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segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Info ESQUERDA.NET | "Artivistas" Fazem Nova Ação no Museu de Arte Antiga | Outros...
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Jornadas Autárquicas 2011 | Reforma da Administração Local | ALMADA | 26 de Novembro
PROGRAMA DAS JORNADAS AUTÁRQUICAS
Sábado, 26 Nov, em Almada
Sábado, 26 Nov, em Almada
Clica nas imagens para as ampliares!
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Contamos com todos os interessados, em particular autarcas do Bloco, para as Jornadas Autárquicas do próximo dia 26, em Almada. O tema central será a reforma da administração local e o ataque que o governo prepara contra a democracia local. As viagens até Almada e de regresso serão apoiadas pela organização.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Info Esquerda.Net | Mais de 700 Presos em Nova York | Outros Temas
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segunda-feira, 30 de maio de 2011
"Bê-á-Bá da Agricultura", por Pedro Soares | "Bê-á-bá do Empréstimo", por Cecília Honório | Vídeos | Links para Série "Bê-á-Bá"
JOÃO
"Bê-á-bá da Agricultura", por Pedro Soares
Carregado por EsquerdaNet em 27 de Mai de 2011
O candidato bloquista por Braga apresenta o 4º episódio da serie "Bê-á-bá" dos tempos de antena do Bloco de Esquerda para as eleições Legislativas de 2011.
"Bê-á-bá da do Empréstimo", por Cecília Honório
Carregado por EsquerdaNet em 27 de Mai de 2011
A candidata bloquista por Faro apresenta o 5º episódio da serie "Bê-á-bá" dos tempos de antena do Bloco de Esquerda para as eleições Legislativas de 2011.
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domingo, 17 de abril de 2011
A COMUNA: O Congresso-Comício do PS e o FMI
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
NÃO à Redução de Deputados | Pedro Soares e Declaração Política | Vídeo
Pois é! O Governo quer poupar dinheiro com a DEMOCRACIA!
Com a democracia não se poupa dinheiro!
Cortar nos deputados para poupar dinheiro?! Não queremos um Bloco Central no Parlamento para nos representar.
Eu quero ser representada por um partido que não é o PS nem o PSD. Tu podes querer ser representado por um outro partido que não estes e que não o meu.
Ontem, Quarta-Feira, vi este debate em directo. Uma vergonha a posição do PSD e as declarações anteriores à comunicação Social do Ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão.
Não queremos caminhar para a falta de fiscalização dos governos portugueses por parte dos deputados. A Assembleia da República é um órgão importantíssimo para a democracia e a representação porporcional do povo português.
Em Portugal não há só PS e PSD. Há outros partidos políticos que representam outras ideologias, outra política, outros programas...
Os deputados trabalham muito. Há excelentes deputados em todos os partidos. E se há alguns menos bons, a culpa é da falta de cidadania do povo português que não usa o seu dever cívico de votar.
Vamos dizer NÃO à redução de deputados. Vamos dizer SIM à dignificação dos políticos que são peças essenciais na democracia.
Ouve atentamente este vídeo e percebe o que o PSD quer: calar-nos a todos! Não quer oposição, fiscalização e democracia.
JOÃO
Com a democracia não se poupa dinheiro!
Cortar nos deputados para poupar dinheiro?! Não queremos um Bloco Central no Parlamento para nos representar.
Eu quero ser representada por um partido que não é o PS nem o PSD. Tu podes querer ser representado por um outro partido que não estes e que não o meu.
Ontem, Quarta-Feira, vi este debate em directo. Uma vergonha a posição do PSD e as declarações anteriores à comunicação Social do Ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão.
Não queremos caminhar para a falta de fiscalização dos governos portugueses por parte dos deputados. A Assembleia da República é um órgão importantíssimo para a democracia e a representação porporcional do povo português.
Em Portugal não há só PS e PSD. Há outros partidos políticos que representam outras ideologias, outra política, outros programas...
Os deputados trabalham muito. Há excelentes deputados em todos os partidos. E se há alguns menos bons, a culpa é da falta de cidadania do povo português que não usa o seu dever cívico de votar.
Vamos dizer NÃO à redução de deputados. Vamos dizer SIM à dignificação dos políticos que são peças essenciais na democracia.
Ouve atentamente este vídeo e percebe o que o PSD quer: calar-nos a todos! Não quer oposição, fiscalização e democracia.
