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quinta-feira, 20 de março de 2014

Morreu Tony Benn | Londres [1925-2014]



Londres [1925-2014]

Mereceu sempre todo o meu respeito e admiração.

Um verdadeiro gentleman e democrata!


Fica o "post" como que homenagem que lhe presto.

Rest in peace!

JOÃO



Clica aqui

Morreu Tony Benn

ARTIGO | 14 MARÇO, 2014 - 16:58


Tony Benn virou à esquerda, quando o partido Trabalhista virava à direita, nos anos 80, e tornou-se uma figura de referência de toda a esquerda britânica

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Francisco Louçã Comunicou o Fim do Seu Mandato de Deputado | PUBLICO.PT


Francisco Louçã comunicou o fim do seu mandato de deputado. Sai com a máxima dignidade e ética política.

Como ele mesmo refere: “saio exatamente como entrei, com a minha profissão, sem qualquer subsídio e sem qualquer reforma”.

Pois é! Nós ficamos muito mais pobres! Não há pessoas insubstituíveis. Mas não há duas pessoas iguais! E, que me perdoem todos os restantes, como Francisco Louçã não há nem haverá outro deputado. Tem qualidades intelectuais e capacidades de excelência, em todos os assuntos/matérias, que só os seres únicos têm.

Louçã é um dos meus SERES ÚNICOS!

A ele ficarei eternamente grata pelo orgulho que me deu em ser bloquista!

JOÃO





Francisco Louçã abandona o Parlamento - Política - PUBLICO.PT


Francisco Louçã foi eleito deputado em 1999
(Foto: Nuno Ferreira Santos)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Francisco Louçã: "Alberto João Jardim Desbaratou Este Ano 550 Milhões" | Debate Quinzenal com o Primeiro-Ministro


Grande intervenção de Francisco Louçã no debate quinzenal  com o Primeiro-Ministro, Passos Coelho. Neste vídeo está apenas uma parte.
Vi as intervenções de Louçã em directo e com muito orgulho em ser bloquista e ter Francisco Louçã como deputado, dirigente e coordenador do Bloco de Esquerda.
JOÃO


"Alberto João Jardim desbaratou este ano 550 milhões"

Carregado por em 14 de Set de 2011
No debate quinzenal com o Primeiro-Ministro, o deputado Francisco Louçã questionou Passos Coelho sobre o desvio de 550 milhões de euros nas contas da Madeira e também sobre o tema da educação, cujo critério deverá ser o da "qualidade".

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Artigo: «Bloco Quer Que Ministro das Finanças Esclareça Venda Ruinosa do BPN ao BIC» | ESQUERDA.NET

Quer o Bloco de Esquerda e queremos todos nós!
Como é que o Governo pode acreditar que somos todos parvos? E que não nos deve explicações?
Já fizeram asneiras a mais em apenas cerca de 40 dias!
JOÃO

 

Bloco quer que ministro das Finanças esclareça venda ruinosa do BPN ao BIC

O deputado João Semedo quer que o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, esclareça na Assembleia da República a venda do BPN ao BIC, uma operação que, além de ser ruinosa, “tem contornos de cambalacho”.
 
“Esta operação, pelo que se conhece, tem contornos de cambalacho, de uma venda de favor, em que o comprador, antes de o ser já o era”, afirmou o deputado João Semedo nesta terça feira em conferência de imprensa na Assembleia da República.
Segundo a agência Lusa, o Bloco não considera suficiente a ida da secretária de Estado do Tesouro à AR, exigindo que seja o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, a explicar “a operação mais ruinosa de sempre para as finanças públicas portuguesas”.
O deputado João Semedo afirmou que “o Bloco de Esquerda exige informação detalhada sobre todas propostas de compra e sobre todas as condições da venda que o Governo veio a estabelecer com o BIC”.
Em requerimento ao Governo (aceda ao requerimento na íntegra), através do ministério das Finanças, o Bloco pergunta se o executivo vai divulgar “os valores e condições associadas às propostas de compra do BPN, nomeadamente do Montepio e do Núcleo Estratégico de Investidores, e o acordo de venda que estabeleceu com o BIC”
Pergunta ainda que razões o executivo invoca “para justificar o despedimento de metade dos actuais trabalhadores do BPN”, se o Estado “vai manter as garantias que prestou nos últimos anos ao Banco Português de Negócios e qual o seu valor total” e qual a “previsão do Governo relativamente ao montante total dos prejuízos para o Estado com os processos de nacionalização e reprivatização do BPN”.

