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segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Quantos Líderes São Precisos Para Substituir Francisco Louçã? | PUBLICO.PT



O “pluralismo genético" da formação do Bloco de Esquerda, quanto a mim, já deveria ter tido, naturalmente, uma diminuição das fronteiras de cada força política que deu origem ao BE. Os conceitos mudaram. As pessoas sofreram uma evolução natural. Não pode existir um partido para cada pessoa. E cada pessoa é, politicamente, diferente uma da outra. Não há dois seres absolutamente iguais, nem sequer em pensamento. Se existir um sectarismo por parte de cada um dos grupos fundadores do Bloco, então estamos muito mal. A maioria dos antigos militantes dessas forças políticas, já nem se reveem nelas. Para a maioria, o Bloco de Esquerda deveria ter uma diminuição natural da actuação dessas forças. A sua importância deveria ser diluída. Já não faz algum sentido. Apenas, quanto a mim, o Bloco faz sentido. E o líder óbvio e natural deveria continuar a ser, por enquanto, Francisco Louçã. Se ele é considerado o político português mais inteligente, mais preparado, mais competente, de entre todos os líderes de todos os partidos, faz algum sentido ele sair da liderança/coordenação do BE apenas para rejuvenescimento do partido? Vejam o PSD todo rejuvenescido e com um líder tão incompetente. É isso que queremos para o Bloco de Esquerda? Não é, não deveria ser, nem podemos, nós bloquistas, escolhermos o caminho sem Francisco Louçã na liderança. Ou queremos correr o risco do Bloco ficar pelo caminho?
Eu vim da UDP, de Lisboa. Mas antes do BE se formar, já eu não me sentia confortável com a UDP e algum sectarismo que reinava dentro do movimento. Eu sonhava e lutava por uma esquerda mais abrangente. E isso foi conseguido!
Não temos sucessor ainda para o Louçã! Não faz sentido a continuação dos pequenos partidos da formação do BE. O “pluralismo genético" da formação do Bloco de Esquerda pode continuar, mas sem fronteiras. Partidarização, porque razão?!
Temos que manter o Bloco de Esquerda sem divisões!
BE, uma Esquerda Grande, Socialista, Democrática e Abrangente!
JOÃO


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Quantos líderes são precisos para substituir Francisco Louçã? - Política - PUBLICO.PT



terça-feira, 20 de dezembro de 2011

A Comuna | Durban - Retrocesso Ambiental, Saúde, Crítica ao Conceito de Poder, Aniversário da UDP...

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Em tempo de aniversário, sendo indispensáveis os parabéns porque valeu a pena, também é tempo de continuar e aprofundar o lema da nossa génese " Servir o Povo e nunca se servir dele", porque isto quer dizer Socialismo.
Artigo de Mariana Aiveca

Vídeo da palestra proferida na Mesa Redonda "O marxismo e as teorias sociais contemporâneas", 30º Encontro Anual de Anpocs, Caxambu, 2006, Brasil.
Armando Boito Júnior
             
A política da direita para a saúde é multifacetada. A promoção das USF é uma dessas faces, curiosamente a que até agora tem passado de forma quase consensual. Mas, nem por isso é a menos perigosa.
Arttigo de Carlos Matias

Estamos a 1,2ºC de ultrapassar a temperatura que os cientistas apontam como o limite para que a humanidade tenha 50% de probabilidades de evitar uma catástrofe climática mundial sem retorno. Nesta situação, os responsáveis pelo aumento da temperatura tentam evitar o pior: diminuir sua a taxa de lucro.
Artigo de Hugo Evangelista

Numa Europa a duas velocidades os europeus do norte, "credores", concentraram a indústria e a agricultura e exigiram que os países do sul, "devedores", que pagassem a factura; a solução passou por baixar salários, retirar direitos, cortar na saúde e na educação, medidas estas que viriam a ser impostas pela troika.
Artigo de Ricardo Nunes






















































domingo, 24 de julho de 2011

Entrevista a Mário Tomé | Vídeo "Baseado Numa História Verídica" | Sapo Vídeos

Uma entrevista muito interessante de Mário Tomé!
Uma história de vida!
Gostei muito e penso que os mais jovens deveriam ver para terem noção de outras realidades do antes do 25 de Abril de 1974.Clica no link que te deixo para veres o vídeo ou copia a linha com o endereço para o teu browser.
http://videos.sapo.pt/CyNGyDZ8zKk8GN8lpQqG
JOÃO
Entrevista a Mário Tomé
Sapo Vídeos
Para veres o vídeo, clica AQUI!
DESCRIÇÃO: Histórico líder da UDP, militar de Abril, coronel na reforma e militante activo do Bloco de Esquerda, Mário Tomé continua um homem de convicções fortes. Para a maior parte das pessoas, ele será sempre o Major Tomé.

