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segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Info Esquerda.Net | RTP: "1ª privatização em Portugal em que a empresa não só não paga nada como vai receber" | OUTROS TEMAS
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sábado, 5 de maio de 2012
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Info Esquerda.Net | Dossier Dez Anos de Guerra do Afeganistão | Outros Temas
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segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Info Esquerda.Net | Mais de 700 Presos em Nova York | Outros Temas
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domingo, 7 de agosto de 2011
Artigo: «A Culpa da Crise Financeira é a Sociedade do Cambalacho» | Esquerda.Net | Executivo PSD e CDS Juntam "CRISE à CRISE"
E Francisco Louçã não tem, uma vez mais, razão? Claro que tem.
E tem a lucidez para analisar toda a política do país e ter, todos os valores indispensáveis e imperativos para ser o Coordenador do Bloco de Esquerda, a única esquerda grande, porquanto é democrática, plural e não sectária.
Precisamos de lutar contra a apatia do povo português, que está desesperançado pelos roubos que são cometidos e que tem que pagar por eles; e precisamos de lutar por uma justiça que funcione, pois a JUSTIÇA é um dos pilares fundamentais da DEMOCRACIA.
E Francisco Louçã é o homem certo no partido certo!
JOÃO
“A culpa da crise financeira é a sociedade do cambalacho”
Francisco Louçã classificou o caso BPN como um “cambalacho” e uma das razões para a crise financeira que Portugal vive, e acusou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, de ser "mais rápido que a própria sombra” ao negociar a venda deste banco.
Artigo | 7 Agosto, 2011 - 01:03
Durante o comício realizado este sábado em Armação de Pêra, no qual participaram também a deputada Cecília Honório e o dirigente local do Bloco e membro da Mesa Nacional João Vasconcelos, Francisco Louçã defendeu que “não é por causa dos reformados, trabalhadores, desempregados, professores, enfermeiros que há a razão da crise financeira” e que “a culpa da crise financeira é a irresponsabilidade por encontrar os ladrões, é o desequilíbrio, é a sociedade do cambalacho”.Referindo-se ao negócio do Banco Português de Negócios (BPN), o dirigente do Bloco lembrou que o Estado foi dono deste banco durante quase três anos e “não cobrou ao homem mais rico de Portugal [Américo Amorim]”. “Não há regra nenhuma para quem tem a compreensão do Governo”, sublinhou, acrescentando que “tudo é possível. Tornar-se Américo Amorim, o mais rico de Portugal e ser em simultâneo o maior devedor de Portugal”.
No que respeita à notícia veiculada de que Paulo Portas teria começado a negociar em Angola as condições para vender o BPN quando o governo ainda não tinha decidido, Louçã acusou o actual ministro dos Negócios Estrangeiros de negociar “mais depressa que a sua própria sombra”.
O Bloco não aceitará este “cambalacho” do BPN, tal como não aceita a “privatização dos correios” ou da água, avançou Louçã.
“Responder à pobreza é criar emprego e combater a precariedade dos jovens”
O Programa de Emergência Social (PES) também mereceu a crítica de Francisco Louçã, que condenou a intenção do executivo de pôr os desempregados a trabalhar gratuitamente no privado e no público.
Outra das medidas alvo de crítica diz respeito ao facto de as creches e os lares de idosos virem a ter regras diferentes das dos restaurantes no que diz respeito à higiene. “A Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE) deixa de ter qualquer poder para verificar as cozinhas de creches e dos lares de idosos. O que garante a higiene num restaurante são regras que deixam de ser aplicadas para uma criança numa creche ou para um idoso acamado”, realçou Louçã.
No entender do Bloco de Esquerda, “responder à pobreza é criar emprego e combater a precariedade dos jovens, não é desprezando nem criando regras especiais para os pobres”, frisou o dirigente.
Juntar crise à crise
A deputada Cecília Honório e o dirigente local do Bloco e membro da Mesa Nacional João Vasconcelos fizeram uma alusão ao novo sistema de portagens introduzido na Via do Infante e acusaram o executivo PSD e CDS de juntar crise à crise.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Intervenções de Francisco Louçã e de José Manuel Pureza no Comício/Sessão ao Ar Livre, em Monte Gordo, no Algarve | Vídeos
Deixo 2 vídeos com mais duas intervenções de dois dirigentes do Bloco de Esquerda, nesse comício:
- Uma de José Manuel Pureza em que criticou a teia de conspirações entre os serviços secretos e interesses privados, entre outras críticas e alertas e onde apelou para a luta de todos nós contra este estado de coisas;
- Outra do coordenador do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, que fala sobre os orçamentos rectificativos deste governo, dos cortes nos subsídios de Natal, no aumento dos impostos e de todos os restantes aumentos, tudo o que faz com que a Economia portuguesa não seja justa, nem transparente, nem democrática e que vire as costas às pessoas...
São intervenções para ouvires e não perderes, proferidas no passado dia 30 de Julho.
JOÃO
Monte Gordo | José Manuel Pureza
Monte Gordo | Francisco Louçã
O Bloco de Esquerda realizou uma sessão ao ar livre em Monte Gordo que contou com a presença de vários dirigentes, entre eles, José Manuel Pureza e Francisco Louçã.
30.07.2011
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Indústria hoteleira exige que Bento XVI também passe pelo Algarve
Indústria hoteleira exige que Bento XVI também passe pelo Algarve
10 10e Dezembro Por Vítor Elias
A indústria hoteleira do Algarve está indignada por Bento XVI não passar pela região na sua visita a Portugal, considerando-se discriminada a favor de Lisboa, Porto e de Fátima.
Os proprietários de hotéis não entendem a razão de Bento XVI visitar uma cidade sem atractivos turísticos nem praias de água cálida, como Fátima, quando poderia fazer a procissão das velas na Praia da Rocha, em Portimão, onde as noites quentes são mais convidativas. “Os nossos clientes são predominantemente ingleses e alemães, ou seja, protestantes. A visita do Papa ao Algarve seria uma oportunidade para atrair mais clientes católicos”, explicou o dono de um hotel na Manta Rota. “O Bento XVI poderia abençoar a concentração de motards de Faro e inaugurar, com uma bênção urbi et orbi et Maya, as Sasha Summer Sessions”.
10 10e Dezembro Por Vítor Elias
A indústria hoteleira do Algarve está indignada por Bento XVI não passar pela região na sua visita a Portugal, considerando-se discriminada a favor de Lisboa, Porto e de Fátima.
Os proprietários de hotéis não entendem a razão de Bento XVI visitar uma cidade sem atractivos turísticos nem praias de água cálida, como Fátima, quando poderia fazer a procissão das velas na Praia da Rocha, em Portimão, onde as noites quentes são mais convidativas. “Os nossos clientes são predominantemente ingleses e alemães, ou seja, protestantes. A visita do Papa ao Algarve seria uma oportunidade para atrair mais clientes católicos”, explicou o dono de um hotel na Manta Rota. “O Bento XVI poderia abençoar a concentração de motards de Faro e inaugurar, com uma bênção urbi et orbi et Maya, as Sasha Summer Sessions”.
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