sábado, 30 de julho de 2011

Debate Quinzenal | Os Trinta Dias do Programa do Governo | Francisco Louçã Questiona o Primeiro-Ministro | Vídeo

Sábias e sérias palavras na intervenção de Francisco Louçã, coordenador do Bloco de Esquerda, no primeiro debate quinzenal na Assembleia da República.
Vi em directo, no Canal Parlamento, o debate sobre os trinta dias do programa do Governo entre Louçã e o Primeiro-Ministro, Pedro Passos Coelho, e fiquei muito agradada, como sempre, aliás, com as palavras, recomendações e argumentação de Francisco Louçã sobre todos os temas escaldantes e preocupantes, como os despedimentos mais facilitados, aumentos dos custos dos medicamentos, aumentos dos transportes de uma forma completamente violenta e arbitrária, e sobre o aumento colossal dos impostos.
Uma intervenção a não perder, num diálogo muito esclarecedor sobre o tipo de Governo que temos e os sacrifícios colossais que vamos enfrentar, com o governo a ter prometido cortes na despesa pública, mas com cortes apenas previstos nos orçamentos das famílias...
Os cortes da despesa só atingem as famílias!
JOÃO
"É um colossal aumento de impostos"
  Carregado por em 29 de Jul de 2011
Francisco Louçã questiona o primeiro-ministro sobre as conclusões do inquérito ao "caso Bairrão" e critica Governo por, depois de ter anunciado na campanha que iria consolidar as contas com cortes na despesa do Estado, apenas ter aumentado impostos, medicamentos e transportes.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Bloco de Esquerda/Almada | Notícias: Artigo de Opinião - Maio/2011 | VOTA ESQUERDA DE CONFIANÇA

Fica mais um artigo de opinião, desta vez do Deputado Municipal do Bloco de Esquerda, Manuel Braga, que foi publicado no Notícias de Almada de 20 de Maio de 2011.

Não deixes de ler!

JOÃO

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VOTA ESQUERDA DE CONFIANÇA

Não raras vezes, o Bloco de Esquerda tem sido apelidado de “partido radical”, ”partido de causas”, “movimento de contestação”… Todas são expressões que efectivamente correspondem à realidade e que necessariamente nos enchem de orgulho!!!
De facto, o Bloco de Esquerda assume-se, sem qualquer tipo de hesitação, como radicalmente contra todo e qualquer ataque que fragilize os legítimos direitos das trabalhadoras e dos trabalhadores, como verdadeira força de bloqueio aos avanços de um capitalismo selvagem, que tudo destrói à sua passagem, como uma resposta alternativa a uma sociedade, a uma economia, a um país, que enfrentam hoje, desafios difíceis, que exigem soluções sérias, responsáveis e sustentáveis.
É este o nosso propósito: assumirmo-nos como garantia última de que Portugal não é alvo de uma colonização financeira por parte da trindade FMI-EU-BCE, assegurarmos a todas e todos quantos são alvo da ganância do lucro capitalista dos verdadeiros donos de Portugal (bancos, grandes grupos económicos, grandes fortunas) de que não serão esquecidos ou silenciados, denunciarmos as injustiças sociais que sucessivos governos de centro-direita (CDS-PP, PSD, PS) têm agravado, em prol de um clientelismo que nos empobrece e descredibiliza.
O Bloco de Esquerda apresenta alternativas de esquerda, e luta por um governo de esquerda com confiança.
São palavras duras e determinadas, as que o Bloco de Esquerda geralmente exprime, de repúdio pelo esvaziamento da cidadania, pelo lento agonizar da nossa democracia (nossa, porque conquistada num Abril que não pode ser esquecido), por sabermos que a nossa voz é a voz de muitos milhares de portuguesas e portugueses que sentem o mesmo repúdio, que vivem numa angústia prolongada, resultado de uma política de direita que os lança para mais precariedade, mais pobreza e uma total inexistência de soluções.
Em Almada, no distrito de Setúbal, em Portugal, o Bloco de Esquerda tem honrado os seus compromissos e tem procurado ir ao encontro de todo e cada voto que nos foi confiado e que nos onerou com a enorme responsabilidade de combatermos quem nos empobrece, quem nos explora, quem nos vende no mercado negro da especulação financeira, hipotecando o presente, por um amanhã que querem vazio de esperança.
O Bloco de Esquerda assume-se hoje como verdadeira alternativa de governação face a décadas de falência governativa, mentiras vergonhosas e esvaziamento criminoso do Estado, enquanto promotor de desenvolvimento económico, social e de sustentabilidade do país.
CDS-PP, PSD e PS, todos nos acusam de não termos nenhuma experiência governativa. Curiosamente, são estes os partidos que nos conduziram à situação em que nos encontramos hoje, são estes os partidos que, à custa dos portugueses, recorreram ao FMI por três vezes nos últimos 30 anos, são estes os partidos que têm experiência governativa e que a usaram para satisfazer necessidades partidárias e clientelares, e que definiram o modelo em que a economia nacional assentaria: o desmantelamento do nosso aparelho produtivo e a crescente dependência face ao exterior.
No próximo dia 5 de Junho, o que estará em causa, não será apenas a eleição de um novo Parlamento e de um novo Governo. No próximo dia 5 de Junho, todos nós seremos chamados a fazer uma escolha: continuarmos com aqueles que ao longo dos últimos 35 anos empurraram mais de 20% da população para a pobreza, que permitiram o esvaziamento do Estado e que promoveram (sem, contudo, o conseguir) a falência da nossa Democracia… ou gritarmos que chega de políticas injustas, que chega de mentiras, que chega de roubo e que é a vez de garantir que o empreendedorismo é apoiado, que as trabalhadoras e os trabalhadores não são escravizados, de que a cidadania nos será devolvida.
Em contraponto ao programa de recessão e austeridade do FMI, que é o programa do PS, PSD e CDS, o Bloco de Esquerda apresenta-se com um programa com soluções concretas e alternativas, de apoio ao crescimento e desenvolvimento económico, de defesa do Estado Social e dos serviços públicos, de combate ao desemprego e à precariedade.
No próximo dia 5 de Junho, é preciso votar na esquerda de confiança, por uma governação verdadeiramente de esquerda, por um novo 25 de Abril!
Manuel Braga
Deputado Municipal do Bloco de Esquerda
15.Maio.2011
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Travessa D. Sancho I, 1-A
2800-046 ALMADA
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quinta-feira, 28 de abril de 2011