JOÃO
Pedro Soares faz Declaração Política sobre redução de deputados
bloconoparlamento | 2 de Fevereiro de 2011
Pedro Soares faz a Declaração Política do Bloco sobre a redução do número de deputados.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
ESQUERDA.NET | Entrevista | Pedro Soares | Banco Público de Terras
A Proposta do Bloco de Esquerda de criação de um Banco Público de Terras é uma proposta extraordinária que espero seja bem acolhida no Parlamento e aprovada.
O Esquerda.Net entrevistou o deputado do Bloco de Esquerda, Pedro Soares, sobre esta proposta de criação de um Banco Público de Terras.
Deixo a entrevista em vídeo e um artigo do Esquerda.Net mais umas hiperligações, que gostaria que lesses para conheceres e apreciares a proposta que, penso, é de uma importância imensa para a agricultura portuguesa.
JOÃO
Banco de Terras "vai permitir a uma nova geração
entrar na agricultura"
Em entrevista ao esquerda.net, o deputado bloquista Pedro Soares explica como funciona o Banco Público de Terras e quais as suas vantagens para a prevenção dos fogos e o reordenamento do território no interior.
Artigo | 21 Agosto, 2010 - 01:16
Quais os objectivos desta proposta?
O objectivo desta proposta é evitar o abandono das áreas rurais e da agricultura. Há muitas terras abandonadas e há muita gente que pretende dedicar-se à agricultura. Sobretudo uma nova geração de gente qualificada e disposta a dedicar-se à agricultura, mas que não tem terras, apesar delas existirem e estarem abandonadas, tendo capacidade agrícola.
O Banco Público de Terras faz aquilo que qualquer outro banco fará: no caso de alguém que tem uma poupança, pretende depositá-la no banco obtendo um rendimento e mantém a sua titularidade ao mesmo tempo que a poderá reaver quando assim o entender. É a mesma coisa no Banco Público de Terras: o proprietário da terra não a pode agricultar por qualquer razão, entrega-a ao Banco que a arrenda a quem está interessado em cultivá-la. O proprietário obtém um pequeno rendimento em função desse contrato de arrendamento e poderá reavê-la depois nos termos desse contrato.
Isto vai permitir a uma nova geração entrar na agricultura, o redimensionamento das propriedades agrícolas já existentes, ao mesmo tempo que colmatará o abandono das áreas rurais e do interior do território.
De que modo poderá contribuir esta medida para a prevenção dos incêndios?
O abandono das áreas do interior tornam os incêndios florestais mais difíceis de combater e mais prolongados no tempo, como vimos aliás nas últimas semanas em Portugal. Não havendo vigilância nem preocupação com a floresta, nem ocupação dos territórios do interior, nomeadamente nos territórios de montanha, é evidente que os fogos podem deflagrar com maior facilidade.
Esta recuperação das terras abandonadas terá um carácter preventivo em relação aos fogos florestais, permitirá a humanização desses territórios do interior e será um importante factor na prevenção, na vigilância e combate aos fogos e também no ordenamento das terras agrícolas do interior.
O projecto de lei do Bloco inclui também a proposta do agravamento fiscal progressivo sobre as terras abandonadas. O que se pretende exactamente com esta medida?
A proposta do Bloco de Esquerda inclui um mecanismo de incentivo, através da fiscalidade, para que os proprietários de terras abandonadas as possam entregar no Banco Público de Terras. Esse mecanismo passa pelo agravamento progressivo da taxa do IMI para as propriedades rústicas. Isto fará com que se consiga vencer a inércia que hoje existe em relação a essas terras abandonadas. E permitirá também que o proprietário equacione a vantagem fiscal da entrega dessas terras abandonadas. Muitos proprietários que não vivem nas áreas rurais ou não têm condições para cultivar as suas terras têm toda a vantagem em obter um rendimento através desse arrendamento, tendo em conta que manterão a propriedade dessas terras.
Há mais experiências de implementação dum Banco Público de Terras noutro país?
O grupo parlamentar do Bloco partiu duma experiência que nos parece bem sucedida na região da Galiza. A sua implementação levou a que houvesse uma resposta imediata na entrega das terras e uma procura na ordem dos 10 mil pedidos em sete meses.
