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quinta-feira, 9 de maio de 2013
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
Artigo de Aslak Sira Myhre: «A Tragédia da Noruega Deve Levar a Europa a Agir Contra o Extremismo» | Esquerda.Net
Eu não poderia concordar mais com o autor deste artigo que te deixo.Também eu - que estou bem longe e não sou Norueguesa -, sinto medo e dor. E também me questiono, vezes sem fim "porquê?!", sentindo, sabendo mesmo pelas provas do manifesto, que esta violência na Noruega, na passada Sexta-feira, não foi uma violência cega, mas sim, uma violência planeada, calculada ao ínfimo detalhe, e com intenções de ser alargada a outros locais de outros países.
Eu detesto que me liguem e liguem o Bloco de Esquerda a uma esquerda extremista. Não é verdade! Tanto eu, individualmente, como o Bloco de Esquerda como um grupo, somos de uma esquerda plural, mas democrática.
Eventualmente poderão existir alguns membros de pensamento extremista. Mas há-os em todo o lado. Na direita, nas várias religiões...
Todo o extremismo é doentio e perigoso. Todo o extremismo me mete pavor!
A HISTÓRIA está cheia de exemplos de extremismo, o fanatismo levado ao extremo de serem, em nome de uma doutrina, cometidas chacinas em toda a parte do Mundo.
O extremismo tem que ser combatido. Temos que ter a noção daqueles que estão perto de nós e que ultrapassam a realidade das coisas e tentarmos dialogar, se possível, ou afastarmo-nos, para que, se formos mais fracos, não fiquemos contagiados.
Eu não sou fraca, muito pelo contrário, e sempre fui contra o extremismo! Sempre combati ideias extremistas e me afastei de actos levados a extremos.
Já fui considerada terrorista por militar no Bloco de Esquerda. Impedida de passar a fronteira para ir a uma manifestação em Sevilha por estar no grupo do Bloco de Esquerda, considerado como grupo terrorista. As fronteiras fecharam-se para nós!...
É muito duro sermos tratados como terroristas sem o sermos. E, no entanto, haver tanto terrorista, extremista, fundamentalista, xenófobo, racista... radicalistas disfarçados com pele de cordeirinhos...
É evidente um aumento nos movimentos anti-imigrantes e antimuçulmanos na União Europeia e no resto do continente europeu. Não podemos ir nessa onda. Nós somos todos, em primeiro lugar, cidadãos do Mundo.
Temos que estar atentos e vigilantes e sermos solidários e humanistas.
JOÃO
A tragédia da Noruega deve levar a Europa a agir contra o extremismo
Partilho do medo e da dor do meu país - mas na Noruega este tipo de actos insanos teve sempre a sua origem na extrema direita.
Artigo | 27 Julho, 2011 - 00:21 | Por Aslak Sira Myhre
O terror na Noruega não veio de extremistas islâmicos. Nem tão pouco da extrema esquerda, ainda que ambos tenham sido acusados muitas vezes de constituírem uma ameaça interna ao “nosso modo de vida”. Até agora, incluindo aquelas horas terríveis da tarde de 22 de Julho, o pouco terrorismo que conheci no meu país veio sempre da extrema direita.
Durante décadas, a violência política neste país foi praticamente um exclusivo dos neo-nazis e de outros grupos racistas. Nos anos 70, atentaram com explosivos contra livrarias de esquerda e contra uma manifestação do Primeiro de Maio. Nos anos 80, dois neo-nazis foram executados sob a suspeita de terem traído o seu grupo. Nas últimas duas décadas, dois jovens noruegueses não-brancos morreram por causa de ataques racistas. Nenhum grupo estrangeiro matou ou feriu pessoas em território norueguês, à excepção dos serviços secretos de Israel, a Mossad, que assassinou por engano um inocente em Lillehammer em 1973.
No entanto, e apesar destes eloquentes antecedentes, quando este devastador terrorismo agora nos golpeou, as suspeitas recaíram imediatamente sobre o mundo islâmico. Eram os fundamentalistas islâmicos. Tinham que ser eles.
