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domingo, 1 de agosto de 2010

Save Ja'far Kazemi (son of Bahman) from Execution! - Online Petition

Por favor assinem esta petição e ajudem a salvar a vida deste homem, o Iraniano Jafar Kazemi, de 47 anos de idade e pai de duas crianças, que será executado por ser considerado um inimigo de Deus !

Assinem e passem a mensagem, pelos direitos humanos destas pessoas que vivem em países não democráticos.

Para assinar, cliquem AQUI.

JOÃO

 Save Ja'far Kazemi (son of Bahman)  
 from Execution!  


I have just visited GoPetition and found the following page very interesting:

http://www.gopetition.com/petition/36276.html

Regards

terça-feira, 13 de julho de 2010

Salva a Iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani | Assina a petição!

Recebi e reencaminho, pela sua importância!
Reencaminha, também!
Ajuda a salvar a  a Iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani que acabou de escapar da morte por apedrejamento, mas poderá, ainda, ser enforcada se não fizermos nada...
A Comunidade Internacional tem que intervir. E somos todos nós!
Assina a petição!
http://www.avaaz.org/po/stop_stoning/?vl
Eu já assinei!

Podes ver o post "A Iraniana Sakineh foi Poupada à Morte por Apedrejamento |Mas 12 Mulheres e Três Homens Aguardam a Morte..." e os seus comentários, se clicares AQUI.

Obrigada!
JOÃO




 
 
Caros amigos,

Graças a protestos globais a Iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani acabou de escapar da morte por apedrejamento.

Ela ainda poderá ser enforcada, mas a execução por apedrejamento continua. Agora mesmo outras 15 pessoas estão no corredor da morte aguardando serem apedrejados, onde as pessoas são enterradas até o pescoço e pedras enormes são jogadas nas suas cabeças.

O perdão parcial a Sakineh, fruto dos esforços dos seus filhos em gerar uma pressão internacional, mostrou que se nós nos unirmos manifestando o nosso horror, nós poderemos salvar a vida dela e acabar com o apedrejamento de uma vez por todas. Assine a petição urgente agora e depois envie para todos que você conhece -- vamos acabar com estas execuções crueis agora!
http://www.avaaz.org/po/stop_stoning/?vl

Sakineh foi condenada por adultério, assim como as outras 12 mulheres e um homen, que aguardam o apedrejamento. Mas os seus filhos e um advogado diz que ela é inocente e que ela não teve um julgamento justo, dizendo que a sua confissão foi forçada e como ela só fala azerbaijano, ela não entendeu o que estavam perguntando no tribunal.

Apesar do Irão assinar a convenção da ONU que requere que a pena de morte seja usada somente para os "crimes mais sérios" e apesar do Parlamento Iraniano passar a lei banindo o apedrejamento ano passado, o apedrejamento por adultério continua.

Os advogados de Sakineh dizem que o governo Iraniano "está com medo da reação pública no Irã e da atenção internacional" para acabar com o apedrejamento. E depois dos Ministros da Turquia e do Reino Unido se declararem contra a sentença de Sakineh, ela foi suspensa.

Os corajosos filhos de Sakineh estão liderando uma campanha internacional para salvar a sua mãe e acabar com o apedrejamento. Uma comoção internacional agora pode acabar com esta punição terrível. Vamos nos unir hoje ao redor do mundo para acabar com esta brutalidade. Assine a petição para salvar a Sakineh e acabar agora com o apegrejamento:
http://www.avaaz.org/po/stop_stoning/?vl

Com esperança e determinação,

Alice, David, Milena, Ben e toda a equipe Avaaz

Fontes:

Irão suspende apedrejamento de mulher por adultério:
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5hv571JPald9bw84cvILn-E3M_ahQ

Pena de morte para mulher no Irão causa comoção internacional: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4558434-EI294,00-Pena+de+morte+para+mulher+no+Ira+causa+comocao+internacional.html

Sakineh foi poupada mas 12 mulheres e três homens aguardam a morte por apedrejamento: http://jornal.publico.pt/noticia/10-07-2010/sakineh-foi-poupada-mas-12-mulheres-e-tres-homens-aguardam-a-morte-por-apedrejamento-19796926.htm


A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 4,9 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.

Para entrar em contato com a Avaaz não responda este email, escreva para nós no link www.avaaz.org/po/contact.

sábado, 10 de julho de 2010

A Iraniana Sakineh foi Poupada à Morte por Apedrejamento | Mas 12 Mulheres e Três Homens Aguardam a Morte...

