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sexta-feira, 13 de maio de 2011

“Debate Legislativas 2011: Louçã vs. Jerónimo” | Vídeos


Ontem foi o frente a frente, na RTP, entre os coordenadores/dirigentes do Bloco de Esquerda e do PCP, candidatos às Eleições Legislativas de 2011, Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa.
A abordagem aos temas em que há algumas divergências entre eles, nomeadamente a questão relacionada com a União Europeia e a não coligação antes do ato eleitoral, foi feita com muita dignidade e com muita clareza.
A renegociação da dívida, a situação de Portugal na zona euro e governo de esquerda foram alguns dos temas em destaque o frente a frente na RTP com Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa.
Gostei imenso deste debate!
Vi um debate calmo, de duas pessoas corretas e respeitadoras do espaço uma da outra. Foi muito civilizado! Tanto o BE, como o PCP, têm duas lideranças extraordinárias.
Se os portuguese quiserem, temos uma alternativa para um governo de esquerda, uma esquerda muito grande e de confiança que nos dê esperança no futuro...
Deixo o vídeo que tem apenas uma pequena parte do debate “Louçã vs. Jerónimo: Renegociação da dívida, euro e governo de esquerda” e o vídeo com a versão integral do debate “Debate Legislativas 2011: Louçã vs. Jerónimo”.
JOÃO
Renegociação da dívida, euro e governo de esquerda

Debate Legislativas 2011: Louçã vs. Jerónimo

sábado, 23 de abril de 2011

A COMUNA: Unidade à Esquerda, FMI e 25 Abril

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Sobre o carácter de classe do 25 Abril            
Artigo de Mário Tomé


Em cima de mais um aniversário do 25 de Abril temos a sorte de contar com um convidado que não sei se vai à manif ou ao jantar da A25A. Trata-se do FMI. Portanto gente de bem.
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ERA FMI
Artigo de Ricardo Martins

Bem-vindos à nova era FMI em Portugal. A gadanha fria e estridente da Troika vai começar a ceifar os bolsos dos trabalhadores e dos social e economicamente mais desprotegidos.
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FACTOS E FANTASIAS
Artigo de Luís Fazenda
1 - Há 7 anos atrás houve uma reunião entre as direcções de BE e PCP, a pedido do Bloco. Era secretário-geral do PCP o deputado Carlos Carvalhas que chefiou a delegação do seu partido.
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Duas Troikas: A exigência de 4 banqueiros mais um empresário
Artigo de Carlos Santos


4 banqueiros impuseram a troika externa ao país, o grupo Jerónimo Martins tratou de lançar o marketing da troika interna, composta por PS, PSD e CDS.
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Podia ser invevitável mas não é: são escolhas!
Artigo de Ana Cansado


O retrato actual de Portugal é uma imagem triste, um país de gente assustada e governantes autoritários. O governo demissionário do PS, apoiado pelo PSD e encorajado pelo Presidente da República, continua a assumir compromissos internacionais idênticos a outros já rejeitados pela Assembleia da República
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terça-feira, 19 de abril de 2011

Troika Convidou Partidos Políticos | BE, PCP e PEV Recusaram Convite

A chamada "troika" - equipa de técnicos composta pela Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional -, convidou todos os partidos para reuniões. Porém, Bloco de Esquerda, PCP e PEV decidiram não comparecer às mesmas, tendo feito a comunicação na imprensa.
Eu fiquei com reservas sobre a posição do BE. Era da opinião que o BE deveria ter ido e defender as suas posições do Bloco de Esquerda e dos seus militantes, não se omitindo, mas enfrentando o debate, olhos nos olhos. Claro que as posições do BE não seriam aceites. Mas elas eram dadas com toda a legitimidade que o Bloco de Esquerda tem.
Mas, ao ler este artigo de Francisco Louçã, nele obtendo resposta às questões que eu tinha e que muitos estão a ter.
Vou confiar em Francisco Louçã: ele sabe como o Bloco de Esquerda deve agir.
Portugal bateu no fundo e Louçã fará tudo para dignificar os portugueses e Portugal!
JOÃO

Louçã: “PSD e CDS-PP fingem negociar com a troika”

Francisco Louçã acusou PSD e CDS-PP de “fingimento” nas negociações com o FMI, BCE e UE. Afirmando que o Bloco não entra em “encenações”, o dirigente bloquista anunciou que o partido irá apresentar 20 medidas alternativas, uma por dia, a começar por uma auditoria à dívida externa.

Artigo | 19 Abril, 2011 - 18:07

Para Francisco Louçã, nos últimos dias assistiu-se a uma “espécie de negociação”, “uma encenação em que sucessivos dirigentes partidários, todos com cara de caso, se apresentaram perante a troika, o BCE, a Comissão Europeia e o FMI, como se estivessem a negociar em nome de todos nós”.