A Galiza tem uma estrutura de propriedade muito próxima do Norte do nosso país e percebe-se que o Banco Público de Terras funciona como uma garantia pública sobre a propriedade da terra e também como mediador para o seu arrendamento. Julgamos que é uma excelente solução, já o provou na Galiza e seria importante que no nosso país também viesse rapidamente a estar em plena execução.
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Entrevista de Sofia Roque.
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Artigos relacionados:
Bloco propõe Banco Público de Terras
“Banco de Terras” leva deputado do Bloco à Galiza
Incêndios: Ameaça de expropriação é "malabarismo" do ministro
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O Esquerda.Net entrevistou o deputado do Bloco de Esquerda, Pedro Soares, sobre esta proposta de criação de um Banco Público de Terras.
Deixo a entrevista em vídeo e um artigo do Esquerda.Net mais umas hiperligações, que gostaria que lesses para conheceres e apreciares a proposta que, penso, é de uma importância imensa para a agricultura portuguesa.
JOÃO
Banco de Terras "vai permitir a uma nova geração
entrar na agricultura"
Em entrevista ao esquerda.net, o deputado bloquista Pedro Soares explica como funciona o Banco Público de Terras e quais as suas vantagens para a prevenção dos fogos e o reordenamento do território no interior.
Artigo | 21 Agosto, 2010 - 01:16
Quais os objectivos desta proposta?
O objectivo desta proposta é evitar o abandono das áreas rurais e da agricultura. Há muitas terras abandonadas e há muita gente que pretende dedicar-se à agricultura. Sobretudo uma nova geração de gente qualificada e disposta a dedicar-se à agricultura, mas que não tem terras, apesar delas existirem e estarem abandonadas, tendo capacidade agrícola.
O Banco Público de Terras faz aquilo que qualquer outro banco fará: no caso de alguém que tem uma poupança, pretende depositá-la no banco obtendo um rendimento e mantém a sua titularidade ao mesmo tempo que a poderá reaver quando assim o entender. É a mesma coisa no Banco Público de Terras: o proprietário da terra não a pode agricultar por qualquer razão, entrega-a ao Banco que a arrenda a quem está interessado em cultivá-la. O proprietário obtém um pequeno rendimento em função desse contrato de arrendamento e poderá reavê-la depois nos termos desse contrato.
Isto vai permitir a uma nova geração entrar na agricultura, o redimensionamento das propriedades agrícolas já existentes, ao mesmo tempo que colmatará o abandono das áreas rurais e do interior do território.
De que modo poderá contribuir esta medida para a prevenção dos incêndios?
O abandono das áreas do interior tornam os incêndios florestais mais difíceis de combater e mais prolongados no tempo, como vimos aliás nas últimas semanas em Portugal. Não havendo vigilância nem preocupação com a floresta, nem ocupação dos territórios do interior, nomeadamente nos territórios de montanha, é evidente que os fogos podem deflagrar com maior facilidade.
Esta recuperação das terras abandonadas terá um carácter preventivo em relação aos fogos florestais, permitirá a humanização desses territórios do interior e será um importante factor na prevenção, na vigilância e combate aos fogos e também no ordenamento das terras agrícolas do interior.
O projecto de lei do Bloco inclui também a proposta do agravamento fiscal progressivo sobre as terras abandonadas. O que se pretende exactamente com esta medida?
A proposta do Bloco de Esquerda inclui um mecanismo de incentivo, através da fiscalidade, para que os proprietários de terras abandonadas as possam entregar no Banco Público de Terras. Esse mecanismo passa pelo agravamento progressivo da taxa do IMI para as propriedades rústicas. Isto fará com que se consiga vencer a inércia que hoje existe em relação a essas terras abandonadas. E permitirá também que o proprietário equacione a vantagem fiscal da entrega dessas terras abandonadas. Muitos proprietários que não vivem nas áreas rurais ou não têm condições para cultivar as suas terras têm toda a vantagem em obter um rendimento através desse arrendamento, tendo em conta que manterão a propriedade dessas terras.
Há mais experiências de implementação dum Banco Público de Terras noutro país?
O grupo parlamentar do Bloco partiu duma experiência que nos parece bem sucedida na região da Galiza. A sua implementação levou a que houvesse uma resposta imediata na entrega das terras e uma procura na ordem dos 10 mil pedidos em sete meses.