14º episódio da 1ª temporada do programa "Baseado Numa História Verídica".

Convidado da semana: Mário Tomé.

"Baseado Numa História Verídica" vai para o ar todos os sábados à noite, no canal Q, estando também disponível no On Demand.

domingo, 3 de abril de 2011

A COMUNA: Exemplos de Luta, Mário Viegas, Padre Max e Lurdes Correia Evocados na Comuna

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A Lurdes Correia, estudante em Vila Real, filha de emigrantes em
França, sucumbiu de imediato à explosão da bomba no Simca,
que matou também Max. A morte veio assim à traição no 1º dia
de vigência da Constituição de Abril. A Lurdes alfabetizava
camponeses, deu rosto à luta estudantil contra o caciquismo
reaccionário, não temeu os fascistas que agiam abertamente
pelo regresso à ditadura. Militante da União de Estudantes pela
Democracia Popular (UEDP) era o entusiasmo da revolução que
a sobressaltava. 35 anos depois a memória venceu o tempo
porque outros jovens estremecem destinos.

Luís Fazenda


NÃO VOS MATARAM, SEMEARAM-VOS!

O Padre Max era um defensor da convergência entre marxistas, cristãos e democratas de esquerda. Era um prossecutor da unidade em nome do ideal socialista, um visionário da proximidade entre todas as correntes de libertação da humanidade. Esta é uma lição que deve ser tão presente na nossa memória como na nossa vida. Esta é a semente que devemos fazer crescer e florescer.

Por Joana Mortágua


O padre que foi candidato da UDP, para “fazer chegar a sua voz aos mais humildes” aguarda Justiça na campa 1240 do cemitério de Santa Iria, em Vila Real. O padre Max foi assassinado na região de Vila Real a 2 de Abril de 1976, com a explosão de uma bomba colocada no seu carro, que matou também a estudante Maria de Lurdes, a quem o clérigo tinha dado boleia.

Por Jorge Afonso do blogue Olho Nú


O Mário Viegas morreu no dia das mentiras. Escusado será de dizer que não morreu nem morrerá nunca!
Como ninguém, soube fazer a crítica do decadentismo do sistema. Essa crítica é hoje o lugar da utopia. Em cada gesto, em cada cena, em cada verso recitado, ele não convocava a utopia como adereço mas punha-a como necessidade de concretização.
Por Mário Tomé

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Artigo de Mário Tomé «Um Rio Cresce Gota a Gota» | A COMUNA

Vou deixar mais um artigo de Mário Tomé, este sobre a situação preocupante no Afeganistão e o envolvimento da Comunidade Internacional (43 países envolvidos na guerra no Afeganistão!).

O artigo é brilhante e muito esclarecedor e o tema não podia ser melhor comentado não fosse o Coronel Mário Tomé um especialista nesta temática da guerra.

O artigo saiu na publicação "A Comuna" que pode ser consultada on-line.

JOÃO

  Um Rio Cresce Gota a Gota* 
12-Jul-2010

Na recente visita a Portugal, o Secretário Geral da NATO tornou públicas as suas preocupações quanto à evolução da situação no Afeganistão pois, sublinhou, a vontade de retirada das tropas estrangeiras do Afeganistão choca com as grandes dificuldades em estruturar um estado democrático num país com a história, costumes e tradição como aquele.

Artigo de Mário Tomé

A tal preocupação parece responder o novo comandante chefe , o general Paetreus que vai lançar a operação «Civis ao ataque» (título meu), ou seja armar os civis para combaterem os talibãs.

Uma excelente táctica se a história não tivesse já demonstrado ser uma cretinice. Durante todas as lutas de libertação contra o colonialismo terminando na Argélia, a mais «francesa das regiões de França!!!», na guerra do Vietnam, na guerra de libertação de Timor-Leste, no Sahara Ocidental, o aliciamento das populções não passou nem passa de uma representação dramática: o invasor finge acreditar que as alicia e as populações fingem deixar-se aliciar.

Os invasores, a NATO, no Afeganistão vão continuar a bombardear as populações com os seus drones, a invadirem as aldeias durante a noite à procura de talibãs, , prendendo para averiguações, matando, tortutando e violando («se as mato por que não as posso foder?», perguntava um soldado norte-americano no Iraque), aterrorisando. E as populações vão continuar a acenar e saudar para mais à frente porem uma mina ou se fazerem rebentar no meio de militares ou de políticos ou simplesmente numa praça ou num mercado.

A guerra no Afeganistão está perdida pelos EUA. A disputa pelo controlo do país, com a Rússia, o Irão e a China, a venda de armas aos senhores da guerra, aliados preferenciais dos EUA, só pode provocar mais sofrimento ao povo afegão que não perdoará quando puder realmemnte libertar-se dos invasores ao mesmo tempo que dos seus fantoches no governo, da opressão criminosa dos senhores da guerra e dos talibãs.