Enquanto os direitos humanos não estiverem assegurados em todo o Mundo, eu defenderei todos os "Dias Internacionais disto e daquilo...", como o Dia Internacional da Mulher, o Dia Internacional dos Direitos Humanos, etc..

Eu não poderei ser completamente feliz enquanto neste Mundo existirem este tipo de atropelos à dignidade humana e se praticarem estas barbáries.

Nunca verei o Mundo eticamente formatado e organizado com civismo e com dignidade humana. Mas enquanto eu cá estiver, tenho que condenar veementemente este tipo de actos que não deixam de ser um sintoma da falta da evolução da cultura e da educação dos povos e que mostra a faceta animal que há no ser humano.

Fica a notícia do Público.pt

JOÃO

Apedrejamento encenado numa recente
acção de protesto em Bruxelas
THIERRY ROGE/REUTERS
Sakineh foi poupada mas 12 mulheres e três homens aguardam a morte por apedrejamento
Por Dulce Furtado

Condenada à morte por adultério, uma mulher iraniana de 43 anos evitou a execução após uma intensa campanha internacional.

As autoridades iranianas recuaram na sentença de morte por apedrejamento de Sakineh Mohammadi Ashtiani, de 43 anos, e condenada por adultério, cedendo à maciça pressão internacional dos últimos dias. Mas 12 outras mulheres iranianas e três homens permanecem nas prisões do país a aguardar execução por aquele mesmo meio.

Em comunicado, a embaixada iraniana em Londres anunciou que "de acordo com informação prestada pelas autoridades judiciais competentes", o apedrejamento foi cancelado. O regime de Teerão sublinha que "este tipo de punição só muito raramente foi aplicado no Irão", e condena a forma "duvidosa" como os media estrangeiros têm feito cobertura do assunto.

Não ficou claro se a justiça iraniana comuta a sentença de morte pronunciada a Ashtiani em Setembro de 2006; apenas é certo que ela já não morrerá enterrada até ao pescoço e apedrejada por voluntários, como dita a rígida interpretação da lei islâmica no país. Num caso similar anterior, a condenada acabou executada por enforcamento.

A execução no Irão por apedrejamento especifica que devem ser usadas pedras suficientemente grandes para causarem dor ao condenado, mas não o suficiente para o matarem de imediato. As mulheres são enterradas até ao pescoço, os homens apenas até à cintura - e perdoados os que conseguem libertar-se pelos seus próprios meios.

Filho defende "adúltera"

Ashtiani foi condenada, em Maio de 2006, por ter mantido "relações ilícitas" com dois homens depois de ter enviuvado, sendo então sentenciada a 99 chicotadas (a pena máxima para o sexo antes do casamento é de 100 chicotadas). Mas quatro meses mais tarde, noutro julgamento - de uma mulher acusada de ter morto o marido - foi dado como provado que Sakineh Mohammadi Ashtiani cometera adultério quando estava casada e, apesar de a arguida denunciar ter confessado sob coacção, o tribunal condenou-a.

Desde que o advogado de Ashtiani, há quatro anos na prisão de Tabriz, revelou que a execução estava iminente - e que os pedidos de clemência foram rejeitados - avolumou-se uma campanha internacional para tentar impedir o apedrejamento. O filho de Ashtiani, Sajad, contou ao britânico The Guardian que as autoridades lhe permitiram visitar a mãe, tendo esta expressado gratidão pelo apoio recebido. "Foi a primeira vez que, em muitos anos, ouvi esperança na voz da minha mãe", contou, num raro caso em que os familiares de uma condenada por adultério no Irão a defendem publicamente.

O regime de Teerão censura as informações sobre as execuções, mas é oficialmente reconhecido que outras 12 mulheres estão no "corredor da morte", condenadas por adultério, assim como um dos três homens que aguardam a pena capital.

Entre essas mulheres está Azar Bagheri, de 19 anos, presa há quatro anos depois do marido a ter acusado de se encontrar com outro homem; e Ashraf Kalhori, de 40 anos, presa desde 2003 e que o advogado diz ter sido forçada a confessar ter mantido um relacionamento com o homem que foi condenado pelo homicídio do seu marido.

Em muitos destes casos, a ostracização e hostilidade familiar que as mulheres sofrem acrescem à pena, apontam muitos activistas iranianos. A condenação por adultério - válida ou não - mancha a honra dos familiares, que preferem que os nomes das condenadas não sejam pronunciados em público ou as suas fotografias divulgadas. É o caso de Shammameh Ghorbani, sentenciada a apedrejamento, e a qual durante o julgamento implorou para não ser libertada, temendo ser morta pela família.