A Galiza tem uma estrutura de propriedade muito próxima do Norte do nosso país e percebe-se que o Banco Público de Terras funciona como uma garantia pública sobre a propriedade da terra e também como mediador para o seu arrendamento. Julgamos que é uma excelente solução, já o provou na Galiza e seria importante que no nosso país também viesse rapidamente a estar em plena execução.
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Entrevista de Sofia Roque.
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Artigos relacionados:
Bloco propõe Banco Público de Terras
“Banco de Terras” leva deputado do Bloco à Galiza
Incêndios: Ameaça de expropriação é "malabarismo" do ministro
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Banco de Terras
"vai permitir a uma nova geração entrar na agricultura"
tvesquerda lbranco | 23 Agosto, 2010 - 00:01
Em entrevista ao esquerda.net, o deputado bloquista Pedro Soares explica como funciona o Banco Público de Terras e quais as suas vantagens para a prevenção dos fogos e o reordenamento do território no interior.
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quarta-feira, 9 de junho de 2010
"Revisão Inaceitável da História" | Artigo de Opinião no Esquerda.Net
Já escrevi sobre este tema no post:
"Revisionismo Inaceitável da História | Crianças Vestem Fardas da Mocidade para Reviver 100 anos de República | Uma Afronta à Democracia!!!"
Para veres todos os textos - o meu comentário e 3 textos fantásticos - sobre o assunto em título, clica AQUI.
JOÃO
"Revisão inaceitável da História"
Deputado bloquista critica comemoração da República em Aveiro que envolve desfile de crianças envergando a farda da extinta Mocidade Portuguesa e fazendo a saudação fascista.
Artigo | 8 Junho, 2010 - 19:57
O deputado Pedro Filipe Soares, do Bloco de Esquerda, criticou a evocação da Mocidade Portuguesa numa cerimónia comemorativa do Centenário da República, prevista para ocorrer em Aveiro, considerando-a “uma revisão inaceitável da História”.
O evento está previsto para esta quarta-feira em praças e ruas de Aveiro, e faz parte das comemorações do centenário da República em Portugal. Mais de 1200 crianças de quatro jardins-de-infância e cinco escolas do 1.º ciclo do município participam. Entre os grupos que representam instituições ou personalidades da República, algumas dezenas de crianças irão marchar com a farda da extinta Mocidade Portuguesa, organização de enquadramento da juventude que existia no regime fascista.
Segundo o Diário de Aveiro, Alcina Moura, professora e coordenadora do projecto de comemoração da efeméride argumenta que apenas um pai se manifestou contra a participação da filha com aquela idumentária (que inclui um cinto com a fivela em forma de “S”, de Salazar), mas afirma que foi um caso isolado entre os alunos e alunas de três turmas do quarto ano da escola do 1º ciclo das Barrocas escolhidas para tomar parte na parada envergando réplicas de fardas, a entoar o hino da Mocidade e de mão esticada (saudação fascista).
“Como se percebe pelas palavras do próprio director do agrupamento, o que está em causa, e cito, é um belo momento de revisão da História. Vão fazer um momento de apresentação de revisão da História portuguesa aos aveirenses e isso é algo que nos choca”, afirmou o deputado bloquista.
Soares recordou que naquele distrito “existiram muitas pessoas que lutaram contra o fascismo e contra o Estado Novo, algumas delas foram presas, outras torturadas”.
Para Pedro Filipe Soares, este processo de revisão, feito por aqueles que são acríticos da História, “é um processo completamente inaceitável”.
"Revisionismo Inaceitável da História | Crianças Vestem Fardas da Mocidade para Reviver 100 anos de República | Uma Afronta à Democracia!!!"
Para veres todos os textos - o meu comentário e 3 textos fantásticos - sobre o assunto em título, clica AQUI.
JOÃO
"Revisão inaceitável da História"
Deputado bloquista critica comemoração da República em Aveiro que envolve desfile de crianças envergando a farda da extinta Mocidade Portuguesa e fazendo a saudação fascista.
Artigo | 8 Junho, 2010 - 19:57
O deputado Pedro Filipe Soares, do Bloco de Esquerda, criticou a evocação da Mocidade Portuguesa numa cerimónia comemorativa do Centenário da República, prevista para ocorrer em Aveiro, considerando-a “uma revisão inaceitável da História”.