ESQUERDA.NET | "Programa Eleitoral do PS Tem a Perna Muito Curta" | Vídeo

"Programa eleitoral do PS tem a perna muito curta", disse o deputado do Bloco de Esquerda, Jorge Costa, quando comentou o programa eleitoral do Partido Socialista.
Esta reacção de Jorge Costa é de ouvir! Ele tem toda a razão!
Mas cuidado: nem PS nem PSD!
JOÃO


De: | Criado: 28 de Abr de 2011
O deputado do Bloco de Esquerda Jorge Costa, reagiu à apresentação do programa eleitoral do Partido Socialista para as legislativas de 5 Junho.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Esquerda.Net | Fernando Nobre Decepciona Apoiantes | Para Mim Apenas Cai a Máscara!...

Já comentei esta atitude do PSD e de Fernando Nobre no meu post:
 "Decisão de Nobre Representa "O Fim de Uma Imensa Fraude" | O Desnorte do PSD!"
Se o quiseres ver, clica AQUI.
JOÃO

Fernando Nobre decepciona apoiantes
Fernando Nobre será o primeiro da lista para Lisboa pelo PSD, que o apresentará como candidato a presidente da AR. Apoiantes são unânimes a classificar esta candidatura como uma “traição”. Francisco Louçã diz que é o "fim de uma imensa fraude".
 “A maior fraude alguma vez gerada pelo sistema politico de Portugal. Não encontro paralelo”, ou “Dr. Fernando Nobre... Sou e sempre fui uma grande admiradora sua. Ontem fiquei muito mas muito decepcionada consigo!” São vários os comentários de antigos apoiantes de Fernando Nobre na sua página pessoal no Facebook. Na sua maioria, consideram a candidatura de Nobre pelo PSD como uma “traição” à independência partidária que sempre advocou para si nas últimas eleições Presidenciais.

Decisão de Nobre Representa "O Fim de Uma Imensa Fraude" | O Desnorte do PSD!

