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sexta-feira, 4 de julho de 2014

PIADEX | Conde Drácula Encontrado morto em Portugal

Esta tenho que dedicar aos humoristas portugueses que nos ajudam a afundar-nos a sorrir,  a rir e, até, a gargalhar.

Este é o espírito que precisamos para sobreviver a tanta incompetência dos Governos que a maioria escolhe.

JOÃO





Clica sobre a imagem para a ampliares!

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Fernando Tordo Canta Estrela da Tarde | Vídeo



De há uns anos para cá, em cada dia cinco (5) de Maio é comemorado o "Dia da Língua Portuguesa e da Cultura entre os Países de Língua Portuguesa".
O Dia da Língua Portuguesa e da Cultura é celebrado nos oito países que pertencem à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Esta comemoração veio à memória por um "post" que vi do grande cantor e compositor Fernando Tordo, cuja obra eu muito admiro.
Tenho o prazer de colocar, aqui, esse "post" com uma das geniais composições da autoria da dupla Fernando Tordo e José Carlos Ary dos Santos, este poeta e declamador da língua portuguesa, que ficou mais conhecido pelas inúmeras letras que escreveu para canções.
Nunca é demais lembrar a genialidade do poeta Ary do Santos.

JOÃO


 Fernando Tordo partilhou uma ligação.

Hoje comemora-se o "Dia da Língua Portuguesa". Deixo aqui um grande poema de Ary dos Santos escrito para música de Fernando Tordo (tr)

sábado, 24 de maio de 2014

CARAMBA! ESTÁ NA HORA DOS QUE NÃO VOTAM IREM ÀS URNAS E VOTAREM. NÃO EM BRANCO! NÃO FAZEREM VOTO NULO!

Tenho estado ausente do Facebook, que não tenho conseguido ler. Às vezes mando uma ou outra matéria para a minha página. E tem sido tudo.

Aqui tem sucedido basicamente o mesmo.

Muito se tem passado comigo. Mas o mais grave, tem sido a minha depressão recorrente que se agrava, sempre, na altura das campanhas eleitorais.

Sem querer, cheguei a esta conclusão antes de decidir ir ao Facebook, fazer este apelo.

Quando em 1958, em pleno período denominado Estado Novo – um regime ditatorial liderado pelo primeiro-ministro António de Oliveira Salazar - se realizou a campanha para as Eleições Presidenciais portuguesas, eu, quase a fazer 11 anos, estive tão doente que caí à cama com o médico a ser chamado frequentemente. Nada físico eu tinha. Tinha ansiedade, medo e calculo que já uma depressão. O médico dizia que eram nervos! Mas eu sabia a razão e não a contei a ninguém. Só falei disso para a RTP, via telefonema, à esposa e à filha do General Humberto Delgado, num programa de Manuel Luís Goucha.

O General Humberto Delgado foi uma esperança, primeiro e, depois uma dor pelo seu assassinato pelos fascistas portugueses.

Nunca lidei bem com a ditadura, a prepotência, a falta de liberdade, as prisões políticas, os cuidados que o meu pai tinha em se fechar a sete chaves, todas as portas de casa, quando recebia gente para conversas com camaradas do partido, familiares e para tertúlias com as várias classes artísticas que se reuniam na nossa casa.

Era menina, mas apercebia-a da gravidade da nossa situação política e vivia com ansiedade pelo dia da revolução que nos conduziria à Liberdade e a todos os Valores da Democracia, que essa Liberdade nos traria.

Após o 25 de Abril eu lutei como podia para ajudar a melhorar as condições do povo português. E as Eleições eram sempre um acto e ritual não só com uma imensa alegria, mas com uma espécie de majestade e dignidade. Eu era feliz!

De há uns anos para cá, como não sou tola como pareço, percebi que a Democracia estava a "desmocratizar-se" cada vez mais e Portugal a perder mais do que a sua Liberdade. Estava a perder a sua identidade e independência. Os portugueses vivem com pavor nos empregos, já têm medo de falar e eu cheguei, há anos, a ser ameaçada de perder o meu posto de trabalho se voltasse a manifestações e continuasse militante do meu BE. Foi durante o primeiro Governo de coligação, PSD/CDS. A senhora chamava-se Isabel Soares Carneiro e fez da minha vida laboral, um horror, ao ponto de eu só pensar em suicídio e vir a ter um enfarte à entrada do edifício onde trabalhava. Eu era das melhores e mais competentes funcionárias. Mas ela descobriu que eu era do Bloco de Esquerda porque teve que autorizar a minha ausência para fazer a campanha das primeiras Eleições Autárquicas do BE.