O evento está previsto para esta quarta-feira em praças e ruas de Aveiro, e faz parte das comemorações do centenário da República em Portugal. Mais de 1200 crianças de quatro jardins-de-infância e cinco escolas do 1.º ciclo do município participam. Entre os grupos que representam instituições ou personalidades da República, algumas dezenas de crianças irão marchar com a farda da extinta Mocidade Portuguesa, organização de enquadramento da juventude que existia no regime fascista.
Segundo o Diário de Aveiro, Alcina Moura, professora e coordenadora do projecto de comemoração da efeméride argumenta que apenas um pai se manifestou contra a participação da filha com aquela idumentária (que inclui um cinto com a fivela em forma de “S”, de Salazar), mas afirma que foi um caso isolado entre os alunos e alunas de três turmas do quarto ano da escola do 1º ciclo das Barrocas escolhidas para tomar parte na parada envergando réplicas de fardas, a entoar o hino da Mocidade e de mão esticada (saudação fascista).
“Como se percebe pelas palavras do próprio director do agrupamento, o que está em causa, e cito, é um belo momento de revisão da História. Vão fazer um momento de apresentação de revisão da História portuguesa aos aveirenses e isso é algo que nos choca”, afirmou o deputado bloquista.
Soares recordou que naquele distrito “existiram muitas pessoas que lutaram contra o fascismo e contra o Estado Novo, algumas delas foram presas, outras torturadas”.
Para Pedro Filipe Soares, este processo de revisão, feito por aqueles que são acríticos da História, “é um processo completamente inaceitável”.
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terça-feira, 8 de junho de 2010
Revisionismo Inaceitável da História | Crianças Vestem Fardas da Mocidade para Reviver 100 anos de República | Uma Afronta à Democracia!!!
Só agora li esta notícia no Público.pt e fiquei tão incomodada, que parece que sinto falta de ar. Estou furiosa e indignada! Apetece-me ir para a rua, agora, gritar!!!
Há dias recebi um e-mail com um "pps" que estava feito só com livros escolares, material escolar, utensílios vários do meu tempo de criança e adolescente. Fiquei assim como estou agora! Não reencaminhei e eliminei imediatamente.
Aqueles símbolos do fascismo, da Mocidade Portuguesa, do Salazarismo, do Portugal anti-democrático, tiraram-me o ar, em vez de eu ter ficado feliz por estar a reviver o meu passado feliz de criança. E porquê?! Porque o meu passado feliz de criança só foi compensado pelo maravilhoso pai que tive e pela sua maneira de me compensar os tempos da ditadura. Aqueles símbolos não me fizeram felizes, mas lembraram-me os tempos em que a escola me obrigava a ir ver o Salazar passar para gritar por ele, me obrigava a ir ver o corpo morto do padre da paróquia a que a escola pertencia, e as actividades e fardamentos da Mocidade Portuguesa Feminina, a que era obrigada a pertencer, contrariamente à vontade dos meus pais.
Agora, lendo esta notícia que me trouxe aqui, vejo que o país endoideceu ou o saudosismo está a colocar em causa a nossa democracia.
A prepotência do Primeiro-Ministro vai ao ponto de tolerar uma situação como a que vai ocorrer em Aveiro?! A Ministra da Educação não sabe o que se passa?! Como é possível que um Director de Agrupamento de Escolas, neste caso o director do agrupamento de escolas de Aveiro, o "lunático" Carlos Magalhães, tenha tido a ousadia de programar tal evento?!!!
Como podemos tolerar que as escolas públicas obriguem as crianças a encarnar personagens do salazarismo, da época da PIDE e dos presos políticos, da zona mais negra da nossa história pós República, quando as pessoas eram torturadas e mortas por discordarem politicamente da governação, onde não havia liberdade nem para escolher o grupo de amigos, nem a quantidade de pessoas que esse grupo poderia ter, pois se fossemos vistos em grupos de mais de três já éramos incomodados pela polícia… Um tempo em que as escolas não eram mistas, em que não podiam estar rapazes nas imediações das escolas, públicas ou privadas…?!
Imaginem, agora, como reagiria o Mundo se as escolas na Alemanha resolvessem recrear um evento semelhante, saudosista, com a juventude vestida com os fardamentos da juventude hitleriana…?!!!
Voltámos ao Estado Novo?! É para isto que pagamos impostos para que os nosso filhos e netos andem a brincar à “mocidadecinha” portuguesa salazarista?!!!