Ontem nem queria acreditar no que ouvia! Fernando Nobre escolhido, pelo PSD, para cabeça-de-lista por Lisboa e indigitado Presidente da Assembleia da República se o mesmo partido ganhar as eleições. A minha alma ficou parva! E penso que a alma de muitas pessoas deste país, incluindo muitas de políticos do próprio PSD.
Começo por estes. Ser-se ultrapassado na escolha por um homem que não gosta de políticos, mas que quer ter, à força, um cargo político - e remunerado! -, não é sapo que se engula facilmente. Se eu fosse apoiante do PSD, garanto que esta resolução de Passos Coelho não me faria acreditar que ele pudesse ser um bom primeiro-ministro e não votaria PSD. Esta escolha de Passos Coelho mostra o desespero que ele tem em ganhar a todo o custo. Só mostra que Passos Coelho não sabe ao que vem e o completo desnorte do PSD.
Depois volto-me para aqueles bloquistas que criaram confusão por quererem que o Bloco  de Esquerda apoiasse Fernando Nobre nas Presidenciais. Era o melhor candidato?! Um independente que roubou a hipótese de Cavaco ser vencido por Manuel Alegre numa segunda volta!... A mim ele nunca me enganou! A política se já pode ser mal servida pelos políticos que o são por missão, mais depressa será mal servida por pessoas que se dizem independentes e sem apreço pela classe política.
Fernando Nobre tem mesmo muita lata!
JOÃO
Críticas de Francisco Louçã
BE diz que decisão de Nobre representa "o fim de uma imensa fraude"
10.04.2011 - 18:30 Por Lusa
O coordenador nacional do Bloco de Esquerda (BE), Francisco Louçã, disse hoje que a decisão do ex-candidato presidencial Fernando Nobre de liderar a lista do PSD por Lisboa nas eleições legislativas representa “o fim de uma imensa fraude”.

“Os cidadãos independentes que votaram por uma cidadania independente [nas eleições presidenciais] podem agora perguntar-se porque é que não lhes foi dito que caminhávamos para um truque partidário”, afirmou Francisco Louçã, no final de uma reunião da mesa nacional do BE, em Lisboa.
O líder do Bloco lançou um desafio ao antigo Presidente da República Mário Soares, que admitiu que Fernando Nobre seria “um bom Presidente”. “Queria perguntar ao doutor Mário Soares o que é que ele pensa desta expressão pública de uma adesão à direita, que eu lamento”, acrescentou Louçã.
Para o dirigente e deputado bloquista, a integração de Nobre nas listas do PSD “acrescenta confusão à política portuguesa, onde deveríamos ter critérios, coerência, princípios, continuidade e já agora, porque os portugueses valorizam tanto isso e fazem muito bem, respeito pela palavra dada”.
Fernando Nobre foi mandatário nacional do Bloco nas europeias de Junho de 2005.

domingo, 20 de março de 2011

Artigo de Opinião de Luís Fazenda: "Receita Sócrates: FMI, Faça Você Mesmo!" | Esquerda.Net

Muito interessante o título para o extraordinário Artigo de Opinião de Luís Fazenda, que está no Esquerda.Net e que eu adorei.

É de leres, não tenhas dúvidas!

JOÃO


Receita Sócrates: FMI, faça você mesmo!

Depois do estrondo do PEC4, às escondidas da moção de censura da véspera, e da manif do precariado, o parlamento foi sacudido pela intriga PSD/PS. Que para o PSD três foi a conta que Cavaco fez, três PEC ainda vá, quatro é que não!
Artigo | 20 Março, 2011 - 14:13 | Por Luís Fazenda
O desentendimento entre os dois partidos da austeridade viria a confronto num agendamento do BE, uma interpelação ao governo sobre parcerias publico-privadas (PPP) e o efeito do "danado" do PEC.

Ficou tudo claro, o PSD também quer agravar a austeridade sobre o povo, o seu porém é ser ele próprio a chefiar a coisa.

Nessa interpelação, o José Manuel e o Heitor disseram das boas ao Teixeira dos Santos sobre o roubo dos direitos sociais e o escândalo dessas parcerias que são uma renda especulativa para o capital com valores muito acima da agiotagem dos juros da dívida pública, agora tão na berra!

O José Guilherme e o João"apertaram-no" com a recapitalização da banca à custa do contribuinte...Confirmado pelo próprio, sem margem para dúvidas: renegociar PPP’s nem pensar, disse essa coisa espantosa que não só não conseguia baixar os juros como ainda pagaria mais aos privados, capitulação pura!