A partir dos meu problemas de coração e do ambiente no trabalho, e por motivos de saúde, fiquei impedida, pelo Cardiologista, de participar em manifestações. Tinha tido duas cirurgias cardiovasculares e os médicos não me permitiam determinados ambientes e vivências.

Reparei que estou sempre em depressão grave durante as últimas campanhas eleitorais. Eu ajudava nos concelhos de Setúbal, Seixal, Almada... e Lisboa, minha terra Natal! Agora não participo em nada! Não posso! E o facto de não andar na rua a estar activa e a fazer a minha campanha, obriga-me a estar em casa e a ouvir as aldrabices, as barbaridades... Não aguento!

O poder do povo reside no acto eleitoral. O povo tudo pode com o seu voto. Não estamos bem; votemos de forma diferente. Votemos naqueles que nunca nos deram motivos para perdermos o que conquistámos com as nossas lutas.

CARAMBA! ESTÁ NA HORA DOS QUE NÃO VOTAM IREM ÀS URNAS E VOTAREM. NÃO EM BRANCO! NÃO FAZEREM VOTO NULO!

VOTEM! Votem por vós, uma escolha vossa, em consciência, não ditada por marcelistas manhosos, cheio de lábia e truques... Ou outros no género.

Não se fiquem pelas escolhas dos que vão votar! Votem pelos vossos corações, razões e cabeças!

Estamos cada vez mais pobres, cada vez mais doentes e sem recursos, cada vez mais desempregados ou repatriados, sem o calor da família, sem o calor da terra que nos está no sangue. Sem o carinho do nosso pai ou o colo da nossa mãe. Ou dos nosso filhos, como eu.

O meu filho quer estar na sua terra com a sua mãe. E não é o único que, tendo-se formado com boas notas, teve que ir "matar" as necessidades primárias, como o direito à alimentação, a construir família, a pensar num futuro... para uma terra que dista, por voo, 5.776 kms, distância impensável para uma mãe claustrofóbica e alérgica a ar-condicionado fazer para poder visitar o seu filho e ver o seu neto que estará, brevemente, para nascer.

Votem pela Democracia! Votem por Vós mesmos!

Votem para voltarmos a sentir que somos tratados com dignidade!





JOÃO

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Bloco de Esquerda - Iniciativas | Ciência Precária - 5 de Maio - 2ª-Feira - 18h - ISCTE


                     Ciência Precária
                      5 de Maio (2ª-Feira) – 18h – ISCTE
                    Auditório Mário Murteira (Edifício 1)
                             Evento no Facebook aqui


Sessão com:

Ana Drago (Bolseira de Doutoramento ISCTE-FCSH)
José Neves (Professor e Investigador da FCSH)
Inês Farias (Bolseira do IPMA)
Irina Castro (Estudante de Doutoramento do CES-FEUC)
João Lavinha (Investigador do Instituto Ricardo Jorge)
João Semedo (Médico, Deputado)
Marisa Matias (Socióloga, Eurodeputada)

Ciência sem cientistas, o novo paradigma

O Sistema Nacional Científico e Tecnológico (SNCT) estrutura-se institucionalmente através do ensino superior (universidades e politécnicos), dos laboratórios de estado e laboratórios associados, e pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. Em termos de recursos humanos, nos docentes do ensino superior, nos bolseiros e nos investigadores. Em ambas as esferas a acelerada degradação de condições e meios é um dado incontestável sem qualquer perspetiva de inversão de políticas e medidas concretas capazes de superar o atraso estrutural com que Portugal se defronta.
Segundo a Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC), em 2011, o investimento em I&D situou-se nos 1,59% do PIB, baixando em 2013 para 1,50% quando a média europeia se mantém nos 2%. Tendo em consideração que em 2010 os valores de investimento se encontravam nos 1,64%, o ano de 2011 é assim o primeiro de uma queda sustentada de investimento em I&D, desviando definitivamente o país da sua trajetória de convergência com a União Europeia e dos objetivos do Europa2020 que obrigam o país a atingir um mínimo de 3% do PIB em 2020.