JOÃO
Aveiro
Crianças vestem-se com fardas da Mocidade para reviver 100 anos de República
07.06.2010 - 17:41 Por Lusa
Mais de 1200 crianças do agrupamento de escolas de Aveiro vão participar, quarta-feira, num projecto escolar destinado a reviver os últimos cem anos da história portuguesa, iniciativa já contestada pelo Bloco de Esquerda.
A iniciativa prevê a participação de um grupo de crianças vestidas com roupas a simular as fardas da Mocidade Portuguesa, o que para o deputado bloquista Pedro Soares, consiste num “revisionismo inaceitável da História”.
O parlamentar sustenta que o projecto contou com “a oposição de alguns pais”, o que é desmentido pela organização.
“Apenas um pai manifestou que não gostaria de ver a sua filha vestida com aquela indumentária”, disse hoje a responsável pelo projecto, Joaquina Moura, durante a conferência de imprensa de apresentação do evento.
A docente, que garante que a polémica está completamente ultrapassada, assegurou que “nada neste projecto leva para ideias de fascismo”, adiantando que “as coisas são trabalhadas nas escolas com dignidade e muito sentido de responsabilidade”.
Joaquina Moura lamenta ainda que, até hoje, o deputado em causa não tenha falado com os responsáveis pelo projecto e considera que “a escola foi ofendida e até os pais dos outros alunos que colaboraram nesta iniciativa”.
O director do agrupamento de escolas de Aveiro, Carlos Magalhães, revelou que houve um pedido de informação por parte da Assembleia da República e que “não foi levantado nenhum problema”.
Adiantou que “o assunto está esclarecido”.
No passado mês de Maio, o deputado do Bloco de Esquerda Pedro Soares apresentou um requerimento na AR a questionar o Ministério da Educação sobre se tinha conhecimento desta iniciativa que, segundo sustentou, “obriga alunos menores de idade a serem atores num ato laudatório e acrítico de uma página negra da história de Portugal".
O evento, que vai decorrer quarta-feira em várias praças e ruas da cidade de Aveiro, está integrado nas comemorações do centenário da República em Portugal e envolve mais de 1200 crianças de quatro jardins-de-infância e cinco escolas do 1.º Ciclo do município.
“Vamos proporcionar não só aos alunos como à própria cidade de Aveiro um belo momento de revisão da nossa história recente”, disse o director, explicando que esta iniciativa “permitirá fazer um percurso da evolução da vida em Portugal desde a monarquia até à actualidade”.
O evento vai decorrer entre as 14h e as 17h horas, culminando com a actuação da banda da GNR, e com o Hino Nacional entoado por todas as crianças, bem como uma largada de pombos, no jardim do Rossio.
O trânsito estará cortado no próprio dia, durante alguns períodos, nas zonas da cidade que vão acolher esta iniciativa.
Há dias recebi um e-mail com um "pps" que estava feito só com livros escolares, material escolar, utensílios vários do meu tempo de criança e adolescente. Fiquei assim como estou agora! Não reencaminhei e eliminei imediatamente.
Aqueles símbolos do fascismo, da Mocidade Portuguesa, do Salazarismo, do Portugal anti-democrático, tiraram-me o ar, em vez de eu ter ficado feliz por estar a reviver o meu passado feliz de criança. E porquê?! Porque o meu passado feliz de criança só foi compensado pelo maravilhoso pai que tive e pela sua maneira de me compensar os tempos da ditadura. Aqueles símbolos não me fizeram felizes, mas lembraram-me os tempos em que a escola me obrigava a ir ver o Salazar passar para gritar por ele, me obrigava a ir ver o corpo morto do padre da paróquia a que a escola pertencia, e as actividades e fardamentos da Mocidade Portuguesa Feminina, a que era obrigada a pertencer, contrariamente à vontade dos meus pais.
Agora, lendo esta notícia que me trouxe aqui, vejo que o país endoideceu ou o saudosismo está a colocar em causa a nossa democracia.
A prepotência do Primeiro-Ministro vai ao ponto de tolerar uma situação como a que vai ocorrer em Aveiro?! A Ministra da Educação não sabe o que se passa?! Como é possível que um Director de Agrupamento de Escolas, neste caso o director do agrupamento de escolas de Aveiro, o "lunático" Carlos Magalhães, tenha tido a ousadia de programar tal evento?!!!