Tal como na banca, asseverou ali, preto no branco, que se for preciso o estado injectar capital na banca privada fá-lo-á. Fá-lo-á mesmo se cortou em todos os apoios sociais, mesmo quando o país se vê, de cara em cara, na espiral da miséria.

A prioridade faz a escolha social e o lado que se serve. A mesma escolha quando, em declaração política, a Rita denunciou as intenções governativas de liberalizar as rendas de casa e prover a despejos automáticos, aí logo veio o PS alcandorar-se a partido dos senhorios, e não dos pequenos, e das imobiliárias, querem lá saber dos inquilinos pobres e idosos.

O Pedro Filipe levou a debate aquilo que todos pedem: o tabelamento administrativo dos preços dos combustíveis. A GALP votou contra, dando procuração bastante a CDS, PSD e ao liberalóide PS para manterem o "cartel da gasolina".

A Ana insistiu com regras inclusivas e de respeito profissional para o concurso de colocação de professores, mas eles, que tinham vindo de se juntar aos milhares no Campo Pequeno, ficaram nos "adiados" da nação...

Último dia: debate com o primeiro-ministro: que não, não queria nada congelar as pensões dos reformados, só queria enregelá-las bem, coisa bem diferente, fariam o favor de não serem maldosos.

O Francisco explicou-lhe que os 300 milhões que retirava aos reformados acontecia ao mesmo tempo que dava de mão beijada 150 milhões ao consórcio Mota Engil/BES só por extras duma PPP...O original do prontuário político é a tese muito Sócrates, a propósito dos despedimentos a preço de saldo, de que há uma diferença abissal entre chamar o FMI ou aquilo que está a dar: FMI, faça você mesmo!
Deputado, dirigente do Bloco de Esquerda, professor
 
 

sábado, 19 de março de 2011

Bloco de Esquerda/Almada | Notícias: Artigo de Opinião - Março 2011 | O Grande Protesto das Gerações à Rasca

Fica mais um artigo de opinião, desta vez do Membro da Coordenadora Concelhia de Almada do Bloco de Esquerda, Pedro Oliveira, que foi publicado no Notícias de Almada desta semana.

Aconselho-te a ler!

JOÃO

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O grande protesto das gerações à rasca 

Nos últimos dias muitos foram os analistas e comentadores que escreveram, falaram, insinuaram, injuriaram e especularam sobre o protesto da “Geração à Rasca”, a visibilidade de "Os homens da luta", e o sucesso dos "Deolinda". 

A melhor resposta, concludente e indesmentível, foi dada no dia 12 de Março nas ruas de muitas cidades do Continente, das ilhas e em muitos outros locais na Europa e outros continentes onde os portugueses demonstraram, de forma inequívoca, que não estão dispostos a continuar a aceitar as políticas que conduzem ao aumento do desemprego, à precariedade e à ausência de esperança num futuro diferente e melhor. 

A alegria, os sorrisos, a determinação e a coragem que estiveram presentes em muitos milhares de pessoas são indicadores da disponibilidade para encontrar rumos novos que tragam menos injustiça, trabalho, melhores condições de vida e uma economia ao serviço dos mais desfavorecidos. 

A extraordinária capacidade de criatividade esteve presente em milhares de cartazes tão diferentes mas que simbolizavam, no que estava escrito, muitas das preocupações, anseios e desejos para o presente e futuro. 

Ninguém pode ficar indiferente ao que se passou no passado sábado. 

Podem os comentadores, opinadores e quejandos continuar a aprofundar as suas teses doutrinárias manifestamente reaccionárias,  pois  esta resposta nas ruas “tirou os precários dos armários”, e pode até um dia tirar dos seus pedestais de barro todos os instalados e vendidos ao sistema.

 É preciso estar muito atento ao desenvolvimento dos próximos capítulos. Torna-se hoje evidente que é ainda mais necessário e urgente apresentar propostas claras que respondam às reivindicações dos muitos milhares que saíram às ruas e de muitos mais, em busca de alternativas para as suas vidas. 

Existe uma saída para o actual estado de apodrecimento do país se a economia deixar de estar ao serviço dos interesses da banca e do capital e se houver uma verdadeira justiça na economia que não continue a penalizar os que menos têm. 

