a Europa por dentro, com o assalto das instituições financeiras aos cofres públicos, com a suspensão de várias democracias europeias, fazia falta um sobressalto cívico. Mais crispação e menos anemia democrática. Mas a crispação que falta é política. Querem insultar-se? Insultem-se. Mas com conteúdo, se fazem favor.
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