Como podemos tolerar que as escolas públicas obriguem as crianças a encarnar personagens do salazarismo, da época da PIDE e dos presos políticos, da zona mais negra da nossa história pós República, quando as pessoas eram torturadas e mortas por discordarem politicamente da governação, onde não havia liberdade nem para escolher o grupo de amigos, nem a quantidade de pessoas que esse grupo poderia ter, pois se fossemos vistos em grupos de mais de três já éramos incomodados pela polícia… Um tempo em que as escolas não eram mistas, em que não podiam estar rapazes nas imediações das escolas, públicas ou privadas…?!
Imaginem, agora, como reagiria o Mundo se as escolas na Alemanha resolvessem recrear um evento semelhante, saudosista, com a juventude vestida com os fardamentos da juventude hitleriana…?!!!
Voltámos ao Estado Novo?! É para isto que pagamos impostos para que os nosso filhos e netos andem a brincar à “mocidadecinha” portuguesa salazarista?!!!
JOÃO
Aveiro
Crianças vestem-se com fardas da Mocidade para reviver 100 anos de República
07.06.2010 - 17:41 Por Lusa
Mais de 1200 crianças do agrupamento de escolas de Aveiro vão participar, quarta-feira, num projecto escolar destinado a reviver os últimos cem anos da história portuguesa, iniciativa já contestada pelo Bloco de Esquerda.
A iniciativa prevê a participação de um grupo de crianças vestidas com roupas a simular as fardas da Mocidade Portuguesa, o que para o deputado bloquista Pedro Soares, consiste num “revisionismo inaceitável da História”.
O parlamentar sustenta que o projecto contou com “a oposição de alguns pais”, o que é desmentido pela organização.
“Apenas um pai manifestou que não gostaria de ver a sua filha vestida com aquela indumentária”, disse hoje a responsável pelo projecto, Joaquina Moura, durante a conferência de imprensa de apresentação do evento.
A docente, que garante que a polémica está completamente ultrapassada, assegurou que “nada neste projecto leva para ideias de fascismo”, adiantando que “as coisas são trabalhadas nas escolas com dignidade e muito sentido de responsabilidade”.
Joaquina Moura lamenta ainda que, até hoje, o deputado em causa não tenha falado com os responsáveis pelo projecto e considera que “a escola foi ofendida e até os pais dos outros alunos que colaboraram nesta iniciativa”.
O director do agrupamento de escolas de Aveiro, Carlos Magalhães, revelou que houve um pedido de informação por parte da Assembleia da República e que “não foi levantado nenhum problema”.
Adiantou que “o assunto está esclarecido”.
No passado mês de Maio, o deputado do Bloco de Esquerda Pedro Soares apresentou um requerimento na AR a questionar o Ministério da Educação sobre se tinha conhecimento desta iniciativa que, segundo sustentou, “obriga alunos menores de idade a serem atores num ato laudatório e acrítico de uma página negra da história de Portugal".
O evento, que vai decorrer quarta-feira em várias praças e ruas da cidade de Aveiro, está integrado nas comemorações do centenário da República em Portugal e envolve mais de 1200 crianças de quatro jardins-de-infância e cinco escolas do 1.º Ciclo do município.
“Vamos proporcionar não só aos alunos como à própria cidade de Aveiro um belo momento de revisão da nossa história recente”, disse o director, explicando que esta iniciativa “permitirá fazer um percurso da evolução da vida em Portugal desde a monarquia até à actualidade”.
O evento vai decorrer entre as 14h e as 17h horas, culminando com a actuação da banda da GNR, e com o Hino Nacional entoado por todas as crianças, bem como uma largada de pombos, no jardim do Rossio.
O trânsito estará cortado no próprio dia, durante alguns períodos, nas zonas da cidade que vão acolher esta iniciativa.
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segunda-feira, 3 de maio de 2010
BE/Almada - Noticias: BE denuncia falsas acusações do 'Público'
A edição de 22 de Abril do Público titula, na capa, que as “Câmaras de Famalicão e Salvaterra de Magos restringem a compra de casas sociais a cidadãos nacionais”.
Junto se envia, a Nota enviada à Comunicação Social, a este propósito, pelo Bloco de Esquerda.
