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sexta-feira, 15 de março de 2013

Hugo Chavez [1954-2013]


28 de Julho de 1954 – 5 de Março de 2013



Hugo Chávez no dia 8 de Dezembro de 2012, no Palácio Miraflores, em Caracas

O líder venezuelano, Hugo Chavez, Presidente da Venezuela de 2 Fevereiro de 1999, após uma revolução, conhecido como "El Comandante", acabou por morrer - depois de uma agonizante luta contra a morte -, no passado dia 5 de Março, perto das 21 horas de Portugal. Tinha ainda 58 anos.

A sua morte não me foi indiferente. Foi um misto de sentimentos. Ninguém aprecia a morte de outro ser que conhece, mesmo que não a conheça pessoalmente.

Não tenho estado muito bem para vir ao Blog e para participar activamente no Facebook. Mas hoje, que aqui vim, não podia deixar de me referir ao homem que gostava de Portugal e que era um amigo de José Sócrates.

Hugo Chavez nunca foi um dos meus "Seres Únicos". Contudo, não tenho todas as informações para poder avaliar o desempenho real de Hugo Chavez como Presidente da Venezuela.
É como num lar. Só dentro do próprio lar se pode saber o que se passa, de facto. E eu estou a kms de distância da Venezuela e o que conheço vem-me de informações jornalisticas, noticiadas de formas diferentes consoante os órgãos que as dão.

Gosto de pensar pela minha cabeça. Não amava nem odiava Chavez.

Lamento o sofrimento horrível porque passou e ainda tão novo.

Desejo o melhor para a Venezuela e o seu povo!

JOÃO

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Quantos Líderes São Precisos Para Substituir Francisco Louçã? | PUBLICO.PT



O “pluralismo genético" da formação do Bloco de Esquerda, quanto a mim, já deveria ter tido, naturalmente, uma diminuição das fronteiras de cada força política que deu origem ao BE. Os conceitos mudaram. As pessoas sofreram uma evolução natural. Não pode existir um partido para cada pessoa. E cada pessoa é, politicamente, diferente uma da outra. Não há dois seres absolutamente iguais, nem sequer em pensamento. Se existir um sectarismo por parte de cada um dos grupos fundadores do Bloco, então estamos muito mal. A maioria dos antigos militantes dessas forças políticas, já nem se reveem nelas. Para a maioria, o Bloco de Esquerda deveria ter uma diminuição natural da actuação dessas forças. A sua importância deveria ser diluída. Já não faz algum sentido. Apenas, quanto a mim, o Bloco faz sentido. E o líder óbvio e natural deveria continuar a ser, por enquanto, Francisco Louçã. Se ele é considerado o político português mais inteligente, mais preparado, mais competente, de entre todos os líderes de todos os partidos, faz algum sentido ele sair da liderança/coordenação do BE apenas para rejuvenescimento do partido? Vejam o PSD todo rejuvenescido e com um líder tão incompetente. É isso que queremos para o Bloco de Esquerda? Não é, não deveria ser, nem podemos, nós bloquistas, escolhermos o caminho sem Francisco Louçã na liderança. Ou queremos correr o risco do Bloco ficar pelo caminho?
Eu vim da UDP, de Lisboa. Mas antes do BE se formar, já eu não me sentia confortável com a UDP e algum sectarismo que reinava dentro do movimento. Eu sonhava e lutava por uma esquerda mais abrangente. E isso foi conseguido!
Não temos sucessor ainda para o Louçã! Não faz sentido a continuação dos pequenos partidos da formação do BE. O “pluralismo genético" da formação do Bloco de Esquerda pode continuar, mas sem fronteiras. Partidarização, porque razão?!
Temos que manter o Bloco de Esquerda sem divisões!
BE, uma Esquerda Grande, Socialista, Democrática e Abrangente!
JOÃO


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Quantos líderes são precisos para substituir Francisco Louçã? - Política - PUBLICO.PT



domingo, 24 de julho de 2011

Entrevista a Mário Tomé | Vídeo "Baseado Numa História Verídica" | Sapo Vídeos

Uma entrevista muito interessante de Mário Tomé!
Uma história de vida!
Gostei muito e penso que os mais jovens deveriam ver para terem noção de outras realidades do antes do 25 de Abril de 1974.Clica no link que te deixo para veres o vídeo ou copia a linha com o endereço para o teu browser.
http://videos.sapo.pt/CyNGyDZ8zKk8GN8lpQqG
JOÃO
Entrevista a Mário Tomé
Sapo Vídeos
Para veres o vídeo, clica AQUI!
DESCRIÇÃO: Histórico líder da UDP, militar de Abril, coronel na reforma e militante activo do Bloco de Esquerda, Mário Tomé continua um homem de convicções fortes. Para a maior parte das pessoas, ele será sempre o Major Tomé.

