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quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Interessante Saber | Economia e Finanças | 3 Novos Artigos




Reencaminho links para artigos do "Economia e Finanças" que te podem interessar.
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JOÃO 


Posted: 11 Oct 2012 03:52 AM PDT
Para quem esteja a tentar prever o valor da inflação de 2012 surgiu hoje mais um dado, a taxa de variação homóloga de setembro que se fixou nos 2,9%. A taxa de variação média anual, por seu turno,...

Posted: 11 Oct 2012 03:40 AM PDT
Ao contrário do que sucederá com os funcionários públicos no ativo que receberão o subsídio de natal em duodécimos distribuído pelos 12 meses do ano (ver “Quanto vai receber de subsídio de...

Posted: 11 Oct 2012 03:39 AM PDT
O Negócios fez uma análise à série cronológica do peso dos salários da função pública no PIB que o INE vem divulgando e verificou que a percentagem de riqueza nacional gerada em cada ano (PIB)...

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Artigo de Carlos Santos: COLOSSAL | ESQUERDA


AGOSTO
2011 





Pois é, estamos num tempo de enormidades. Passos Coelho disse à porta fechada algo que alguns conselheiros nacionais do PSD vieram publicamente interpretar que ele considerara que as contas públicas tinham um desvio colossal. Porém, uma tal afirmação, se confirmada, desdiria as promessas anteriores do líder do PSD e, pior que isso, alertava os “mercados” e a troika que a situação das contas públicas era ainda pior, dando base a novos ratings lixo e a reforçadas pressões de todo o género. O ministro de Finanças de plantão reinterpretou e, com aval reforçado de Cavaco, o desvio colossal tornou-se trabalho governamental gigantesco. Uma crítica a outrem passava a auto-elogio e a dúvida ficava: dois em um, através de um jeito de pequena manobra.

Não é por acaso que o governo teve necessidade de adjectivar fortemente, assim procura criar a ideia que a realidade é uma enormidade, de que todos padecemos e para cujo tratamento todos teremos de sofrer.

Entretanto, o governo anunciou o corte drástico do 13º mês. Mas esta redução no rendimento da maioria das pessoas não atingirá depósitos bancários, nem dividendos, nem lucros, nem a maioria das mais-valias, que em cerca de 70% são recebidas por não residentes e por pessoas colectivas. O enorme corte nos rendimentos não é para todos, os mais ricos, as empresas e os bancos são poupados.

Depois do corte no subsídio de Natal, o governo divulgou aumentos dos transportes colectivos em mais de 15%, de novo é a maioria da população a pagar, enquanto o governo já prepara a redução das contribuições patronais para a segurança social. Novamente, mais ricos, empresas e bancos ganharão e quem trabalha será prejudicado.

E não ficam por aqui as novidades governamentais. Um ilustrativo exemplo está na nomeação da nova administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD), com destaque para a ida de Nogueira Leite para vice-presidente do banco público. Provindo do grupo Mello, o novo vice-presidente da CGD é conselheiro nacional do PSD e conselheiro do seu líder Passos Coelho. Em 2010, o destacado economista do PSD era membro de, nem mais nem menos, 17 administrações de empresas, bancos e institutos. A administração da CGD é um job luxuoso para destacados boys do PSD e do CDS.

Colossal! O adjectivo ganha propriedade, mas... para ilustrar o brutal corte no rendimento dos trabalhadores portugueses e a gigantesca redistribuição de rendimentos a favor dos mais ricos e, prenuncia-se, dos amigos do governo. Para combater esta enormidade todos teremos de nos preparar para dignas mobilizações sociais.

Nota: Este número do jornal Esquerda não será impresso e enviado para casa de assinantes e aderentes do Bloco de Esquerda. Uma medida de contenção financeira decidida pelo direcção do partido. Por isso, este número tem um novo arranjo gráfico que facilita a sua visualização.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Miguel Portas | Imposto Extraordinário: Assalto por Precaução | O Imposto Sobre o Natal «um pequeno desvio para um esforço colossal»


Mais uma excelente entrevista de Miguel Portas ao programa “Conselho Superior" da Antena 1, em que o Eurodeputado eleito pelo Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu, faz o seu comentário semanal sobre a actualidade política. Desta vez a conversa recai sobre taxa especial de IRS a aplicar aos contribuintes singulares sobre o subsídio de Natal, isto é, a aplicar a todos nós os que pagamos impostos, dizendo o Ministro da Finanças ser este ano cobrada a título excepcional e de uma só vez.Mais uma brilhante explicação que precisamos de ouvir... para não nos deixarmos levar com certas falinhas mansas...
Não percas, pois, esta entrevista!
JOÃO

Miguel Portas no programa "Conselho Superior"
Antena 1 - 2011/7/15
Imposto extraordinário: Assalto por precaução
 
O imposto sobre o Natal
Sexta, 15 Julho 2011 13:02
 
Miguel Portas acusou o governo de “estar a ir ao bolso das pessoas apenas por prudência” porque o anunciado imposto sobre os subsídios de Natal não é, segundo as explicações oficiais, “um imposto para uma situação extraordinária”. Logo, deduz o eurodeputado, “é apenas um imposto recessivo, um imposto que não visa aumentar as receitas do Estado, visa acima de tudo diminuir o poder de compra dos salários e dos pensionistas, porque são apenas os assalariados e os pensionistas que o pagam”.
Na sua crónica semanal no espaço “Conselho Superior” da Antena Um, Miguel Portas desmantelou a tese do que começou por ser um “desvio colossal das contas públicas” como justificação para o imposto para acabar por ser um “pequeno desvio” que, nas palavras do ministro das Finanças, não passa de “um número redondo”. Portanto, insistiu Miguel Portas, “um pequeno desvio para um esforço colossal” dos cidadãos. E, além disso, “um imposto recessivo” que vai atirar a recessão para um decréscimo de 2,3 por cento, mais grave até do que o previsto no memorando da troika.
Além disso, e ao contrário da versão do primeiro ministro, não é um imposto igualitário porque só atinge salários e pensões e não toca nos lucros das empresas, nos dividendos e nos juros decorrentes da aplicação de capital
O eurodeputado do GUE/NGL eleito pelo Bloco de Esquerda desmontou também a tese vigente em Portugal segundo a qual “se cumprirmos a nossa parte os problemas se vão resolver”.
O que existe hoje na Europa, explicou, “é uma imensa cacofonia em que cada dirigente fala para seu lado e porque alguns deles já chegaram à conclusão, difícil de aceitar, de que os problemas de Portugal não só os de Portugal, como os da Grécia não são só da Grécia, os da Irlanda não só os da Irlanda” e o contágio “está a chegar à Itália e a Espanha”.
“O que está verdadeiramente em causa”, disse Miguel Portas, “é o falhanço das políticas de austeridade; a austeridade só aumentou as dívidas sem resolver os problemas dos défices”.
“Os nossos problemas”, concluiu o eurodeputado, “são os do euro e da própria União Europeia e só podem ser resolvidos, com alguma justiça, em escala europeia”.

terça-feira, 5 de julho de 2011

O Candidato às Legislativas, Passos Coelho, no Dia das Mentiras | Vídeo


Para abrir o apetite, por ora só deixo este vídeo, que afinal demonstra que há mentiras na televisão no dia 1 de Abril - Dia das Mentiras -, mas que cada canal no dia seguinte explica qual foi a mentira que colocaram.
Contudo, esqueceram-se de especificar esta...

Depois falarei sobre o imposto do subsídio de Natal com detalhe.
JOÃO


Dia 1 de Abril de 2011


Carregado por em 30 de Jun de 2011