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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Info ESQUERDA.NET | "É Preciso Impedir Este Assalto à Casa das Pessoas"
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Info Esquerda.Net | Semana de Protesto do Setor da Restauração (19 a 27 de novembro) | Outros Temas
Semana de protesto do setor da restauração (19 a 27 de novembro)![]() De 19 a 27 de novembro decorre a semana de luta do setor da restauração, convocada pelo movimento nacional de empresários da restauração (MNER). O dia 19 de novembro, esta segunda feira, foi declarado o "Dia Nacional Sem Restaurantes". Os empresários da restauração lutam pela baixa do IVA, contra o encerramento de empresas e a destruição de milhares de postos de trabalho.Ler mais. Eleições em Israel, ataque a Gaza Nuno Moniz O Governo de Israel decidiu novamente virar o seu internacionalmente patrocinado poderio militar para a Faixa de Gaza com duas mensagens. Uma para a comunidade internacional e a segunda para os eleitores em Israel: confiem em nós porque não temos medo de fazer chover bombas em Gaza.Ler mais.Estudantes do ensino superior artístico juntam-se à Manifestação de 22 de novembro As associações de estudantes da ESMAE (Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo - Porto) e da ESTC (Escola Superior de Teatro e Cinema – Lisboa) condenam o ataque do governo ao ensino superior e apelam à mobilização de todos os estudantes de artes para a Manifestação Nacional do Ensino Superior, no dia 22 de novembro.Ler mais."A Greve Geral mostrou que o Governo está isolado" Marisa Matias defende que as cenas de violência em São Bento não podem abafar uma das maiores greves gerais de sempre e quer que o ministro Miguel Macedo - que falou em "meia dúzia de profissionais da desordem" - explique como se chegou a uma centena de feridos na carga policial.Ver vídeo.Dossier: VIII Convenção do Bloco Neste dossier, republicamos as notícias e vídeos do esquerda.net sobre a VIII Convenção Nacional do Bloco de Esquerda, incluindo as referentes ao comício internacional que juntou em Lisboa partidos da esquerda europeia unidos contra a austeridade.Ler mais.Chomsky e colegas denunciam cobertura mediática sobre Gaza Num artigo com o título "A cobertura dos média sobre Gaza: nós sabemos!", Noam Chomeky e outros linguistas denunciam a manipulação do noticiário pela grande imprensa para camuflar o massacre do povo palestiniano, apelam aos jornalistas para que não sirvam de joguetes e para que as pessoas se informem pelos média independente. Ler mais."Nenhum sistema é para sempre", entrevista a Wallerstein (1ª parte) O sociólogo Immanuel Wallerstein deu uma longa entrevista ao professor coreano Lee Su-hoon, que publicaremos no esquerda.net em duas partes, tal como no jornal sul-coreano Hankioreh. Nesta primeira parte, Wallerstein afirma que "estamos numa crise estrutural da economia capitalista mundial desde os anos 1970" e que ela vai continuar durante muito tempo. O sociólogo aborda com pormenor a atual crise europeia. Ler mais.![]() 19 de novembroCiclo de Conferências: Ideias políticas, pensamento económico - da grande depressão aos dias de hojeO neoliberalismo não é um slogan, história de uma ideia com mercado, por João Rodrigues, CES-UC. Organização: Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa.Lisboa, FCSH-UNL, Torre B, Sala T16, 18h30. 20 de novembroCurso Livre: Pensamento Crítico e Cultura ContemporâneaEm torno de George Steiner: nem raça, nem religião nem nação- mas judeu ainda assim, por Regina Guimarães e Saguenail.Inscrições para: portocultra@gmail. Organização: Cultra Porto. Porto, Maus Hábitos (Rua Passos Manuel 178, 4º), 21h30. 21 de novembroColóquio "O Mito dos Governos Técnicos na I República Portuguesa (1910-1017) - II"Organização: Grupo de Trabalho sobre a I República. Instituto de História Contemporânea. Coordenaçao: Ernesto Castro Leal e Luís Farinha.Lisboa, Instituto de História Contemporânea - sala multiusos 2 4º Av de Berna, I. 22 de novembroExpulsar a troika, recusar o orçamento – 6 medidas fundamentais para a economiaCom João Semedo, coordenador do Bloco de Esquerda.Ver cartaz. Coimbra, Casa Municipal da Cultura (R Pedro Monteiro), 21h30 Curso Livre: Pensamento Crítico e Cultura ContemporâneaEm torno de George Steiner: nem raça, nem religião nem nação- mas judeu ainda assim, por Regina Guimarães e Saguenail.Inscrições para: portocultra@gmail. Organização: Cultra Porto. Porto, Maus Hábitos (Rua Passos Manuel 178, 4º), 21h30. | ![]() |
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sábado, 28 de maio de 2011
Boaventura Sousa Santos «O Bloco de Esquerda Nunca Apresentou Alternativas Tão Realistas» | Apoio À Candidatura de José Manuel Pureza | Vídeo
O sociólogo Boaventura Sousa Santos vai votar, no dia 5 de Junho próximo, Bloco de Esquerda, e explica as suas razões neste vídeo que faz parte desta matéria do Esquerda.Net.O Bloco de Esquerda é o único partido que tem alternativas credíveis e realistas aos programas dos partidos da direita e do PS.