O investigador precário a tempo inteiro

Entre 2001 e 2007, a redução de pessoal de investigação a tempo inteiro nos laboratórios do Estado é de cerca de 7%, uma tendência que se susteve brevemente com a introdução do programa Compromisso Ciência. Por seu lado, o atual programa "Contratos FCT" opta por não fornecer qualquer continuidade estratégica ao investimento realizado, diminuindo drasticamente o número de contratados e a própria natureza do vínculo com as instituições.
Simultaneamente, o investimento em bolsas de investigação foi objeto de uma alteração de paradigma: redução de 70% das bolsas de doutoramento concedidas em 2013 e de 40% de redução das bolsas de pós-doutoramento em relação ao ano transato.
As instituições de ensino superior perderam, desde 2011, cerca de 340 milhões de investimento do orçamento de estado. O congelamento de carreiras docentes e a proibição de contratações expandiu o fenómeno de utilizar bolseiros para funções de docência, sem garantir no entanto a vinculação contratual correspondente. 
É, por isso, urgente uma dignificação daqueles que exercem atividades científicas. O bolseiro não é apenas um estudante que trabalha, mas um profissional que prossegue a sua formação, desempenhando atividades de investigação. A Carta Europeia do Investigador, de 2005, é aliás inequívoca nesta matéria, considerando na sua definição de investigador todos quantos "se encontram nos primeiros quatro anos de formação, incluindo o período da formação pela investigação". Consagra ainda, nestes termos, que "todos os investigadores que seguem uma carreira de investigação devem ser reconhecidos como profissionais e tratados como tal", devendo "este reconhecimento (…) começar no início da sua carreira, nomeadamente a nível pós graduado, e incluir todos os níveis".

As propostas do Bloco de Esquerda

- Recuperação do investimento público em investigação e ciência para um mínimo de 2% do PIB a curto prazo, em rota de convergência com os objetivos Europa2020.
- A celebração de contratos de trabalho para todos os investigadores integrados em projetos de investigação, para todos os investigadores experientes, para os investigadores em formação que não estejam em período explicitamente curricular, bem como para o pessoal que desenvolve atividades de apoio à investigação.
- Um regime de proteção social dos trabalhadores por conta de outrem para os investigadores e pessoal de apoio à investigação, bem como a atribuição das prestações sociais, garantidas como direitos, nas eventualidades de doença, parentalidade e adoção, riscos profissionais, desemprego, invalidez, velhice, morte, encargos familiares, entre outras.
- A atribuição do subsídio de desemprego com um prazo de garantia de 180 dias de trabalho num período de 12 meses imediatamente anterior à data do desemprego e de subsídio social de desemprego com um prazo de 90 dias de trabalho por conta de outrem num período de 8 meses imediatamente anterior à data do desemprego.
- A possibilidade de efetuar o pagamento retroativo de contribuições correspondentes à proteção em caso de desemprego, por parte das entidades a que o trabalhador tenha estado vinculado durante o período relevante para efeitos do preenchimento do prazo de garantia.
- A definição de um regime de remuneração para os investigadores em formação compatível com as suas qualificações e com os encargos decorrentes da sua atividade.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

PINI e Pinóquio | Os Meus Netinhos de Coração!

Ontem tive uma neta, humana, comigo. E ela tirou duas fotos aos meus dois netos gatinhos.

Não liguem à sujidade... Está por todo o lado! 

JOÃO




quinta-feira, 3 de abril de 2014

A COMUNA | Cinema Trans, Media e Front Nacional, Mário Viegas, Padre Max, Rancière, Anti-Troika

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NORMALIZAÇÃO MEDIÁTICA: FRONT NATIONAL PASSA DA DEMONIZAÇÃO À FASCINAÇÃO - Eric Dupin

Procurando apresentar-se como um partido "fora do sistema", o Front National reclama do desdém dos jornalistas. Porém, seus representantes, como a maioria dos políticos, usam os média amplamente.
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NÃO VOS MATARAM, SEMEARAM-VOS!