Os que mais sofrem com a crise, com o desemprego, com o aumento dos preços, com a precariedade, não podem continuar a ser os mais penalizados, enquanto o país assiste aos lucros astronómicos da banca, ao enriquecimento fruto da especulação económica e financeira, à corrupção continuada e à fuga aos impostos dos mais poderosos. É urgente avançar com propostas que invertam as decisões económicas erradas que têm sido tomadas pelos anteriores e actual governo, e orientem a economia para medidas decentes e socialmente justas. 

Amanhã, dia 19 de Março, dia de grande manifestação nacional da CGTP, e já apelidado como “dia da indignação e protesto”, será um dia importante. Dezenas de milhares de trabalhadores, dos mais variados sectores de actividade, estarão novamente nas ruas e não deixarão de expressar, mais uma vez, o seu profundo desagrado e insatisfação por tudo o que tem vindo a ser levado a efeito por estes governantes. 

A ditadura dos mercados financeiros só merece uma resposta e essa terá que ser encontrada contra a inevitabilidade que mais não é que o acomodamento, o deixa andar e a falta de coragem para enfrentar dificuldades. 

A “lição” do dia 12 de Março vai estar presente em todos os que queiram contribuir para um futuro com maior esperança não só para a denominada "Geração à Rasca" mas também para todas as outras gerações que continuam, cada vez mais, muito enrascadas.
Pedro Oliveira
Eleito pelo Bloco de Esquerda na
Assembleia de Freguesia de Laranjeiro
Membro da Coordenadora Concelhia de Almada do Bloco de Esquerda
18-Mar-2011
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Travessa D. Sancho I, 1-A
2800-046 ALMADA
Telefone: 212752351Bloco de Esquerda (Almada)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

LOUÇÃ QUESTIONA SÓCRATES SOBRE ESTÁGIOS DE ADVOCACIA E ARQUITECTURA e Outros | Vídeos

Sábias e sérias intervenções de Francisco Louçã, coordenador do Bloco de Esquerda!
Vi em directo, no Canal Parlamento, o debate quinzenal com o Primeiro-Ministro, e fiquei, como sempre, incomodada como Sócrates fala para Louçã, tal como fico incomodada quando ele desrespeita deputados de outros grupos parlamentares.
Em relação às palavras de Sócrates neste primeiro vídeo, afirmo convictamente que os jovens eleitores do Bloco de Esquerda, assim como todos os restantes eleitores, estão com Louçã e a Moção de Censura. Não estão com o Governo e, muito menos, com Sócrates.
Sr. Primeito-Ministro, tenta tento!
JOÃO

Louçã questiona Sócrates
sobre estágios de advocacia e arquitectura
bloconoparlamento | 25/02/2011
No Debate Quinzenal com o Primeiro-Ministro, Francisco Louçã questiona José Sócrates relativamente aos estágios não-remunerados de advocacia e arquitectura.

"Estamos perante uma Economia indecente"
bloconoparlamento | 25/02/2011
Francisco Louçã intervém sobre os despedimentos na TAP e Groundforce e sobre a limitação dos salários dos gestores públicos.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A EUROPA ESTÁ MAIS UMA VEZ A FALHAR-NOS, ESTÁ A DESERTAR DA LUTA PELOS DIREITOS HUMANOS | Vídeo

Estou completamente horrorizada!
As revoltas alastram-se por todos os países totalitários.
Estou a temer por todos e pelo que poderá acontecer, também, em Angola, que já dá sinais de revolta.
Temos que agir e não calar. Exigir que se cumpram os direitos humanos.
Esta intervenção de José Manuel Pureza, que eu vi em directo, é uma mensagem importante e deve ser ouvida por todos e meditada com toda a abertura e humanidade…
Portugal tem que estar do lado da defesa dos Direitos Humanos!
JOÃO

"A Europa está mais uma vez a falhar-nos,
está a desertar da luta pelos direitos humanos"
bloconoparlamento | 23 de Fevereiro de 2011
O deputado José Manuel Pureza faz a Declaração Política do Bloco sobre as revoltas populares no Norte de África, referindo também a relação do Governo português com os Governos da Líbia e de Marrocos.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Bloco de Esquerda/Almada | Notícias: Artigo de Opinião - Fevereiro/2011 | Condenar o Condenável

Fica mais um artigo de opinião, desta vez do Deputado Municipal do Bloco de Esquerda, Manuel Braga, que foi publicado no Notícias de Almada desta semana.

Aconselho-te a ler!