Procurem conhecer todas as propostas do Bloco de esquerda. Estou a colocá-las todas aqui, uma a uma, para as poderes ler e ficar a conhecer com atenção.
JOÃO
“O Bloco de Esquerda nunca apresentou alternativas tão realistas”, diz Boaventura de Sousa Santos
Sociólogo faz apelo ao voto no Bloco, argumentando que “os dois principais partidos, apesar de dramatizarem as suas diferenças, não têm soluções alternativas às do FMI. O Bloco de Esquerda tem apresentado propostas muito concretas, por exemplo, a renegociação da dívida já.”
Artigo | 28 Maio, 2011 - 11:09
“O Bloco de Esquerda tem vindo a defender uma série de medidas de justiça fiscal, de obrigar a que os bancos paguem a crise”, aponta, por outro lado, Boaventura Sousa Santos. “O Bloco de Esquerda nunca apresentou alternativas tão realistas, tão próximas da realidade da maioria dos portugueses.”
O sociólogo destaca ainda o apoio à lista encabeçada por José Manuel Pureza em Coimbra.
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terça-feira, 6 de julho de 2010
Entrevista em Vídeo com o Pensador, Geógrafo e Sociólogo Inglês David Harvey
O pensador, geógrafo e sociólogo Inglês, David Harvey dá uma entrevista onde revela o seu ponto de vista sobre a Economia Mundial da segunda década do século XXI.
A entrevista está legendada em português.
Para veres um "post" que fiz sobre este conceituado professor universitário e um dos mais respeitados intelectuais do mundo académico anglo-saxónico, «As Crises do Capitalismo | Animação do Sociólogo David Harvey», clica AQUI.
JOÃO
David Harvey fala sobre os rumos do capital [12-04-2010] from Lucas Mello on Vimeo.
A entrevista está legendada em português.
Para veres um "post" que fiz sobre este conceituado professor universitário e um dos mais respeitados intelectuais do mundo académico anglo-saxónico, «As Crises do Capitalismo | Animação do Sociólogo David Harvey», clica AQUI.
JOÃO
Entrevista com David Harvey
(Legendada em Português)
tvesquerda | 5 Julho, 2010 - 10:02
David Harvey fala sobre os rumos da economia mundial nesta segunda década do século XXI.
domingo, 4 de julho de 2010
As Crises do Capitalismo | Animação do Sociólogo David Harvey
O Sociólogo David Harvey questiona se não chegou já o tempo de deixarmos para trás o capitalismo e alharmos para uma nova ordem social que nos permita viver dentro de um sistema que realmente possa ser responsável, justo e humano.
Eu digo que se olharmos para as explicações neste filme animado, baseado numa palestra deste sociólogo, explicações muito claras sobre a sociedade capitalista e as suas consequências, temos que dar razão a David Harvey e fazermos algo que mude radicalmente o sistema em que vivemos. Este sistema não nos serve!
JOÃO
As crises do capitalismo
tvesquerda | 3 Julho 2010
Nesta animação, o sociólogo David Harvey explica a actual crise e desafia-nos a construir uma nova ordem social, mais justa e humana.
sábado, 12 de junho de 2010
Dia 10 de JUNHO | Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas | António Barreto
Na Sessão Solene das Comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, em Faro, o Presidente da Comissão Organizadora das Comemorações, o Sociólogo António Barreto fez um discurso bastante crítico perante o Presidente da República, Cavaco Silva, e o Primeiro-Ministro, José Sócrates, centrado nos Ex-Combatentes que o país parece querer ignorar que existiram, ainda existem e que, especialmente durante a Guerra Colonial, esses homens abdicaram dos seus sonhos, juventude, futuro... E, em muitos casos, da sua saúde física e mental ou, até, da sua própria vida, por uma guerra que não queriam, por uma obrigação sem sentido algum, lutando contra vontade, obrigados por uma ditadura e uma ideia de país colonialista que quase já ninguém desejava.