Para o Bloco, o país não precisa de encenação. “Não há três negociações”, enfatizou Louçã, perguntando a Paulo Portas “se ele acha que está mesmo a negociar em nome do país, a par de Passos Coelho que também acha que está a negociar, para além da terceira negociação que é a do Governo”.

Aliás, “é porque não há 3 negociações que Passos Coelho já veio dizer que o programa do PSD será o que o FMI decidir e já sabemos que o CDS fará o mesmo, e também, certamente, o Engenheiro José Sócrates”, acrescentou Francisco Louçã.

“Não há negociação nenhuma, há um fingimento e fingir é lamentável”, disse o coordenador da Comissão Política do Bloco, em conferência de imprensa na sede do partido, em Lisboa.

O dirigente bloquista argumentou que só o Governo tem “um mandato” para conduzir negociações e que “não pode haver três sedes a negociarem ao mesmo tempo”.

Francisco Louçã afirmou também que para o Bloco “responsabilidade é assumir pelo país a luta por uma alternativa”: “Dizem-nos que devemos seguir o exemplo da Grécia mas nós já sabemos qual é esse futuro – um ano depois da intervenção, a Grécia tem os juros dos seus empréstimos externos quase nos 20 por cento, tem mais desemprego, menos Estado social, privatizações em bens essenciais e perdas no serviços de saúde”. “Queremos soluções, não queremos desespero”, reiterou Louçã.

Bloco apresentará 20 medidas contra a política da bancarrota

O Bloco recusa as soluções contidas nas quatro versões do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), que têm uma “incidência desigual e injusta na sociedade portuguesa”, cobrando “oito vezes mais” aos trabalhadores e reformados “do que cobram ao sistema financeiro".

“Não podemos prosseguir por este caminho”, afirmou Francisco Louçã, e por isso o Bloco apresentará, nos próximos dias, 20 medidas concentradas sobre o que considera os três principais problemas do país, “o défice fiscal, o défice social e o défice de emprego”.

O objectivo é chegar a 16 de Maio (dia em que o ECOFIN irá reunir sobre a situação em Portugal) demonstrando que "há uma escolha possível nestas eleições, uma escolha que não seja só entre o deserto e o programa do Fundo Monetário Internacional, ou aceitar a bancarrota e a recessão”, explicou.

Francisco Louçã adiantou apenas uma das medidas que consiste na exigência de uma auditoria às contas externas da dívida pública e privada do país: “Temos de saber o que estão a exigir-nos que paguemos, com que juros e quem cobra”. “Não podemos aceitar o abuso e a agiotagem”, disse.

"Dia 5 de Junho, disse ainda, a decisão é entre a política da bancarrota - a dos partidos do arco do FMI, PS, PSD e CDS - e uma alternativa concreta, um governo de esquerda”.
O programa eleitoral do Bloco, que deverá incluir as medidas que começam a ser apresentadas na próxima semana – só deverá estar concluído após a Convenção Nacional do Bloco, a 7 e 8 de Maio, referiu Francisco Louçã.

sábado, 9 de abril de 2011

Bloco de Esquerda / Partido Comunista Português: Declarações à Saída do Encontro | Vídeo

PCP e Bloco convergem em saída política de esquerda

Depois de uma reunião de cerca de uma hora, PCP e Bloco de Esquerda anunciam convergência de posições contra intervenção do FMI e por uma política de esquerda contra a bancarrota. Diálogo vai prosseguir.
Delegações do Partido Comunista Português e do Bloco de Esquerda reuniram-se durante cerca de uma hora na Assembleia da República para uma “troca de informações aprofundada” sobre a realidade económica e política, num momento em que, como disse Francisco Louçã no final da reunião, o governo está em Budapeste a propor “um programa que é segredo para os portugueses”. Um momento particularmente grave, porque a intervenção do FMI “vai provocar um rasto de dificuldades para os trabalhadores e o povo português, que vai pesar por muitos anos”, no entender de Jerónimo de Sousa.
Os dois partidos concluíram que é decisivo que a esquerda se erga num processo de convergência para apresentar aos portugueses uma política de esquerda e um governo de esquerda (fórmula do Bloco), ou patriótico e de esquerda (fórmula do PCP). Ambos os partidos apresentam-se às eleições em listas separadas, mas ressaltam que se têm encontrado em políticas convergentes na Assembleia da República e nas lutas sociais, e pretendem trabalhar para construir uma alternativa que não reúna apenas os dois partidos, mas também todos os portugueses que verificam que é urgente uma outra política.
O diálogo entre ambos vai prosseguir, disse Louçã, e poderá haver novos encontros nos próximos meses. Questionado se o PS deve entrar nessa convergência de esquerda, Louçã foi seco: “O PS está neste momento em Budapeste a propor a redução das pensões dos reformados, o que nós queremos é uma política que combata a bancarrota e se concentre na criação de emprego”. Para Jerónimo de Sousa, “o PS está amarrado à política de direita”.
Leia também a nota do PCP sobre a reunião