JOÃO
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Condenar o condenável

O Bloco de Esquerda anunciou na semana passada que apresentará uma moção de censura ao Governo. Ao contrário do que as forças do centro-direita em Portugal (PS, PSD e CDS-PP) tentaram fazer crer aos portugueses, esta atitude de ruptura encontra-se perfeitamente legitimada e vai ao encontro das mais básicas expectativas de todos quantos diariamente enfrentam a crise na primeira pessoa… ela não conduz a qualquer crise, pois em crise já Portugal se encontra há demasiado tempo.

Ao contrário do PSD, que já afirmou censurar a curto/médio prazo o Governo (mas que aguarda a garantia das sondagens de uma confortável vitória nas próximas legislativas) e em sintonia com o que o PCP se prepara também para fazer (o próprio líder Jerónimo de Sousa já afirmou que os adversários do PCP são o PS e o PSD, e não o BE), o Bloco de Esquerda deu voz a largas centenas de milhar de portugueses que hoje, como ontem e certamente como amanhã, se encontram reféns de políticas que apenas favorecem quem já mais tem e cuja factura é suportada em exclusivo pelos funcionários públicos, pelos tecidos sociais já fragilizados (desempregados, jovens, reformados, imigrantes) e pelas pequenas e médias empresas que ainda conseguem sobreviver.

A própria comunidade internacional não acredita na farsa que hoje é apresentada em Portugal: os mercados internacionais (instrumento instituído de interesses especulativos) continuam a penalizar a imagem do país, as agências de rating continuam a ameaçar baixar os níveis de credibilidade de Portugal, a União Europeia continua a ver-se obrigada a intervir (através do Banco Central Europeu) para garantir a manutenção de níveis de endividamento “sustentáveis”… e o país continua a hipotecar o seu presente e, sobretudo, o nosso futuro.

É contra uma situação em que os grandes grupos económicos continuam a facturar milhões à custa de todos nós, em que as portuguesas e os portugueses são empurrados para o desemprego e para o subemprego sem quaisquer direitos, em que a agenda política nacional é definida de acordo com interesses eleitorais e eleitoralistas e não os reais interesses de todos quantos são Portugal, que surge a moção de censura do Bloco de Esquerda.

Esta moção de censura procura assim, responsabilizar todos quantos nos têm empobrecido ao longo dos anos, procura não esquecer a dramática situação que centenas de milhar de famílias hoje enfrentam, por nada terem graças aos cortes cegos nos apoios sociais encetados pelo Governo PS (com o apoio cobarde, pela abstenção, do PSD), em nome de uma pretensa estabilização orçamental, procura chamar a atenção das portuguesas e dos portugueses para o facto de existirem alternativas: as grandes fortunas podem pagar impostos, os grandes grupos económicos e financeiros podem pagar impostos (e mesmos assim ter lucros… só que socialmente sustentáveis), o Estado pode ser forte e pode assumir-se como motor de crescimento e de desenvolvimento do país.

Em Almada, cidade do lado certo do rio Tejo, o Bloco de Esquerda assumiu também este compromisso de seriedade e responsabilidade para com os Almadenses, tendo aprovado o Orçamento da Câmara para 2011. Decisão difícil, amplamente desvirtuada pelas demais forças de oposição em Almada, mas que acredito, enquanto Deputado Municipal, ter sido a melhor para o nosso município e para os Almadenses.

O PS afirmou não apoiar este orçamento, apenas pelo mesmo não ir ao encontro das suas pretensões relativamente à reabertura ao trânsito da artéria principal de Almada. Esquece o PS que Almada são 11 (onze) freguesias, cerca de 165 000 habitantes e que a reabertura daquele espaço pedonal (ainda em consolidação, ainda em ajustamento operacional, ainda a ser interiorizado pelos Almadenses) não seria suficiente para contrariar o facto de o número de desempregados no nosso município, ter crescido em apenas 2 anos cerca de 50%, o poder de compra das famílias ter sido violentamente amputado (graças às medidas do Governo PS, com o imprescindível apoio do PSD), as transferências provenientes da Administração Central, para as Autarquias, ter vindo sucessivamente a sofrer inexplicáveis cortes, acompanhados de inexplicáveis acréscimos de responsabilidades em áreas tão sensíveis, como a Educação e o Apoio Social.

O PSD e o CDS-PP apresentaram exclusivamente propostas do lado da despesa, não tendo apresentado uma única medida de financiamento complementar das mesmas! Fazer política assim é fácil, mas não é sério, e contribui apenas para a descredibilização do espaço político e o consequente afastamento dos cidadãos da Democracia, que por eles foi conquistada com o 25 de Abril.