António Barreto relembrou esses homens que lutaram por Portugal e que merecem, ainda hoje, o reconhecimento que nunca tiveram e afirmou que um antigo combatente não pode ser tratado de “colonialista”, “fascistas” ou “revolucionários”, mas simplesmente “soldado português”.
Pela primeira vez esses homens foram representados nas comemorações do Dia de Portugal!
Como disse António Barreto:
“Portugal não trata bem os seus antigos combatentes, sobreviventes, feridos ou mortos”, referindo que em termos gerais o “esquecimento” e a “indiferença” são superiores, sobretudo “por omissão do Estado”.
«Está aberta a via para a eliminação de uma divisão absurda entre portugueses. Com efeito é a primeira vez que, sem distinções políticas, se realiza esta homenagem de Portugal aos seus veteranos»
«Independentemente das opiniões de cada um, para o Estado português todos estes soldados foram combatentes, são hoje antigos combatentes ou veteranos, mas sobretudo, são iguais. Não há entre eles, diferenças de género, de missão ou de função. São veteranos e foram soldados de Portugal».
António Barreto fez, quanto a mim, um excelente discurso que me tocou profundamente ou não fosse eu e a minha família vítimas da Guerra Colonial através do meu marido que, passados tantos anos, ainda tem pesadelos e traumas imensos...
Mas o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas é um dia que não pode estar só virado para o passado. Os portugueses têm que estar prontos para enfrentar o futuro que vai ser duro.
Os Portugueses vão ter que aprender a dizer BASTA! Vão ter que exigir o respeito que merecem por parte dos que nos (des)governam e que não nos respeitam, fazendo de nós atrasados mentais, pessoas sem direitos e só deveres.
O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas é o dia dos Portugueses e é a altura de começarmos a ganhar coragem e dizer NÃO! Não queremos MENTIRAS! Não queremos ABUSOS! Não queremos CORRUPÇÃO!
Vamos mudar mentalidades! Vamos fiscalizar! Exigir! Participar! Portugal é o nosso país. Vamos vencer os desafios que temos à nossa frente!
JOÃO
Comemorações do 10 de Junho
António Barreto exorta o poder a dar “o exemplo”
10.06.2009 - 14:45 Por Maria Lopes
O sociólogo António Barreto exortou hoje os diversos poderes, do político ao empresarial, a serem exemplos para o resto da sociedade portuguesa.
No discurso na sessão solene do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Europeias, o presidente da comissão organizadora das comemorações fez várias críticas a algumas opções de Estado — como a guerra colonial —, ao funcionamento das instituições e ao facto de a sociedade portuguesa ainda não ter sabido aplicar parte dos ideais com que fez a democracia.
Pegando no exemplo da “elevadíssima” abstenção das eleições de domingo, Barreto apontou que a cidadania europeia é ainda “uma noção vaga e incerta”, inventada por políticos e juristas, mas que pouco diz ao cidadão comum.
“A sociedade e o estado são ainda excessivamente centralizados. As desigualdades sociais persistem para além do aceitável. A injustiça é perene. A falta de justiça também. O favor ainda vence vezes demais o mérito. O endividamento de todos […] é excessivo e hipoteca a próxima geração”, afirmou António Barreto.
Perante o Presidente da República, o primeiro-ministro, membros do Governo e altas patentes militares, António Barreto — que substituiu o falecido João Bénard da Costa na comissão das comemorações — elogiou, por outro lado, a consolidação do regime democrático — ainda que “recheado de defeitos” —, a evolução da situação das mulheres, a pluralidade da sociedade portuguesa e a filosofia do Estado de protecção social.
O sociólogo defendeu que os portugueses precisam do "exemplo" dos seus heróis — como o que hoje se comemora, Luís de Camões — "mas também dos seus dirigentes". “Porque o exemplo tem efeitos mais duráveis do que qualquer ensino voluntarista”, justificou.