Prontamente se denunciou um ataque à Noruega, ao nosso modo de vida. Logo que a notícia foi divulgas, algumas raparigas vestidas com hijabs e de aparência árabe foram perseguidas pelas ruas de Oslo.
Natural. Durante pelo menos 10 anos disseram-nos que o terror vinha do leste. Que um árabe é, por natureza um suspeito; que todos os muçulmanos estão contaminados. Regularmente, vemos como a segurança aero-portuária examina pessoas de cor em salas separadas; há infinitos debates sobre os limites da “nossa” tolerância. Na medida em que o mundo islâmico se converteu no “Outro”, começámos a pensar que o que nos distingue a “nós” de “eles” é a capacidade de matar civis a sangue frio.
Há, é claro, outra razão para que todos estejamos atentos à al-Qaeda. A Noruega participa na Guerra do Afeganistão há 10 anos, durante algum tempo interviemos também na Guerra do Iraque e agora atiramos bombas sobre Tripoli. Há um limite de tempo para participar na guerra antes da guerra nos atingir.
Mas, apesar de todos sabermos disto, apenas se mencionou a guerra quando sofremos o ataque terrorista. A nossa primeira resposta assentava na irracionalidade: tinham que ser “eles”. Eu temia que a guerra que travávamos no estrangeiro pudesse chegar à Noruega. E depois? Que aconteceria à nossa sociedade? À nossa tolerância, ao nosso debate político e, sobretudo, aos nossos imigrantes e aos seus filhos nascidos na Noruega?
Mas não foi assim. Uma vez mais, o coração das trevas profundamente dentro de nós próprios. O terrorista era um homem branco e nórdico. Não um muçulmano, mas sim um muçulmanófobo.
Logo que isso ficou claro, a carnificina começou a ser discutida como obra de um louco; deixou de ser vista como um ataque à nossa sociedade. Mudou a retórica; as manchetes dos jornais mudaram o foco. Ninguém fala já de guerra. Fala-se de um “terrorista”, no singular, não no plural: um indivíduo particular, não um grupo indefinido facilmente generalizável para incluir simpatizantes ou qualquer outra pessoa. O acto terrível é agora oficialmente uma tragédia nacional. A questão é: teria acontecido da mesma forma se o autor fosse um louco, mas de origem islâmica?
Eu também estou convencido que o assassino está louco. Para caçar e executar adolescentes numa ilha durante uma hora, teve que perder o juízo. Mas, tal como no caso do 11 de Setembro de 2001 ou no caso das bombas no metro de Londres, trata-se de uma loucura com causa, uma causa que é tanto clínica como política.
Qualquer pessoa que tenha dado uma olhadela às páginas web dos grupos racistas, ou seguido os debates online dos jornais noruegueses, terá notado a fúria com que se difunde a islamofobia; o ódio venenoso que escritores anónimos vomitam contra as ideias anti-racistas e contra a esquerda política. O terrorista de 22 de Julho participava nesses debates. Foi um membro activo de um dos grandes partidos políticos noruegueses, o partido populista de direita (Partido do Progresso da Noruega). Abandonou-o em 2006 e procurou a sua ideologia na comunidade de grupos anti-islamistas da Internet.
Quando o mundo acreditava que isto era obra do terrorismo islamista internacional, todos os homens de Estado, de Obama a Cameron, disseram que estavam ao lado da Noruega na nossa luta contra o terrorismo. E agora, em que consiste a luta? Todos os dirigentes ocidentais têm o mesmo problema dentro das suas fronteiras. Travarão uma guerra contra o crescente extremismo de direita, contra a islamofobia e o racismo?
