Mostrar mensagens com a etiqueta Farmacias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Farmacias. Mostrar todas as mensagens

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Vídeo | O Triste do Meu País | Compra de Medicamentos em Espanha



Este vídeo foi feito para ser o mais partilhado possível.

Toma atenção. Em Portugal não vendem o

PRAMIPEXOL CINFA Comp. 0,7 mg

Mas em Espanha já há!... Pois há!!!

Falta de vergonha e, pior, falta de humanismo!

Por favor, partilha-o!

O triste do nosso país! Queremos o nosso país de volta!

JOÃO



O triste do meu país


Publicado em 30/01/2014

Este vídeo relata mais uma viagem a Espanha para comprar um medicamento que simplesmente deixou de ser comercializado em Portugal.
O medicamento é para o tratamento de PARKINSON UMA DOENÇA CRÓNICA .

sábado, 12 de fevereiro de 2011

DECO | Medicamentos Genéricos e de Marca | Actualizado Regularmente o Custo de Mais de 5 Mil Medicamentos

A DECO põe à tua disposição uma base de dados de "Medicamentos Genéricos e de Marca" para que possamos comparar o preço de cada fármaco antes de irmos à farmácia.

Compara, pois, o preço e leva uma nota da marca do medicamento que queres e que podes escolher por Princípio Activo ou por Marca e, assim, teres o medicamento mais barato.

Para isso, basta ires à base de dados, clicando AQUI, e pesquisares pelo Princípio Activo ou Marca. Se souberes a forma farmacêutica, a dosagem e a quantidade, selecciona-os. Desta forma obténs uma lista, que inclui genéricos, a verde, e medicamentos de marca, a cinzento, por ordem crescente de preço.

Se não encontrares o fármaco que procuras, então é porque ainda não existe um genérico equivalente.

Esta é uma forma de reduzirmos as facturas da farmácia.

Temos que estar atentos! Pedir aos médicos que não autorizem a substituição dos medicamentos receitados e que os peçam por princípio activo. Se uma marca for seleccionada pelo computador, porque os médicos não podem estar a verificar os preços, verifica tu em casa ou exige na farmácia que te forneçam o medicamento de marca ou genérico de menor custo.

Estou convencida que, se todos fizéssemos isto, os medicamentos chamados de marca baixariam os preços e, consequentemente, todos os restantes genéricos, também.

Eu peço aos médicos para receitarem por substância activa, sempre. E para não cruzarem a hipótese de substituição. Também pergunto se há algum medicamento que não deva substituir. E, de há muitos anos para cá, só há um medicamento que o meu cardiologista me disse que não quer substituições: Tromalyt 150 mg. Mas cada embalagem deste fármaco, de 28 cápsulas, só custa €0.66!

Tomo genéricos de várias especialidades, há anos, e não estou pior. Apenas mais velha e já "poupei" centenas de Euros! Poupei, quero dizer, não os gastei na farmácia!

JOÃO


terça-feira, 16 de novembro de 2010

INFARMED Regula Informação Sobre o Preço de Venda ao Público dos Medicamentos

Deixo mais uma informação sobre a venda ao público de medicamentos.

Para veres o post "Medicamentos: Consumidores Querem Transparência Sobre Preços | Informação Deco/ProTeste", clica AQUI.

JOÃO
Infarmed regula informação sobre o preço de venda ao público dos medicamentos

A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) lançou uma circular informativa, que regulamenta as condições da referência ao preço de venda ao público (PVP) dos medicamentos sujeitos a receita médica comparticipados.

A Circular Informativa n.º 180/CD, de 4 de Novembro, recorda os deveres de informação aos utentes por parte de prescritores e farmacêuticos, determinando que o utente deve ser informado sobre o preço dos medicamentos similares ao que foi solicitado, incluindo dos medicamentos genéricos.

O utente deve receber a factura ou recibo do medicamento adquirido, onde deve constar o valor resultante da aplicação da dedução prevista na Portaria n.º 1041-A/2010, de 7 de Outubro (PVP descontado), bem como o encargo para o Estado e o custo para o utente.

Quando as embalagens dos medicamentos não fazem referência ao PVP, deve constar a informação que o PVP pode ser consultado através do contacto 800 222 444 ou no site do Infarmed.

Para o cumprimento desta deliberação, o Infarmed vai disponibilizar, a partir do dia 24 de cada mês, bases de dados com o preço máximo do medicamento e o preço praticado, bem como o valor resultante da aplicação da dedução prevista no diploma referido.

Data: 09-11-2010
Fonte: Portal do Cidadão com Infarmed

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Medicamentos: Consumidores Querem Transparência Sobre Preços | Informação Deco-ProTeste

A minha farmácia, quando coloquei a questão de saber qual o medicamento mais barato para determinada Substância Activa, mandou-me consultar a Infarmed através da Internet. É inadmissível!
Temos que lutar!
JOÃO


Medicamentos: consumidores querem transparência sobre preços

O Ministério da Saúde vai retirar o preço da embalagem dos fármacos em que o consumidor beneficia da comparticipação.

Esta foi uma alteração do pacote de medidas sobre o medicamento, de Outubro último. Foi comunicada sem esclarecimento público, com o objectivo de garantir informação correcta ao consumidor, confrontado com constantes mudanças de preços.

O mesmo decreto-lei estipula que, a partir de Março de 2011, só as receitas por via electrónica serão comparticipadas. A receita passa a fornecer informação sobre opções mais baratas.

Com esta alteração, o utente só conhece o preço do medicamento depois de pagar, na factura. Pode informar-se através do portal do Infarmed, mas esta alternativa exclui muitos dos maiores consumidores de medicamentos, idosos e sem acesso à Internet.

Actualmente, o preço na embalagem do medicamento está, com frequência, desactualizado e não corresponde ao que o utente paga, após a comparticipação. Qualquer alteração a ser implementada deverá melhorar o acesso a esta informação. Para os consumidores é essencial que a receita passe a incluir o preço do medicamento e o valor a pagar pelo utente e as opções mais baratas, caso existam. Também recomendamos a criação de uma linha de esclarecimento, divulgada na embalagem dos medicamentos.

Lamentamos que uma medida com este impacto tenha sido tomada sem ouvir os principais interessados. Os consumidores têm direito à informação e o preço é um elemento essencial. Só bem informados podem participar activamente na sua saúde.

 Algumas receitas electrónicas e facturas já indicam quanto pouparia com opções mais baratas.
Na factura, "Líquido" corresponde ao que o utente paga