E apelou ao exemplo pela justiça e pela tolerância, pela “honestidade e contra a corrupção”, pela eficácia, pontualidade, atendimento público e civilidade de costumes, contra a decadência moral e cívica, pela recompensa ao mérito e a punição do favoritismo.
António Barreto relembrou esses homens que lutaram por Portugal e que merecem, ainda hoje, o reconhecimento que nunca tiveram e afirmou que um antigo combatente não pode ser tratado de “colonialista”, “fascistas” ou “revolucionários”, mas simplesmente “soldado português”.
Pela primeira vez esses homens foram representados nas comemorações do Dia de Portugal!
Como disse António Barreto:
“Portugal não trata bem os seus antigos combatentes, sobreviventes, feridos ou mortos”, referindo que em termos gerais o “esquecimento” e a “indiferença” são superiores, sobretudo “por omissão do Estado”.
«Está aberta a via para a eliminação de uma divisão absurda entre portugueses. Com efeito é a primeira vez que, sem distinções políticas, se realiza esta homenagem de Portugal aos seus veteranos»
«Independentemente das opiniões de cada um, para o Estado português todos estes soldados foram combatentes, são hoje antigos combatentes ou veteranos, mas sobretudo, são iguais. Não há entre eles, diferenças de género, de missão ou de função. São veteranos e foram soldados de Portugal».
António Barreto fez, quanto a mim, um excelente discurso que me tocou profundamente ou não fosse eu e a minha família vítimas da Guerra Colonial através do meu marido que, passados tantos anos, ainda tem pesadelos e traumas imensos...
Mas o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas é um dia que não pode estar só virado para o passado. Os portugueses têm que estar prontos para enfrentar o futuro que vai ser duro.
Os Portugueses vão ter que aprender a dizer BASTA! Vão ter que exigir o respeito que merecem por parte dos que nos (des)governam e que não nos respeitam, fazendo de nós atrasados mentais, pessoas sem direitos e só deveres.
O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas é o dia dos Portugueses e é a altura de começarmos a ganhar coragem e dizer NÃO! Não queremos MENTIRAS! Não queremos ABUSOS! Não queremos CORRUPÇÃO!
Vamos mudar mentalidades! Vamos fiscalizar! Exigir! Participar! Portugal é o nosso país. Vamos vencer os desafios que temos à nossa frente!
JOÃO
Comemorações do 10 de Junho
António Barreto exorta o poder a dar “o exemplo”
10.06.2009 - 14:45 Por Maria Lopes
O sociólogo António Barreto exortou hoje os diversos poderes, do político ao empresarial, a serem exemplos para o resto da sociedade portuguesa.
No discurso na sessão solene do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Europeias, o presidente da comissão organizadora das comemorações fez várias críticas a algumas opções de Estado — como a guerra colonial —, ao funcionamento das instituições e ao facto de a sociedade portuguesa ainda não ter sabido aplicar parte dos ideais com que fez a democracia.
Pegando no exemplo da “elevadíssima” abstenção das eleições de domingo, Barreto apontou que a cidadania europeia é ainda “uma noção vaga e incerta”, inventada por políticos e juristas, mas que pouco diz ao cidadão comum.
“A sociedade e o estado são ainda excessivamente centralizados. As desigualdades sociais persistem para além do aceitável. A injustiça é perene. A falta de justiça também. O favor ainda vence vezes demais o mérito. O endividamento de todos […] é excessivo e hipoteca a próxima geração”, afirmou António Barreto.
Perante o Presidente da República, o primeiro-ministro, membros do Governo e altas patentes militares, António Barreto — que substituiu o falecido João Bénard da Costa na comissão das comemorações — elogiou, por outro lado, a consolidação do regime democrático — ainda que “recheado de defeitos” —, a evolução da situação das mulheres, a pluralidade da sociedade portuguesa e a filosofia do Estado de protecção social.
O sociólogo defendeu que os portugueses precisam do "exemplo" dos seus heróis — como o que hoje se comemora, Luís de Camões — "mas também dos seus dirigentes". “Porque o exemplo tem efeitos mais duráveis do que qualquer ensino voluntarista”, justificou.
E apelou ao exemplo pela justiça e pela tolerância, pela “honestidade e contra a corrupção”, pela eficácia, pontualidade, atendimento público e civilidade de costumes, contra a decadência moral e cívica, pela recompensa ao mérito e a punição do favoritismo.
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