Artigos relacionados:

De: | Criado: 8 de Abr de 2011
Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa sublinharam as convergências entre os dois partidos e a necessidade de continuar um processo de diálogo entre as forças de esquerda.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Miguel Portas | BE e PCP: Devagar Que Temos Pressa | PCP e Bloco de Esquerda Querem Convergências em Saída Política de Esquerda

Uma vez mais uma excelente entrevista de Miguel Portas ao programa “Conselho Superior" da Antena 1, em que o Eurodeputado eleito pelo Bloco de Esquerda no Parlamento Europeu, faz o seu comentário semanal sobre a actualidade política, desta vez sobre a reunião entre as direcções políticas do Bloco de Esquerda e o PCP para uma possível resposta a soluções de convergências com fim sinais de saídas políticas de esquerda por parte destes partidos.
Miguel Portas comenta muito mais e coloca, ainda, esta questão: "(...) saber se este povo quer ficar a viver de joelhos, vergado (...) ou, se pelo contrário, tem a dignidade de se levantar?!..."
Não percas esta entrevista!
JOÃO

Miguel Portas no programa "Conselho Superior"
Antena 1 - 2011/04/08
BE e PCP: devagar que temos pressa
 
De: | Criado: 8 de Abr de 2011

“Eleições são um referendo: sim ou não a um protectorado”?
Sexta, 08 Abril 2011 12:58

Miguel Portas explicou que o próximo acto eleitoral não é uma eleição geral comum, é um referendo sobre se o povo português aceita ficar vergado sobre um protectorado dirigido de Bruxelas, como pretendem o PS, o PSD, o CDS e o Presidente da República, ou se tem a dignidade de se levantar. Esta é, sublinhou o eurodeputado, “a decisão mais importante dos portugueses nos próximos 10 ou 20 anos”.
Na sua participação semanal no espaço Conselho Superior da Antena Um, Miguel Portas afirmou que o contexto das próximas eleições se alterou a partir do momento em que um governo de gestão com o Presidente da República e dois partidos da direita, PSD e CDS, tomaram a decisão de impor um PEC 5 – a realidade do “pedido de ajuda ao Fundo Europeu de Estabilização e ao FMI - e colocar o país sob um protectorado com sede em Bruxelas sem que o povo ainda nada tenha decidido.
A este quadro, o eurodeputado da Esquerda Unitária (GUE/NGL) eleito pelo Bloco de Esquerda acrescenta a cedência dos três partidos e do PR “aos bancos quando estes decidiram que já não dão para este campeonato em que sempre foram ajudados porque uma das razões desta crise é a transformação de dívida privada em dívida pública como é o caso do BPN, em que uma dívida privada de dois mil milhões foi parar ao défice do Orçamento de Estado”.
Ora este “roubo organizado, é disso que se trata”, ainda tem mais a participação das “agências que dão notas”. “A economia portuguesa não ficou três vezes pior nos últimos 15 dias”, sublinhou Miguel Portas. “As agências de notação é que fixam os preços dos juros em favor dos credores, ou seja, apostam na especulação”.
Foi no contexto desta “tenaz que é o PEC 5” que o eurodeputado enquadrou a reunião entre as direcções do Bloco de Esquerda e do PCP. “Há três votos para o mesmo protectorado”, os do PS, do PSD e do CDS, lembrou. E, embora achando que a este encontro se pode aplicar a máxima popular “devagar que tenho pressa”, Miguel Portas considerou-o “um sinal no sentido da mobilização do povo de esquerda para a situação que se atravessa”, um sinal susceptível de ter consequências “não apenas a nível parlamentar mas também na dinamização dos movimentos associativos, sindicais e cívicos”.



quarta-feira, 30 de março de 2011

A COMUNA | Os Caminhos da Esquerda: Propor Acordos ao PS ou ao PCP?

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ESTE PAÍS NÃO É PARA JOVENS

Artigo de Nádia Cantanhede

A juventude portuguesa está detida e aprisionada por todas as políticas tomadas, pela crise e pelas medidas de austeridade que lhe roubam o futuro, lhe tiram voz e esfumam as oportunidades, mas as jovens mulheres encontram-se ainda mais amordaçadas...
CONTINUAR...


 
Foi a 1 de Abril que faleceu Mário Viegas. Activista político, declamador e actor, aqui lhe dedicamos o seu "manifesto anti-dantas"


Artigo de Victor Franco
As posições políticas e sociais comuns, parlamentares ou não, não são nenhum problema entre PCP e BE e portanto não necessitam de nenhum programa formal comum.