14º episódio da 1ª temporada do programa "Baseado Numa História Verídica".

Convidado da semana: Mário Tomé.

"Baseado Numa História Verídica" vai para o ar todos os sábados à noite, no canal Q, estando também disponível no On Demand.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Miguel Portas: Bloco I: A Questão da Liderança

A minha admiração pelo Miguel Portas não pode aumentar porque já atingiu o máximo.
Este artigo - o primeiro de outros que virão sobre o pós eleições legislativas 2011 -, é muito elucidativo do homem sensato e de bem que Miguel Portas é.
É um artigo de uma lucidez que sempre o caracterizou. Por isso o admiro tanto!
Gostes ou não do Bloco de Esquerda, estamos perante mais outra excelente análise excelente sobre os resultados eleitorais do Bloco de Esquerda.
Não deixes de a ler!
JOÃO



Notas de
Miguel Portas

no Facebook




Bloco I: a questão da liderança

por Miguel Portas a quinta-feira, 8 de Junho de 2011 às 12:41

 Se é verdade que o debate se faz nos orgãos próprios, também é certo que o bloco existe no espaço público e os seus assuntos interessam a quantos e quantas o têm apoiado. Arranco pelo mais "espinhoso" dos assuntos - a liderança: porque os orgãos de comunicação me massacram com ele e me perguntam por disponibilidades; e porque, também por aqui, várias pessoas têm exposto esse desejo. Esta nota começa com um post de Rui Bebiano - que não é militante do bloco, embora nele vote. É uma opinião sensata. Depois acrescento de minha lavra 5 notas breves.
"Quem veja a política, e em particular a política partidária, como uma experiência fundada no modelo unipessoal do líder que determina a linha, tem, visivelmente, uma grande dificuldade em dizer o quer que seja de razoável em relação à encruzilhada na qual se encontra neste momento o Bloco de Esquerda.

O BE, convém lembrar, não funciona como o PS, o PSD ou o CDS, partidos nos quais a verdadeira força propulsora não é o programa ou a moção de orientação aprovada em congresso, mas sim a rédea e a retórica do líder e do seu pequeno grupo, que moldam a paisagem à sua volta para a adaptarem a uma intervenção carismática de tipo messiânico e a uma direcção centralizada. Foi este, aliás, um dos motivos que levou o Partido Socialista a um processo de descaracterização política que o fez perder a marca identitária de partido popular e de convicções.

Mas o Bloco também não é o PCP, com uma direcção sedimentada, um corpo de funcionários profissionais e uma base social estável, que o autorizam a mudar alguns rostos e vozes sem com isso alterar significativamente a linha e o discurso. O Bloco é antes um partido de aproximações e de vontades, de convergências num ambiente de razoável liberdade, onde toda a gente fala com toda a gente, sem caciquismo instituído ou «centralismo democrático», que transforma cada militante, e mesmo cada dirigente, numa peça indispensável.

Isto significa que pedir demissões a toque de caixa equivale a quebrar este clima razoavelmente aberto e democrático. E equivale também, dada a real escassez dos quadros, a propor a sua liquidação a médio prazo, eventualmente antecedida da tomada do poder por uma qualquer facção ultra-militante que o radicalize e faça sangrar até que retorne ao estado grupuscular de onde há mais de uma década partiu".
O meu comentário:

1. Concordo no essencial com o post, em particular com a sua conclusão. Uma convenção extraordinária, realizada a correr, para "ajustar contas" e "substituir a liderança", é o pior que o bloco poderia fazer a si próprio. Se Francisco Louçã se tivesse demitido na noite dos resultados, eu tê-lo-ia criticado por irresponsabilidade, por muito que ele tivesse o direito de o fazer e, mais ainda, o pudesse compreender.

2. Todos os partidos têm a sua cultura. Sócrates ou Passos Coelho teriam que se demitir desde que perdessem expressivamente. Porque esses partidos estão preparados para processos de substituição em concorrência aberta. Não critico o procedimento, apenas sustento que não serve para o bloco. O PCP, pelo contrário, é um colectivo que viveu, durante décadas, com um secretário-geral invulgar e que, depois da sua partida, vem renovando a equipa dirigente e os protagonistas de acordo com uma linha de continuidade. É um método que funciona quando as divergências políticas são menores ou inexistentes.