Umas horas depois da explosão, o primeiro-ministro norueguês, Jens Stoltenberg, disse que a nossa resposta ao ataque deveria ser mais democracia e mais abertura. Se se comparar com a resposta de Bush aos ataques do 11 de Setembro, há razões para nos sentirmos orgulhosos. Mas no rescaldo da mais terrível experiência que a Noruega conheceu desde o final da II Guerra Mundial, eu gostaria que se fosse mais longe. É necessário ter em conta este trágico incidente para lançar uma ofensiva contra a intolerância, o racismo e o ódio crescentes, não só na Noruega, não só na Escandinávia, mas em toda a Europa.
Artigo publicado no jornal britânico "Guardian", traduzido para espanhol por Mínima Estrella para Sin Permiso e para português por Carlos Santos para esquerda.net
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Sobre o autor
Escritor norueguês, director da Casa da Literatura em Oslo e ex-dirigente da Aliança Eleitoral Vermelha da Noruega.
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
Noruega de Luto Pelas Vítimas dos Atentados de Oslo e Utoeya | O Mundo Ficou em Choque!
"Não será uma elementar evidência de qualquer racionalidade democrática que, mais do que condenar a chacina por ter sido cometida por um fascista, o que se exige de nós é deixarmos claro ser a chacina que torna quem a pratica fascista, ou agente de uma peste gémea do fascismo?"
Miguel Serras PereiraOs atentados foram uma autêntica barbárie!
Não tenho conseguido escrever aqui sobre os atentados na Noruega. Tenho estado quase em estado de choque! Hoje estou a fazer um esforço para desabafar um pouco e deixar uma matéria que veio ontem no público e que refere Portugal.
Atentados completamente surreais!
No dia 22 último, quando fui dormir, havia 6 mortos em dois atentados na Noruega e cometidos pelo mesmo homem, jovem monstro de 32 anos. Foi um acto terrorista praticado por um norueguês! Completamente surreal!
Deitei-me, nessa Sexta-feira, a questionar o meu marido e a questionar-me, horrorizada: porquê a Noruega!??? Não conseguia dormir porque não atinava na resposta.
Oslo, uma cidade pacata e das mais seguras do Mundo! A cidade do Prémio Nobel da Paz! Parecia um cenário de guerra!
No dia seguinte, Sábado, quando acordei, já se contabilizavam 92 mortos e muitos desaparecidos.
Foi na ilha de Utoeya que Anders Breivik Behring, o monstro de extrema-direita, fez mais vítimas. Eram jovens cidadãos inocentes do Partido Trabalhista que ali realizavam um acampamento...
Tinha-me deitado a questionar o meu marido e a questionar-me, horrorizada: porquê a Noruega!??? Não conseguia dormir porque não atinava na resposta.
Acordei com a resposta muito clara: por ter um governo de esquerda, democrático e por ser um país de PAZ... E como uma única pessoa, ainda mais uma pessoa fanática, fundamentalista e carregada de ódio pela democracia, pode fazer tanto dano...
Dei comigo nesse Sábado, dia 23, pela primeira vez na vida, a olhar para os olhos de uma pessoa, mesmo que tenha sido pela televisão, e a pensar, sem querer, na pena de morte. Eu que não sou fundamentalista em nada, com uma excepção: contra a pena de morte e contra o racismo e xenofobia.
Estou e continuo em choque! Querem transformar o fanático assassino em doente mental, num louco! O que ele fez é loucura, mas não é de um louco. É sim de uma pessoa consciente daquilo que é e que quer combater. É um potencial Hitler em construção!
Se a extrema direita já me assustava, se eu temo a ascensão dos fanáticos de extrema direita, agora estou ainda mais apreensiva.
Este é o retrato moral das pessoas da extrema-direita. E a extrema-direita está a proliferar na Europa!
JOÃO
Noruega
Manifesto de Breivik: cerca de 11 mil “traidores” portugueses deveriam morrer
25.07.2011 - 10:18 Por Susana Almeida Ribeiro
No manifesto de 1500 páginas atribuído a Anders Behring Breivik, o norueguês fala em campanhas de “ataque decisivo” com antraz que deveriam ter como alvo cerca de 11 mil “traidores” em Portugal (10.807). Na Alemanha esse número de traidores identificado ascenderia aos 82.820.