Tenhamos nós a coragem de assumir aquele que é o seu legado: servir o povo e nunca se servir dele. LER MAIS
Joana Mortágua, Intervenção na cerimónia de homenagem ao Padre Max.


EUROPA NÃO, PORTUGAL NUNCA. VIEGAS SEMPRE! - Mário Tomé

O Mário Viegas morreu no dia das mentiras. Escusado será de dizer que não morreu nem morrerá nunca!
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MÁRIO VIEGAS: "MANIFESTO ANTI-CAVACO"

18 anos após o seu falecimento, A Comuna recorda Mário Viegas e o seu ainda tão atual Manifesto Anti-Cavaco.
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TROIKA É NOME DE PIRATARIA - Joana Mortágua

Há que mobilizar uma maioria social para a reivindicação da devolução dos direitos roubados e para o confronto direto com a Europa.
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DISSENSOS. A POLÍTICA COMO DISSENTIMENTO - Luís Monteiro

Só uma perspetiva de classe consegue desmontar as narrativas do científico e consensual porque é nela que conseguimos fazer as perguntas esquecidas: «De quem? Para quem?»
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FILMES, PAPEIS TRANS E GENITALOCENTRISMO - Lara Crespo

... Várias questões se levantam: porque é que nunca uma actriz trans ou actor trans ganhou um Óscar, porque é que os papeis de pessoas trans nunca são desempenhados por pessoas trans, e porque é que, regra geral, os assuntos focados nestes filmes são sempre e invariavelmente, underground?
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quinta-feira, 27 de março de 2014

Dia Mundial do Teatro | 27 de Março




Gostei muito da imagem e da mensagem do Jornalista e Escritor, António Costa Santos.

Como AMO o teatro, desde menininha, partilho este seu "post" no Facebook, em agradecimento a tudo o que o TEATRO já me deu.

Viva o Teatro!!!

JOÃO



Viva o Dia Mundial do Teatro! Beijos, abraços e obrigados a todos os que há séculos e séculos nos entretêm, retratam, desassossegam e cultivam, actrizes e actores, encenadores e modistas, cenógrafos e maquinistas, dramaturgos e contra-regras, todos que se nos dão em 3D.


A COMUNA | Independência da Escócia, Direito à Água, Austeridade, União Operária Nacional, Educação

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Não é antieuropeu dizer que a União Europeia está totalmente corrupta, é burocrática, antidemocrática, dirigida pelas elites e que é, efetivamente, uma união de banqueiros. Isso é um facto. Mas a esquerda não está a fazer campanha desta forma – exceto na França, certamente.
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GOVERNO ENSAIA MAIS PPPS NO ENSINO SUPERIOR - Carlos Vieira e Castro

No presente ano lectivo, as universidades e politécnicos acumulam cortes de 340 milhões de euros em relação a 2011. No fim, quem paga são os alunos e as suas famílias:  as propinas aumentaram quase 70 milhões entre 2011 e 2012.
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CONTINUAMOS À RASCA - Bruno Góis

O 12 de março foi a primeira grande manifestação popular de um ciclo que teve continuidade no 15 de Outubro e nos protestos do Que se Lixe a Troika. 
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A temática do "direito à água" tem estado nos últimos anos em debate na cena internacional, nomeadamente no âmbito das Nações Unidas.



pobreza.
Sem título. flickr.com.Lanpernas Dospuntozero
As opções políticas da direita resultaram num profundo agravamento das desigualdades sociais. 19% da população está em risco de pobreza, com rendimentos mensais inferiores a 400 euros, 55% dos jovens não conseguem deixar a casa dos pais e 40% vivem em carência extrema.



A LOUCURA DO DÉFICE - Diogo Barbosa
A reposição do valor dos salários, pensões, a gradual diminuição do valor das propinas até à sua extinção, o fim das taxas moderadoras, são eixos essenciais para devolver aos portugueses os seus direitos conquistados pelas lutas de Abril.



No dia 15 de Março, às 15 horas, realizou-se uma concentração junto ao Cine-Teatro Paraíso, em Tomar. Será uma ação de protesto contra as políticas do actual governo e de memória pelo centenário da primeira central sindical portuguesa, a União Operária Nacional (UON). LER MAIS



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