3. A cultura do bloco está ainda em formação. Ela mistura o direito democrático de concorrência com uma construção política onde o o consenso e o discenso se doseiam no interior de um colectivo dirigente que, para o melhor e o pior, trouxe o bloco até onde ele se encontra. Expús em entrevista anterior à Convenção a minha opinião: é tempo do bloco preparar a passagem de testemunho dos fundadores para as gerações mais novas de quadros dirigentes. Disse-o bem antes dos resultados e eles não alteraram a minha convicção.

4. Bem pelo contrário. A expressividade da derrota coloca, queira-se ou não, um problema de credibilidade à actual direcção que é, embora com renovações significativas, a da fundação. Assumir que existe um problema de "refresh" na direcção bloquista não é "pecado". Isso envolve tanto o Francisco Louçã, como o Luís Fazenda, o Fernando Rosas ou eu próprio. E isto para não falar de um conjunto alargado de quadros que deram a este partido os melhores anos das suas vidas em distritais e concelhias e nos movimentos e organizações sociais. Temos, enquanto partido, várias questões de orientação e de prática política para resolver. É no contexto deste debate - e não fora dele - que se coloca o problema do "refresh": estamos 13 anos mais velhos e não fizémos tudo o que podíamos para distribuir responsabilidades às gerações que já nasceram para o combate político no bloco. Não sou favorável a um ajuste de contas por causa de maus resultados. Sou favorável a uma renovação legitimada da equipa dirigente, feita em tempo útil, com soluções criativas e mantendo unida a articulação que tem dirigido o partido.

5. Integro a Mesa Nacional do BE e cumprirei, se a saúde o permitir, o mandato parlamentar para que fui eleito, mas já não farei parte da próxima Comissão Política. Actuo em coerência com o que defendo. Isto responde a todas as perguntas que me façam sobre putativas lideranças. Não sou candidato a substituir ninguém, muito menos Francisco Louçã, que conheço de antes do 25 de Abril, com quem muitas vezes me entendi e excepcionalmente me desentendi, e de quem, acima de tudo, sou amigo.

sábado, 4 de junho de 2011

Cartoons do Bartoon | Portugal Em Plena Campanha Eleitoral | Boas Imagens Para Dia de Reflexão!!!

Novamente juntei os maravilhosos e deprimentes - mas sempre "fabulásticos"! -, tesourinhos dos "Cartoons do Bartoon". Desta vez foram 9 dias! Nove cartoons que contam a crise em que vai este país e relatam - fielmente! -, como decorreu a campanha eleitoral para as Eleições Legislativas de 2011.
Vê cada uma destas imagens e reflecte bem qual o Portugal que queres. Mais à direita, mentindo cada vez mais e sufocando o povo de todas as formas possíveis e imaginárias, ou à esquerda, sem opções de coligações à direita, mas com a esquerda que defende os direitos sociais básicos, o Serviço Nacional de Saúde, entre outros.
Lembra-te que o Voto Útil é aquele que nos serve e não é nos partidos que nos têm governado.
Há alternativas! Quanto muito para elegermos uma boa e sólida oposição!
NÃO AO VOTO ÚTIL !!!
JOÃO


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PUBLICO.PT - Bartoon - de 27 de Maio a 04 de Junho de 2011
 

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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Cartoons do Bartoon | Portugal Em Plena Campanha Eleitoral | A Direita de Manhã Diz uma Coisa; à Tarde já Diz Outra! Grande Perigo para a Governação!

Novamente juntei os maravilhosos e deprimentes - mas sempre "fabulásticos"! -, tesourinhos dos "Cartoons do Bartoon". Desta vez foram 12 dias! Uma dúzia de cartoons que contam a história deste país e relatam - fielmente! -, como está a decorrer a campanha eleitoral para as Eleições Legislativas de 2011.
Mais uma vez tento recordar que nem só interessa eleger um Primeiro-Ministro para formar governo. Interessa - e muito! -, delergermos os nossos representantes , aqueles em que acreditamos, para nos representarem no nosso Parlamento, ou seja, os deputados que vão estar na casa da democracia a fiscalizarem a governação, a legislar e a defender a democracia.
Já há apelos ao Voto Útil tanto do PS como do PSD. Mas o Voto Útil é aquele que nos serve e não é nos partidos que nos têm governado.
Há alternativas! Quanto muito para elegermos uma boa e sólida oposição!
NÃO AO VOTO ÚTIL !!!
JOÃO


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PUBLICO.PT - Bartoon - de 15 a 26 de Maio de 2011
 
 

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