Algumas das imagens publicadas por Breivik (Foto: DR)
“Se conseguirmos estabelecer um laboratório na Europa e se conseguirmos o equipamento adequado, seremos capazes de lançar uma campanha de ataque decisivo. Esta operação irá envolver pelo menos 21 indivíduos (dependendo de já termos ou não a quantidade necessária de antraz) e irá requerer uma lista completa dos traidores de categoria A e B (na categoria A estariam líderes políticos e jornalistas influentes e na categoria B estariam políticos e deputados apoiantes do multiculturalismo). Para levar a cabo a tarefa, Breivik estimava que seriam precisos “entre um a dois gramas de antraz por pessoa”, que seriam expostas a esta substância letal através de cartas.
No extenso documento, Portugal (identificado como tendo uma população muçulmana variando entre os 5 e os 7 por cento) é assinalado globalmente como um país de “prioridade moderada” nos ataques anti-islâmicos, ao contrário de países como França e Alemanha, que são classificados como tendo prioridade “muito alta”.
O autor indicava anteriormente, numa tabela, a percentagem de população muçulmana existente em Portugal em 2009 (2% - 3%) e projectava a sua evolução para os anos 2030 (8%), 2050 (16%) e 2070 (32%).
Às tantas o autor refere-se a Durão Barroso. Quando se propõe a enumerar dez razões para o fim da União Europeia acaba, num dos pontos, a criticar o ex-primeiro-ministro dinamarquês Anders Fogh Rasmussen, que escolheu ser secretário-geral da NATO em vez de continuar no seu posto. E depois acrescenta: “Uma coisa semelhante aconteceu em Portugal, onde o primeiro-ministro [Durão Barroso] respondeu aos apelos dos líderes da Alemanha e da França e não ao seu próprio eleitorado”.
Mais à frente, Durão Barroso é nomeado directamente, numa passagem da autoria de um Fjordman. “Em Maio de 2008, o Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, disse que o Islão faz parte da Europa e condenou o conceito de choque de civilizações. ‘O Islão faz parte da Europa. É importante percebermos isto. Não devemos ver o Islão como algo de fora da Europa. Já temos uma importante presença do Islão e de muçulmanos entre os nossos cidadãos’, disse Barroso numa conferência de imprensa. (...) Eu acho isto especialmente triste uma vez que Barroso, antes de se tornar no líder não eleito da UE, era primeiro-ministro de Portugal, um país que esteve durante séculos sob o jugo islâmico. Será que os Portugueses sentem a falta do seu estatuto de dhimmis [pessoas não-muçulmanas que vivem num país governado pela lei islâmica]?”
Adiante, o autor elabora uma tabela em que indica, por país, o grau de doutrinação a que estão sujeitos os seus cidadãos em termos de multiculturalismo. Eslováquia e Eslovénia estão no topo desta tabela que vai de 1 a 90. Portugal aparece mais ou menos a meio, com 40.
Numa parte consagrada à identificação dos partidos políticos dos diferentes países que apoiam o multiculturalismo, o autor refere as seguintes formações portuguesas que apoiarão os “marxistas culturais, os humanistas suicidas e os capitalistas globalizados”: Partido Socialista, Partido Social-Democrata, Partido Comunista Português, Bloco de Esquerda e Partido Ecologista "Os Verdes". Todos estes partidos estão correctamente identificados com os nomes em Português e respectiva tradução para inglês.
Mais à frente o autor enumera também os partidos portugueses nacionalistas ou “contra-imigração”: Centro Democrático e Social - Partido Popular (identificado como “moderado”), Partido Nacional Renovador, Frente Nacional (identificado como micro-partido radical), Partido Popular Monárquico e Partido da Nova Democracia.