O maior problema com o governo não é a corrupção que é, aliás, absoluta: é ser dominado pelos senhores da guerra e suas milícias, tão fundamentalistas, tão brutais, assassinos  criminosos quanto os talibãs. Com uma diferença: é que praticam os crimes à sombra do governo e do seu tutor, a NATO e seus parceiros (estão tropas de 43 países no Afeganistão), i.e. os EUA.

O General Loureiro dos Santos, um «natista» com olhar crítico, afirma que ao novo comandante-chefe, Paetreus, restam três variáveis para poder cumprir a missão: «capacidade de criar boas relações com os protagonistas políticos; um eventual ajustamento das regras de empenhamento no teatro de operações; modificação do ritmo de retirada.».

É claro que ritmo da retirada depende dos outros dois factores.

Os EUA retiram desde que consigam fazê-lo sem perder a face e garantindo o controlo do país, ou seja o controlo da passagem do gás e do petróleo do Cáspio para o Paquistão, a Índia e a China. Para tal têm que intensificarem a guerra, nomeadamente os bombardeamentos pelos «drones» perdendo ao mesmo tempo qualquer capacidade de «conquistarem as almas e os corações» - como diriam Kaúlza e Spínola pouco antes de perderem a guerra – um dos objectivos do Secretário Geral da NATO; e depois reforçarem e legitimarem o poder dos senhores da guerra, as únicas entidades, para além dos talibãs, com capacidade para assegurarem o controlo político e militar das províncias afegãs.

Os senhores da guerra, que a imprensa tenta mostrar em contradição com Karsai, permanecem desde sempre a mandar nas suas províncias, a mandarem na Loya Jirga (Assembleia Nacional), a traficar ópio, a imporem a sua ordem medieval contra o povo, em particular contra as mulheres. A sua luta contra os talibãs é a mesma luta pelo poder desde a guerra civil que se seguiu à derrota dos soviéticos.

A hipótese de uma guerra civil – que a imprensa ocidental apresenta como um risco terrível se a NATO retirar as suas forças - em nada alterará a real situação do povo afegão: ele vive, já hoje, oprimido, massacrado, assassinado pelos talibãs, pelos senhores da guerra e pelas tropas da NATO.

Com a saída das tropas da NATO seriam menos uns criminosos com que o povo teria de haver-se.

Os «danos colaterais» dos bombardeamentos, ou seja o massacre de civis, está a fazer com que muitos deles se juntem aos talibãs para combaterem o ocupante.

A imprensa ocidental, salvo raras excepções como John Pilger e Robert Fisk, é de um servilismo criminosos perante a estratégia imperialista. Quem a lê fica com a ideia de que o povo afegão é apenas um elemento passivo, que a democracia no Afeganistão é impossível se não for imposta pela guerra e pelo terror da NATO, como se tira das declarações do Secretário-Geral, na sua visita a Portugal, perante as espinhas curvadas dos ministros dos Negócios Estrangeiros e da Defesa.

Malalai Joya é a voz heróica do povo afegão e, fundamentalente, da mulher afegã.. O seu livro «A JOIA AFEGÃ/UMA MULHER ENTRE OS SENHORES DA GUERRA» editado em Portugal em Maio último pela «QUIDNOVI», é uma obra arrepiante: pela denúncia da terrível situação imposta pelo invasor ao povo afegão e pela coragem sem limites da sua autora.

Aí ela aponta à comunidade internacional os passos necessários para resolver a situação no Afeganistão:

Parar a guerra e não intensificá-la; envio de verdadeira ajuda humanitária – os EUA gastam 100 milhões de dólares por dia na guerra e a ajuda humanitária reduz-se a sete milhões a maior parte dos quais desaparece na corrupção; acabar com o domínio do senhores da guerra, impondo o desarmamento efectivo das milícias; retirada de todos os militares estrangeiros.

E a cada um de nós propõe como tarefas:

Mantermo-nos informados; juntarmo-nos aos grupos que trabalham honestamente para apoiar os homens e as mulheres no Afeganistão, inclusive com apoio financeiro; controlarmos, criticarmos e esforçarmo-nos por melhorar a política externa do governo português; participar no processo político e na organização da defesa da justiça social em Portugal.

A voz límpida de Malalai Joya chega até nós. O seu livro é a um tempo uma denúncia sem reticências, um manifesto revolucionário, a descrição de uma caminhada sem retorno , de uma entrega total à libertação do seu povo, uma prova de convicção inabalável, de determinação absoluta, de coragem e de humildade esmagadora.

Impossível não o ler!

