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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Info Esquerda.Net: "A Culpa da Crise Financeira é a Sociedade do Cambalacho"

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"A culpa da crise financeira é a sociedade do cambalacho"
Francisco Louçã classificou o caso BPN como um "cambalacho" e uma das razões para a crise financeira que Portugal vive, e acusou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, de ser "mais rápido que a própria sombra" ao negociar a venda deste banco.
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Sair do euro ou não?
A escolha parece pois ser entre uma perigosa aventura e uma harmonização utópica. A questão política central é sair deste dilema.
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Direitos ou restos?
José Manuel Pureza            
O Plano de Emergência Social anunciado pelo Governo dá corpo a uma descaracterização profunda do contrato social em que assentou a democracia portuguesa desde o 25 de Abril.
Itália acusa NATO de abandonar refugiados da Líbia       
A Itália acusou a NATO de não ter socorrido um barco de refugiados da guerra da Líbia à deriva no Mediterrâneo tentando alcançar a ilha italiana de Lampedusa. Roma pediu um "inquérito oficial" aos acontecimentos, que provocaram, segundo testemunhas, dezenas de mortos, sobretudo mulheres.
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Há trinta anos: o dia em que a classe média morreu, por Michael Moore

Houve um tempo em que o povo trabalhador dos Estados Unidos podia criar uma família e enviar as crianças à faculdade com o rendimento de um só dos pais. Um tempo em que pessoas só trabalhavam cinco dias por semana e oito horas por dia. Esse tempo terminou no dia 5 de Agosto de 1981. Artigo de Michael Moore.

Israelitas pedem "justiça social" 

Cerca de trezentas mil manifestantes concentraram-se em Telavive para reivindicar aumento dos salários, ensino gratuito, diminuição do valor da habitação e para contestar as privatizações. Em Jerusalém, os indignados mantêm-se acampados há três semanas.


sexta-feira, 9 de julho de 2010

Dustin Hoffman e Meg Ryan Boicotam o Festival de Cinema de Jerusalém

A comunidade internacional está a fazer ver a Israel que não pode mais pactuar com os actos terroristas que tem praticado.

Este artigo que vem no Esquerda.Net, chama a atenção para o exemplo dos artistas americanos, sempre solidários com o direito à indignação, mesmo aqueles que são de origem judaica, que castigam Israel faltando ao Festival de Cinema de Jerusalém.

Eu sou fã incondicional de dois destes artistas que vão faltar ao festival: Meg Ryan e Dustin Hoffman. Outros se seguirão, certamente.

JOÃO
Dustin Hoffman boicota festival de Jerusalém

Dustin Hoffman, o anti-herói mais atraente da história do cinema americano, é uma das personalidades que boicota o festival internacional de cinema que abriu as suas portas esta quinta-feira em Jerusalém. Artigo CAPJPO-EuroPalestine.
Artigo | 8 Julho, 2010 - 17:36
Dustin Hoffman cancelou a presença no festival no dia seguinte ao ataque à "flotilha da liberdade" em águas internacionais. Foto wvs/Flickr
Numa declaração ao Jerusalem Post, o patrão do certame, Molad Hayo, indica que a actriz americana Meg Ryan, outra estrela de Hollywood, não se deslocará.

O príncipe Albert de Mónaco, convidado no âmbito de uma homenagem do festival à sua mãe, a falecida Grace Kelly – que, seja dito de passagem, teve gestos de solidariedade para com os combatentes da independência argelina, no final dos anos 1950 – também desistiu.

«Nenhuma dessas personalidades nos deu oficialmente motivos para esses cancelamentos. Mas fomos avisados logo no dia a seguir ao ataque contra a Flotilha e é evidente que existe uma relação de causa a efeito entre esses acontecimentos», comentou Hayo.

Molad Hayo queixa-se. Argumenta a favor da sua actividade «que tem o mérito de ter posto em contacto desde há vários anos cineastas palestinianos e israelitas». Mas é no entanto obrigado a constatar que o mundo cultural israelita, a partir do momento em que se coloca sob a alçada do Estado de Israel – o que é evidentemente o caso do festival –, não se pode alhear dos crimes do seu governo. A não ser demarcando-se abertamente, o que fazem vários intelectuais israelitas corajosos, mas não Hayo.

Com 73 anos de idade, Dustin Hoffman ganhou a partir de 1970 uma popularidade imensa por interpretar no grande écrã personagens nos antípodas do herói de Hollywood tradicional, que são os cowboys musculados a matar os selvagens dos índios Peles-Vermelhas ou soldados valentes triunfando sobre astuciosos homenzinhos amarelos com cabeça de macaco que eram os japoneses. De «Little Big Man" a "Tootsie", passando por "Macadam cow-boy" ou "Rain Man", Dustin Hoffman tornou-se assim, aos olhos de milhões de espectadores, o mais glorioso dos perdedores da sociedade: Índios sobreviventes do genocídio, sem-abrigo, doentes, desempregados, etc.

Dustin Hoffman é de origem judaica e, em entrevistas recentes, declarou que, com a idade, a sua prática da religião se fazia mais assídua. Isso não impedirá muitos de o tratarem de antisemita, como o “são” todos os que criticam a política israelita.
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Artigo traduzido pelo Comité de Solidariedade com a Palestina.