A Coord BE-Almada
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NOTA DE IMPRENSA DO BLOCO DE ESQUERDA
De acordo com a informação veiculada pela comunicação social, o Governo, através do secretário de Estado da Administração Local, declarou hoje que vai ser alterado o Decreto-Lei de 1976 que impede o acesso de imigrantes à aquisição de habitação social.
Esta decisão vem na sequência da denúncia feita no passado dia 13 de Abril pelo deputado Pedro Soares (BE), em sede de Comissão Parlamentar do Poder Local, ao secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, tendo na altura exigido o acesso dos imigrantes à atribuição de fogos de habitação a custos controlados, em pé de igualdade com restantes cidadãos nacionais, por parte dos municípios.
Para o Bloco de Esquerda, a limitação dos candidatos à sua condição de cidadãos nacionais configura um acto inqualificável de discriminação que viola os princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa, nomeadamente nos seus artigos 13.º, 15.º e 65.º, bem como da Declaração Universal dos Direitos Humanos e outros tratados internacionais.
Ao contrário do que foi transmitido por alguma comunicação social, em que acusava a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos de se guiar pelos mesmos critérios discriminatórios que foram recentemente aprovados em Famalicão, o Bloco de Esquerda esclarece que não vigora nenhum regulamento discriminatório deste tipo e que já em 17 de Fevereiro de 2010, em reunião da Câmara Municipal, um novo regulamento para acesso a habitação social foi apresentado utilizando critérios de igualdade, sem qualquer artigo discriminatório de cidadãos não nacionais, em conformidade com os princípios constitucionais.
O Bloco de Esquerda considera que a intenção manifestada pelo Governo de alteração do referido D-L constitui, desde já, uma consequência positiva da intervenção do Bloco sobre esta questão, determinante para o fim da discriminação dos imigrantes em Portugal, e espera que esta alteração à lei seja feita o mais breve possível.
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Bloco de Esquerda (Almada)
site: http://almada.bloco.org/
e-mail: almadabloco@gmail.com
Trav. D. Sancho I, 1-A - 2800-046 Almada
T: 212752351
Junto se envia, a Nota enviada à Comunicação Social, a este propósito, pelo Bloco de Esquerda.
A Coord BE-Almada
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NOTA DE IMPRENSA DO BLOCO DE ESQUERDA
De acordo com a informação veiculada pela comunicação social, o Governo, através do secretário de Estado da Administração Local, declarou hoje que vai ser alterado o Decreto-Lei de 1976 que impede o acesso de imigrantes à aquisição de habitação social.
Esta decisão vem na sequência da denúncia feita no passado dia 13 de Abril pelo deputado Pedro Soares (BE), em sede de Comissão Parlamentar do Poder Local, ao secretário de Estado da Administração Local, José Junqueiro, tendo na altura exigido o acesso dos imigrantes à atribuição de fogos de habitação a custos controlados, em pé de igualdade com restantes cidadãos nacionais, por parte dos municípios.
Para o Bloco de Esquerda, a limitação dos candidatos à sua condição de cidadãos nacionais configura um acto inqualificável de discriminação que viola os princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa, nomeadamente nos seus artigos 13.º, 15.º e 65.º, bem como da Declaração Universal dos Direitos Humanos e outros tratados internacionais.
Ao contrário do que foi transmitido por alguma comunicação social, em que acusava a Câmara Municipal de Salvaterra de Magos de se guiar pelos mesmos critérios discriminatórios que foram recentemente aprovados em Famalicão, o Bloco de Esquerda esclarece que não vigora nenhum regulamento discriminatório deste tipo e que já em 17 de Fevereiro de 2010, em reunião da Câmara Municipal, um novo regulamento para acesso a habitação social foi apresentado utilizando critérios de igualdade, sem qualquer artigo discriminatório de cidadãos não nacionais, em conformidade com os princípios constitucionais.
O Bloco de Esquerda considera que a intenção manifestada pelo Governo de alteração do referido D-L constitui, desde já, uma consequência positiva da intervenção do Bloco sobre esta questão, determinante para o fim da discriminação dos imigrantes em Portugal, e espera que esta alteração à lei seja feita o mais breve possível.
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Bloco de Esquerda (Almada)
site: http://almada.bloco.org/
e-mail: almadabloco@gmail.com
Trav. D. Sancho I, 1-A - 2800-046 Almada
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