* Do livro «A Jóia Afegã...»

domingo, 23 de maio de 2010

Artigo de Mário Tomé: «De Abril a Maio... Aqui chegados...»

Vou deixar um fabuloso e muito esclarecedor artigo escrito pelo meu querido camarada e amigo, Coronel Mário Tomé. O artigo está on-line em "A Comuna".
Mário Tomé foi muitos anos conhecido pelo Major Mário Tomé e chegou a ser dirigente Nacional da União Democrática Popular – UDP.
Foi Membro da Comissão Nacional da Candidatura de Otelo à Presidência da República em 1976, Deputado à Assembleia da República, de 1979 a 1983 pela UDP, e de 1991 a 1995, pela Coligação Democrática Unitária – CDU, resultante de um acordo entre a UDP e o PCP.
Para quem desconhece, a UDP é um dos partidos que está na formação do Bloco de Esquerda!
Não deixes de ler o artigo.
JOÃO

De Abril a Maio... Aqui chegados...
23-Mai-2010

Finalmente o 25!

Cravos em quase todas as lapelas do PSD. Até algumas bestas se desferraram porque precisavam dos cravos para as lapelas.

Aguiar Branco, prestes a preconizar a ditadura do proletariado, aconselhou-se com Lenine e com Rosa Luxemburgo antes do seu discurso do 25 de Abril. Não haviam o BE e o PCP de rir-se, meu velho BB*?

«O bagaço, o andaço, o cagaço», nunca se sabe quando o pessoal perde as estribeiras. É preciso dar-lhe sinal de que também somos povo de Abril. A «revolução do cravo» foi feita para todos lembrou Aguiar Branco… Para quê o preconceito?

Amemos o Zeca Afonso. Amemo-nos uns aos outros sob a bandeira da liberdade, a ambição de todos nós. Não nos deixemos separar pela semântica: povo ou iniciativa privada e social (cá está, social!) é tudo a mesma coisa.

«Dar ao povo o que o povo produzir» como preconiza o Sérgio Godinho. Os da finança nada produzem e engordam astronomicamente. A produção estiola, o povo fenece no desemprego. Porquê? Porque o Estado tolhe a livre iniciativa!

O PSD, pela voz de Aguiar Branco quer mudar a Constituição. Um Estado «neutro», tanto como o PSD, para nos salvar da crise e da dívida externa.

Ex-ministros que trocaram as conquistas de Abril pela engorda da finança apelam a Cavaco, o homem que liquidou quase toda a estrutura produtiva portuguesa, da metalomecânica pesada à industria naval, dos caminhos-de-ferro às pescas, que entregou a liquidação da agricultura aos JEEPs (Jovens Empresários de Elevado Potencial). Que pagou as indemnizações das privatizações de acordo com as avaliações feitas pelos próprios indemnizados, que trocou o apoio ao ensino público pelo estímulo a sinecuras em universidades privadas, que lançou o ataque feroz ao SNS e com isso e muito mais gastou um milhão de contos por dia que vinha da CEE. Não é difícil ver por que se constituiu a enorme dívida, apontada pela rezinguice de Medina Carreira.

Que fazer então? Mudar a Constituição.

A «evolução na continuidade» trouxe-nos próximo do «reencontro com a nossa história» que Sá Carneiro, tendo Cavaco como ministro das finanças, anunciava em 1980 quando esperava eleger para Presidente da República o fascista general Soares Carneiro e liquidar a Constituição de Abril.

Num encontro com militares Manuel Alegre é insultado quando comparam a sua luta anticolonial na Rádio Portugal Livre ao apoio ao terrorismo da Al Qaeda. O coronel Morais da Silva - que no 25 de Abril, chefiando quatro oficiais deixou fugir o comandante de Cavalaria 7 que devia prender -, estimulado pelo andar da carruagem chamou, neste semanário, «garimpeiros» e «ladrões» aos militares que cumpriram as suas missões e se bateram pela democracia política e social, pela revolução de Abril e por isso viram liquidadas as suas carreiras em 76 que só em 2000 foram reconstituídas, sem qualquer indemnização, aliás.

O sonho carneirista/cavaquista está a cumprir-se – uma maioria (PS, PSD, CDS) para o PEC e tudo o que é fundamental; um Governo – Sócrates tem sido o primeiro-ministro da finança e a finança dirige o PSD; um Presidente – Cavaco, que o PS se prepara para ajudar a reeleger com um apoio displicente, renitente, envenenado, a Alegre.

O Portugal que começou a ser concretizado em Abril, da liberdade ao serviço da igualdade, que só um Estado democrático forte controlado pela participação cidadã pode garantir, necessita que se derrote a equipa socrático/cavaquista adquirida por tuta e meia pelo cartel da finança.

*Crónica no DN de 28 de Abril
Mário Tomé