O Bloco de Esquerda votou favoravelmente o orçamento para 2011 da CMA, não só porque ele vai ao encontro de parte significativa das nossas exigências, como inclusivamente incluiu propostas com as quais o BE se comprometeu com os Almadenses nas últimas eleições. Este é um orçamento municipal que assegura níveis de apoio alimentar aos alunos e às famílias extraordinariamente importantes, que demonstra ser possível conciliar estabilidade laboral com sustentabilidade e dinamismo orçamental, que respeita cada cêntimo fiscalmente suportado pelos Almadenses, tendo-se verificado cortes não negligenciáveis em rubricas não essenciais. O orçamento municipal para 2011 em Almada foi apoiado pelo Bloco de Esquerda, por ser um orçamento sério, responsável e que não abandona os munícipes num momento tão difícil como o presente.

Manuel Braga
Deputado Municipal do Bloco de Esquerda
14.Fevereiro.2011
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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Francisco Louçã Apresentou Hoje o Texto da Moção de Censura | Esquerda.Net | Vídeo

O conteúdo da Moção de Censura do Bloco de Esquerda, num momento em que os portugueses estão a sofrer ofensivas contra os seus direitos, direitos conquistados depois do 25 de Abril, com muita luta e muito sofrimento, faz todo o sentido e é da maior importância e oportunidade, pois o PS governa com uma política de direita, com ofensivas tão marcantes contra os trabalhadores, os desempregados, os jovens, os doentes, os velhos que trabalharam uma vida inteira e têm reformas de miséria e vêm retirados os apoios sociais a que tinham direito…
Temos um governo que, em vez de estar preocupado com os trabalhadores e os mais fracos, está apenas preocupado em governar para os grupos económicos e financeiros…
A direita não vai apoiar esta Moção de Censura do BE. Já não iria, mesmo sem conhecer o seu conteúdo. O PCP e o PEV vão votar a moção favoravelmente.
Tudo o que me custa neste processo todo é que, numa democracia, em que os deputados eleitos para representarem os cidadãos, acha pessoas que sendo militantes do BE têm criticado a moção como se ela tivesse nascido sem razões e sem direito.
O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda tem todo o direito e todas as razões para, em representação dos seus eleitores, apresentar esta Moção de Censura.
Nós queremos viver em democracia e com os direitos que essa democracia nos dá!
Viva a Moção do Censura do Bloco de Esquerda!
JOÃO



Bloco apresenta texto da moção de censura

Bloco apresenta texto da moção de censura que será discutida no Parlamento a 10 de Março. Moção concentra-se nas questões sociais e censura governo socialista por violar os seus compromissos e por promover o agravamento da crise social. Conheça aqui o texto da moção.
Artigo | 19 Fevereiro, 2011

Na moção de censura apresentada pelo Bloco de Esquerda exige-se um “novo caminho, com uma viragem da política económica para o combate à recessão” em alternativa à política do governo que “promoveu o agravamento da crise social com o aumento dos impostos, a queda do investimento público, a redução de salários, a degradação dos apoios sociais com a retirada do abono de família e de outras prestações a centenas de milhares de famílias, o aumento dos preços de medicamentos e outros bens essenciais e o congelamento das pensões”, uma política que elegeu como gerações mais sacrificadas os trabalhadores mais velhos que são condenados ao desemprego e os mais novos que são atirados para o “altar da precarização”.

Esta alternativa passa pela “solução do défice fiscal para corrigir o défice orçamental, a solução do investimento criador de emprego e promotor de exportações e de substituição de importações, a solução da recuperação da agricultura para promover a soberania alimentar, a recuperação da procura interna com a defesa dos salários, a valorização das pensões e o combate à precariedade em nome da vida das pessoas”.

A partir de segunda-feira e até à data do debate, o Bloco de Esquerda irá promover inúmeras iniciativas a nível nacional onde explicará as motivações da sua moção de censura e onde dará prioridade aos grandes desafios que o país deve enfrentar e que passam pelo combate ao desemprego, pobreza e precariedade.

Francisco Louçã apresenta moção de censura
EsquerdaNet | 19 de Fevereiro de 2011
Em conferência de imprensa, Francisco Louçã apresenta o texto da moção de censura ao governo proposta pelo Bloco de Esquerda. [Gravado com telemóvel]

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