No cenário hipotético de guerra civil e de choque civilizacional que Breivik traça para o futuro - e que teria fim em 2083 (daí o título do manifesto: "2083 - A European Declaration of Independence") - o autor enumera ainda algumas instalações vitais em Portugal, como as refinarias do Porto e de Sines, ambas assinaladas como pertencentes à Galp Energia e identificadas pela produção diária de barris de crude. É igualmente assinalado neste contexto o reactor de pesquisa pertencente ao Instituto Tecnológico e Nuclear.
No extenso documento, Portugal (identificado como tendo uma população muçulmana variando entre os 5 e os 7 por cento) é assinalado globalmente como um país de “prioridade moderada” nos ataques anti-islâmicos, ao contrário de países como França e Alemanha, que são classificados como tendo prioridade “muito alta”.
O autor indicava anteriormente, numa tabela, a percentagem de população muçulmana existente em Portugal em 2009 (2% - 3%) e projectava a sua evolução para os anos 2030 (8%), 2050 (16%) e 2070 (32%).
Às tantas o autor refere-se a Durão Barroso. Quando se propõe a enumerar dez razões para o fim da União Europeia acaba, num dos pontos, a criticar o ex-primeiro-ministro dinamarquês Anders Fogh Rasmussen, que escolheu ser secretário-geral da NATO em vez de continuar no seu posto. E depois acrescenta: “Uma coisa semelhante aconteceu em Portugal, onde o primeiro-ministro [Durão Barroso] respondeu aos apelos dos líderes da Alemanha e da França e não ao seu próprio eleitorado”.
Mais à frente, Durão Barroso é nomeado directamente, numa passagem da autoria de um Fjordman. “Em Maio de 2008, o Presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, disse que o Islão faz parte da Europa e condenou o conceito de choque de civilizações. ‘O Islão faz parte da Europa. É importante percebermos isto. Não devemos ver o Islão como algo de fora da Europa. Já temos uma importante presença do Islão e de muçulmanos entre os nossos cidadãos’, disse Barroso numa conferência de imprensa. (...) Eu acho isto especialmente triste uma vez que Barroso, antes de se tornar no líder não eleito da UE, era primeiro-ministro de Portugal, um país que esteve durante séculos sob o jugo islâmico. Será que os Portugueses sentem a falta do seu estatuto de dhimmis [pessoas não-muçulmanas que vivem num país governado pela lei islâmica]?”
Adiante, o autor elabora uma tabela em que indica, por país, o grau de doutrinação a que estão sujeitos os seus cidadãos em termos de multiculturalismo. Eslováquia e Eslovénia estão no topo desta tabela que vai de 1 a 90. Portugal aparece mais ou menos a meio, com 40.
Numa parte consagrada à identificação dos partidos políticos dos diferentes países que apoiam o multiculturalismo, o autor refere as seguintes formações portuguesas que apoiarão os “marxistas culturais, os humanistas suicidas e os capitalistas globalizados”: Partido Socialista, Partido Social-Democrata, Partido Comunista Português, Bloco de Esquerda e Partido Ecologista "Os Verdes". Todos estes partidos estão correctamente identificados com os nomes em Português e respectiva tradução para inglês.
Mais à frente o autor enumera também os partidos portugueses nacionalistas ou “contra-imigração”: Centro Democrático e Social - Partido Popular (identificado como “moderado”), Partido Nacional Renovador, Frente Nacional (identificado como micro-partido radical), Partido Popular Monárquico e Partido da Nova Democracia.
No cenário hipotético de guerra civil e de choque civilizacional que Breivik traça para o futuro - e que teria fim em 2083 (daí o título do manifesto: "2083 - A European Declaration of Independence") - o autor enumera ainda algumas instalações vitais em Portugal, como as refinarias do Porto e de Sines, ambas assinaladas como pertencentes à Galp Energia e identificadas pela produção diária de barris de crude. É igualmente assinalado neste contexto o reactor de pesquisa pertencente ao Instituto Tecnológico e Nuclear.
Notícia actualizada às 13h06
terça-feira, 26 de julho de 2011
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