QUAL O CAMINHO PARA A ESQUERDA?
Artigo de Cláudia Ribeiro
Ao contrário daquilo que a esfera do poder, contando com o apoio dos seus opinion makers e de grande fatia dos media, nos tenta fazer acreditar, a recessão económica não sofrerá um revés com as consecutivas medidas de austeridade que estão vigentes nos seus programas.

Artigo de Carlos Vieira
Portugal tem de deixar de ser uma “casa de alterne”, com um incompetente (como até Carrilho chamou a Sócrates) a alternar no papel de primeiro-ministro com outro incompetente.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Francisco Lopes é o Candidato do PCP à Presidência da República

Francisco Lopes é o candidato do PCP à Presidência da República.

Sempre nos habituámos a que o PCP tivesse o seu próprio candidato. A candidatura à Presidência da República do PCP protagoniza sempre um projecto próprio e inconfundível. O PCP nunca tem hipóteses de eleger o candidato. Mas sempre tem esperança de que ele seja eleito. O que é bom, pois os votos dos militantes do PCP não se vão dispersar: vão direitinhos para o Francisco Lopes!

Espero que, se houver uma segunda volta, o PCP saiba apoiar o candidato que será o melhor para unir a esquerda e ser o Presidente de todos os Portugueses: Manuel Alegre, o meu candidato!

A escolha do candidato do PCP é o tema do "Cartoon do Bartoon" que, em estilo humorístico como é hábito, coloca a questão de uma forma genial... Tantas candidaturas... curto-circuito!?

JOÃO
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 PUBLICO.PT - Bartoon - 25-Agosto-2010

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Se Não Aconteceu... Podia Ter Acontecido | 9 de Julho de 2010 | Frase do Dia

Se Não Aconteceu...
Podia Ter Acontecido!

Em baixo vem a página de "O Inimigo Público" desta Sexta-Feira, dia 8 de Julho.

É uma primeira página com mais do que um tema, mas com uma imagem muito engraçada: um Cristiano Ronaldo bebé!... E, como a mãe do bebé é secreta, "O Inimigo Público" resolveu o problema e dá-nos a foto da mamã do bebé e diz "filho de Ronaldo ri-se quando usa fralda branca e chora quando usa fralda com as cores da Selecção Nacional"

Fica, também, a Frase de "O Inimigo Público".

JOÃO
Clica na imagem 2 vezes para a aumentares!
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PCP e Bloco de Esquerda contra a injustiça social
do Verão e pelo facto de “o ricos”
nunca serem afectados pela onda de calor
João Henrique

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Hoje o PCP Apresentou uma Moção de Censura ao Governo - Vídeos do Bloco de Esquerda

O BE votou a favor da moção de censura apresentada ao governo pelo PCP/Verdes, que foi chumbada pela abstenção do PSD e do CDS que não se privaram de criticar o Governo e a governação.
Deixo as intervenções do BE no debate, pela ordem com que aconteceram.
São vídeos do “bloconoparlamento21 de Maio de 2010”.
Não deixes de os ouvir! Para ti é que eu tive este trabalho!
JOÃO
Francisco Louçã: "para onde é que vai o País?"
Louçã refere-se ao ataque especulativo contra a economia portuguesa, à desigualdade existente em Portugal, ao pacto entre PS e PSD e aos bónus dos gestores públicos.
José Manuel Pureza questiona Primeiro-Ministro sobre introdução de um tecto para o défice
O líder parlamentar do BE questiona o Primeiro-Ministro sobre se irá acolher a sugestão do Ministro dos Negócios Estrangeiros relativa à revisão Constitucional para introdução de um défice para as contas públicas. Ele refere-se ainda à escolha dos desempregados como responsáveis pela crise, afirmando que "é o tango da injustiça e da desigualdade".
Ana Drago: "nós não dançamos o tango com o Governo"
Ana Drago questiona o Primeiro-Ministro sobre a aprovação, em Decreto-Lei pelo Ministro das Finanças, da Taxa de Retenção que sobe 100% para os rendimentos mais baixos e apenas 3% para os rendimentos mais altos. Ela refere-se ainda ao aumento do IVA e à redução do subsídio de desemprego.
Louçã: O Primeiro-ministro já não está a governar, já é um regente
Louçã faz a última intervenção da bancada do BE e refere-se ao pacto entre o PS e o PSD, à retenção na fonte e às discrepâncias que existem entre o escalão mais baixo e o mais alto e ao Pacote apresentado pelo Bloco de Esquerda no valor de dois mil milhões de euros. Louçã voltou ainda a referir a proposta do Ministro Luís Amado para uma revisão constitucional no sentido de criar um tecto para o défice público e à falta de resposta por parte do Primeiro-Ministro a esta questão.